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Posts com a Tag Orlando

domingo, 25 de dezembro de 2011 NBA | 11:49

É HOJE: COMEÇA A TEMPORADA 2011-12 DA NBA!

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Rapaziada, espero que a ceia de Natal de vocês tenha sido farta e que a harmonia esteve presente em seus lares. E, claro, que Papai Noel tenha sido generoso também.

Pra mim ele foi: deu-me de presente a temporada 2011-12 da NBA, que começa exatamente neste dia de Natal.

E começa com cinco jogos enfileirados. Por isso, poderemos assistir a todos.

Se vocês ainda não montaram a agenda para este domingo precioso, eu os ajudo. E conto a vocês, inclusive, onde poderão assistir aos confrontos. Os horários são os de Brasília:

New York x Boston (15h) — transmissão ao vivo pelo Canal Space
Dallas x Miami (17h30) — transmissão ao vivo pelo canal 130 da Sky
Lakers x Chicago (20h) — transmissão ao vivo pelo “NBA League Pass”
Oklahoma City x Orlando (23h) — transmissão ao vivo pela ESPN
Golden State x Clippers (1h30) — transmissão ao vivo pelo “NBA League Pass”

Importante: o “NBA League Pass” estará disponível a TODOS até o dia 9 de janeiro. A partir desta data, apenas os assinantes poderão acessar o canal. Outra coisa: o “League Pass” transmite TODOS os jogos do campeonato. Há link para TODAS as partidas. Clique aqui e entre no site do LP para se cadastrar e ver as contendas de hoje.

Se você ainda não leu o post que eu escrevi com minhas previsões para esta temporada, clique aqui. E deixe sua opinião também, pois ela é muito importante para o funcionamento deste botequim.

Sendo assim, bom domingo a todos; e Feliz Natal!

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sábado, 15 de janeiro de 2011 NBA | 14:28

DE OLHO NO LAKERS

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O pessoal reclama que eu não destaco os feitos do Lakers. Não destaco porque eles não são merecedores de destaque até este momento. E, por favor, não venham me dizer que eu tenho ódio pelo Lakers. Eu apenas relato a realidade.

O time, ontem, por exemplo, venceu o New Jersey em Los Angeles por 100 a 88. Somou sua sétima vitória consecutiva. Mas apenas dois desses sete jogos invictos foram na casa do inimigo. E ganhou de Detroit, Phoenix, New Orleans, New York, Cleveland, Golden State e, ontem, como vimos, do New Jersey.

Desses sete times mencionados, apenas Hornets e Knicks têm um aproveitamento superior a 50%. E aí reside a minha cautela em relação ao Lakers: de seus 41 jogos realizadas até o momento, apenas nove, isso mesmo, nove, foram contra equipes com aproveitamento superior a 50%.

E o time, até agora, não jogou contra Dallas, Boston, Oklahoma City, Orlando e Atlanta.

Em outras palavras, o Lakers edificou sua campanha, até o momento, vencendo times inexpressivos. Por isso que eu tenho me mantido calado em relação aos feitos dos amarelinhos: eles ganharam de ninguém até hoje.

Mas a partir de agora o Lakers terá vida dura pela frente. Até o final de janeiro serão realizadas sete partidas. Destas, cinco serão diante de equipes com aproveitamento superior a 50%. Apenas Clippers e Sacramento fogem à regra. Oklahoma City, Dallas, Denver, Utah e Boston são equipes bem posicionadas na tabela e com boa campanha no campeonato.

Mas… mas, tabela generosa, desses sete jogos restantes em janeiro, apenas dois serão fora de casa: Dallas e Denver. Sim, pois o confronto diante do Clippers acontecerá no Staples Center. Ano passado, estive no jogo Clippers x Lakers, o último da fase de classificação. Mando do Clippers. Nem vestiário eles trocam, pois, no Staples, cada time tem seu vestiário.

A única coisa que muda é o taco do ginásio, com o desenho e as cores do Clippers e a torcida. O ginásio fica dividido ao meio. Quando é o Lakers mandante diante do Clippers, aí é 99% de torcida do Lakers.

Portanto, o confronto diante do Clippers, embora aponte jogo fora de casa, é em casa também.

Vamos olhar a tabela do Lakers em fevereiro. Os amarelinhos vão jogar 13 partidas. Dessas, nove serão fora de casa. E haverá também uma sequência de sete partidas no ginásio do adversário. Começa com New Orleans e vêm na sequência Memphis, Boston, New York, Orlando, Charlotte e Cleveland.

E desses 13 jogos marcados para o mês do Carnaval, oito serão contra equipes com aproveitamento superior a 50%.

Então, vamos combinar o seguinte: vamos observar a campanha do Lakers a partir deste domingo, contra o Clippers, até o último dia de fevereiro, quando a equipe vai até Oklahoma City enfrentar o Thunder. Serão 20 partidas, 13 delas diante de adversários com aproveitamento superior a 50% e 11 delas fora de casa. Vamos ver como o time se comporta.

E eu prometo a vocês que estarei observando tudo atentamente. Quando os feitos forem merecedores de destaque, serão destacados.

Empurrar bêbado em ladeira é coisa que eu não faço.

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sábado, 22 de maio de 2010 NBA | 21:36

BREVE RECESSO

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Queridos amigos:

Como vocês puderam observar, o botequim anda meio que fechado. Explico: meu papai não anda nada bom de saúde. Passou por uma cirurgia delicada e está agora em fase de recuperação; mas ainda em situação que inspira muitos cuidados.

O médico, porreta de bom, chamado Marcelo Alias, foi o Michael Jordan do bisturi e realizou neste sábado uma difícil cirurgia e obteve sucesso. A primeira parte deste caminho foi percorrida. Dr. Marcelo continua fazendo de tudo para deixar o meu velho inteirinho. Ele é quase octogenário, por isso, a situação é ainda mais delicada. As próximas 72 horas serão decisivas.

Conto com a compreensão de todos. Espero que vocês usem esse espaço para seguirem debatendo e comentando o jogaço desta noite entre Boston e Orlando.

E como amigo, peço que todos pensem positivo para que o meu papai saia dessa.

Falo com todos brevemente.

Abraços.

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009 Sem categoria | 12:49

TRIO DE FERRO

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Não teve jogo ontem em Orlando; LeBron James não deixou. Shaquille O´Neal e Mo Williams também não.

LBJ anotou 36 pontos e Williams 28. Juntos marcaram 64 dos 102 pontos do Cleveland. Ou seja: 62.7% da produção ofensiva do Cavs.

Shaq anotou apenas dez pontinhos e pegou só quatro rebotes. Mas enlatou Dwight Howard, o melhor jogador do Magic. O Super-Homem marcou inexpressivos 11 pontos e confiscou apenas sete rebotes.

DH, é bom lembrar, antes do jogo de ontem tinha médias de 19.3 pontos e exatos 11 rebotes por partida.

Com tantos pontos da dupla LeBron/Williams e com Howard controlado por Shaq , o Cleveland fechou com facilidade a partida de ontem da Flórida e venceu por 102-93.

O que nos leva a pensar: se os três jogarem a maioria das partidas desta maneira, o Cleveland poderá encarar o Boston de igual para igual numa possível final de conferência. Caso contrário, se jogar o que vinha jogando, esquece: o Cavs não será páreo para o pessoal das bandas de Massachusetts.

Portanto, vamos esperar. Só o tempo vai nos dizer qual o caminho o Cavs vai escolher para trilhar nesta temporada.

LeBron James passa por Mickael Pietrus na vitória do Cavs sobre o Magic (foto: Getty Images)

LeBron James passa por Mickael Pietrus na vitória do Cavs sobre o Magic (foto: Getty Images)

MULEQUE!

Alguém viu Oklahoma City x Clippers em Los Angeles? Se não viu, perdeu outro show de Kevin Durant.

O “muleque” do Thunder fez de tudo um pouco – e é assim que os grandes jogadores se comportam. Anotou 30 pontos, sendo que acertou 12 de seus 20 arremessos (60.0%). Nas bolas de três, foi econômico nas tentativas: três; mas acertou uma delas.

Pegou dez rebotes, deu quatro assistências, fez dois desarmes e deu um toco.

Mais ainda: jogou um balde de água fria pra cima dos angelinos quando faltavam 38 segundos para o final e mandou uma bola certeira da ponta esquerda do ataque, abrindo dois pontos de vantagem, que foi ampliada com dois certeiros lances livres cobrados pelo veterano Kevin Ollie.

Final: Thunder 83-79 Clippers.

Quem ainda não viu Durant em ação, reserve um tempinho, pois vale mais do que a pena.

DERBY

Em San Antonio, no clássico do Texas entre Spurs e Dallas, novamente o time da casa jogou sem dois de seus tenores. Tim Duncan e Tony Parker, lesionados, viram a partida em trajes civis.

Mas Richard Jefferson, uniformizado, compensou a ausência do duo. Fazendo finalmente um jogo consistente, o ala anotou 29 pontos (11-23) e foi um tormento para a defesa do Cavs.

Manu Ginobili? Vindo do banco, cravou apenas 13 pontos, bem abaixo dos 36 anotados na partida anterior diante do Toronto.

Acho que o veneno do morcego perdeu a eficácia. É bom alguém vasculhar cavernas nos arredores da cidade, apanhar mais um mamífero voador e soltá-lo no AT&T Center e torcer para que o argentino seja mordido.

Brincadeiras à parte, resultado justo, que deixa o San Antonio em 4-0 em casa e anima os torcedores do alvinegro, pois Jefferson fez um jogo consistente, como disse.

E muito se espera dele nesta temporada.

Quanto ao Dallas, depois de ter feito 30 pontos nos dois primeiros jogos que marcaram seu retorno, ontem Josh Howard não foi bem: só oito pontos. E ainda deixou o jogo com dores no tornozelo.

Problema? Os próximos dias dirão.

O desempenho dos outros titulares, excetuando Dirk Nowitzki, foi muito ruim: anotaram juntos 25 pontos, contra 29 do alemão.

Velho Dallas, velhos problemas, tudo nas costas do velho Nowitzki.

RODADA

Os demais jogos em não acompanhei. Quem os viu e quiser nos contar, somos todos ouvidos aqui no botequim.

Labica, mais uma cerva, por favor!

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009 NBA | 12:14

A NOITADA DE MELO E NENÊ

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Carmelo AnthonyO Denver construiu ontem à noite sua terceira vitória na temporada. Bateu o Memphis por 133-123; não foi fácil.

O time do Tennessee vendeu caro a vitória. OJ Mayo esteve impossível em quadra: anotou 40 pontos para o Grizzlies; poderia ter roubado a vitória do Denver.

É, mas do outro lado havia Carmelo Anthony. O ala do Denver marcou nada menos do que 42 pontos e comandou o time colorado.

Melo é o cestinha do campeonato até o momento com uma média de 37.7 pontos por jogo! Muita coisa.

Nas três partidas disputadas até agora, sua menor produção foi na contenda de estréia, quando marcou “apenas” 30 pontos frente ao Utah. Na sequência, anotou 41 contra o Portland, fora de casa — e fez 42 ontem, como vimos.

ECO

É claro que a vitória do Denver não se resumiu aos 42 pontos de Carmelo Anthony. Seu jogo reverberou em seus companheiros.

Outros quatro atletas do Nuggets terminaram a partida com um duplo dígito na pontuação. A saber: Chauncey Billups 22, Nenê Hilário 18, Kenyon Martin 16 e Chris Andersen 12.

Mais do que isso: o Denver foi um time solidário em quadra. Fez 36 assistências contra 27 do Memphis.

BRASUCA

Nenê realizou uma grande partida. Não apenas pelos 18 pontos marcados, mas também pelo seu aproveitamento nos arremessos: acertou os seis tentados (100%).

Além disso, apanhou nove rebotes e deu seis assistências. Quase um “triple-double”? Não, ficou um pouco longe.

Mas quase saiu mais cedo do jogo: cometeu cinco faltas. Nenê precisa resolver esta questão, pois, como sempre digo, ele é importante para o time em quadra e não sentado no banco.

DEFESA

Kobe Bryant fez 41 pontos na vitória do Lakers diante do Atlanta por 118-110. Mas o nome do jogo foi Ron Artest.

Phil Jackson, ao ver Joe Johnson anotar 18 pontos no primeiro quarto do jogo, chamou Artest e disse que ele teria que conter o avanço inimigo.

Não deu outra: nos três quartos seguintes, com Artest fungando no cangote, JJ anotou apenas nove pontos.

E assim o Lakers construiu sua segunda vitória na competição.

Se alguém tinha dúvida se a troca de Artest por Trevor Ariza foi boa ou não, creio que depois do que foi mostrado ontem no Staples Center de Los Angeles essa dúvida dissipou-se.

VITÓRIA

Vocês se lembram do Toronto, que na segunda rodada deu uma sova no Cleveland em seu Air Canadá Centre? Pois bem: ontem, no mesmo palco, o Orlando, outro dos favoritos ao título, foi lá e venceu.

E mesmo sem Vince Carter, lesionado no tornozelo.

A vitória tem que ser creditada para os armadores do time: Jameer Nelson e JJ Redick. O primeiro fez 30 pontos, o segundo, 27.

Ah, sim, o Orlando jogou não apenas sem Carter, mas também sem Rashard Lewis, que segue suspenso pela NBA.

Quando esses quatro estiverem ao mesmo tempo em quadra, sai debaixo.

Os que apontaram o Orlando como um dos favoritos ao título do Leste, esfregam as mãos neste momento. O Magic, realmente, encanta com seu jogo sólido e equilibrado.

ROTINA

Boston Celtics

O Boston venceu novamente. Chegou a seu quarto triunfo nesta temporada, onde permanece invicto.

Diante dos fãs em seu TD Garden, o Celtics impôs-se ao New Orleans ao fazer 97-87.

Deem uma olhada nas pontuações: Paul Pierce 27, Ray Allen 17, Kevin Garnett 14 e Kendrick Perkins e Rasheed Wallace com 12 pontos cada um.

Podemos chamar isso de socialismo alaranjado?

Creio que sim.

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sábado, 24 de outubro de 2009 NBA | 22:40

ORLANDO ARREBENTA NA “PRE-SEASON”

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Alguns parceiros deste botequim têm chamado-me a atenção para o Orlando. No ver deles, o time com Vince Carter no lugar de Hedo Turkoglu mudou da água para o vinho.

Pois bem, a equipe da terra do Mickey Mouse encerrou na noite desta sexta-feira uma perfeita “Pre-Season” ao bater o Atlanta, em sua Amway Arena, por 123-86. Um massacre.Hawks Magic Basketball

Com a vitória, ou melhor, com o massacre, como disse, o Magic terminou essa fase de amistosos com uma campanha de oito vitórias e nenhuma derrota. Único time da NBA nesta fase a não perder.

Foi, também, a primeira vez na história da franquia que isso ocorreu.

Mas o time já vinha buscando a perfeição desde 2007, quando Stan Van Gundy assumiu o comando. Somados os dois anos anteriores, o recorde do Magic era de 12 vitórias e apenas duas derrotas; agora, pulou para 20-2.

Carter (foto AP), de quem eu falei no início do nosso papo, anotou 26 pontos diante do Hawks, tendo incrível desempenho de 9-10 nos arremessos. Nos sete jogos em que entrou em quadra, marcou uma média de 18.6 tentos por partida.

Terminou esta “Pre-Season” como artilheiro do Orlando.

Sempre desconfiei do potencial de Carter em fazer do Magic um time melhor. Parece que me enganei.

O Orlando dá sinais de que volta com tudo nesta temporada.

CLASSIFICAÇÃO

Vamos à classificação final desta temporada de amistosos:

Leste

1) Orlando 8-0
2) Boston 6-2
3) Chicago 6-2
4) Atlanta 5-2
5) New York 5-2
6) Philadelphia 5-3
7) Cleveland 4-4
8) Detroit 4-4
9) Washington 4-4
10) Indiana 3-4
11) Milwaukee 3-5
12) Miami 2-5
13) Charlotte 2-6
14) Toronto 2-6
15) New Jersey 1-5

Oeste

1) Clippers 6-2
2) Lakers 6-2
3) Utah 6-2
4) Dallas 5-2
5) San Antonio 4-3
6) Denver 4-4
7) Golden State 4-4
8) Houston 4-4
9) Phoenix 4-4
10) Portland 4-4
11) Memphis 3-5
12) Minnesotta 3-5
13) Oklahoma City 2-5
14) Sacramento 2-5
15) New Orleans 2-6

SURPRESAS

O Clippers na liderança do Oeste surpreendeu-me, mesmo com a presença do novato Blake Griffin, draft número 1 desta temporada.

O New Orleans, na rabeira da mesma divisão, igualmente deixou-me intrigado.

Do outro lado, vibrei com a campanha do Chicago. Tomara que não seja fogo de palha.

BRASUCAS

Assim foram os três brasileiros nesta “Pre-Season”:

Nenê Hilário – 9.3 pontos e 4.4 rebotes;
Leandrinho Barbosa – 13.4 pontos e 45.0% nas bolas de três;
Anderson Varejão – 8.2 pontos e 6.0 rebotes.

Sorte a eles nesta temporada!

ROUBO

É inacreditável, mas é verdade. Jogadores do Maccabi Tel Aviv foram roubados na noite da última terça-feira em Los Angeles.

O time fazia um amistoso contra o Clippers (108-96 para os angelinos) no Staples Center e enquanto a bola pingava o roubo ocorreu. Albert Gavin, tenente da polícia de Los Angeles, disse que algumas pessoas entraram no vestiário da equipe israelense e fizeram a festa.

Foram roubados relógios, jóias e US$ 15 mil em dinheiro. Dez membros do grupo foram prejudicados e o desfalque foi estimado em US$ 22 mil.

Lamentável.

AJUDA

Michael Beasley, ala/pivô do Miami, é bom jogador. Mas na mesma proporção, é problemático.

Hornets Heat BasketballAno passado, vocês devem se lembrar, ao lado de Mario Chalmers e Darrell Arthur ele foi pego num quarto de hotel com duas prostituas e uma quantidade de maconha não divulgada.

À época, participava do programa da NBA de iniciação ao novo mundo da maior liga de basquete do planeta. Foi expulso; teria que voltar nesta temporada. Nem sei se isso ocorreu.

Se não ocorreu, talvez tenha sido porque no final de agosto passado ele internou-se em uma clínica de reabilitação no Texas para se desintoxicar. Motivo: drogas.

Problemas resolvidos? Nada disso.

Nesta semana, uma foto do jogador, dormindo num iate na marina de Miami, ao lado de uma mulher e várias garrafas de cerveja na mesa próxima ao sofá, foi mostrada pelo site de fofocas TMZ.

Beasley (foto AP) divulgou um comentário dizendo que não tocou nas garrafas de cerveja. O capitão do iate fez coro com o jogador.

Dirigentes do Miami disseram que ele não fez nada de errado.

Beasley tem apenas 20 anos e um grande futuro pela frente. Se algo der errado, o culpado será apenas ele.

ACORDO

Assunto resolvido: a NBA e o sindicato dos árbitros entraram em um acordo e os homens do apito estarão presentes na primeira rodada desta temporada, marcada para a próxima terça-feira.

O acordo vale para as próximas duas competições.

Os árbitros voltaram aos treinamentos neste sábado para recuperar a forma. Será que os 57 profissionais do apito estarão em forma?

Melhor com eles fora de forma do que seus substitutos em forma.

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sexta-feira, 10 de julho de 2009 NBA | 11:54

UM JEITO DE DRIBLAR O “CAP”

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Seguinte: a gente tem que tentar entender algumas negociações que são feitas na NBA. Vamos pegar o caso de Anderson Varejão.

Norte-americanos e brasileiros, em sua grande maioria, estão indignados com a grana que o Cleveland ofereceu para Anderson Varejão. Muitos entendem que ele não vale os US$ 42.5 milhões que a franquia ofereceu a ele por seis anos de acordo.

Conversando com Pedro José, um dos parceiros deste botequim, disse a ele que o novo contrato oferecido pelo Cavs ao capixaba não é uma garantia de que o jogador vá mesmo permanecer em Ohio esse tempo todo.

Tudo indica que sim, mas pode ser também uma maneira de se driblar o “salary cap” no futuro, ainda mais agora com a diminuição do teto salarial.

Um clube pode oferecer quanto quiser para um jogador que faça parte de seu elenco sem ter que se preocupar em estourar o teto e nem ter que pagar nenhum dólar de multa por isso. Desta maneira, você fica com o bolso mais cheio no momento de fazer negócios.

Por exemplo: digamos que o Cleveland tivesse renovado com Varejão por US$ 2 milhões por temporada. Na metade do próximo campeonato o Cavs se interessa por Ron Artest, que assinou com o Lakers por US$ 6 milhões.

E o Lakers, também chateado com o comportamento de Artest, queira trocá-lo e pense em um cara para jogar dentro do garrafão com as características de Varejão.

Para concretizar o negócio, o Cleveland teria que mandar para o Lakers Varejão e mais um jogador de seu elenco que ganhe US$ 4 milhões para totalizar os US$ 6 milhões do salário de Artest.

Ao assinar com o brasuca por US$ 7 milhões nesta temporada, o Cleveland poderia colocar Varejão na troca e ainda pegar um troco.

Vamos até a Flórida agora.

De Orlando vem a notícia de que o Magic está renovando o contrato do medíocre Marcin Gortat (foto) por US$ 34 milhões por cinco anos, o que dá algo em torno de US$ 6.8 milhões por temporada.

Junto com os números vem a informação que o Magic vai renovar para depois trocar.

Vamos pegar o mesmo exemplo citado acima e trocar um dos personagens; no caso, Anderson Varejão. Agora é o Orlando quem se interessa por Artest e o Lakers precisa de um pivô.

A troca seria perfeita: Artest por Gortat e ponto final.

É assim que os clubes fazem para driblar o “cap”. Mas é uma faca de dois gumes, pois não é garantia de se trocar esse jogador futuramente; a menos que você já tenha engatilhado um negócio – que é o que parece estar acontecendo com o Orlando envolvendo o Dallas.

Pra encerrar nossa conversa, é bom deixar claro que não há sinal algum em Cleveland de que o Cavs vá fazer isso com Varejão. A franquia entende que Varejão é merecedor do que foi-lhe oferecido.

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segunda-feira, 15 de junho de 2009 NBA | 02:21

LAKERS, KOBE E PHIL — OS MELHORES

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Kobe Bryant

Ganhou o melhor; o Lakers é o legítimo campeão desta temporada.

Com a vitória por 99-86 sobre o Orlando o time californiano fez 4-1 na série e conquistou seu 15º. título. Fica com dois a menos que o Boston, o maior vencedor na história da NBA.

Apesar de ter chegado desacreditado por alguns para esta decisão – especialmente depois de uma excelente final que o Orlando fez diante do Cleveland ganhando o título do Leste –, o Lakers mostrou mais uma vez que tem camisa e foi talhado para ser campeão.

E isso conta muito – não é o mais importante, mas conta muito.

Para ser campeão, é preciso superar os oponentes em quadra. Para ser campeão, é preciso ter um grande jogador e um treinador capaz. Para ser campeão é preciso ter um projeto.

Sem isso fica difícil ganhar um campeonato. E o Lakers os tem.

Kobe Bryant mostrou mais uma vez que é definitivamente o melhor jogador de basquete do planeta na atualidade; Phil Jackson inseriu indiscutivelmente seu nome como o maior treinador na história da NBA.

E tudo acabou sendo mais fácil do que muitos pensavam – inclusive eu.

Muitos – inclusive eu – esperavam mais do Orlando. O time da Flórida fez o que pôde, é verdade, mas o que pôde fazer foi pouco diante de uma equipe que tem Kobe e Phil.

A disciplina tática do Magic, sua maior variação de jogo, sua independência em relação a Dwight Howard, seu “dominant player”, acabaram nos enganando a todos.

Dwight é um grande jogador – mas para o futuro; Stan Van Gundy montou um time na unha – mas não está ainda no ponto para ser campeão.

Ficou provado, uma vez mais, que um time para ser campeão precisa ser dependente de seu “dominant player”. Ficou provado, uma vez mais, que um time para ser campeão precisa ter um treinador que faça a diferença.

Seu “dominant player” não pode ser mais um – como Howard é para o Orlando.

Kobe, o “dominant player” do Lakers, fez a diferença quando foi preciso – o que Dwight não conseguiu com o Orlando. K24 foi eleito merecidamente o MVP destas finais. Ganhou o troféu “Bill Russell”, em homenagem a este que foi, na minha opinião, o maior jogador da história da NBA – Michael Jordan não conta, pois, assim como Pelé, é de outro planeta.

Kobe anotou ontem 30 pontos. Completou seus números com mais seis rebotes, cinco assistências e quatro tocos.

Terminou estas finais com uma média de 32.4 pontos por partida – a quarta maior na história da NBA em jogos finais.

Seu instinto matador, sua gana, sua vontade de vencer, sua determinação, seu amadurecimento o tornaram grande. Mesmo quando cometeu equívocos em quadra conseguiu ser o “factor” do time.

Mas ontem Kobe esteve perfeito.

Ganhou seu quarto título na liga, o primeiro como ator principal. Não há mais como duvidar de seu talento e de sua genialidade.

Perguntado, na entrevista coletiva, após a partida, sobre se incomodava o fato de as pessoas dizerem que ele tinha vencido três campeonatos por causa de Shaquille O’Neal, Kobe respondeu que sim, claro que sim.

“Parecia uma tortura chinesa, mas aceitei como um desafio”, disse ele.

Sasha VujacicHumildemente, Kobe foi trabalhando, trabalhando e trabalhando. Perdeu duas semifinais no Oeste para o Phoenix. Depois foi derrotado na final da NBA pelo Boston, ano passado, até que, finalmente, ganhou o título como ator principal.

“As pessoas têm que entender que todo time campeão tem um duo”, disse Kobe – e com razão. Não dá para ganhar nada sozinho. Sem ele Shaq não teria conseguido levar o Lakers a três títulos no começo desta década.

E o Kobe de Kobe, nesta conquista, foi Pau Gasol. O espanhol calou a boca dos críticos – inclusive eu – que diziam ser ele um jogador soft demais para ganhar um título.

O pivô mostrou ter colhões maiores do que muitos imaginavam. Brigou de igual para igual com Dwight Howard. Não se encolheu jamais diante do Super-Homem.

Terminou a partida de ontem com 14 pontos, 15 rebotes, quatro tocos e três assistências.

No intervalo do jogo, Stuart Scott, âncora da ESPN, perguntou a Magic Johnson que prêmio Kobe deveria dar a Gasol. O maior armador da história da NBA respondeu: “Dividir o salário com Pau”.

E complementou: “Excluindo Kevin Garnett, Gasol é o melhor ala de força da NBA. Sem ele Kobe não estaria aqui”.

E não estaria mesmo, pois, como disse Kobe, um time para ser campeão precisa de uma dupla dinâmica.

Mas não foi fácil transformar Gasol neste jogador que ele é hoje. Foi um trabalho árduo que durou uma temporada.

“Seu crescimento defensivo nos ajudou demais”, disse Kobe depois da partida.

Já falamos sobre isso. Esta melhora tem a ver com o trabalho de Phil Jackson.

P-Jax relutou em aceitar o convite de Jeannie Buss, filha de Jerry Buss, dono do Lakers para voltar a comandar o time. Jeannie, se você não sabe, é quase que mulher de P-Jax. Vivem maritalmente, embora não sejam casados no papel.

Phil estava na Austrália, em 2005, quando o telefone tocou. Era Jeannie. “Volte, seu lugar é aqui, treinando o time”, disse ela.

P-Jax, como disse, relutou. “Não era justo comigo e com a equipe, que estava se acostumando a viver sem mim”, disse o treinador, que ficou um ano longe da Califórnia, desempregado, mas curtindo a vida. “Apesar do Kobe, não via potencial para fazer do Lakers um time campeão. Iria reconstruir a franquia para outro ganhar. Não sentia que iria ganhar um título novamente”.

Mas aceitou assim mesmo. E deu certo: o Lakers foi campeão antes mesmo que ele imaginava.

P-Jax conquistou seu 10º. troféu. Ultrapassou Red Auerbach, que amealhou nove com o Boston nas décadas de 1950 e 1960.

Na coletiva após a partida, Stan Van Gundy foi perguntado se Jackson é o maior treinador da história da NBA. Disse o treinador do Orlando: “Oh, yeah”.

Questionado sobre o que isso significava para ele, Phil respondeu: “Vou comemorar fumando um charuto”.

Homenagem e tanto a Auerbach, que nunca foi visto sem um cubano entre os dedos da mão direita. Para quem nunca esteve em Boston, há uma estátua de Auerbach no Faneuil Hall Marketplace, um dos cartões postais da cidade.

Red foi esculpido sentado em um dos bancos do calçadão, bengala na mão esquerda e o charuto na mão direita.

Doctor Red Auerbach – assim era chamado; assim é conhecido.

Kobe Bryant e Phil Jackson

Um repórter indagou P-Jax sobre a alcunha: gostaria ele também de ser chamado de Doctor Phil Jackson? “Não, do jeito que está, está bom”, respondeu Phil.

Jackson nunca se importou com os holofotes. Seu jeitão “low profile” depois do jogo foi uma vez mais o retrato fiel de sua alma.

Enquanto Kobe pulava, alucinadamente, socando o ar num gesto imortalizado por Pelé e copiado por muitos no mundo inteiro, P-Jax sorria para ele mesmo. Abraçou seus jogadores, seus auxiliares, Joey Buss, filho de Jerry e quem recebeu o troféu, mas tudo com muita discrição.

Phil nunca quis ser o melhor de todos. Sempre fez questão de destacar a genialidade de Tex Winter, seu auxiliar técnico e criador do sistema dos triângulo. Winter, seu parceiro desde os tempos de Chicago, não esteve em Orlando, pois recupera-se em Portland de um AVC.

Qualquer outro de caráter duvidoso teria roubado a invenção de Winter. Teria dito ao quatro cantos do mundo que ele criou o sistema. Phil não fez isso, pois não precisa; é um cara muito bem resolvido.

E genial – assim como Kobe.

P-Jax fez do Chicago o primeiro campeão da NBA sem ter um pivô dominante, mudando a história do basquete profissional norte-americano. Antes desse time, toda equipe para ser vencedora na liga tinha que ter um grandalhão competente.

Era regra – tanto que o Houston selecionou Hakeem Olajuwon como primeiro draft de 1984, o Portland pegou San Bowie, como o segundo e o Chicago escolheu MJ, na terceira posição, pois os dois pivôs dominantes do “college” já tinham sido recrutados.

Agora, voltou ao Lakers para reconstruir a franquia. Encontrou-a escangalhada, completamente perdida, sem rumo, com Shaq no Miami e Kobe desnorteado.

Devagarzinho foi fazendo o que tinha que ser feito. Recuperou Derek Fisher, que estava no Utah, contratou Pau Gasol, do Memphis e passou um ano trabalhando a equipe.

E o resultado chegou: o Lakers foi campeão.

Ganhou, como disse, o melhor.

Sem Kobe e sem P-Jax isso não seria possível.

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sábado, 13 de junho de 2009 NBA | 13:30

PARA O RESTO DA VIDA

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Alguém neste botequim comentou que Dwight Howard deveria treinar mais lances livres depois dos dois desperdícios a 11 segundos do final da partida, que poderiam ter levado a vantagem do Orlando para cinco pontos e praticamente ter selada a vitória do time da Flórida.

Informação importante: Dwight gastou noite e mais noites treinando lances livres. Sabe o que ele fazia? Depois do treino do Magic, cansado, fazia entrar no ginásio de treinamento amigos que gritavam no momento dos arremessos para que ele perdesse a concentração.

Como disse, foram noites e mais noites neste exercício. Howard (foto AP) chegava a bater 300 tiros livres depois dos treinos do time.

Ficava sozinho, junto com os barulhentos amigos, treinando. E só parava quando acertava 20 seguidos.

Quando isso acontecia, ia pro banho e depois pra casa. Quer dizer: o problema do Super-Homem não é falta de treino.

“Ninguém sente mais o que aconteceu naquela noite [quinta-feira passada] do que eu, mas eu não posso perder a cabeça”, disse Dwight em seu blog. “Eu gostaria de ter aqueles lances livres à minha disposição novamente, mas eu não posso mais arremessá-los. Tudo o que eu posso fazer neste momento é seguir adiante e tentar fazer melhor da próxima vez”.

Em Orlando, a maioria das pessoas atribui a derrota do time a esses dois lances livres perdidos. Isso aconteceu também com Nick Anderson na primeira partida da final de 1995 diante do Houston, quando o ala perdeu quatro lances seguidos, ele que tinha um grande aproveitamento.

O Rockets varreu o Orlando. Nick disse que tem sido consumido pelos erros desde então. Não consegue esquecê-los.

Não deve ser fácil mesmo.

Se o Orlando perder este campeonato, como tudo indica que vai acontecer, os torcedores vão, com o tempo, se esquecer desses lances livres perdidos; mas Dwight não.

Os grandes jogadores são assim mesmo: extremamente competitivos. Não aceitam a derrota de jeito nenhum – especialmente as pessoais.

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sexta-feira, 12 de junho de 2009 NBA | 11:20

POR QUÊ?

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Derek Fisher empata o jogo

Seis são as alternativas para se tentar entender por que o Lakers ganhou e o Orlando perdeu. Vamos a elas:

1) Por causa dos arremessos mortais de três pontos de Derek Fisher;

2) Por causa do espaço dado por Jameer Nelson no momento do tiro de Derek Fisher que empatou o jogo (imagem acima, da Getty Images) em 87 pontos e levou-o à prorrogação;

3) Pelo fato de Jameer Nelson não ter feito falta em Derek Fisher e ter obrigado o armador do Lakers a bater dois lances livres;

4) Por causa dos dois lances livres que Dwight Howard errou a 11 segundos do final do tempo normal, que poderiam ter levado a diferença do Orlando para cinco pontos e liquidado o jogo;

5) Pela opção de Phil Jackson em fazer a reposição de bola no fundo da quadra e não no meio, o que possibilitou aos jogadores se espalharem e evitar que Derek Fisher sofresse a falta de Jameer Nelson.

6) Todas as alternativas anteriores são corretas.

Em qual você crava?

CALIBRE

Como disse no papo passado, Derek Fisher voltou a dar o ar da graça. Ontem, não fosse ele, e o Lakers teria perdido.

O Orlando vencia o jogo por três pontos (87-84). Na reposição pelo fundo, após um pedido de tempo feito por Trevor Ariza, que apanhou o rebote do segundo lance livre perdido por Dwight Howard, Fisher recebeu a bola, levou-a tranquilamente até próximo da linha dos três e quando o relógio marcava 4.6 segundos para a buzinada final saiu o tiro.

Foi certeiro: bingo!, como gostam de dizer os americanos.

Ou então: money!, como eles também se referem a estes arremessos mortais.

Jogo empatado em 87 pontos.

Na prorrogação, a 31 segundos do encerramento, uma vez mais Fish apareceu para outro tiro aniquilador. E de três novamente: 94-91.

A vantagem de três pontos jogou uma pressão enorme nos ombros do Orlando, que acabou sucumbindo.

Pau Gasol fez os últimos cinco pontos do Lakers e levou o placar para os definitivos 99-91.

DESLEAL

Leandrinho teria dito que Kobe Bryant é sujo porque gosta de usar os cotovelos em quadra. Sinceramente, eu nunca observei isso e nunca li nada a respeito de outros jogadores reclamando deste possível comportamento do jogador do Lakers.

Por falar nisso, o que dizer da fraqueza emocional de Michael Pietrus no final da partida, quando, feito uma menina histérica, esmurrou as costas de Pau Gasol quando ele iria fazer mais dois pontos em uma enterrada?

Pietrus parece-me gente boníssima, não dá para dizer que ele é sujo pela jogada de ontem. Creio que foi apenas um momento de fraqueza pela frustração de ter visto escapar pelos dedos uma partida que estava mais do que ganha.

GÊNIO

Kobe Bryant

Acho que todos concordam que Kobe Bryant (acima, foto Getty Images) voltou a jogar mal. Forçou novamente o jogo, cometeu erros bobos e no momento crucial parecia uma criança mimada em quadra tentando, sozinho, definir a partida.

No entanto, mais uma vez, a gente olha para os números e estes nos dizem: 32 pontos, oito assistências e sete rebotes.

Quer dizer: se Kobe tivesse jogado o seu normal, teria feito mais de 50 pontos e marcaria um “triple-double”.

Mesmo jogando mal, o cara faz 32 pontos, dá oito assistências e apanha sete rebotes.

Gênio.

CULPADO

Se alguém quiser justificar a derrota do Orlando e cravar na alternativa quatro (“Por causa dos dois lances livres que Dwight Howard errou a 11 segundos do final do tempo normal, que poderiam ter levado a diferença do Orlando para cinco pontos e liquidado o jogo”), vejam só como um jogo de basquete é cruel: DH quase fez um “triple-double”.

O Super-Homem da Flórida marcou 16 pontos, fisgou 21 rebotes e deu nove tocos!

Mas errou dois lances livres a 11 segundos do final do tempo normal, que poderiam ter levado a diferença para cinco pontos e liquidado o jogo.

Isso também é fato.

CORRIDA

O Lakers fez uma corrida de 12-1 após Rashard Lewis ter feito uma cesta de três e levado a vantagem do Orlando para 90-87. Isso a 4:33 minutos do fim.

Os pontos do Lakers foram assim distribuídos: Pau Gasol, cinco; Kobe Bryant, quatro; Derek Fisher três.

SUPERSTIÇÃO

A menina Gina Marie Incandela havia cantando o hino dos EUA em sete jogos do Orlando em sua Amway Arena. E o recorde do Magic era de 7-0.

Ontem, como aconteceu no jogo de terça-feira, Gina Marie voltou a cantar a canção “Star Spangled Banner”, o hino norte-americano.

Não deu certo.

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