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quinta-feira, 3 de maio de 2012 NBA, outras | 11:37

INDIANA RECUPERA O MANDO DE QUADRA AO ATROPELAR O ORLANDO NA FLÓRIDA

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Quando o Indiana perdeu em casa a primeira partida da série para o Orlando, muitos disseram neste botequim terem ficado decepcionados com o resultado, pois esperavam mais do terceiro colocado do Leste. Até porque enfrentava o sexto, e esse sexto jogava sem seu principal jogador — e um dos principais da atual geração — o pivô Dwight Howard. Disse na época: o Pacers vai beliscar uma vitória na Flórida e vai se classificar na série.

Dito e feito; ontem o Indiana ganhou do Orlando fora de casa, fez 2-1 no confronto e pulou na frente pela primeira vez nesta contenda. Ganhou é pouco para dizer o que o time do técnico Frank Vogel fez: o Indiana machucou demais o Orlando ao vencer por uma vantagem de 23 pontos: 97-74.

O diferencial em favor do Pacers foi a atuação Roy Hibbert (foto AP). Disse outro dia que o desempenho ofensivo do pivô era de corar seu mais fanático seguidor, pois mesmo diante de um baixote como Glen Davis, ele tinha dificuldades para pontuar. Ontem, ao contrário, contribuiu com 18 pontos e fez o que dele se espera na série: encestou oito bolas, quase que o dobro das cinco acertadas nos dois confrontos anteriores.

Marcar é preciso, mas atacar também. Um jogador com status de “all-star”, que é um dos pilares da equipe, não pode se limitar apenas a defender quando tem pela frente uma clara situação de “mismatch”; ou seja: vantagem brutal em relação ao seu marcador, no caso de altura. Hibbert mede 2,18m enquanto que Davis tem apenas 2,06m. Hibbert é pivô, Davis é um ala-pivô que está no pivô porque D12 está fora do campeonato por conta da cirurgia nas costas.

Desta forma, espera-se que além de Danny Granger e sua mão calibrada, Hibbert também faça a diferença. Que Hibbert tenha sempre um duplo dígito na pontuação e que ela esteja mais perto das duas dezenas e não da simples dezena.

Basquete é um jogo de ataque e defesa. Os melhores times, os melhores jogadores, são aqueles que combinam as duas coisas. Não adianta só defender e pouco produzir no ataque, como também não adianta apenas pontuar e comprometer na defesa.

Apenas alguns puderam se dar ao luxo de ser um “descompensado” em quadra. Não é o caso de Hibbert.

RECUPERAÇÃO

Quando o Los Angeles Clippers venceu o Memphis no primeiro confronto da série, fiquei pensando cá com os meus botões: o time angelino pulou à frente, mas esta série é complicada, muito igual. Não sei se o Grizzlies vai recuperar o mando de quadra, convicção que tive no confronto entre Indiana e Orlando. Mas esta é uma série aberta.

Os dois times são muito parelhos e mesmo o time da terra de Elvis Presley mostrando dificuldades para suplantar um oponente que é dirigido por Vinnie Del Negro e que perdeu uma de suas principais peças, o ala Caron Butler, mesmo com o time da terra de Elvis Presley tendo jogado os dois primeiros jogos em casa, mesmo assim eu acho que em LA tudo pode acontecer. O Clips pode vencer as duas partidas; o oposto também pode ocorrer; bem como cada time obter uma vitória.

Não é “muretar”, é simplesmente constatar que esta série é muito parelha mesmo e é difícil ter alguma convicção. Talvez seja a série mais parelha destes playoffs.

Ontem a vitória ficou com o time da casa: 105-98. O.J. Mayo foi o destaque do Grizzlies com seus 20 pontos, dez deles no quarto final. Foram 20 pontos vindo do banco de reservas, compensando o baixo aproveitamento de Marc Gasol, que anotou míseros oito tentos e sete ressaltos. O espanhol, aliás, vem tendo uma série apagada. Soma média de 11,0 pontos e 6,5 rebotes. Estou atento a isso, pois Marc é um dos caras que têm que fazer a diferença neste embate para que o Grizzlies avance na competição.

A jogada da noite foi a seguinte: sozinho, em um contra-ataque, Tony Allen enterrou (não fez mais que a obrigação) e soltou um grito à la John Weissmuller. Parecia que tinha feita a enterrada da temporada, num grau de dificuldade monstruoso. Na jogada seguinte, tomou uma cravada de DeAndre Jordan que ultrapassou a humilhação. Allen ficou feito cachorro em dia de mudança, sem saber pra onde ir e o que fazer. Deu pena.

ATROPELAMENTO

Alguém anotou a placa do caminhão em cores preta e branca, que atropelou um fusquinha colorido com chapa de Salt Lake City?

Os que viram o tal caminhão alvinegro disseram que ele pegou a I-10 em direção ao Oeste. Testemunhas dão conta de que ele passou pelo Estado de New Mexico. A última informação é que ele está na fronteira com o Arizona e, ao que tudo indica, está rumando para Utah.

O serviço ainda não está completo.

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sexta-feira, 23 de março de 2012 basquete universitário norte-americano, NBA | 12:51

OS EUA RESPIRAM BASQUETE UNIVERSITÁRIO

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CHICAGO — Meu NBA League Pass não funciona aqui nos EUA. Ele faz parte do pacote internacional; portanto, só posso acessar os jogos quando estou no Brasil.

Dito isso, vocês, espertos que são, perceberam que eu não vi jogo algum na noite de ontem. As tevês aqui nos EUA só passam o “college”, pois o basquete universitário, neste final de semana, vai conhecer os quatro finalistas que vão participar do “Final Four”, que nesta temporada será disputado em New Orleans no final de semana de 31 de março e 2 de abril. No dia 31, as duas semifinais; no dia 2, a decisão do título.

Syracuse, mesmo sem o brasileiro Fab Melo (afastado por problemas acadêmicos; ou seja, era um péssimo aluno), bateu na bacia das almas Wisconsin: 64-63 (lance do jogo em foto Getty Images). O adversário teve a posse final de bola, mas não conseguiu a cesta que o levaria à decisão da East Region. Com a vitória, Syracuse vai enfrentar Ohio State, que ontem passou por Cincinatti por 81-66.

Não deu zebra nesta perna do Tournament, pois os dois cabeças-de-chave estão na final, que ocorre neste sábado, às 18h05 de Brasília.

Se tudo correu bem no leste, na West Region a surpresa aconteceu. Ficou por conta de Louisville, ranqueado em quarto lugar, que venceu Michigan State por 57-44. Caiu, com isso, o cabeça-de-chave número 1. Aliás, foi o primeiro dos “Top Four” a desmoronar.

Treinada por Rick Pitino, ex-técnico do New York Knicks e Boston Celtics, Louisville vai enfrentar Florida, que também surpreendeu na rodada de ontem ao vencer Marquette por 68-58. Florida era o sétimo cabeça-de-chave, enquanto que Marquette aparecia como terceiro.

Essas duas escolas tiveram sua vida facilitada porque na primeira rodada do Tournament Missouri, o primeiro ranqueado desta West Region, despencou diante de Norfolk State ao perder por 86-84.

As duas escolas, Louisville e Florida, decidem o título da West Region neste sábado, às 15h30 de Brasília.

Na rodada desta sexta-feira, quatro jogos. Pela Midwest Region, North Carolina (1) x Ohio (13) e Kansas (2) x North Carolina State (11) e pela South Region teremos Kentucky (1) x Indiana (4) e Baylor (3) x Xavier (10).

Xavier chega a esta fase do Tournament depois de ter eliminada a favorita Duke (2) na primeira rodada por 67-63. Ohio se aproveitou da queda de Michigan (4) diante de South Florida (que ficou no meio do caminho), enquanto que NC State tirou uma lasquinha da eliminação de Georgetown (3).

Quanto aos quatro confrontos de hoje eu estarei de olho na contenda entre North Carolina e Ohio. Kendall Marshall, armador de Carolina, minha escola favorita, quebrou a munheca no último domingo, fez uma cirurgia na segunda e esperava jogar nesta sexta. Mas o técnico Roy Williams, que um dia construiu uma churrasqueira para o pai de Michael Jordan, quando a família deixou Willmington e alugou uma casa em Chapel Hill por conta do recrutamento de MJ por Carolina, Roy Williams, dizia eu, perguntado pelos repórteres sobre Marshall (foto AP), respondeu: “Deixe-me dizer uma coisa a vocês, Kendall não consegue nem escovar os dentes”.

Ou seja: a menos que Roy esteja blefando, Marshall está fora. Mas, cá entre nós, dá pra ganhar de Ohio sem Kendall. Bater Kansas, o provável vencedor diante de NC State, são outros quinhentos.

NBA

Como disse acima, não vi as partidas. Olhei os relatos na internet e fiquei desapontado com os brasileiros no esperado confronto de ontem entre Washington e Indiana, na capital dos EUA.

A vitória ficou com os visitantes, graças a um chute de três no final do jogo encestado pelo ala-armador Paul George. Resultado final: 85-83.

Nenê Hilário jogou mal pelo que mostra o “box score”: seis pontos (3-9), cinco rebotes (só um ofensivo), duas assistências e dois desarmes. Só isso em 31:28 minutos. Leio que ele levou um vareio de bola de Roy Hibbert (19 pontos e nove rebotes) no último quarto, quando o grandalhão do Pacers participou direta e indiretamente de nove pontos nos 2:18 minutos finais, quando o time de Indianápolis fez seu “rush” derradeiro rumo à vitória.

Vitória esta que não contou muito com a colaboração de Leandrinho Barbosa, que marcou apenas dois pontos (1-4) em 14:42 minutos. Por que só 14:42 minutos? Alguém pode me dizer?

RUA!

O Clippers vem de três derrotas seguidas (perdeu ontem para o New Orleans por 97-90) e dos últimos 12 confrontos venceu só quatro.

Já contei a vocês, mas não custa lembrar: minha avó, mãe de minha mãe, cunhou um dos melhores aforismos que eu tenho conhecimento. Dizia ela: “Quem corre por gosto, não cansa”.

Ou seja: se você escolheu um caminho e está se dando mal, não reclame, pois foi você quem escolheu.

Digo isso porque é público e notório que alguns treinadores da NBA são horríveis. O New York sofreu nas mãos de Mike D’Antoni e agora vive nas nuvens sob o comando de Mike Woodson (cinco vitórias seguidas). Agora o Clips padece sob o comando de Vinnie Del Negro.

Caramba, será que ninguém viu o que VDN fez no Chicago? Será que o manager do Clips dormia enquanto o campeonato de há duas temporadas se transcorria? Por que contrataram VDN?

A temporada ainda pode ser recuperada. Para isso, o Clips tem que demitir Del Negro. Aqui nos EUA as manchetes dão conta de que de hoje não passa.

Até porque os jogadores estão pedindo isso.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 NBA | 19:03

TEIMOSIA DE THIBODEAU PODE CUSTAR A TEMPORADA DO CHICAGO

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De herói a vilão.

Assim está Tom Thibodeau no conceito dos torcedores do Chicago Bulls. E sabem por quê? Porque Thibs, feito um técnico juvenil, não soube avaliar a situação de Derrick Rose e expôs, desnecessariamente, o atual MVP da NBA a partidas desnecessárias que acabaram por agravar a situação do jogador.

E o que D-Rose tem?

Derrick está com dores lombares resistentes. E ele não consegue jogar. Ficou de fora da vitória sobre o Charlotte (95-64) e da derrota para o Boston (95-91). Não jogará esta noite contra o Sacramento, desta vez em Chicago.

Depois do triunfo frente ao New Orleans (90-67), Thibs foi perguntado pelos jornalistas: porque o senhor não deixou Derrick de fora, descansando, repousando, cuidando das dores lombares?

Pergunta pertinente, pois na partida anterior, diante do New Jersey, Derrick, Derrick atuou apenas 11 minutos. Ficou 2:57 minutos no primeiro quarto e pediu pra sair.

Mas o teimoso do Thibodeau colocou-o novamente em quadra no segundo quarto. D-Rose (foto Getty Images) entrou no lugar de CJ Watson aos 10:37 minutos, tendo jogador até quando o cronômetro mostrava que faltavam 2:57 minutos para o final do quarto. As dores tornaram-se intensas e o menino pediu pra sair.

Foi atendido e não voltou mais.

“Se o jogador tem condições de jogar, joga; se não tem, não joga”, respondeu Thibodeau à pergunta do jornalista que queria saber por que é que Derrick estava enfrentando o New Orleans depois de um histórico desses frente ao New Jersey.

“Derrick acordou um dia com essas dores”, disse Thibodeau. “Elas não são frutos de uma jogada ou de um jogo em específico”. Não importa; o que importa é que ele estava com as costas doloridas.

Além disso, a bem da verdade, o jogador havia reclamado de dores nas costas em 4 de fevereiro passado depois da partida diante do Milwaukee. Mesmo assim, Thibs não maneirou.

O treinador é obcecado por vitórias. Ele não abre mão de vencer jamais. Quer terminar a conferência em primeiro lugar, como na temporada passada, para tentar, desta vez, ganhar a conferência e com isso decidir o título da NBA.

Mas parece que ele começa a pagar um tributo caro por essa visão míope.

Eu já havia falado e alertado sobre esse posicionamento equivocado de Thibodeau. E me referia, à época, à sua insistência na escalação de Luol Deng. Não deu outra: Luol lesionou o pulso.

O resultado foi a ausência do sudanês naturalizado britânico em sete partidas. Neste meio tempo, os médicos do Bulls cogitaram uma cirurgia no local. Se isso acontecesse, o ala voltaria apenas nos playoffs.

Ficou dez dias de molho e, dizem, o pulso melhorou. Mas será que melhorou mesmo?

Não sabemos. O que sabemos é que Luol voltou a ser usado e abusado por Thibodeau.

Atuou 41 minutos na vitória de 23 pontos diante do Milwaukee (113-90), 35 no triunfo frente ao New Jersey por 21 pontos (108-87), 34 na goleada diante do New Orleans (90-67) e 30 no massacre imposto ao Charlotte por 95-64.

Pra que tanto tempo em quadra em partidas contra adversários frágeis? Por que usar D-Rose nestas mesmas partidas?

E aí entra outra pergunta: por que John Paxson, que teria esmurrado Vinnie del Negro exatamente porque ele “explorava” demais D-Rose, não faz o mesmo com Thibodeau? Não digo entrar no vestiário e esmurrar Thibs, mas por que ele não chamou o treinador em seu escritório e disse: meu velho, Derrick vai descansar. Vire-se sem ele.

Mas não foi o que aconteceu. Thibs (foto AP) tem moral pelo que fez em sua primeira temporada no Bulls; VDN não tinha.

O fato é que o Chicago assinou um novo contrato de dez dias com Mike James. Ficará de estepe a CJ e John Lucas III.

“Mas a cada dia ele se sente melhor”, disse Thibs sobre a situação de D-Rose. “Não está ainda no ponto em que queremos; por isso, temos que ser pacientes e ver quando isso se resolverá”.

Derrick visitou especialistas nesta segunda-feira que passou. O bom da história é que o Chicago informou que os exames de ressonância magnética mostraram que não há estragos consideráveis nas costas do jogador.

“Ele teve esse mesmo problema no high school”, disse Thibs. “Ele vai descansar, não haverá nenhum tratamento rigoroso”.

Que esse descanso seja sagrado para que Derrick Rose se recupere. Caso contrário, adeus temporada.

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domingo, 15 de janeiro de 2012 NBA | 12:02

CLIPPERS VENCE NOVAMENTE E LAKERS VIRA FREGUÊS

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O Clippers é melhor que o Lakers. E o Lakers é freguês do Clippers.

Pelo menos neste momento, o primo pobre de Los Angeles, aquele pessoal que deve habitar em áreas como South Central, fala mais grosso que a turma de Beverly Hills, onde residem os milionários da cidade do cinema.

O Clips venceu novamente o Lakers. Foi ontem à noite, no Staples Center de Downtown LA, e desta vez por 102-94. Foi o terceiro jogo entre ambos nesta temporada. Repetindo ontem à noite, nas outras duas os pobretões saíram vencedores também.

Três jogos, três vitórias do Clippers diante do Lakers nesta temporada.

E desta vez não há desculpa alguma por parte dos endinheirados. Kobe Bryant fez 42 pontos e está bem fisicamente. Se o Lakers jogou sem Steve Blake, o Clips pode retrucar dizendo que Mo Williams também ficou de fora.

Não há o que se discutir no momento: o Clips é melhor que o Lakers.

TROCO

Mas não se desesperem e nem se descabelem, torcedores do Lakers: o troco poderá ser dado no dia do aniversário da cidade de São Paulo. Em 25 de janeiro próximo os dois times voltam a se enfrentar no mesmo palco, mas o piso será outro e os torcedores, por isso, serão 100% amarelinhos.

O último embate entre eles será em 4 de abril. Isso na fase de classificação. E novamente com o mando do Clips.

O Lakers terá, pois, dois jogos para tentar amenizar sua inferioridade em relação ao subestimado parente. Até lá, terá que aguentar todo tipo de gozação vinda da cozinha da mansão.

ESPETACULAR

Com a reforçada que o Clippers deu nesta temporada, finalmente a gente está vendo uma rivalidade acontecer em Los Angeles. E ela poderá ganhar contornos emocionantes se os dois se enfrentarem nos playoffs.

Já pensou como será?

E se isso ocorrer… Garota, eu vou pra Califórnia!

Mas ao contrário de Lulu Santos, não vou viver a vida sobre as ondas, não vou ser artista de cinema e nem penso em ser star.

O meu destino será o Staples. E o que eu quero é estar ao lado das estrelas e ver o jogo acontecer.

A chances de os dois times se cruzarem nos playoffs é grande. Então, garota, acho que realmente eu vou pra Califórnia!

IMPACTANTE

Chris Paul não atingiu as quatro dezenas de Kobe Bryant na pontuação. Foi mais modesto: ficou nos 33.

Mas ficou nos 33 tentos porque teve que sair mais cedo do trabalho por conta de uma lesão no tendão da perna esquerda. Faltavam 4:01 minutos para o jogo acabar. Não voltou mais.

Foi logo após ele ter marcado seu 33º ponto e levado o marcador em 95-82 em favor de seu time. Randy Foye entrou em seu lugar e não deixou a peteca cair.

Foram 33 pontos, seis assistências e quatro rebotes. Uma atuação espetacular. Mamãe Paul, que estava na plateia, aplaudia expansivamente o filhote querido a cada jogada estrondosa.

CP3 mudou a cara do Clips. O time com ele é contendor de respeito. Mesmo com Vinnie Del Negro comandando (sic) a equipe no banco de reservas.

Agora, se CP3 (foto “LA Times”) tiver que ficar alguns jogos de fora por causa da contusão, a vida do Clips ficará bem complicada. Vencer será problema.

“Eu não sei o que aconteceu, nunca senti isso anteriormente”, disse Paul em relação à contusão. “Parecia uma cãibra. Vou ter que aguardar até amanhã (hoje) para saber o que de fato aconteceu”.

Tomara que não tenha passado de um susto.

SEQUÊNCIA

Com a derrota, o Lakers viu acabar sua sequência de vitórias na competição. Até ontem, os ricaços de Los Angeles tinham acumulado cinco triunfos consecutivos.

E com a derrota, caiu da segunda para a quinta posição na Conferência Oeste.

FIM

Foi o quarto jogo consecutivo que Kobe Bryant marcou 40 ou mais pontos. Ao contrário dos três anteriores, desta vez o Lakers perdeu. No revés de ontem frente ao Clippers, Kobe cravou 42.

Nestes quatro embates espetaculares, o maior jogador de basquete do planeta acumula média de 43,0 pontos. Mas como nos prélios anteriores ele não chegou a estes números extraordinários, sua média no campeonato cai para 32,0 pontos, pontuação que o torna o principal artilheiro da competição no momento.

Nestes quatro jogos com 40 ou mais pontos, KB arremessou um total de 121 bolas contra as cestas inimigas. Cobrou mais 48 lances livres. Isso dá um total de 169 arremessos.

Isso mesmo, 169 arremessos; e 169 arremessos em apenas cinco dias.

Então, por favor, vamos parar com essa história de que Kobe está jogando no sacrifício, que está com a munheca lesionada, isso e aquilo.

Ninguém lesionado arremessa 42,2 bolas em média em quatro partidas se não estiver bem. E em cinco dias, repito, sem tempo de recuperação adequado.

Kobe está bem e ponto final.

Felizmente.

COMPLEMENTO

Deixo pra vocês complementarem a rodada. Portanto, se alguém quiser falar de outras partidas, fique à vontade.

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domingo, 13 de fevereiro de 2011 NBA | 13:16

CHICAGO: RECORDES PARA SE COMEMORAR

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O Chicago fez ontem mais uma excelente vitória “on the road” ao bater o New Orleans, na Louisiana, por 97 a 88 (na foto AP, Carlos Boozer sendo marcado por David Andersen e Willie Green). Fechou sua segunda visita ao Oeste americano com recorde positivo. Venceu três de seus cinco compromissos.

Na “Circus Trip” realizada em novembro do ano passado voltou para a cidade dos ventos com um recorde igualmente positivo. Ganhou quatro de seus sete combates.

Contando jogos picados e estas excursões, o Chicago já fez 14 partidas no total contra times da Conferência Oeste. Venceu oito e perdeu seis, aproveitamento de 57,1 %.

Aparentemente, não é lá graaaaande coisa. Mas se formos levar em consideração que desde a época de Michael Jordan isso não acontecia, o resultado é extremamente expressivo e digno de comemoração por parte de seus torcedores.

Destas oito vitórias, cinco delas foram contra equipes com aproveitamento superior a 50%. Ou seja:

1)    Dallas (70,4%)
2)    Phoenix (51,0%)
3)    Memphis (52,7%)
4)    Utah (56,4%)
5)    New Orleans (58,9%)

Deste quinteto, Dallas, Utah e New Orleans fazem parte do G8 do Oeste. Ou seja: equipes que estariam classificadas para os playoffs caso eles começassem neste domingo.

As derrotas que vieram diante de equipes fortíssimas, como San Antonio e Lakers, não ocorreram por larga contagem. O Bulls perdeu para o Spurs por 103 a 94; nove pontos. Para o Lakers, por 98 a 91; sete.

Temporada passada, vocês bem se lembram, as derrotas eram vergonhosas: 25, 30, às vezes 35 pontos de vantagem para o adversário. Temporada passada, vocês bem se lembram, o técnico era Vinnie Del Nego.

Hoje o Chicago é treinado por Tom Thibodeau. Mudou da água para o vinho. Saiu um arremedo de treinador e entrou um treinador que pode ser, no futuro, chamado “The Coach”.

Como hoje são Phil Jackson, Gregg Popovich e Doc Rivers.

ANÁLISE

Dia desses eu escrevi que o Chicago não tem panca de campeão. Ainda acho que não tem. Deve cair nas semifinais do Leste. Ou para Boston ou para Miami.

Está desfalcado de Joakim Noah no momento; é verdade. Quando ele voltar a tendência é de melhora. E como este iG já publicou, isso deve ocorrer provavelmente na partida diante do Toronto, no Canadá, no dia 23 de fevereiro.

Ainda acho que o Chicago precisa fazer uma vitória contundente. A única expressiva que o Bulls fez fora de casa foi diante do Dallas. Naquele dia 19 de novembro, o time do Texas estava completinho da silva, com Dirk Nowitzki e Caron Butler em quadra.

New Orleans, Utah, Phoenix e Memphis, outras equipes com aproveitamento superior a 50%, não me parecem equipes com panca de campeão — assim como o Chicago. Então, é preciso relativizar estas vitórias.

Se formos olhar para Boston, Orlando e Miami, as três forças do Leste, o Chicago perdeu os dois jogos feitos em Boston. Não jogou ainda na Flórida nenhuma vez.

Então, fico aqui, cá com meus botões, esperando por mais algumas vitórias expressivas do Bulls fora de Chicago. Para ter certeza que o triunfo diante do Dallas, no Texas, não foi a exceção que confirma a regra.

DUELO

Desde que Derrick Rose entrou na NBA ele enfrentou Chris Paul em cinco oportunidades. E nas cinco saiu-se vencedor.

Isso mesmo: D-Rose jamais perdeu um duelo para CP3.

Ontem a história se repetiu. Desta vez em Nova Orleans.

D-Rose anotou 23 pontos, deu seis assistências, apanhou quatro rebotes e fez um desarme. Cometeu quatro erros e fez duas faltas. Tudo isso em 36 minutos.

CP3 anotou 15 pontos, deu as mesmas seis assistências, pegou dois rebotes e fez três desarmes. Cometeu dois erros e fez três faltas. Tudo isso em 38 minutos.

Com D-Rose em quadra, o Chicago esteve em média oito pontos na frente do New Orleans. Com CP3 em quadra, o Hornets este em média seis pontos atrás do Bulls.

Mesmo CP3 sendo freguês de caderneta de D-Rose, os dois são gênios da armação. E isso não significa que um seja melhor que o outro.

CP3, cinco anos na NBA, tem médias nesta temporada de 16,5 pontos, 9,7 assistências e 2,5 roubos de bola por partida. D-Rose, dois anos na NBA, tem 24,7 pontos, 8,1 assistências e 1,0 desarme por jogo.

São, como disse, dois gênios da armação (foto AP), que vão brilhar com muita intensidade por pelo menos uma década. Vê-los em quadra é um desmedido prazer.

RODADA

Na de ontem, a destacar apenas a vitória do Charlotte diante do Atlanta, na Geórgia, por 88 a 86, com grande atuação de Stephen Jackson: 32 pontos. Surpresa e tanto.

Na de hoje, dois jogos que vão nos deixar plantadas à frente da TV por muito tempo. O primeiro, às 16h de Brasília, é Boston x Miami; o segundo, às 18h30, é Orlando x Lakers.

VAMOS APOSTAR?

Eu acho que o Miami bate o Boston e o Lakers vence o Orlando.

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terça-feira, 28 de dezembro de 2010 Sem categoria | 23:23

BLAKE GRIFFIN, O QUE O FUTURO RESERVA PRA ELE?

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O L.A. Clippers foi à capital da Califórnia e bateu o Sacramento por 100 a 99. Faz quase um dia, mas estou falando sobre isso agora por conta das mudanças no Esporte do iG (espero que vocês tenham aprovado).

Dos últimos cinco jogos, o Clips venceu quatro. Cresce de produção a cada rodada.

Blake Griffin, que será eleito o “Rookie of the Year” desta temporada (a menos que ocorra uma catástrofe), foi novamente um gigante: 24 pontos e 14 rebotes. Eric Gordon, ala-armador campeão do mundo com os EUA na Turquia em setembro passado, anotou 31 pontos. Ajudou muito.

Mas Griffin tem sido o cara. Ele veio do basquete universitário. Lá jogou apenas duas temporadas. Foi draftado em primeiro lugar no ano passado. Contundiu o joelho e perdeu toda a temporada passada.

Jogou dois anos no basquete universitário e ficou um ano parado. Até a bola subir nesta temporada, não tinha qualquer experiência na NBA — que é completamente diferente do basquete universitário. Não tinha qualquer experiência na NBA e nem em nível internacional.

E ainda por cima é treinado por Vinnie Del Negro.

Eu pergunto a vocês: o que o futuro reserva para Blake Griffin? Vocês podem me responder?

Depois que vocês responderem, eu continuo a falar sobre o assunto.

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quarta-feira, 14 de julho de 2010 NBA | 23:59

CLIPPERS, FUTURO DE T-MAC?

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Muito parceiros deste botequim vivem me perguntando sobre Tracy McGrady. O que será feito de T-Mac nesta temporada? Ele vai jogar? Onde? Alguém se interessa mesmo por ele?

Sim, ele vai jogar. Se dependesse de sua vontade, seria no Miami, ao lado dos Três Magníficos. Mas parece que isso não será possível, pois o máximo que o Heat consegue oferecer a T-Mac é o mínimo. Ou seja: o “NBA Veteran Minimum”, que é de US$ 1.3 milhão por temporada.

McGrady quer mais do que isso. Acha que vale.

Mas eu acho um risco ofertar algo superior a esta quantia. Parece, no entanto, que surgiu um time na praça para oferecer uns trocados a mais: Los Angeles Clippers.

Como o primo pobre de Los Angeles perdeu Travis Outlaw para o New Jersey, seus dirigentes procuram outro “swingman” para o lugar vazio. Mas a oferta está condicionada à saúde do jogador; ou seja: a franquia está colhendo informações principalmente sobre o joelho de T-Mac.

Se estiver bom, um dinheiro será jogado em cima da mesa – e provavelmente ele irá pegar, pois será mais do que o Miami pode oferecer.

Importante: os planos de Vinnie Del Negro (isso mesmo, VDN é o técnico do Clippers!) para o jogador é usá-lo vindo do banco e não como “starter”.

Melhor coisa, pois assim tira-se pressão de seus ombros e diminuem as expectativas.

Temporada passada, em 24 partidas com a camisa do New York, T-Mac jogou em média 26:10 minutos por jogo. Fez 9.4 pontos e teve aproveitamento de 38.9% de seus arremessos, sendo que dos três foi de apenas 24.2%.

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segunda-feira, 3 de maio de 2010 NBA | 21:54

CHICAGO DEMITE VDN!

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Rapaziada, a notícia não poderia ser melhor: Vinnie Del Negro foi despedido!!! David Aldridge, repórter da TNT, acabou de dar a informação.

Melhor ainda: o Chicago quer contratar Byron Scott. Tudo do jeito que eu gostaria que acontecesse e disse aqui neste botequim.

Agora só falta a franquia acertar com Dwyane Wade.

Se Coach Scott e D-Wade forem realmente contratados, a temporada 2010/11 será espetacular para o tricolor de Illinois.

Uau, que notícia boa!!!

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quarta-feira, 28 de abril de 2010 NBA | 00:04

COMANDADO POR UM REI

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Bem que o Chicago se esforçou. Deu um brilho adicional à série, vendeu caro a vitória neste confronto, mas vendeu. O Cleveland fez 96-94 agora há pouco na Q Arena de Ohio e com esse triunfo chegou a 4-1 na série, classificando-se para as semifinais. Mais um time do Leste a chegar lá, pois Orlando e Boston também já haviam se garantido.

Boston que será o adversário do Cavs nas semifinais. Mas disso nós falaremos mais tarde. Vamos falar do jogo de agora há pouco, jogo que aconteceu às margens do Lago Erie, um dos cinco grandes lagos da América do Norte. Jogo onde LeBron James só não fez chover. Na partida passada ele já havia cravado um “triple-double”; nesta, quase repetiu a dose: 19 pontos, 10 rebotes e nove assistências.

Mais do que isso, LBJ defendeu muito no final da partida. Fechava o campo de ação de Derrick Rose quando o talentoso armador do Chicago infiltrava para pontuar usando o cristal ou fazendo o “teardrop”, uma de suas especialidades. Mas ao encontrar LeBron pela frente, encontrava também a porta fechada.

Já disse neste botequim que King James joga um basquete mais maduro e mais solidário nesta temporada. Joga pensando mais no time do que nas câmeras de TV. E nesta vitória diante do Chicago isso ficou mais do que claro. ‘Bron fez realmente de tudo, como seus números mostram. Poderia ter chegado a novo “triple-double” se seus parceiros tivessem um aproveitamento um pouco melhor nos arremessos.

Se LeBron James foi muito bem, obrigado, o mesmo não dá para a gente falar de Anderson Varejão. O capixaba fez uma de suas piores partidas desde que aportou na liga norte-americana. Faltas bobas e uma perda de bola tola a 17.2 segundos do final, quando o Cavs vencia por apenas três pontos (95-92) e que poderia ter levado o jogo à prorrogação não fosse o Chicago um dos piores times nas bolas triplas.

(Abro esse parêntese para perguntar a vocês: o que foi aquilo que D-Rose fez naqueles 17.2 segundos? Que jogada Vinnie Del Negro armou? Coisa ridícula, para dizer o mínimo.)

Varejão compensou com sete rebotes, mas isso foi pouco perto do seu potencial e do que a gente sabe que o brasuca pode fazer. Nem mesmo seu jogo energético foi visto em quadra.

Mas, como a gente bem sabe, não dá para atuar bem todas as noites. Mas desta vez não teve problema, pois LBJ jogou por ele, por Varejão e pelo resto do time.

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terça-feira, 20 de abril de 2010 NBA | 05:21

LEBRON E O BOBO DA CORTE

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LOS ANGELES – Quando James Johnson torna-se a esperança do Chicago em conter LeBron James, definitivamente a série foi para o espaço. Johnson é um dos jogadores mais limitados da liga no momento. No entanto, foi destacado pelo técnico (!) Vinnie Del Negro, em boa parte do jogo, para marcar este que é o melhor jogador de basquete da atualidade.

LBJ logo de cara mostrou seu cartão de visita com uma enterrada humilhante para cima do grossão. Primeiro foi um drible desconcertante; Johnson caiu na ginga de LeBron e foi para o lado oposto ao do caminho seguido por LBJ. Ingênuo, tentou se recuperar e foi atrás do adversário. Pobre criança, tentou dar um toco em Lebron James!!!

Mesmo que conseguisse acertar a bola, não teria evitado a cravada que levantou a Q. Arena. E ainda bem que Johnson não conseguiu, pois ‘Bron poderia ter quebrado seu braço.

Esses foram os dois pontos mais bonitos dos 40 que LBJ fez na vitória do Cleveland sobre o Chicago por 112-102. Outros vieram; e vieram de todas as maneiras: chutes de curta, média e longa distância, lances livres e bandejas. Ao gosto do freguês.

LeBron jogou muito. Mas jogou muito quando quis, principalmente no último quarto. Nos três anteriores, meio que ficou vendo seus companheiros jogarem. E eles não estavam dando conta do recado. Tanto assim que o Chicago teimava em ficar no encalço do Cavs — e em muitas oportunidades ficou na frente.

Veio o quarto derradeiro e LBJ anotou nada menos do que 15 pontos e comandou a vitória do Cavs no período e no jogo. E ponto final: King James, além dos 40 pontos, apanhou oito rebotes e deu igual número de assistências.

Ponto final também para o Bulls nesta série diante do Cleveland, que abriu 2-0. Foi o momento de superação do time neste confronto. Jogou tudo o que podia e mesmo assim não conseguiu vencer.

A diferença entre as equipes é grande demais. Talvez se o Chicago tivesse um time com o caráter de Joakim Noah pudesse vencer um, quem sabe dois jogos. Mas não tem.

Noah, 25 pontos e 13 rebotes, é um guerreiro incansável. Comprou briga com o time do Cleveland e por isso tem sido hostilizado pelos torcedores adversários. Tem tomado cotoveladas de Shaquille O´Neal e não desiste. Procura marcar LeBron James, quando os outros somem do mapa.

Sozinho não dá. Talvez se Noah fosse LeBron isso fosse possível. Mas ele não é, pois falta-lhe jogo, mas sobra caráter.

VERGONHA

O Denver perdeu o jogo para um adversário que estava desfalcado de dois de seus importantes jogadores do “frontcourt”. Primeiro foi o russo Andrei Kirilenko que se lesionou; depois o turco Mehmet Okur.

Mesmo assim, o Utah bateu o Nuggets por 114-111 e igualou a série em 1-1. Venceu porque o melhor armador da NBA na atualidade jogou tudo e mais um pouco. Deron Williams anotou nada menos do que 33 pontos e deu 14 assistências.

Provou que armador pode ser solidário e pontuador — algo que não ocorre com Jason Kidd, por exemplo. Armador que se preza não pode terminar uma partida com zero ponto. Armador que se preza tem que ter um duplo dígito na pontuação.

E esse é o caso de D-Will.

Seu companheiro inseparável, Carlos Boozer, foi igualmente grande: 20 pontos e 15 rebotes. Jogou por ele e por Okur. Fez de tudo um pouco.

Quanto ao Denver…

Carmelo Anthony chutou 25 bolas e bateu 15 lances livres. Das 25 bolas atiradas contra a cesta do adversário, apenas nove tiveram destino correto. Apesar de seus 32 pontos, o Nuggets perdeu.

Lembram-se quando eu disse que jogador que só enxerga a cesta adversária e mais nada tem a obrigação de pontuar bastante caso contrário leva o time dele para o brejo? Pois foi o que aconteceu. Com um aproveitamento de 36% nos arremessos, Melo afundou o Denver.

Não precisa ser muito inteligente para entender essa matemática.

JUSTA

Sim, foi justa a suspensão que a NBA impôs a Kevin Garnett. Um jogo e, com isso, ele não enfrenta o Miami esta noite, no segundo embate da série.

Vai fazer falta.

Eu pergunto: como é que um jogador experiente e metido a malandro pode ser tão pouco inteligente como foi KG naquele incidente com Quentin Richardson? Fosse de fato malandro, não teria feito o que fez e estaria em quadra no jogo de hoje.

Se o Celtics por um acaso vier a ser derrotado, este revés tem que ser computado na conta de Garnett.

VIAGEM

Parto esta manhã de volta para o Brasil. Estarei, portanto, fora do ar por um dia. Espero pela compreensão de vocês.

Quero agradecer a todos que me trataram bem aqui na Califórnia e também aproveito para dizer ao Trapizomba, grande amigo e parceiro deste botequim, que não entrei em contado com ele por absoluta falta de tempo.

Quanto a todos vocês que enviaram mensagens, eu não as respondi pelo mesmo motivo. No Brasil, tudo voltará ao normal.

Até.

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