Publicidade

Posts com a Tag Red Auerbach

domingo, 16 de setembro de 2012 NBA | 14:08

BILL RUSSEL AGORA ELOGIA O MIAMI, QUE DEVERÁ TER O LAKERS COMO ADVERSÁRIO NA FINAL DA PRÓXIMA TEMPORADA

Compartilhe: Twitter

Bill Russell, depois de ter rasgado elogios a Joakim Noah, a quem ele considera um dos jogadores que o fazem assistir atentamente a uma partida da NBA, Russell, dizia eu, agora falou sobre o Miami. Disse que o time do sul da Flórida está usando uma estratégia semelhante à de seu Boston Celtics. Seu Boston que na verdade era também do técnico Red Auerbach (ambos na foto acima), o grande mentor daquele esquadrão que formou a maior dinastia da história da NBA.

O C’s de Russell, se você não sabe ou se esqueceu, ganhou nada menos do que 11 títulos. Era uma máquina de jogar basquete. Quer dizer: segundo a visão deste que para muitos é o segundo maior jogador da história da NBA (atrás apenas, obviamente, de Michael Jordan), o Heat está no caminho certo.

E no que consiste a tática do Miami? Contratar veteranos para gravitarem ao lado de seu núcleo, composto pelos Três Magníficos: LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh. Mas ele alertou: é preciso contratar os jogadores corretos; caso contrário, se eles não se engajarem no projeto (como costuma dizer Wanderley Luxemburgo), tudo se rui.

Há pelos menos três grandes jogadores permeando os Três Magníficos: Shane Battier (que completará sua segunda temporada), Ray Allen (campeão em 2008 com o C’s) e Rashard Lewis (um vice-campeonato com o Orlando em 2009).

O Miami está realmente muito forte. E pelo que vejo, parece-me o único time capaz de competir com o Lakers de Kobe Bryant, Pau Gasol e Dwight Howard em pé de igual; ou melhor, vejo o Heat num patamar acima em relação ao Lakers e isso se deve à presença de um jogador: LeBron James.

LBJ superou o trauma de “morrer na praia”. Ganhou o anel de campeão na temporada passada, conquistou sua segunda medalha olímpica em Londres e está cheio de moral. E de saúde também. É, sem dúvida alguma, o grande jogador da NBA na atualidade.

Sinceramente? Acho mesmo muito difícil que algum jogador da NBA no momento consiga suplantá-lo. Nem mesmo Kobe, que tenta provar que não está no ocaso de sua carreira.

A adição de D12, todavia, dará nova vida ao Lakers; e igualmente a Kobe e a Gasol também. Os dois irão se beneficiar de sua imponência no garrafão ofensivo. E no defensivo, D12, todos nós sabemos, é uma máquina de defender.

Aqui pode estar o calcanhar de Aquiles do Miami em relação ao Lakers. CB1, ao que tudo indica, será o pivô do time nos playoffs. Erik Spoelstra vai usar pivôs de ofício durante a fase de classificação, mas quando os playoffs chegarem, ele deverá passar Bosh para o pivô, usando LBJ, Battier e Lewis como ala de força (LBJ nem tanto), como, aliás, ele fez no campeonato passado.

Com isso, eu fico aqui matutando: CB1 terá forças para atacar o garrafão do Lakers com D12 lá dentro? Acho difícil; é como dar murros em ponta de faca, perdoem-me o clichê, mas ele é bem apropriado à situação. E o que CB1 tem que fazer? Abrir; ou seja: jogar aberto, tirar D12 de sua zona de conforto, obrigá-lo a correr. D12 é ágil, mas não sei se ágil o suficiente para marcar CB1 fora do garrafão.

Por isso, se o Miami, em uma provável final de NBA contra o Lakers, quiser machucar o time californiano, CB1 terá que ser esperto ofensivamente.

Mas e defensivamente? Bosh não tem a menor condição de marcar Dwight.

O Miami procura Susan desesperadamente; isto é, tenta encontrar outro pivô para ajudar Joel Anthony e Dexter Pittman, os dois únicos de ofício com contrato com a franquia. Falou-se naquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que agora eu não me lembro o nome. Há Udonis Haslem, corajoso, mas ele é uma migalhinha perto de D12.

Portanto, como disse, o calcanhar de Aquiles do Miami está em encontrar soluções para driblar a presença de Dwight Howard. Gasol não é tão problemático assim, pois CB1 e Udonis vão brigar de igual para igual com ele. E Kobe será vigiado por LeBron e Battier.

Vamos inverter a análise? Vamos analisar o quadro do ponto de vista do Lakers?

Quem vai conter LBJ? Metta World Peace? Boa resposta; MWP é forte, valente e seu jogo mental é muito interessante. Não chega a ser um Dennis Rodman, pois ele, no calor de um embate, às vezes costuma perder as estribeiras. E quando isso acontece, ele prejudica o time. The Worm não fazia isso. Por isso também, para mim, ele é o maior PF que vi jogar e o maior na história da NBA. Minha opinião; ponto final; ninguém vai mudá-la. Portanto, não gastem saliva.

Voltando ao embate entre MWP e LBJ, o velho Ron-Ron pode ajudar a minar King James. Kobe? Nem pensar; Black Mamba tem que vigiar D-Wade. Por falar em Dwyane, será ele o encarregado de marcar Steve Nash? É… tem Nash também, como eu me esqueci? Quem vai marcá-lo? LBJ? LBJ não é onipresente — nenhum ser humano é, apenas Deus.

Portanto, se LBJ for marcar Kobe, alguém terá que grudar em Nash. Ou será que Spo vai deixar Shane em cima de KB e LBJ na cola do canadense? É, pode ser uma alternativa.

Mas voltando a LeBron, eu pergunto: e quando MWP cansar ou ficar carregado com faltas? O que fazer? Não há o que fazer, pois o Lakers não tem ninguém mais no elenco capaz de marcar LBJ. Nem Kobe. Kobe é bom para marcar D-Wade, esses shooting guards. Vigiar alas ele tem dificuldades, pois: 1) não tem tamanho; 2) está em declínio físico.

Se D12 é um problema para o Miami, LBJ será um tormento para o Lakers.

Enfim, rapaziada, neste domingo de muito sol, cerveja gelada, eu apenas comecei a conversar. Espero que vocês deem sequência ao assunto. Aguardo ansiosamente pelas mensagens.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

terça-feira, 3 de abril de 2012 NBA, outras | 23:11

ALGUNS SUVENIRES E POUCAS HISTÓRIAS DE NYC E CHICAGO

Compartilhe: Twitter

SÃO PAULO — Cheguei nesta terça-feira, hora do almoço. À tarde em casa, desarrumei as malas, tomei um banho e dormi até agora há pouco. Acordei para ver um tiquinho da rodada para podermos conversar amanhã.

Aproveito o botequim aberto para postar alguns suvenires que trouxe da viagem para que vocês possam ver.  Abaixo, a credencial do jogo entre Chicago e Toronto. Vejam que tem o meu nome e o veículo de comunicação, o iG:

A seguir a credencial do jogo NYK x Orlando Magic:

Do mesmo jogo em Nova York, o Knicks colocou uma identificação com meu nome no mesão onde os jornalistas estrangeiros ficaram sentados. Havia também em Chicago, mas eu, cabeça-de-vento, esqueci de pegar. Vai a do Knicks, que, diga-se, é plastificada e muito mais legal do que a do Bulls:

Mas não foram apenas jogos que eu vi. Em uma das noites, aproveitei para ver a peça “Magic/Bird”, que acabou de estrear na Broadway. Muito legal, pois conta a trajetória dos dois, histórias referentes ao duelo que eles travaram em pouco mais de uma década na NBA e que alavancaram a liga para ser o que ela é hoje.

Fala da rivalidade e de como eles se tornaram amigos. Os dois atores, Kevin Daniels (que faz Magic) e Tug Cocker (que representa LB) estão muito bem na peça, bem como Peter Scolari (isso mesmo, como o Felipão), que é outro que se destaca representando várias personalidades, como Red Auerbach, Pat Riley e Jerry Buss. Abaixo, o ingresso da peça e a revista que conta a história de toda a peça:

Amanhã a gente se fala. E sobre a rodada desta terça-feira. Espero que vocês curtam os suvenires.

Autor: Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 15 de junho de 2009 NBA | 02:21

LAKERS, KOBE E PHIL — OS MELHORES

Compartilhe: Twitter

Kobe Bryant

Ganhou o melhor; o Lakers é o legítimo campeão desta temporada.

Com a vitória por 99-86 sobre o Orlando o time californiano fez 4-1 na série e conquistou seu 15º. título. Fica com dois a menos que o Boston, o maior vencedor na história da NBA.

Apesar de ter chegado desacreditado por alguns para esta decisão – especialmente depois de uma excelente final que o Orlando fez diante do Cleveland ganhando o título do Leste –, o Lakers mostrou mais uma vez que tem camisa e foi talhado para ser campeão.

E isso conta muito – não é o mais importante, mas conta muito.

Para ser campeão, é preciso superar os oponentes em quadra. Para ser campeão, é preciso ter um grande jogador e um treinador capaz. Para ser campeão é preciso ter um projeto.

Sem isso fica difícil ganhar um campeonato. E o Lakers os tem.

Kobe Bryant mostrou mais uma vez que é definitivamente o melhor jogador de basquete do planeta na atualidade; Phil Jackson inseriu indiscutivelmente seu nome como o maior treinador na história da NBA.

E tudo acabou sendo mais fácil do que muitos pensavam – inclusive eu.

Muitos – inclusive eu – esperavam mais do Orlando. O time da Flórida fez o que pôde, é verdade, mas o que pôde fazer foi pouco diante de uma equipe que tem Kobe e Phil.

A disciplina tática do Magic, sua maior variação de jogo, sua independência em relação a Dwight Howard, seu “dominant player”, acabaram nos enganando a todos.

Dwight é um grande jogador – mas para o futuro; Stan Van Gundy montou um time na unha – mas não está ainda no ponto para ser campeão.

Ficou provado, uma vez mais, que um time para ser campeão precisa ser dependente de seu “dominant player”. Ficou provado, uma vez mais, que um time para ser campeão precisa ter um treinador que faça a diferença.

Seu “dominant player” não pode ser mais um – como Howard é para o Orlando.

Kobe, o “dominant player” do Lakers, fez a diferença quando foi preciso – o que Dwight não conseguiu com o Orlando. K24 foi eleito merecidamente o MVP destas finais. Ganhou o troféu “Bill Russell”, em homenagem a este que foi, na minha opinião, o maior jogador da história da NBA – Michael Jordan não conta, pois, assim como Pelé, é de outro planeta.

Kobe anotou ontem 30 pontos. Completou seus números com mais seis rebotes, cinco assistências e quatro tocos.

Terminou estas finais com uma média de 32.4 pontos por partida – a quarta maior na história da NBA em jogos finais.

Seu instinto matador, sua gana, sua vontade de vencer, sua determinação, seu amadurecimento o tornaram grande. Mesmo quando cometeu equívocos em quadra conseguiu ser o “factor” do time.

Mas ontem Kobe esteve perfeito.

Ganhou seu quarto título na liga, o primeiro como ator principal. Não há mais como duvidar de seu talento e de sua genialidade.

Perguntado, na entrevista coletiva, após a partida, sobre se incomodava o fato de as pessoas dizerem que ele tinha vencido três campeonatos por causa de Shaquille O’Neal, Kobe respondeu que sim, claro que sim.

“Parecia uma tortura chinesa, mas aceitei como um desafio”, disse ele.

Sasha VujacicHumildemente, Kobe foi trabalhando, trabalhando e trabalhando. Perdeu duas semifinais no Oeste para o Phoenix. Depois foi derrotado na final da NBA pelo Boston, ano passado, até que, finalmente, ganhou o título como ator principal.

“As pessoas têm que entender que todo time campeão tem um duo”, disse Kobe – e com razão. Não dá para ganhar nada sozinho. Sem ele Shaq não teria conseguido levar o Lakers a três títulos no começo desta década.

E o Kobe de Kobe, nesta conquista, foi Pau Gasol. O espanhol calou a boca dos críticos – inclusive eu – que diziam ser ele um jogador soft demais para ganhar um título.

O pivô mostrou ter colhões maiores do que muitos imaginavam. Brigou de igual para igual com Dwight Howard. Não se encolheu jamais diante do Super-Homem.

Terminou a partida de ontem com 14 pontos, 15 rebotes, quatro tocos e três assistências.

No intervalo do jogo, Stuart Scott, âncora da ESPN, perguntou a Magic Johnson que prêmio Kobe deveria dar a Gasol. O maior armador da história da NBA respondeu: “Dividir o salário com Pau”.

E complementou: “Excluindo Kevin Garnett, Gasol é o melhor ala de força da NBA. Sem ele Kobe não estaria aqui”.

E não estaria mesmo, pois, como disse Kobe, um time para ser campeão precisa de uma dupla dinâmica.

Mas não foi fácil transformar Gasol neste jogador que ele é hoje. Foi um trabalho árduo que durou uma temporada.

“Seu crescimento defensivo nos ajudou demais”, disse Kobe depois da partida.

Já falamos sobre isso. Esta melhora tem a ver com o trabalho de Phil Jackson.

P-Jax relutou em aceitar o convite de Jeannie Buss, filha de Jerry Buss, dono do Lakers para voltar a comandar o time. Jeannie, se você não sabe, é quase que mulher de P-Jax. Vivem maritalmente, embora não sejam casados no papel.

Phil estava na Austrália, em 2005, quando o telefone tocou. Era Jeannie. “Volte, seu lugar é aqui, treinando o time”, disse ela.

P-Jax, como disse, relutou. “Não era justo comigo e com a equipe, que estava se acostumando a viver sem mim”, disse o treinador, que ficou um ano longe da Califórnia, desempregado, mas curtindo a vida. “Apesar do Kobe, não via potencial para fazer do Lakers um time campeão. Iria reconstruir a franquia para outro ganhar. Não sentia que iria ganhar um título novamente”.

Mas aceitou assim mesmo. E deu certo: o Lakers foi campeão antes mesmo que ele imaginava.

P-Jax conquistou seu 10º. troféu. Ultrapassou Red Auerbach, que amealhou nove com o Boston nas décadas de 1950 e 1960.

Na coletiva após a partida, Stan Van Gundy foi perguntado se Jackson é o maior treinador da história da NBA. Disse o treinador do Orlando: “Oh, yeah”.

Questionado sobre o que isso significava para ele, Phil respondeu: “Vou comemorar fumando um charuto”.

Homenagem e tanto a Auerbach, que nunca foi visto sem um cubano entre os dedos da mão direita. Para quem nunca esteve em Boston, há uma estátua de Auerbach no Faneuil Hall Marketplace, um dos cartões postais da cidade.

Red foi esculpido sentado em um dos bancos do calçadão, bengala na mão esquerda e o charuto na mão direita.

Doctor Red Auerbach – assim era chamado; assim é conhecido.

Kobe Bryant e Phil Jackson

Um repórter indagou P-Jax sobre a alcunha: gostaria ele também de ser chamado de Doctor Phil Jackson? “Não, do jeito que está, está bom”, respondeu Phil.

Jackson nunca se importou com os holofotes. Seu jeitão “low profile” depois do jogo foi uma vez mais o retrato fiel de sua alma.

Enquanto Kobe pulava, alucinadamente, socando o ar num gesto imortalizado por Pelé e copiado por muitos no mundo inteiro, P-Jax sorria para ele mesmo. Abraçou seus jogadores, seus auxiliares, Joey Buss, filho de Jerry e quem recebeu o troféu, mas tudo com muita discrição.

Phil nunca quis ser o melhor de todos. Sempre fez questão de destacar a genialidade de Tex Winter, seu auxiliar técnico e criador do sistema dos triângulo. Winter, seu parceiro desde os tempos de Chicago, não esteve em Orlando, pois recupera-se em Portland de um AVC.

Qualquer outro de caráter duvidoso teria roubado a invenção de Winter. Teria dito ao quatro cantos do mundo que ele criou o sistema. Phil não fez isso, pois não precisa; é um cara muito bem resolvido.

E genial – assim como Kobe.

P-Jax fez do Chicago o primeiro campeão da NBA sem ter um pivô dominante, mudando a história do basquete profissional norte-americano. Antes desse time, toda equipe para ser vencedora na liga tinha que ter um grandalhão competente.

Era regra – tanto que o Houston selecionou Hakeem Olajuwon como primeiro draft de 1984, o Portland pegou San Bowie, como o segundo e o Chicago escolheu MJ, na terceira posição, pois os dois pivôs dominantes do “college” já tinham sido recrutados.

Agora, voltou ao Lakers para reconstruir a franquia. Encontrou-a escangalhada, completamente perdida, sem rumo, com Shaq no Miami e Kobe desnorteado.

Devagarzinho foi fazendo o que tinha que ser feito. Recuperou Derek Fisher, que estava no Utah, contratou Pau Gasol, do Memphis e passou um ano trabalhando a equipe.

E o resultado chegou: o Lakers foi campeão.

Ganhou, como disse, o melhor.

Sem Kobe e sem P-Jax isso não seria possível.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

domingo, 14 de junho de 2009 NBA | 17:20

O MAIOR DE TODOS

Compartilhe: Twitter

A família Auerbach/Celtics está com o discurso na ponta da língua. Se o Lakers for campeão da NBA, eles vão dizer o seguinte: os nove campeonatos conquistados por Red Auerbach foram seguidos e apenas com uma franquia, por isso mesmo mais difícil e mais importante do que os títulos conquistados por Phil Jackson, que pode ultrapassar o patrono do Boston caso o Lakers seja realmente campeão desta temporada, chegando ao seu 10º. troféu na carreira.

Mas eu pergunto: por que as conquistas de Red Auerbach são mais difíceis e importantes?

Qual a lógica deste discurso?

Título é título e ponto final. Não importa se você conquistou-os seguidamente ou não. Não importa se você conquistou-os com times diferentes ou não.

E mais: como eu já disse aqui neste botequim, se Michael Jordan não tivesse brincado de parar de jogar basquete, o Chicago teria ganhado seguidamente oito títulos e o Houston estaria hoje chupando o dedo.

Como eu sei? A diferença entre o Bulls de MJ e os outros times era brutal. Não havia concorrentes para aquele timaço.

Desta forma, Phil Jackson, que cavalheirescamente concordou que os títulos de Auerbach são mais importantes, estaria hoje somando – caso o Lakers seja mesmo campeão – seu 12º. título, dois a mais do que o ex-treinador do Boston.

Auerbach foi uma legenda na história da NBA, mas P-Jax também é. E se o sonolento treinador do Lakers for realmente campeão desta temporada, entrará para a história como o maior de todos os tempos.

Queira ou não a família Auerbach/Celtics.

Autor: Tags: , , , , , ,