Publicidade

Posts com a Tag Nenê

segunda-feira, 13 de agosto de 2012 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 22:18

ESCOLHIDO O VENCEDOR DA CAMISA AUTOGRAFADA DO BRASIL

Compartilhe: Twitter

Bem, rapaziada, conforme prometi, no começo desta semana eu iria divulgar o vencedor do concurso cultural que premiou o felizardo com a camisa autografada do Brasil (foto). Os autógrafos são dos quatro brasileiros que atuam na NBA e que defenderam nosso selecionado nos Jogos Olímpicos de Londres: Nenê, Leandrinho, Varejão e Splitter.

Como eu disse a vocês, a ideia foi da Netshoes, que me procurou propondo a promoção. Eles e eu concordamos que o melhor para o concurso seria que vocês mandassem frases, impressões, poemas, o que vocês quisessem falar sobre o nosso selecionado. Vocês tiveram liberdade para criar.

Por haver um vínculo muito forte entre mim e vocês, passei a bola para os editores do iG. Pedi para que eles escolhessem o vencedor, o autor da manifestação mais emocionante sobre a seleção brasileira de basquete masculino.

Disseram-me que não foi uma tarefa das mais fáceis. Segundo eles (e eu concordo, pois li todas as mensagens), havia material farto, o que dificultou a escolha.

No final, depois de terem selecionado três mensagens (não me disseram quais), eles optaram pelo escrito do parceiro Marcos Gordinho. A mensagem vencedora foi esta que reproduzo abaixo:

Em cada passe “és belo”, em cada defesa “és forte”, em cada drible “impávido”, em cada toco “colosso”, a cada desafio “verás que um filho teu não foge a luta”, seleção de filhos da “pátria amada BRASIL”!!!

Parabéns, pois ao Marcos Gordinho. A Netshoes vai entrar em contato com você para enviar a camisa autografada do Brasil através do e-mail.

E eu quero aproveitar para agradecer a Netshoes pela ideia e por ter escolhido esse blog para fazer a promoção. E não se esqueçam: se vocês quiserem encontrar produtos da NBA, entrem no site da Netshoes (clique aqui).

Autor: Tags: , , ,

quinta-feira, 9 de agosto de 2012 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 19:51

PROSSEGUE PROMOÇÃO QUE VAI DAR UMA CAMISA DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Compartilhe: Twitter

Bem, o Brasil está fora dos Jogos Olímpicos, mas concordamos: nosso selecionado deu um passo e tanto. Depois de 16 anos vendo tudo pela televisão, acabamos em quinto lugar.

Houve erros, claro. Mas houve também muitos acertos. E concordamos, pela manifestação da maioria, que estamos no caminho certo e que com acertos aqui e ali continuaremos progredindo.

Por isso, não vamos nos deprimir. O momento, embora não seja de euforia, é um bom momento. Não há motivo para tristeza.

E por conta disso imagino que vocês ainda estejam interessados na camisa da seleção autografada (foto). A promoção vai prosseguir até o final desta semana. Continuem mandando frases, impressões, poemas, o que vocês quiserem falar sobre o nosso selecionado.

Estarei, ao lado dos editores do iG, analisando o conteúdo e no começo da próxima semana estarei divulgando o nome do vencedor.

Lembrem-se que a camisa é uma cortesia da Netshoes, que conseguiu que os quatro brasileiros que estão na NBA a autografassem: Nenê, Leandrinho, Varejão e Splitter.

E não se esqueçam: se vocês quiserem encontrar produtos da NBA, entrem no site da Netshoes (clique aqui).

Continuo, pois, observando a verve criativa desta rapaziada de valor que frequenta o botequim.

Mãos à obra!, volto a dizer.

Autor: Tags: , , ,

segunda-feira, 6 de agosto de 2012 Seleção Brasileira | 23:02

QUER GANHAR UMA CAMISA DO BRASIL AUTOGRAFADA? PARTICIPE DO CONCURSO

Compartilhe: Twitter

Rapaziada, este blog nunca fez qualquer promoção nestes quase cinco anos em que nos encontramos juntos, emparceirados. Mas muitos de vocês têm me pedido isso.

Fui procurado pelo pessoal da Netshoes e surgiu a oportunidade. Eles me cederam uma camisa do Brasil autografada, conforme mostra a foto acima. Cederam-me exatamente para fazermos este concurso. E eu achei muito bacana.

Portanto, o blog, em parceria com a Netshoes vai dar uma camiseta do Brasil autografada pelos quatro brasileiros que estão na seleção e que jogam na NBA: Nenê, Varejão, Leandrinho e Splitter. E se você quiser encontrar os produtos da NBA é só clicar aqui.

E no que vai propor o concurso? Simples: aquele que escrever a frase mais transada sobre a seleção brasileira leva a camisa. A comissão julgadora será formada pelo pessoal do iG (editor e seus assistentes) e eu próprio.

Fico no aguardo.

Portanto, mãos à obra!

Autor: Tags: , , ,

segunda-feira, 19 de março de 2012 Sem categoria | 17:55

ENTENDA O QUE O DENVER FEZ COM NENÊ

Compartilhe: Twitter

Josh Kroenke, presidente do Denver, disse ao jornalista Emiliano Carchia (que postou em seu Twitter) que a franquia não usou do artifício de assinar um longo e custoso contrato com Nenê para depois trocá-lo. Balela; claro que foi isso que aconteceu. Trocando em miúdos: foi uma baita sacanagem da direção colorada.

As coisas, agora, começam a clarear. Essa história de arrependimento por causa do alto contrato ofertado e aceito não houve. Houve, sim, má fé.

Você ainda não entendeu? Eu explico. Seguinte: o Nuggets assinou um acordo de cinco anos com o pivô brasileiro em troca de US$ 65 milhões. Com o novo contrato, o “payroll” da franquia chegou a US$ 57,29 milhões. Ao trocar Nenê e pegar JaVale McGee, Rony Turiaf, uma “trade exception” de US$ 13 milhões e um futuro draft de segunda rodada, o Nuggets baixou sua folha de pagamento para US$ 51,11 milhões.

Agora veja o que aconteceu: o Denver acabou de assinar contrato com o ala Wilson Chandler no valor de US$ 37 milhões. Ou seja: US$ 7,4 milhões por temporada; US$ 7,4 milhões, que se somados aos US$ 51,11 milhões dão a quantia de US$ 58,51 milhões, valor este que não faz estourar o “cap” do Denver.

Na próxima temporada, o “payroll” do Denver cairá para US$ 37,26, o que permitirá à franquia negociar com “free agents” como Deron Williams, por exemplo. Ou então Andrew Bynum; por que não?

Mas se o Denver não quiser gastar e ficar dentro do teto salarial sem ter que pagar a draconiana “luxury tax”, ele simplesmente renova com Ty Lawson, que somado ao já renovado salário de Danilo Gallinari deixa o time completo e econômico.

CONCLUSÃO

Se o Denver não queria Nenê, deveria ter tido a dignidade de dizer ao brasileiro: pegue a melhor oferta que aparecer porque a gente não tem interesse em você. Mas não; ao fazer isso, deram uma dinheirama ao brasuca, mas deram também um pé nos fundilhos dele na primeira chance que apareceu.

VIDA NOVA

Depois de ter assinado novo acordo com o Denver, Nenê comprou uma mansão na cidade. Gastou os tubos para viver no conforto ao lado da mulher e do filho. E agora, o que fazer? Viver longe dos dois? Não sei dizer.

Em sua primeira entrevista coletiva em Washington, um repórter perguntou a Nenê como ele se sentia em relação a troca. “Nem queria saber”, respondeu o brasuca.

Como era de se esperar, Nenê foi aprovado no exame médico feito em Washington. Somente os desinformados ou os que agem com má fé imaginavam ou torciam pelo contrário.

Já treinou com o time, conforme foto do site do Washington Wizards. E vai mesmo estrear nesta quarta-feira, fora de casa, contra o New Jersey Nets.

00 OU 42?

Sim, este pode ser o número de Nenê no Washington: 00. Ou seja: um duplo zero, como Robert Parish no Boston Celtics de Larry Bird e Kevin McHale. Na página do Wizards no site da NBA há uma entrevista com Nenê, onde ele aparece com uma camisa com o número 00.

Por outro lado, no “roster” da equipe ele aparece com o número 42. Qual será? Vamos aguardar.

O fato é que Nenê se mostra feliz. Sua fisionomia diz isso. No papo com o repórter do site do Wizards, o brasuca diz estar honrado em jogar pela franquia, que espera representar bem a Deus e a cidade, além de ajudar os novos companheiros. E diz também que a troca para ele está funcionando como um “rookie process”.

Veja vídeo abaixo:

LAKERS

A surpresa da rodada de ontem foi a derrota do Lakers para o Utah, em plena Los Angeles. Completinho da silva, pegou um adversário desfalcado de seu principal jogador, o pivô Al Jeferson. Mesmo assim, o Jazz não se intimidou e venceu por 103-99.

Fazia muito tempo que eu não via Kobe Bryant jogar tão mal como ontem à noite. Kobe anotou apenas 15 pontos, frutos de um ridículo aproveitamento de 3-20 nos arremessos (1-6 nas bolas de três). Não fossem os oito lances livres convertidos e teria terminado a partida com apenas um dígito na pontuação.

Além da baixa pontuação e do baixo aproveitamento nos arremessos, a bola parece ter queimado nas mãos de Kobe: ele perpetrou nada menos do que sete erros e foi quem mais ajudou a engordar os 24 equívocos cometidos pelo time na partida.

Jogo para ser esquecido.

Para Kobe, claro, porque Andrew Bynum segue jogando o fino da bola. Anotou 33 pontos (12-14) e pegou 11 rebotes. Não fosse ele e o Utah teria resolvido a questão muito antes da buzinada final.

Do lado do Utah, gostei muito do “rookie” Enes Kanter, um turco prestes a completar 20 anos, 2,11m de altura e 121,1 quilos de muita força. Deu uma trabalheira danada a Bynum e Pau Gasol.

Kanter veio do banco e em 22:52 minutos cravou 17 pontos (6-7) e oito rebotes. Teve mais minutos por conta da ausência de Al Jeferson. Tyrone Corbin, o treinador do Utah, deve ter ficado animado com o que viu.

E o mais legal é que não foi contra o Tabajara; foi contra o Lakers. Não foi contra Pedrinhos e Zezinhos, foi contra Bynum e Gasol.

Autor: Tags: , , , , , ,

domingo, 18 de março de 2012 NBA | 13:11

LEANDRINHO ASSISTE DERROTA DO INDIANA E NENÊ FAZ EXAMES MÉDICOS NO WASHINGTON

Compartilhe: Twitter

Leandrinho Barbosa esteve ontem no Bankers Life Fieldhouse em trajes civis. Acompanhou a derrota de seu novo time, o Indiana, para o New York por 102-88; uma goleada.

Ficou ao lado de Lou Amundson (foto “Indianapolis Star”), com quem jogou no Phoenix e com quem pedalava pelas ruas da cidade. Amundson, assim como LB, ia para os treinos da equipe de bicicleta.

“Nem consegui dormir direito (de sexta-feira para sábado)”, disse Leandrinho aos repórteres depois da partida de ontem. “Fiquei pensando o tempo todo em como será (jogar pelo Pacers), se os jogadores e os treinadores vão me receber bem”.

Mas não há com o que se preocupar. Ontem pela manhã, ao visitar a equipe durante o treino de arremessos, LB foi muitíssimo bem recebido pelos seus futuros companheiros. “Estou muito feliz”, garantiu ele. “Esse time é muito bom e estará nos playoffs. Estou ansioso em poder ajudar”.

E para ajudar, LB tem que assimilar o sistema de jogo do Pacers. Hoje é dia de folga para os jogadores, menos para Leandrinho. Ele estará no Fieldhouse para uma aula intensiva para aprender os movimentos do time em quadra. Com isso, estará apto a estrear na próxima terça-feira, em casa, diante do LA Clippers.

“Ele estará ao lado de um de nossos assistentes para aprender rapidamente nossas movimentações”, disse o técnico Frank Vogel. “Assistirá a vários vídeos e verá também, no quadro-negro, todas jogadas ofensivas e defensivas do nosso time. Acho que não haverá problema de ele assimilar tudo isso rapidamente”.

Também acho que não. Não vejo a hora de terça-feira chegar.

NENÊ

O voo de Denver para Washington sofreu atraso e por conta disso Nenê chegou à capital dos EUA apenas no começo da noite de ontem. Para ser preciso, o pivô brasileiro desembarcou às 19h locais.

Fez todos os exames. Os resultados serão revelados neste domingo. Não deverão apontar surpresa alguma, pois Nenê vinha jogando pelo Denver.

Por falar em jogar, cabe um esclarecimento. Ao contrário daqueles que afirmam que Nenê é um jogador que fica mais do lado de fora do que em quadra, depois que ele se curou do câncer testicular seu desempenho foi o seguinte:

1) Temporada 2008-09 — Jogou 77 das 82 partidas possíveis. Nos playoffs, atuou em todos os 16 confrontos do Denver;
2) Temporada 2009-10 — Entrou em quadra em todos os 82 jogos da equipe. Nos playoffs, jogou cinco das seis partidas do time;
3) Temporada 2010-11 — Participou de 75 partidas na fase regular e todos os cinco cotejos do time nos playoffs.

Ou seja: na fase de classificação, dos 246 jogos possíveis Nenê atuou em 234, perdendo apenas 12 (95,1%). E nos playoffs, perdeu apenas uma das 27 pelejas disputadas.

Nesta temporada sim; nesta temporada Nenê se machucou e perdeu 15 das 45 cotendas do Denver por conta das lesões.

Portanto, tomar a parte pelo todo demonstra que a mídia está a) mal informada; b) age de má fé.

RODADA

Bem, mas vamos falar da rodada de ontem. E abrimos com a vitória do New York sobre o Indiana, fora de casa, por 102-88, como vimos. Foi o terceiro triunfo seguido do Knicks sem Mike D’Antoni, agora com o comando de Mike Woodson. Woodson, se você não sabe, foi o cara que montou esse time do Atlanta. Não conseguiu, no entanto, fazer o “upgrade” para tornar o Hawks uma equipe de alto calibre, a ponto de disputar uma final de conferência… E Jeremy Lin (fotoAP), que muitos deram como acabado especialmente com a saída de D’Antoni, teve uma partida espetacular: 19 pontos, sete assistências e seis rebotes. Oito de seus tentos foram marcados num “rush” do NYK de 17-4, no último quarto, que determinou a vitória da equipe… O Chicago teve problemas para vencer o Philadelphia em seu United Center por 89-90. O primeiro tempo da equipe foi ruim (perdeu por 44-38). No segundo, resolveu seus problemas defensivos (sofreu apenas 36 pontos) e venceu; venceu uma vez mais sem Derrick Rose… Mas contou novamente com um bom basquete de Joakim Noah: 13 pontos e 11 rebotes. Também por conta do franco-americano o Bulls venceu a batalha pelos rebotes por 53-39… CJ Watson, 20 pontos, outro que merece destaque… E no Sixers, os holofotes se derramaram em cima de Jrue Holiday: 30 pontos… Em Dallas, num dos clássicos do Texas, o San Antonio se revezou com o Mavs no marcador em boa parte do jogo. Não teve estofo, no entanto, para vencer a partida: 106-99 para os anfitriões… Enganei-me quanto ao tempo de Tiago Splitter. Em nosso papo de ontem, disse que ele estaria em quadra os 18 minutos habituais. Na verdade Tiago atuou 18:52 minutos. Por isso, tenho que me desculpar perante o técnico Gregg Popovich… Splitter marcou 15 pontos e pegou seis rebotes. Já pensaram se ele jogasse dez minutos a mais?… Dirk Nowitzki foi o cestinha do confronto com 27 pontos, mas agradou-me bem mais os 14 pontos (4-5 nas bolas de três) e as dez assistências de Jason Kidd… Mas todos estiveram mesmo de olho em Stephen Jackson, recém-adquirido pelo SAS. Jackson jogou 17 minutos e marcou cinco pontos. Foi seu primeiro jogo com a camisa alvinegra desde as finais de 2003, quando o Spurs foi campeão.

NOVIDADES?

Gilbert Arenas, mais magro e com os joelhos em dia, treina com o Memphis nesta segunda-feira. Deve assinar contrato com a equipe do Tennessee.

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 20:57

CBB ESTÁ CÉTICA QUANTO A NATURALIZAÇÃO DE LARRY TAYLOR

Compartilhe: Twitter

Rapaziada, pelo amor de Deus! Estava me esquecendo de contar a vocês! Ontem à tarde eu conversei com Vanderlei Mazzuchini, diretor da CBB responsável pelas seleções masculinas. Liguei pra ele por conta da convocação da seleção dos EUA, lista que será entregue no final de janeiro para a Fiba. Queria saber quando é que o Brasil mandará a sua para a Fiba etc e tal. Mas, principalmente, queria saber sobre o processo de naturalização do Larry Taylor (foto CBB).

A CONVERSA

— Tudo bem, Vanderlei?

— Bem, Fábio, e você?

— Tudo ótimo, obrigado. Estou te ligando pra saber se tem novidades na seleção. Como está o processo de naturalização do Larry Taylor?

— Por enquanto nada. Nesta época, está tudo meio parado. Mas não temos certeza se vamos conseguir.

— Não têm certeza?

— Não temos.

— Por quê?

— Porque é muito complicado e demanda tempo. Tem muita burocracia.

— Será uma pena se não der certo.

— Com certeza.

— Isso pode atrapalhar o Rubén (Magnano)? Nesta lista que terá que ser entregue até o final do mês?

— Olha, Fábio, essa lista é apenas uma lista preliminar. Você pode mandar até uns 60 nomes para a Fiba se quiser. E acho que é o que vamos fazer.

— Mas os EUA estarão mandando uma lista com 19 nomes.

— A situação deles é diferente do resto do mundo. Eles têm que adiantar o processo de convocação porque se deixar pra última hora pode acontecer de jogador não atender. Nós vamos fazer nossa primeira convocação em maio. E a gente sabe que lá nos EUA em maio já tem jogador em férias.

— Exato, jogador que não consegue chegar aos playoffs.

— Isso. O cara precisa saber que estará na relação dos convocados dos EUA.

— Então em maio o Rubén convoca? Quantos jogadores?

— Se ele repetir o de sempre, uns 16, 18 jogadores. Mas não quero falar em nome dele.

— Ele vai chamar todo mundo?

— Já disse: a CBB não fechou as portas pra ninguém.

— O Rubén já conversou com os jogadores da NBA?

— Ainda não.

— Ele vai convocar e deixar para o jogador decidir ou vai conversar primeiro com o jogador e saber se ele quer jogar as Olimpíadas e com isso evitar um constrangimento se ele disser não.

— Ele vai convocar quem quiser. Já pensou se ele não convoca um determinado jogador? As pessoas podem reclamar e com razão.

— Não, o que eu digo é: por exemplo, o Nenê. O Rubén liga pra ele e pergunta se ele tem intenção de estar em Londres. Se o Nenê disser que não pode ir por um determinado problema, ele não coloca o nome do Nenê na lista dos convocados. Mas quando apresentá-la para a mídia, ele diz: “O Nenê não está na lista porque me pediu para não ser convocado por isso, por isso e por isso”. Com isso, evita de o cara ter que mandar um e-mail pra CBB, pedindo dispensa, como tem acontecido e gerado muita polêmica.

— É uma boa ideia. Quem sabe a gente não faça isso desta vez?

— Onde vai ser a concentração? Já está definido?

— Ainda não. No começo de fevereiro a gente saberá. Mas até o dia 20 de janeiro a gente já terá o calendário completo da preparação da seleção para as Olimpíadas.

— E o Sul-Americano no Uruguai? O Brasil vai com o time completo e aproveitar para treinar e entrosar a equipe?

— Pois é, tem o Sul-Americano, que será no começo de junho. Era pra ser em 20 de julho, mas mudaram. Com isso, vamos ter que mudar nosso esboço de programação. Mas o Brasil deve ir com um time alternativo.

— Como está o trabalho com o Magnano?

— Agora está mais fácil pra mim, pois eu já conheço o método de trabalho dele. E isso facilita demais.

— Ele está na Argentina?

— Isso, na Argentina.

— Legal, Vanderlei. Obrigado pela atenção. Um grande 2012 pra vocês todos aí na CBB e principalmente para a nossa seleção.

— Tomara, Fábio. E pra você também um ótimo 2012.

— Obrigado.

CONCLUSÃO

Então, rapaziada, a situação do Larry Taylor é esta. A CBB está cética em relação ao processo de naturalização do norte-americano.

Se ele não puder ir, teremos problemas, pois ele seria o jogador ideal para o descanso do Marcelinho Huertas e uma excelente alternativa para o lugar do Leandrinho Barbosa também.

O que eu acho? Acho que a CBB deveria ir ao Ministério da Justiça e explicar a situação para agilizar o processo.

Alguém pode dizer: não é correto, pois a lei tem que ser igual para todos. É verdade; mas há casos e casos. E neste caso, há uma Olimpíada e o Brasil estará participando dela.

Um bom desempenho brasileiro traz a reboque benefícios do ponto de vista social, cultural e também econômico, benefícios que não podemos fechar os olhos a eles e que podem beneficiar um montão de gente.

Autor: Tags: , , , , ,

terça-feira, 3 de janeiro de 2012 NBA | 16:16

MIAMI E OKC PERDEM E NÃO HÁ MAIS INVICTOS NA NBA

Compartilhe: Twitter

Não há mais invictos na NBA. Os dois últimos caíram ontem à noite. Primeiro foi o Miami, que perdeu surpreendentemente para o Atlanta (100-92) em casa; depois quem se rendeu foi o Oklahoma City, que em terras inimigas foi batido pelo Dallas.

Disse surpreendente em relação ao revés do Miami porque o Atlanta, embora reconheçamos tenha um bom time, não passa de um bom time. E jogando fora de casa, contra um dos favoritos ao título, não imaginava que a equipe do sul da Flórida fosse perder.

Mas um olhar mais atento ao desempenho do Heat na competição nos revela que o time não está justificando tantos holofotes. Venceu brilhantemente o Dallas fora de casa em seu debute no torneio, numa época em que o Mavs ainda estava de ressaca pelo título conquistado. De lá pra cá, fez uma boa vitória, em casa, diante de um Boston desfalcado de Paul Pierce, e só voltou a convencer quando pegou, diante dos fãs, uma galinha morta chamada Charlotte (129-90), lembrando que quando jogou no galinheiro alheio suou para vencer (96-95).

Definitivamente, o Miami ainda não está no ponto. E nem poderia ser diferente. Os times têm que estar no ponto quando os playoffs chegarem.

Mas, sinceramente, eu esperava mais do Heat nesse início de campeonato. Acho que LeBron James também (foto AP).

Já o OKC perdeu uma partida perdível. Ou seja: foi derrotado pelo atual campeão da NBA por 100-87. Portanto, nada de anormal — ao contrário do que aconteceu com o Miami.

Se olharmos em retrospecto para a campanha do Thunder, não vamos encontrar nenhum jogo precioso, mas o time somou vitórias diante de oponentes de respeito: Orlando, Dallas e Phoenix, todos em casa, e Minnesota e Memphis, fora.

Se a bola que o Miami joga merece reflexão, o desempenho do OKC agrada.

RECUPERAÇÃO

Ricardo Camilo, um dos mais antigos frequentadores deste botequim, que nos últimos dias a gente o tem reparado taciturno e sorumbático, jogou ontem a toalha por conta do desempenho de seu Dallas neste campeonato. Mas foi precipitado, pois o confronto da noite contra o Oklahoma City nem havia sido disputado.

Aliás, vale repetir o teor da mensagem do Ricardo:

Sormani,

Já teve algum campeão que ficou de fora dos playoffs no ano seguinte ou o Dallas será o 1º a ter essa “honra”?

Depois do que eu vi ontem, desisti completamente: aquilo não é um time, é um catadão digno de pelada no parque. Ninguém defende, o ataque é cada um por si, o garrafão é uma piada, só faltam estender um tapete vermelho para os adversários.

Se não bastassem os 17 desperdícios de posse, Rick Carlisle teve a “brilhante” ideia de colocar Dirk Nowitzki pra marcar Kevin Love, ou seja, um jogador fraco defensivamente para marcar o melhor atleta do adversário, “genial”.

Outra coisa que vou custar a entender: pq renovaram o contrato do (Brian) Cardinal? Se havia um jogador do elenco do ano passado que era descartável (pode ser cruel, mas a palavra é essa), era exatamente Cardinal e não os 4 que saíram. Além deste amor gigantesco por (Rodrigue) Beaubois.

O que começa errado termina errado. Agora inventaram o tal de Yi Jianlian, mais um chinês alto e bichado, acho que seria mais barato renovar com (Tyson) Chandler que manter Cardinal, (Brendan) Haywood e (Ian) Mahinmi, e contratar Sean Willians e Yi Jianlian.

Feliz 2013 Dallas!

Respondi a Camilo: tenha calma, a casa será arrumada.

E acho que a faxina começou a ser feita ontem à noite. O time já mostrou outro basquete. A principal mudança se deu na defesa: compactada, pressionando sempre o homem da bola e ótima movimentação dos jogadores que estavam no lado fraco, impedindo, com isso, que alguém aparecesse livre para pontuar.

O resultado desta mudança de atitude os números nos contam como foi. O aproveitamento do OKC nos arremessos de um modo geral foi ruim: 40,3% (31-77). Mas os tiros longos, aqueles que valem três pontos, esses foram muito pior: 26,3% (5-19).

O Dallas parece ter encontrado o caminho perdido. Por conta disso, eu não tenho a menor receio em dizer que o time estará nos playoffs desta temporada, temor esse que, tenho certeza, deve ter diminuído no coração do nosso bravo parceiro Ricardo Camilo.

PERDA

Manu Ginobili fraturou a mão esquerda. Os doutores que examinaram o caso, logo após o incidente, disseram que ele ficará de fora pelo menos um mês, embora o jogador faça um exame mais apurado nesta terça-feira.

Uma perda e tanto. Como postei ontem no meu Twitter (@FRSormani) durante a partida, Manu joga demais! E joga mesmo.

Não há substituto para ele no elenco e na NBA são poucos os jogadores que podem fazer o mesmo trabalho que ele faz: precisão nos arremessos e passes, defesa forte, liderança e aporrinhar adversários e arbitragem.

A gente não pode se esquecer que este campeonato tem 66 partidas na fase de classificação e não as 82 habituais. Neste janeiro, o time fará 17 partidas. Ou seja: 25% do “schedule”.

É bom o SAS se cuidar, pois a Conferência Oeste, ao contrário do que muitos imaginam, não é nenhuma barbada. Está muito equilibrada e o Minnesota está de olho numa vaga no grupo de elite.

SURPRESA

Ontem falamos de Ricky Rubio. Deitamos elogios ao armador espanhol e dissemos que o jogo contra o San Antonio seria o melhor da noitada.

Para surpresa geral na nação, Luke Ridnour, o armador titular e que sempre cede seus minutos para Rubio jogar, foi o grande nome da vitória do Wolves sobre os texanos por 106-96.

Luke anotou 19 pontos e deu nove assistências em 36 minutos. Por conta disso, deixou apenas 24 minutos para o espanhol jogar. E o ibérico foi uma decepção: seis pontos e três assistências.

Ah, sim, alguém pode dizer: como Ridnour foi o melhor em quadra se Kevin Love marcou 24 pontos e pegou 15 rebotes? Esses números do ala-pivô do amor são corriqueiros e já não chamam mais tanta a atenção.

Aliás, sobre Kevin vou falar qualquer dia dessas, mais detalhadamente.

INFLAMAÇÃO

No pé esquerdo. Por conta disso Nenê não atuou na vitória de ontem do Denver diante do Milwaukee por 91-86. Deve voltar no confronto destaque quarta diante do Sacramento.

Sem Nenê, dois outros brasileiros estiveram em quadra na noite de ontem, segunda-feira. Primeiro foi Leandrinho Barbosa, que anotou uma dezena de pontos na vitória de seu Toronto sobre o Knicks, em plena Nova York, por 90-85. Tiago Splitter atuou com a camisa 22 do San Antonio na derrota diante do Wolves, derrota que foi mencionada anteriormente. Splitter veio do banco e anotou 12 pontos e pegou três rebotes apenas. Está mostrando evolução a cada dia que passa.

ENGODO?

O New York perdeu para o Toronto. Muitos parceiros deste botequim estão esperando muito do Knicks neste campeonato.

Não faço parte deste coro.

Mas do Knicks eu ainda vou falar; mas mais para frente.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 NBA | 17:36

PREVISÕES PARA A TEMPORADA 2011-12 DA NBA

Compartilhe: Twitter

Depois de meses de angústia e indefinição, quando muitos chegaram a pensar que a temporada não aconteceria, eis que neste domingo, dia 25, ironicamente no dia de Natal, ganhamos o presente que tanto queríamos: a bola subirá pela primeira vez e começa o campeonato da NBA, o mais importante, charmoso, rentável, disputado, imbatível e apreciado de todo o planeta.

Os times já estão praticamente montados. Dificilmente teremos uma troca bombástica (“blockbuster”), pois o Orlando disse que não negocia Dwight Howard nos próximos meses e que muito provavelmente ele jogue toda a temporada na Flórida.

Portanto, já podemos fazer uma análise sobre os favoritos. Não, não vou analisar os 30 times do campeonato. Vou falar apenas daqueles que eu acho que vão fazer algo de importante no torneio.

LESTE

Queiram ou não, podem chorar os fanáticos se quiserem, mas o Miami Heat segue tendo no papel o melhor time da NBA. Na quadra, quase confirmou isso na temporada passada, mas acabou se curvando ao jogo coletivo do Dallas.

Dwyane Wade, LeBron James e Chris Bosh, juntos, formam o melhor “big three” da liga.

O time do sul da Flórida manteve intacto seu núcleo. Melhor do que isso: contratou o excelente Shane Battier, jogador que, ao que tudo indica, se encaixará perfeitamente no sistema implantado pelo técnico Erik Spoelstra.

Com ele, o que se comenta na Flórida é que Spoelstra vai usar muito LBJ como ala-pivô, aproveitando mais Battier no time principal.

É o meu favorito para ganhar a conferência.

Seu grande oponente será, uma vez mais, o Chicago Bulls. Assim como o Miami, manteve seu núcleo ileso. Assim como o Miami, fez uma contratação superimportante: Richard Hamilton.

Apesar de seus 34 anos, Hamilton não mostra declínio físico e nem técnico. Vejo em quadra o mesmo vigor dos tempos de Detroit.

Com Rip no time, a pressão em Derrick Rose diminuirá; com Rip no time, a equipe ficará mais rápida; com Rip no time, as bolas longas se tornarão mais mortais ainda e não serão privilégio apenas de Kyle Korver.

Tom Thibodeau segue no comando da equipe, que ele transformou numa máquina defensiva. No último campeonato, o Bulls foi a melhor defesa da nação, seguido pelo Miami.

Como na temporada passada, deverá fazer a final do Leste contra o Miami e, como na temporada passada, deverá ser batido novamente.

Com a adição de Baron Davis, o New York Knicks terá um armador muito melhor do que teve em Chauncey Billups. O problema é que Davis não tem uma saúde de ferro. Se estiver mais resistente, o time renderá muito mais do que na temporada passada.

Pra quem é mais jovem eu digo: Davis era o Chris Paul de sua geração.

A contratação de Tyson Chandler foi outra boa notícia para a franquia nova-iorquina. Com ele, o NYK ganha em força defensiva e para entrar em seu garrafão os adversários vão ter que pedir licença.

Chega fácil à semifinal do Leste.

Tudo bem que o “Big Three” do Boston Celtics está um ano mais velho, mas segue sendo ainda uma imensa ameaça para os adversários. E Rajon Rondo, não se esqueça, é o armador do Celtics, tido por muitos como o melhor “point guard” da NBA.

O problema do Boston vai ser o rodízio. Jeff Green, que ajudaria no descanso de Paul Pierce e Ray Allen, perderá toda a temporada por causa de um problema cardíaco. Brandon Bass será o responsável pelo repouso de Kevin Garnett, mas, sinceramente, eu não sei por que o Celtics preferiu-o ao invés de Glen Davis. E mais: quem será o substituto de Rajon?

Com esses problemas no banco, pode ter dificuldade para atingir a semifinal. A menos que o “Big Three” se supere fisicamente.

A grande ameaça ao Boston é o Orlando Magic. Claro, isso se o time não perder Dwight Howard.

Jameer Nelson é um ótimo armador, mas o problema dele é o mesmo de Baron Davis: as seguidas lesões. Se Jameer puder jogar pra valer, ao lado de Jason Richardson, Hedo Turkoglu, Glen Davis e D12, repito, serão uma ameaça e tanto para o Boston atingir uma das semifinais.

O Indiana Pacers tem tudo para tomar a vaga do Atlanta Hawks na relação dos favoritos do Leste. O time de Indianápolis manteve sua base e ainda adicionou dois ótimos jogadores: David West e George Hill.

O dinheiro gasto com West, no entanto, eu teria investido em outro atleta, pois o Indiana conta com Tyler Hansbrough para a posição e não haveria a necessidade desta aquisição. Como disse em outro post, Tyler pode ser o Taj Gibson do Pacers.

Sobram duas vagas que serão disputadas, no tapa, por Atlanta Hawks, New Jersey Nets, Milwaukee Bucks e, mais atrás, o Philadelphia 76ers.

OESTE

“Não subestimem o coração de um campeão”. A frase é do ex-treinador Rudy Tomjanovic, dita logo após a conquista do título da Conferência do Oeste no torneio 1994-95. O Houston, então campeão da NBA, tinha se classificado apenas em sétimo lugar e foi comendo pelas beiradas e chegou ao título não apenas da conferência, mas também da NBA.

Conto essa história porque o Dallas Mavericks não pode ser subestimado. Ganhar um campeonato do jeito que o Mavs ganhou na temporada passada mostra que o basquete não se limita apenas a grandes jogadores reunidos em um mesmo time. É preciso ter uma filosofia por trás de uma equipe campeã.

E isso o técnico Ricky Carlisle conseguiu implantar nos texanos. E contou, claro, com uma atuação soberba de Dirk Nowitzki, que calou os críticos que apontavam o dedo para o alemão o tempo inteiro chamando-o de “amarelão” — e, diga-se, com razão.

Pois esse time estará de volta nesta temporada e reforçado por Lamar Odom.

Sim, eu sei, Tyson Chandler deixou a franquia e esse, realmente, é um grande problema, pois não houve substituição à altura. Brandon Haywood, reserva de Chandler, será agora o titular e não tem o mesmo quilate.

Outra perda importante: DeShawn Stevenson deve se transferir para o New Jersey. Embora reserva, sempre que entrava trazia consigo não apenas qualidade técnica, mas uma garra impressionante, que se tornou símbolo da conquista passada.

Como eu compactuo com a frase de Rudy T., o Dallas é um dos favoritos para chegar à final do Oeste.

Seu grande adversário será o Oklahoma City Thunder. Como no Leste, acredito que a final da temporada passada tem tudo para ser repetida.

O OKC ganhou mais um ano de conjunto e experiência. O calcanhar de Aquiles do time segue sendo o pivô: se o Thunder tivesse investido em um jogador como Nenê ao invés de Kendrick Perkins, teria se dado muito melhor.

Mas com a saída de Jeff Green, Serge Ibaka virou titular como ala-pivô e com mais minutos em quadra ele melhorou dramaticamente seu jogo. O “Rei dos Tocos” da NBA vai ter que dar uma mãozinha para Perkins para que o time não se veja em inferioridade nos duelos dentro do garrafão.

Mas o diferencial do OKC é mesmo Kevin Durant. Para muitos, o homem que substituirá Kobe Bryant quando o astro do Lakers pendurar seu par de tênis.

Não chego a tanto, mas vejo em KD um jogador extraordinário, apto a comandar um time para um título da liga brevemente.

Os dois jogos que o Los Angeles Clippers fez diante do Lakers na “pre-season” credenciaram o primo pobre de LA a um lugar de destaque na conferência. Chris Paul foi a melhor e mais bombástica contratação desta temporada.

CP3 é, ao lado de Derrick Rose, o melhor armador da NBA na atualidade. E o Clippers sentirá sua força em quadra.

E quem vai ganhar com isso serão seus companheiros, principalmente Blake Griffin, um jogador de explosão e extremamente talentoso, que precisa de um cara como CP3 para que seu jogo se desenvolva ainda mais. E isso tem tudo para acontecer.

E não se esqueça que esse time tem ainda a experiência de Chauncey Billups, o talento de Caron Butler e força física e a qualidade técnica de DeAndre Jordan.

Se der química, apesar do técnico Vinnie Del Negro, o Clippers tem tudo para chegar à final do Oeste.

O Los Angeles Lakers está entre os favoritos da conferência, claro que está. Afinal, como deixar de lado um time que tem Kobe Bryant? Impossível não se sensibilizar com o jogo deste que é o melhor atleta da NBA depois da era Michael Jordan.

O grande problema dos ricaços de Los Angeles é que o time clareou demais. Todos seus reforços são brancos — e a gente bem sabe que o basquete nos EUA é um esporte preferencialmente de negros.

Jason Kapono, Josh McRoberts e Troy Murphy foram as conquistas da franquia. Em compensação, houve um recrutamento de um “moleque” do college que dá pinta de que será muito bom de bola: Darius Morris.

Morris vem para uma posição que o Lakers é carente: a armação. Gostei muito do que vi na primeira partida da série contra o Clippers, a única, aliás, que ele participou.

Dallas, OKC, Clippers e Lakers. Como se vê, quatro times em condições idênticas para conquistar o título do Oeste. Acontece com esta conferência o mesmo que ocorre com o Campeonato Brasileiro de futebol: o nivelamento é maior do que no Leste. Nesta conferência, a diferença do Miami para os demais é mais acentuada.

O San Antonio Spurs segue na frente do Memphis entre os meus favoritos. Não se esqueça que Manu Ginobili, por irresponsabilidade de Gregg Popovich, contundiu-se na última partida da fase de classificação, quando tudo estava definido, e jogou com o braço lesionado por pequenas fraturas durante os playoffs.

Resultado: o time foi eliminado pelo Memphis.

Se Popovich não fizer bobagens e se der tempo de quadra para que Tiago Splitter desenvolva seu jogo, o alvinegro texano segue sendo uma das forças do Oeste. Mas claramente num nível abaixo dos quatro mencionados anteriormente.

O Memphis Grizzlies perdeu Darrel Arthur por toda esta temporada, mas, em compensação, poderá contar com Rudy Gay, que se ausentou dos playoffs passados por conta de uma lesão. Na balança, o time mais ganha do que perde.

De resto, tudo como dantes no quartel de Abrantes. E o que isso quer dizer? Que o mesmo time que causou sensação nos momentos decisivos do torneio passado estará novamente em quadra, pois Marc Gasol, que poderia ter se mandado, renovou seu contrato com a franquia, no melhor lance dos executivos durante a “off-season”.

Sobram duas vagas. E quem vai brigar por elas? Não necessariamente nesta ordem, mas acho que Portland Trail Blazers, Houston Rockets e Denver Nuggets são os candidatos mais fortes a elas.

Mas não podemos nos esquecer do Minnesota Timberwolves. Se Ricky Rubio e Derrick Williams jogarem, juntos com Kevin Love, Michael Beasley e Wesley Johnson poderão fazer do time da cidade que no passado abrigou o Lakers uma das sensações desta temporada.

EPÍLOGO

Pra não me furtar a finalizar os meus palpites, pra mim a final desta temporada será entre Miami Heat e Oklahoma City Thunder. E o Miami será o campeão.

Mas eu gostaria demais que fosse entre Chicago Bulls e Los Angeles Clippers. E não preciso dizer quem eu gostaria que fosse o vencedor.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

domingo, 4 de dezembro de 2011 NBA | 17:34

NBA DIVULGA TABELA DA TEMPORADA DE AMISTOSOS

Compartilhe: Twitter

A NBA divulgou a tabela da “Pre-Season”. Serão apenas 26 jogos. Dois por equipe; um em casa e outro fora. Dois confrontos, no entanto, não foram marcados: Chicago x Indiana e San Antonio x Houston.

No debute de jogos, o Cleveland de Anderson Varejão vai a Detroit enfrentar o Pistons. Quatro dias depois recebe o time de Michigan em sua Q Arena.

O Toronto de Leandrinho Barbosa estreia dois dias depois que a bola subir pela primeira vez: recebe o Boston em seu Air Canada Center. No dia 21, vai a Massachusetts e retribui a visita.

O San Antonio de Tiago Splitter, como disse, não está na tabela.

Sobre Nenê, nada sabemos até o momento. Espero que até 16 de dezembro o pivô brasileiro tenha resolvido sua vida na NBA.

Abaixo a tabela completa da fase de amistosos:

16 de dezembro
Memphis x New Orleans (22h)
Washington x Philadelphia (22h)
Detroit x Cleveland (22h30)
17 de dezembro
New Jersey x New York (23h)
Minnesota x Milwaukee (22h)
Golden State x Sacramento (22h30)

18 de dezembro
Toronto x Boston (16h)
Miami x Orlando (21h)
Dallas x Oklahoma City (21h30)
19 de dezembro
Charlotte x Atlanta (22h)
Portland x Utah (22h)
Lakers x Clippers (22h30)

20 de dezembro
Oklahoma City x Dallas (22h)
Cleveland x Detroit (22h)
Sacramento x Golden State (22h)
Denver x Phoenix (22h)
Philadelphia x Washington (22h)

21 de dezembro
New Orleans x Memphis (22h)
Orlando x Miami (22h)
Milwaukee x Minnesota (22h)
Utah x Portland (22h)
New York x New Jersey (22h30)
Boston x Toronto (22h30)
Clippers x Lakers (22h30)

22 de dezembro
Phoenix x Denver (22h)
Atlanta x Charlotte (22h30)

Autor: Tags: , , ,

segunda-feira, 14 de novembro de 2011 Sem categoria | 12:02

MAGNANO VOLTA A FRISAR: “AS PORTAS NÃO ESTÃO FECHADAS PARA NINGUÉM”

Compartilhe: Twitter

O técnico Rubén Magnano esteve no programa “Juca Entrevista” da ESPN Brasil no último sábado. Falou sobre muitas coisas, mas, claro, o mais importante tema quando o assunto é seleção brasileira são os Jogos Olímpicos de Londres, ano que vem.

Magnano não contou nenhuma novidade. Disse o de sempre, mas é sempre bom a gente frisar o pensamento do treinador argentino que brilhantemente comanda a seleção brasileira e que depois de 16 anos classificou nosso selecionado para as Olimpíadas.

“Não quero ficar preso por minhas palavras”, disse Magnano (foto Gaspar Nóbrega-CBB/Divulgação), quando indagado pelo jornalista Juca Kfouri (comandante do programa) sobre o grupo que ele pretende levar a Londres. Magnano não quer dizer algo contundente neste momento que venha fechar questão e depois, por um problema ou outro, se ver refém de suas palavras.

“Não vou fechar a porta para nenhum jogador brasileiro”, voltou a frisar. “Todo jogador que tem passaporte brasileiro tem possibilidade de jogar pelo Brasil. Então, hoje, não estão fechadas as portas para ninguém”.

E voltou a frisar: “É certo que eu vou fazer minhas avaliações. Técnicas, físicas e de comprometimento. E vou tomar a minha decisão. Como faço sempre (…) Espero ser suficientemente inteligente para que a minha decisão seja o melhor para o basquete do Brasil”.

Quanto a questão de o grupo que foi a Mar del Plata ter vaga cativa nos Jogos londrinos, Magnano alertou, como sempre tem alertado: “Pode acontecer muita coisa em seis meses, muita coisa. Eu te falo por experiência pessoal de minha vida. Por isso eu não posso dizer sim e garantir esses 12 caras. Não, não, não. Por isso eu falei anteriormente que espero ser suficientemente inteligente para que a minha decisão seja a melhor para o basquete do Brasil. É o que eu vou fazer. Se der certo, melhor; se não der certo… Não posso fechar a equipe agora”.

Inteligente; sábio, eu corrijo, pois esta palavra tem mais força. Pra que ficar comprando briga a pouco menos de um ano da competição? Pra que ficar criando conflitos a pouco menos de um ano da competição?

Nada disso; Magnano quer dar tempo ao tempo. Quer esperar. Quer ver o comprometimento dos jogadores. Quer ouvir declarações, depoimentos, posicionamentos; quer ver qual o grau de desejo dos jogadores em vestir a camisa da seleção.

Depois, como disse, vai tomar sua decisão.

O que eu acho que vai acontecer? Bem, se todos, digo TODOS, os jogadores se mostrarem dispostos a jogar pela seleção, Magnano vai convocar os melhores.

Nenê e Leandrinho estarão no grupo, podem ter certeza. Mas se nosso treinador não sentir comprometimento de quem quer que seja, pode ser o nosso melhor jogador, ele não será convocado.

Sábio, como disse.

Autor: Tags: , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. Última