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Posts com a Tag Sílvia Gustavo

sábado, 22 de outubro de 2011 Basquete europeu, Seleção Brasileira | 16:41

CBB REVELA PROJETO DE REPATRIAR NOSSAS JOGADORAS VISANDO LONDRES-12

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O melhor da rodada deste sábado do basquete feminino no Pan de Guadalajara foi a notícia publicada no iG dando conta da intenção de Érika de Souza e Iziane Castro de voltarem a jogar no Brasil. Iziane quer montar um time em São Luís, no Maranhão.

“Já temos até patrocinador fechado, mas não posso revelar a empresa”, disse Iziane. “Se tudo der certo, durante o recesso na WNBA jogo no Brasil e pelo Maranhão”.

Iziane corteja Érika. Ela quer que sua companheira de Atlanta Dream, da WNBA, continue a seu lado, jogando no Maranhão. ‘’É muito tempo fora do país, são dez anos já”, disse Érika. “E tem também a seleção; seria muito bom poder ter as principais jogadoras próximas para preparar bem o time para a disputa dos Jogos Olímpicos’’, completou Érika.

Pra complementar esta notícia alvissareira, Magic Paula (está dando um show nos comentários pela Rede Record) disse que a CBB tem um projeto de repatriar todas as nossas meninas. A entidade quer que elas fiquem no Brasil no ano que vem, ano dos Jogos Olímpicos de Londres.

Se conseguir, não só os nossos torneios internos ganham força, como a seleção também. Ênio Vecchi, que tem se revelado um excelente treinador de moças, poderá reunir com mais frequência as jogadoras, trocar figurinhas com elas e montar um projeto em busca de uma medalha.

Tenho dito que nossa realidade é a disputa do nono ao 12º lugar em Londres se tudo caminhar normalmente e talvez do 5º ao 8º lugar se jogarmos nosso melhor basquete.

Mas se o projeto da CBB vingar e pudermos treinar pra valer e entrosar o grupo, acho que o Brasil pode montar uma seleção para brigar pelo bronze.

Caramba!, que notícia boa! Bem que poderia dar certo.

PRIMITIVISMO

O jogo de nada valeu. Ou melhor: valeu para colocar nossas reservas em atividade.

Quem menos jogou foi a ala Silvia Gustavo: 13:13 minutos. Depois, a pivô Carina de Souza: 14:22 minutos.

Ninguém atingiu os 20 minutos em quadra. Quem mais tempo trabalhou foi a armadora Babi Queiróz: 19:20 minutos. Depois veio nossa pirulona Érika de Souza: 19:01 minutos.

Nada menos do que seis jogadoras tiveram duplo dígito na pontuação: Érika (22 pontos, cestinha do time e do jogo), Gilmara Justino (19), Iziane Castro (12), Damiris do Amaral e Jaqueline Silvestre (11 cada uma) e Tássia Carcavalli (10).

Érika pegou 15 rebotes e cravou novo “double-double”. Clarissa capturou 11 ressaltos.

Babi chamou a atenção para as nove assistências e três roubadas de bola.

Houve, no entanto, defeitos: tomamos muitos pontos de um adversário primitivo e as bolas de três não caíram como deveriam: 4/15 (27%). Palmira Marçal, que mostrou mão calibrada no primeiro jogo diante das canadenses, foi mal desta vez: 1/6 (17%).

Não vou falar que limitamos as caribenhas a 20% (11/55) do total de seus arremessos e nem vou mencionar que elas erraram todas as suas três bolas triplas. Não vale a pena, pois, como disse, elas praticam um basquete primitivo.

A organização do Pan-Americano tem que olhar com atenção para isso. Um time como a Jamaica não pode participar desta competição.

O placar final (Brasil 116 x 34 Jamaica) diz como foi o jogo—se é que podemos chamar aquilo de jogo.

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domingo, 2 de outubro de 2011 Sem categoria | 00:20

BRASIL SURRA ARGENTINA E GARANTE VAGA NOS JOGOS DE LONDRES

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O Brasil surrou a Argentina na final do Pré-Olímpico de Neiva (Colômbia): 74-33. Ganhou o título e a vaga para os Jogos Olímpicos de Londres no ano que vem.

É apenas a terceira vez que o basquete brasileiro participa das Olimpíadas com suas duas seleções. E é sempre bom lembrar que o feminino foi adicionado aos Jogos em 1976, quando da competição em Montreal, no Canadá.

Ou seja: foram nove edições. Em seis deles a gente não conseguiu juntar homens e mulheres.

A última vez que isso ocorreu foi em 1996, quando dos Jogos de Atlanta. Na época, o masculino ficou em 6º lugar e o feminino foi medalha de prata.

Dá pra sonha novamente? Ora, por que não?

No masculino, se todos nossos melhores jogadores estiverem à disposição do técnico Rubén Magnano, temos chance. No feminino, se Iziane Castro colocar juízo em sua cabeça podemos fazer um grande trabalho também.

Mas isso é futuro, vamos curtir o presente.

SOVA

Mas, dizia eu, o Brasil surrou a Argentina: 74-33. Foi uma atuação que beirou a perfeição (foto AFP).

Alguns podem dizer que a Argentina é fraca. Sim, verdade, se comparada com o Brasil a Argentina é fraca. Mas, como eu sempre digo, se você está bem e pega um time fraco, faz o que o Brasil fez. Se está mal, vence, mas vence apertadamente.

Não foi o caso.

Nosso selecionado deu uma aula nesse torneio de como se deve defender. E no ataque soube trabalhar com paciência, sem afobação.

Vale mencionar o trabalho do técnico Ênio Vecchi e de sua comissão técnica, composta por Urubatan Paccini e Janeth Arcain. Eles foram os mentores desse time.

Quanto as nossas meninas, um beijo enorme a todas elas. Vocês querem destaques? Pois não: Érika Souza, eleita merecidamente a MVP da competição e, claro, parte do quinteto ideal do Pré-Olímpico. Terminou o jogo com 13 pontos e 16 rebotes. E olha que ela atuou apenas 25 minutos.

Adrianinha também merece menção, ela que, como Érika, foi eleita para a seleção do campeonato. Ontem, contra Cuba, quase fez um “triple-double”, com nove pontos, 13 rebotes e 12 assistências. Um show, não só neste jogo, mas em todo o campeonato também.

Mas todas têm que ser mencionadas: Palmira Marçal, Patrícia “Chuca” Ferreira, Micaela Jacintho, Bárbara “Babi” Generoso, Franciele Nascimento, Silvia Gustavo, Clarissa dos Santos, Damiris do Amaral, Nadia Colhado e Gilmara Justino.

Parabéns a todos vocês. Vocês fizeram do nosso final de semana um final de semana especial.

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terça-feira, 27 de setembro de 2011 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 21:18

BRASIL VENCE O MÉXICO E DRIBLA UMA VEZ MAIS OS HORROROSOS CALÇÕES SAMBA-CANÇÃO

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Foi uma vez mais muito fácil. O Brasil sobrou em relação ao México na vitória por 88-61.

O marcador não diz muito sobre a vantagem brasileira. Se o técnico Ênio Vecchi tivesse deixado mais tempo nossas titulares em quadra, com certeza a diferença seria maior e os pontos sofridos seriam menor.

Vejam vocês que Vecchi só não colocou em quadra Clarissa dos Santos, que ainda se recupera de uma forte torção no tornozelo direito. E Gilmara Justino pouco jogou: apenas cinco minutos.

As demais jogadoras atuaram dez ou mais minutos. A titular Adrianinha ficou em quadra 25 minutos, é verdade, mas Franciele Nascimento, que veio do banco, jogou 22. Sílvia Gustavo, outra reserva, atuou 20, enquanto que duas outras reservas, Micaela Jacintho e Barbara Generoso, a Babi, jogaram respectivamente 18 e 17 minutos.

Nosso treinador fez muito bem em colocar nossas reservas em quadra. É preciso envolvê-las na partida. Elas têm que estar prontas para jogar se o destino impuser ou se o técnico achar necessário por circunstâncias da partida.

Jogador que não entra em quadra desanima e fica fora de ritmo. Acabou-se o tempo em que os titulares jogavam 35 minutos no mínimo. O basquete está físico demais, exige muito, e se não houver inteligência, corre-se riscos desnecessários.

Portanto, acertou Ênio e nossa comissão técnica.

DESTAQUES

Uma vez mais Érika de Souza sobrou na partida: 22 pontos e seis rebotes. Com minutos a mais para jogar, Franciele, a Fran, não decepcionou: 11 pontos e também meia dúzia de ressaltos capturados. Adrianinha: 13 pontos e quatro assistências. Patrícia de Oliveira, a Chuca, foi quem mais roubou bolas para o Brasil: três desarmes.

Não gostei do nosso desempenho nas bolas de três: 4/11 (36,3%). Quem livrou a cara foi Adrianinha: 3/4 (75,0%). Mas Palmira Marçal, um dos destaques do Brasil neste torneio, fez 0/3.

INCÔMODO

Por falar em não gostar, vale destacar o mau gosto do uniforme da seleção brasileira, patrocinada pela Nike. Os longos shorts, além de horrorosos, impedem uma livre movimentação das nossas jogadoras, adeptas do macaquinho introduzido pelas australianas.

Além disso, por conta da alta temperatura em Neiva (Colômbia), onde o torneio Pré-Olímpico está sendo disputado, acaba por aumentar ainda mais o calor. É nítido isso.

Nossas meninas são donas de coxas bem torneadas e belas. Elas querem, com razão, mostrá-las. Afinal, são vaidosas, vide os penteados que muitas adotam e vide o encurtamento que elas promovem em seus calções que mais parecem cuecas samba-canção.

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