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quinta-feira, 27 de setembro de 2012 NBA | 23:56

ESPN GRINGA ACERTA AO ELEGER LEBRON JAMES O MELHOR JOGADOR DO MUNDO, MAS ERRA COM KOBE BRYANT

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CURITIBA — O site da ESPN gringa terminou na tarde desta sexta-feira seu ranking anual com os 500 melhores jogadores da NBA. O fez pelo segundo ano consecutivo. E pelo segundo ano consecutivo LeBron James (foto) foi eleito o melhor jogador da NBA.

Fanatismo à parte, incontestável. LBJ é mesmo hoje em dia o maior jogador de basquete do planeta. O que ele fez nos playoffs e nas finais da NBA no ano passado foi de deixar boquiaberto até mesmo aqueles que se deixam cegar pelo fanatismo. Queiram ou não os fãs de Kobe Bryant e Kevin Durant, King James é mesmo o maior jogador de basquete do planeta na atualidade.

Por falar em Durant, ele ficou em segundo. No ano passado, foi o sexto colocado. Novamente os jornalistas da ESPN, que votaram, acertaram em cheio. KD é de fato o segundo melhor jogador da NBA (e do planeta).

O problema vem a seguir.

Dwight Howard, que na eleição do ano passado ficou em segundo lugar (pra mim um equívoco), caiu para o terceiro posto. Chris Paul manteve-se na quarta posição e Derrick Rose, oitavo no ano passado, foi o quinto colocado. Kobe, sétimo em 2011, agora é o sexto.

Paro por aqui; e pergunto: vocês concordam com Kobe em sexto lugar?

Eu não concordo. E volto a perguntar: se você fosse dono de uma franquia, você começaria a montar seu time com Dwight Howard, Chris Paul, Derrick Rose ou Kobe Bryant?

Falo do momento. Não me venham com resposta do tipo: há, escolho o fulano porque Kobe está com 34 anos e não se pode começar uma franquia com jogador com essa idade. Não, não é isso o que eu perguntei.

Eu perguntei: HOJE (pois a eleição fala dos melhores da atualidade), apenas pra HOJE, você começaria seu time com D12, CP3, D-Rose ou Kobe?

Obviamente que qualquer um começaria com Kobe. Não imagino que alguém deixe LBJ ou KD, HOJE, atrás de Kobe. Mas ele atrás de D12, CP3 e D-Rose é demais!!!

Os caras da ESPN tinham tudo para desta vez acertarem na mosca. Mas voltaram a pisar na bola.

E o que dizer de Kevin Love é em sétimo?!?!?! E Deron Williams em décimo?!?!?!

O meu ranking dos dez melhores da atualidade ficaria assim:

1º LeBron James
2º Kevin Durant
3º Kobe Bryant
4º Tony Parker
5º Derrick Rose
6º Chris Paul
7º Rajon Rondo
8º Dwight Howard
9º Dwyane Wade
10º Russell Westbrook

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012 NBA | 20:58

HAKEEM ACREDITA QUE O MIAMI PODE VENCER TRÊS DOS PRÓXIMOS CINCO CAMPEONATOS

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Hakeem Olajuwon tem falado pelos cotovelos. E ele pode falar. Aliás, quando The Dream fala a gente para e ouve. Hakeem jogou muita bola.

Lembro-me de uma visita dele ao Brasil. Não me lembro do ano (êta memória!). Ele veio a São Paulo numa daquelas promoções não sei se da NBA ou de algum fabricante de material esportivo (de novo!).

Impressionava não apenas pelo tamanho, mas por emanar um fluido de sabedoria; sabedoria esportiva. E pela fala pausada, tranquila com que respondia a todos. Foi educado e atencioso com toda a mídia.

Lembro-me da visita de Kareem Abdul-Jabbar ao Brasil em 1994 (o ano agora eu me lembro). Kareem era bem diferente de Hakeem. Kareem era introspectivo, na dele. Não se esforçava nenhum pouco para ser agradável às pessoas. Mas, assim como Hakeem, tinha uma auréola em torno de sua cabeça, com o formato de uma bola de basquete.

Não, ambos não são santos. São seres humanos. Mas sempre pareceram divindades em quadra (foto).

PREVISÃO

Falo de Hakeem porque ele está falando pelos cotovelos. Depois de ter dito que os dois títulos conquistados por ele e pelo Houston foram merecidíssimos e que nem mesmo o Chicago de Michael Jordan teria roubado-lhes a glória, o nigeriano naturalizado norte-americano disse o seguinte para quem quiser ouvir: “O Miami pode ganhar três dos próximos cinco campeonatos da NBA”.

E agora, José? O que vocês me dizem?

JUSTIFICATIVAS

A previsão de Hakeem se dá por conta da presença de LeBron James. O ex-pivô do Houston treinou LBJ no verão passado.

King James foi atrás de um sonho: do sonho de ser campeão da NBA. Primeiro deixou o Cleveland e se juntou a Dwyane Wade e Chris Bosh em Miami. A decepção da perda do título para o Dallas fez LeBron dar o segundo passo: procurar Hakeem Olajuwon, pois ele queria realizar o sonho de ser campeão e de repetir Magic Johnson como um jogador completo, que pode jogar nas cinco posições com a mesma intensidade.

LBJ procurou Hakeem para que ele o ensinasse a jogar no “low post”, de costas para a cesta. Hakeem fazia isso com perfeição. Seu “fade-away jump” era espetacular. Seu “spin move” não ficava atrás. E os passes eram igualmente perfeitos. Patrick Ewing sofreu demais com isso nas finais da NBA de 1995. David Robinson sofreu a vida inteira. A mecânica dos movimentos de Kareem era perfeita.

LBJ aprendeu o macete do movimento e nos playoffs e na final da temporada passada ele encheu o picuá de tanto pontuar e dar assistências no “low post”.

Por conta disso, por conta de ver em quadra um jogador mais maduro e mais perfeito em seus movimentos, Hakeem não se surpreendeu com o título do Miami na temporada passada. “Nessa (temporada), ela estará mais à vontade ainda”, disse Olajuwon.

Mas não é apenas a questão técnica e tática que faz Hakeem apostar no Miami. Vejam o que ele falou: “Eu acho que vai ser muito mais fácil para ele. Toda aquela pressão, das pessoas perguntando ‘OK, ele pode fazer isso?’, isso agora é passado”.

Ou seja: LBJ já tem um anel no dedo e aquela obrigação de ter de provar que, “sim, eu posso”, já não existe mais. “O objetivo dele em quadra agora é outro”, disse Hakeem. “Ele não tem mais nada a provar para as pessoas. O que ele vai fazer agora é tirar proveito disso”.

E tirar proveito disso é continuar perseguindo o sonho de ganhar mais anéis. “Essa meta é muito realista”, disse Hakeem, respondendo a si mesmo quando conjecturou a possibilidade de LBJ ganhar três, quatro, cinco anéis ao longo da carreira. “De fato, isso é assustador”, completou.

SONHO?

E agora, José? O que vocês me dizem?

É apenas um devaneio de Hakeem?

DIVIRTAM-SE

Nos três vídeos abaixo, vejam na sequência: 1) Hakeem Olajuwon e todo seu arsenal. No começo tem muitas jogadas no “low post”; 2) LeBron James nesta mesma situação contra o Charlotte; 3) ideam diante do Chicago.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012 NBA | 00:13

DOC RIVERS DIZ NÃO SE IMPORTAR COM O LAKERS E ESTIMULA O ÓDIO DO BOSTON AO MIAMI

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“Honestamente, eu não me importo com o Lakers… Eu olho diretamente para o Miami (…) Eu quero que eles (jogadores do Boston) os odeiem (jogadores do Heat). Eu quero que eles os vençam. Esse tem que ser o nosso foco”.

A frase, recortada, é do técnico Doc Rivers (foto). Ele já começou a preparar o C’s para esta temporada. Não apenas com treinos técnicos e táticos, mas mentalmente também. E esse tem que ser o trabalho de um treinador. Trabalhar todos os aspectos de um jogo. A gente bem sabe que uma partida de basquete, futebol, ou seja o que for, não se ganha apenas com treinamentos táticos e técnicos. O mental é componente importatíssimo, especialmente quando você vai forjar o caráter de uma equipe.

Ao contrário do resto do planeta, os americanos torcem de maneira diferente; civilizada eu diria. Lá não há os problemas que existem no resto do planeta quando o assunto são os torcedores de futebol.

Se José Mourinho viesse a público e dissesse que espera de seus jogadores ódio ao Barcelona, seria condenado violentamente. O mesmo para Alex Ferguson em relação ao sentimento de seus atletas quanto ao rival Manchester City. Já pensou Tite dizer que está alimentando a cólera em seu elenco ao São Paulo? E Abelão fizesse o mesmo quando o assunto fosse os confrontos contra o Flamengo? Idem para os duelos paranaenses, mineiros, gaúchos, baianos e pernambucanos.

Não dá; nem pensar. Na Europa, o treinador seria multado. Aqui no Brasil, criticado pela mídia, nada além disso, pois vivemos no paraíso da impunidade.

Na América do Norte, o maior problema que a polícia tem é conter a felicidade exacerbada de fãs na comemoração de um título. Derrotas, eliminações e perdas de campeonatos não resultam em nada; absolutamente em nada.

Nos EUA, não existem (pra sorte deles) torcidas organizadas. Essa mazela social e esportiva, além de impedir a convivência pacífica entre os fãs, deu forma às mais variadas manifestações de violência dentro e principalmente fora dos campos de futebol. Lá, eu dizia, por não haver essa praga não há que se garantir um percentual de assentos nos ginásios para torcedores adversários. Ninguém deixa sua cidade em bandos, escoltados pela polícia, para ir torcer no ginásio adversário. Se algum torcedor quiser ver seus times do coração fora de sua praça (ou se for torcedor de time de fora de sua cidade), ele compra ingressos normalmente (via internet) e senta onde o tíquete determina. Senta, vê o jogo, torce e não é molestado em nenhum momento sequer. Se for, é só chamar a segurança que ela põe pra fora do ginásio o animal que tenta inibir os sentimentos do torcedor oponente.

Por isso, Doc Rivers pode vir a público e dizer que está estimulando o ódio de seu elenco em relação ao Miami. Isso não se transfere jamais para as arquibancadas. Doc, aliás, disse já ter feito isso na temporada passada. E o resultado foi visto nos playoffs do Leste, quando o C’s foi caminhando, caminhando, caminhando e chegou à final da conferência. E, nela, vendeu caro o título ao Miami, entregando-o apenas no último e derradeiro confronto.

Mas, como disse acima, não é apenas estimulando a ira que Doc vai fazer do Boston uma ameaça ao reinado do Miami. O time tem que jogar também. É como aquela piada da mãe que foi ver o filho, lutador de boxe, numa luta decisiva. Ela sentou-se e viu que a seu lado havia um padre. O filho estava tomando uma surra e ela, desesperada, virou-se para o padre e disse: “Padre, por favor, reze para o meu filho sair dessa enrascada!” No que o padre respondeu: “Sim, eu rezo, mas seria bom se ele começasse a lutar também”.

Muitos entendem que o alviverde de Massachusetts está melhor nesta do que na temporada passada. Se não há mais Ray Allen, há o instinto matador de Jason Terry. Ele pode não ter a mão tão certeira quanto a de Allen, mas o mental de Terry é mais forte. Além disso, Jet não se incomoda nem um pouquinho sequer em sair do banco durante os jogos, papel que Doc Rivers tinha reservado a Ray-Ray e este não gostou nadinha, nadinha. Os dois “guards” do Celtics são Rajon Rondo (foto) e Avery Bradley. Jet entrará para o descanso de ambos e estará em quadra “down the stretch”, com certeza.

Além disso, há Courtney Lee também, que ajudará a formar um quarteto de “guards” para machucar o Miami e quem a aparecer pela frente. De que modo? Tirando o “front court” adversário de sua zona de conforto.

Na temporada passada, foi exitosa (desculpem o neologismo) a mudança de posição de Kevin Garnett. Por conta da contusão de Jermaine O’Neal e da falta de boas opções, Doc passou KG da ala de força para o pivô. E foi um sucesso. KG saía da área pintada e trazia consigo o pivô adversário, abrindo espaço para o jogo não apenas de Brandon Bass, que tornou-se o PF titular, mas também e principalmente do pessoal do “back court”.

Doc fará o mesmo nesta temporada. Abrirá não apenas KG, mas Bass também. E os armadores encontrarão espaços para infiltrar e pontuar. Dos quatro armadores do Boston, apenas Bradley não teve um duplo dígito de média na pontuação na temporada passada. Mas, não se esqueçam, ele foi entrando aos poucos no time por conta da lesão de Allen. Nesta temporada, com mais tempo de quadra, seguramente atingirá a meta.

Outro aspecto importante nessa tática é fazer os pixotes sofrerem faltas. Além de eles normalmente serem eficientes na linha fatal, bater lances livres, várias vezes, é tudo o que Rivers quer, pois, com isso, ele conseguirá posicionar sua defesa para o ataque adversário.

E não se esqueçam que Jeff Green está de volta depois da cirurgia no coração. Será o descanso que Paul Pierce tanto vai precisar nesta temporada. Um reserva que pode desempenhar o papel de titular quando Doc bem entender. Bola pra isso Green tem. E pode fazer um 2 e um 4 numa boa também. Um “swing player” dos bons!

Darko Milicic, recém-contratado do Wolves, o brasuca Fab Melo, o também novato Jared Sullinger e o veterano Chris Wilcox vão ajudar KG e Bass. E eu espero que Melo saiba aproveitar as chances que irão aparecer. Num primeiro momento, o primeiro reserva a entrar em quadra será Milicic.

O C’s, eu já disse isso, pra mim fará a final do Leste contra o Miami. Não acredito que o New York o faça e muito menos o Brooklyn Nets. E o Chicago sem Derrick Rose não terá forças também. O Boston é um time maduro, experiente. Conhece o caminho das pedras. É assíduo frequentador das finais. E, além disso, consegue mexer com o emocional do Miami. Paul Pierce não se intimida com LeBron James. Jet sabe o que fazer diante de Dwyane Wade. E Chris Bosh vai sofrer nas mãos de KG.

Este é o time que vai incomodar o Miami. Mas enquanto a bola não sobe, acho que o Boston, apesar de toda a sua ira e de sua competência tática e técnica, não passará de um incômodo para o time do sul da Flórida. Vai vender novamente caro o título do Leste; mas venderá. Isso, volto a dizer, antes de a bola subir.

Portanto, vamos aguardar. Pra encerrar, eu grito: volta NBA, volta logo!

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012 NBA | 17:40

MIAMI CONTRATA HARRELLSON E SE APRONTA PARA ENFRENTAR O LAKERS QUE NÃO SE PREPARA PARA O MIAMI

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Aquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que eu não me lembrava do nome é o Josh Harrellson (foto). Pois bem: Harrellson acabou de assinar contrato com o Miami.

Agora são três os brutamontes do time do sul da Flórida: Joel Anthony (2,06m e 111 kg), Dexter Pittman (2,11m e 130 kg) e Josh Harrellson (2,08m e 125 kg).

O três vão se revezar na pancadaria pra cima de Dwight Howard. Isso foi ensinado por Phil Jackson nos tempos de Chicago Bulls. O tricolor de Illinois nunca teve um pivô decente. Quando o time enfrentava principalmente o New York Knicks de Patrick Ewing os três sempre saíam com seis faltas. Mas desgastavam demais Ewing.

O único pivô que pode competir de igual para igual com D12 é Andrew Bynum, que não é do Miami, mas sim do Philadelphia. Tyson Chandler também não se intimida diante do novo Super-Homem de Los Angeles, mas ele é do New York e não do Heat.

Assim, Pat Riley, o homem que pensa o basquete no Miami, deve ter concluído: preciso de mais um brutamonte para ajudar no trabalho de contensão a Dwight.

Serão 18 faltas à disposição. Isso pode significar um tempo de jogo. Ou mais. A missão dos três será machucar D12.

Começa com Anthony; carregou em faltas? Entra Pittman; carregou em faltas? Entra Harrellson; carregou em faltas? Volta Anthony; ficou pendurado? Volta Pittman; ficou pendurado? Retorna Harrellson; ficou pendurado? Anthony retorna; saiu eliminado? É a vez de Pittman; foi excluído? É com Harrellson; cometeu a sexta falta? Bem, quando isso acontecer, Dwight estará com o corpo dolorido.

Vai ser assim em pelo menos quatro jogos. Vai dar certo?

Nos tempos de Chicago sempre deu. E Patrick Ewing era muito mais jogador do que D12. Ewing, além de forte, tinha recursos. Era bom pra burro. Dwight é forte, mas seus atributos técnicos deixam a desejar.

O Miami não dorme no ponto. Pelos seus movimentos, ele espera mesmo encontrar com o Lakers na decisão do título.

REVERSO

O time de Los Angeles, todavia, não dá mostras de se preparar para enfrentar o Miami. Em seu elenco tem apenas Metta World Peace para marcar o melhor jogador de basquete do planeta. Quando MWP tiver que descansar ou estiver enrolado com as faltas, quem é que vai controlar LeBron James (foto)?

Os torcedores amarelinhos falaram em Devin Ebanks. Tomam como referência seu trabalho diante de Kevin Durant nas semifinais do Oeste na temporada passada.

Mas eu pergunto: quanto terminou a série? Resposta: 4-1 para o Oklahoma City. Qual foi a média de pontos de KD neste embate? Resposta: 26,8. Qual foi sua média na temporada regular? Resposta: 28,0. Conclusão: MWP e Ebanks não subtraíram nada do jogo de KD. Pergunto: o que leva os torcedores do Lakers achar que os dois vão conter LBJ?

LBJ é mais jogador que KD, queiram os fãs de KD ou não.

O Lakers tem que se preparar para LeBron James. Caso contrário, se o time chegar à final da próxima temporada diante do Miami, poderá sucumbir.

Exatamente porque não soube se preparar para King James, ao contrário do Miami, que está mais do que preparado para enfrentar o Lakers e suas estrelas.

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domingo, 16 de setembro de 2012 NBA | 14:08

BILL RUSSEL AGORA ELOGIA O MIAMI, QUE DEVERÁ TER O LAKERS COMO ADVERSÁRIO NA FINAL DA PRÓXIMA TEMPORADA

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Bill Russell, depois de ter rasgado elogios a Joakim Noah, a quem ele considera um dos jogadores que o fazem assistir atentamente a uma partida da NBA, Russell, dizia eu, agora falou sobre o Miami. Disse que o time do sul da Flórida está usando uma estratégia semelhante à de seu Boston Celtics. Seu Boston que na verdade era também do técnico Red Auerbach (ambos na foto acima), o grande mentor daquele esquadrão que formou a maior dinastia da história da NBA.

O C’s de Russell, se você não sabe ou se esqueceu, ganhou nada menos do que 11 títulos. Era uma máquina de jogar basquete. Quer dizer: segundo a visão deste que para muitos é o segundo maior jogador da história da NBA (atrás apenas, obviamente, de Michael Jordan), o Heat está no caminho certo.

E no que consiste a tática do Miami? Contratar veteranos para gravitarem ao lado de seu núcleo, composto pelos Três Magníficos: LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh. Mas ele alertou: é preciso contratar os jogadores corretos; caso contrário, se eles não se engajarem no projeto (como costuma dizer Wanderley Luxemburgo), tudo se rui.

Há pelos menos três grandes jogadores permeando os Três Magníficos: Shane Battier (que completará sua segunda temporada), Ray Allen (campeão em 2008 com o C’s) e Rashard Lewis (um vice-campeonato com o Orlando em 2009).

O Miami está realmente muito forte. E pelo que vejo, parece-me o único time capaz de competir com o Lakers de Kobe Bryant, Pau Gasol e Dwight Howard em pé de igual; ou melhor, vejo o Heat num patamar acima em relação ao Lakers e isso se deve à presença de um jogador: LeBron James.

LBJ superou o trauma de “morrer na praia”. Ganhou o anel de campeão na temporada passada, conquistou sua segunda medalha olímpica em Londres e está cheio de moral. E de saúde também. É, sem dúvida alguma, o grande jogador da NBA na atualidade.

Sinceramente? Acho mesmo muito difícil que algum jogador da NBA no momento consiga suplantá-lo. Nem mesmo Kobe, que tenta provar que não está no ocaso de sua carreira.

A adição de D12, todavia, dará nova vida ao Lakers; e igualmente a Kobe e a Gasol também. Os dois irão se beneficiar de sua imponência no garrafão ofensivo. E no defensivo, D12, todos nós sabemos, é uma máquina de defender.

Aqui pode estar o calcanhar de Aquiles do Miami em relação ao Lakers. CB1, ao que tudo indica, será o pivô do time nos playoffs. Erik Spoelstra vai usar pivôs de ofício durante a fase de classificação, mas quando os playoffs chegarem, ele deverá passar Bosh para o pivô, usando LBJ, Battier e Lewis como ala de força (LBJ nem tanto), como, aliás, ele fez no campeonato passado.

Com isso, eu fico aqui matutando: CB1 terá forças para atacar o garrafão do Lakers com D12 lá dentro? Acho difícil; é como dar murros em ponta de faca, perdoem-me o clichê, mas ele é bem apropriado à situação. E o que CB1 tem que fazer? Abrir; ou seja: jogar aberto, tirar D12 de sua zona de conforto, obrigá-lo a correr. D12 é ágil, mas não sei se ágil o suficiente para marcar CB1 fora do garrafão.

Por isso, se o Miami, em uma provável final de NBA contra o Lakers, quiser machucar o time californiano, CB1 terá que ser esperto ofensivamente.

Mas e defensivamente? Bosh não tem a menor condição de marcar Dwight.

O Miami procura Susan desesperadamente; isto é, tenta encontrar outro pivô para ajudar Joel Anthony e Dexter Pittman, os dois únicos de ofício com contrato com a franquia. Falou-se naquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que agora eu não me lembro o nome. Há Udonis Haslem, corajoso, mas ele é uma migalhinha perto de D12.

Portanto, como disse, o calcanhar de Aquiles do Miami está em encontrar soluções para driblar a presença de Dwight Howard. Gasol não é tão problemático assim, pois CB1 e Udonis vão brigar de igual para igual com ele. E Kobe será vigiado por LeBron e Battier.

Vamos inverter a análise? Vamos analisar o quadro do ponto de vista do Lakers?

Quem vai conter LBJ? Metta World Peace? Boa resposta; MWP é forte, valente e seu jogo mental é muito interessante. Não chega a ser um Dennis Rodman, pois ele, no calor de um embate, às vezes costuma perder as estribeiras. E quando isso acontece, ele prejudica o time. The Worm não fazia isso. Por isso também, para mim, ele é o maior PF que vi jogar e o maior na história da NBA. Minha opinião; ponto final; ninguém vai mudá-la. Portanto, não gastem saliva.

Voltando ao embate entre MWP e LBJ, o velho Ron-Ron pode ajudar a minar King James. Kobe? Nem pensar; Black Mamba tem que vigiar D-Wade. Por falar em Dwyane, será ele o encarregado de marcar Steve Nash? É… tem Nash também, como eu me esqueci? Quem vai marcá-lo? LBJ? LBJ não é onipresente — nenhum ser humano é, apenas Deus.

Portanto, se LBJ for marcar Kobe, alguém terá que grudar em Nash. Ou será que Spo vai deixar Shane em cima de KB e LBJ na cola do canadense? É, pode ser uma alternativa.

Mas voltando a LeBron, eu pergunto: e quando MWP cansar ou ficar carregado com faltas? O que fazer? Não há o que fazer, pois o Lakers não tem ninguém mais no elenco capaz de marcar LBJ. Nem Kobe. Kobe é bom para marcar D-Wade, esses shooting guards. Vigiar alas ele tem dificuldades, pois: 1) não tem tamanho; 2) está em declínio físico.

Se D12 é um problema para o Miami, LBJ será um tormento para o Lakers.

Enfim, rapaziada, neste domingo de muito sol, cerveja gelada, eu apenas comecei a conversar. Espero que vocês deem sequência ao assunto. Aguardo ansiosamente pelas mensagens.

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012 NBA | 00:24

BILL RUSSELL RASGA ELOGIOS A JOAKIM NOAH

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Não podia deixar passar batido a declaração de Bill Russell, para muitos o segundo maior jogador da história da NBA, homem que mais títulos conquistou: 11 ao todo. Russell, que foi submetido há dias a uma cirurgia cardíaca e felizmente passa muito bem, disse que um dos jogadores que mais lhe dão prazer dever jogar é Joakim Noah. Segundo ele, o pivô do Chicago é subestimado e as pessoas deveriam olhá-lo com mais atenção.

E Bill sabe do que fala, pois era igualmente jogador da posição quando escreveu seu nome na história da NBA usando a camisa 6.Aliás, LeBron James, quando aposentou o número23 em homenagem a Michael Jordan, passou a usar esse número em consideração a Bill Russell.

“Joakim é um dos meus jogadores favoritos”, disse Russell, que emendou uma crítica a Tom Thibodeau e seus assistentes: “O Bulls não aproveita algumas de suas habilidades. Ele não é apenas um grande reboteiro, mas é principalmente um excelente passador. E um grande passador de bola é mais importante para um time no ataque do que um bom arremessador”.

Bom, feito o registro, o que eu posso dizer pra finalizar nosso rápido bate-papo é que Bill Russell toca num tema que é recorrente neste botequim quando o assunto é a visão ofensiva de Thibs. O atual treinador do Chicago domina a matéria quando o assunto é defesa, mas quando ela versa sobre o ataque Thibs deixa muito a desejar.

Por conta disso, recentemente, sugeri que a franquia contrate Mike D´Antoni para treinar o ataque. Até porque o Bulls deve ficar sem Derrick Rose praticamente toda esta temporada ou então a sua totalidade.

Ainda é tempo; D´Antoni segue desempregado. Sua vinda para o Chicago seria muito importante. Thibs não está com nada quando o assunto é atacar.

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012 NBA | 21:30

CARA DE PAU, D12 PUBLICA ANÚNCIO EM JORNAL DE ORLANDO

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O cara é mesmo um cara de pau. Vocês viram o que Dwight Howard fez ontem, domingo? Publicou um anúncio de página no diário “Orlando Sentinel”, o mais importante da região norte da Flórida, dizendo que o amor que ele sente pela cidade e pelos torcedores jamais acabará.

Do que ele tem medo? Das vaias dos fãs quando visitar a terra de Mickey Mouse? Do que um cara com 2,11m e 120 quilos tem medo? Eu não consigo imaginar. Se LeBron James suportou voltar a Cleveland, por que D12 não suportaria?

Ou será que em tempo de eleições D12 resolveu se comportar como político e fazer média com gregos e troianos? Será que ele acha que dá para manter um pé em duas canoas?

Realmente eu não sei. O que sei é que se eu fosse torcedor do Orlando estaria P da vida com o cara. D12 passou a última temporada todinha procurando um novo time para jogar. Isso depois de ter derrubado o treinador, o que sugeria que ele poderia até permanecer na franquia.

Mas não; derrubou o treinador, acabou com a estrutura da franquia, deixou-a em pandarecos e se mandou. E agora, com a maior cara de pau, publica um anúncio de página inteira no “Orlando Sentinel” dizendo que o amor que ele sente pela cidade e pelos torcedores jamais acabará.

Ora, vá plantar batatas!

Todo mundo tem o direito de escolher o que é melhor para si. Mas o que as pessoas não têm direito é de debochar na cara do próximo. E isso que D12 fez foi debochar na cara dos fãs do Orlando, que deram suporte a ele nos oito anos que ele ficou na franquia.

Leia abaixo o que Dwight escreveu para os fãs:

“Jogar basquete na NBA é uma bênção, e ter tido a oportunidade de jogar diante dos torcedores de Orlando por oito anos foi verdadeiramente um privilégio e uma honra. Palavras não podem expressar o amor que sinto pelo Orlando. Com o apoio de vocês, nós conseguimos muita coisa nesta cidade, como levantar bandeiras e impactar nossa juventude. Embora minha carreira com o Magic tenha chegado ao fim, meu amor pela cidade e pelas pessoas que a fazem bela jamais acabará”.

Abaixo a reprodução do anúncio:

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012 NBA | 22:36

LEBRON JAMES LIDERA VENDA DE CAMISAS NO BRASIL

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A Netshoes, que administra no Brasil a loja NBA.com, divulgou na tarde desta quinta-feira algumas informações interessantes. Pena que não sejam números, pois, tudo leva a crer, atende a imposição da liga norte-americana de basquete, que é refratária a esta questão: grana.

Os dados divulgados são estes, todos relativos ao mercado brasileiro:

1) A camisa de LeBron James é a mais vendida;
2) Michael Jordan também aparece entre os que mais vendem camisas;
3) Entre os brasileiros, o favorito dos fãs é Anderson Varejão;
4) Os produtos relacionados com o Lakers são os mais vendidos;

Uma pena que a Netshoes não divulgue os números. Fiquei curioso; acredito que vocês também.

ANÁLISE

Mesmo sem sabermos os números, esses dados nos permitem algumas análises:

a) Se o Miami bisar o título nesta próxima temporada, LBJ superar Kobe Bryant na preferência dos torcedores é questão de (pouco) tempo. Mas é importante frisar: quando a NBA passou a régua na temporada passada, Kobe liderou a venda de camisas;
b) MJ é eterno, queiram ou não;
c) Será que se a camisa de Marcelinho Huerta estivesse à venda superaria a de Varejão?
d) Queiram ou não, o Lakers é o time mais popular do planeta. O carisma dos amarelinhos rivaliza com times de futebol. Eu fico me perguntando: qual o time que tem mais torcedores no planeta: Real Madrid ou Lakers? Barcelona ou Lakers? Manchester United ou Lakers? Milan ou Lakers? Flamengo ou Lakers? Corinthians ou Lakers?…

DIVIRTAM-SE

Sim, divirtam-se, porque eu já me diverti. E agradeço à colaboração do William Barreto, que me segue no Twitter (@FRSormani):

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012 NBA | 11:32

LEBRON JAMES FOI O JOGADOR DA NBA QUE MAIS FATUROU NA TEMPORADA PASSADA

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Pra descontrair, já que a semana de trabalho começa hoje, segunda-feira, publico a lista dos dez jogadores de basquete mais bem pagos do planeta. A lista refere-se à temporada passada, é bom frisar. Foi divulgada pela revista norte-americana “Forbes”, a bíblia da economia.

Coloco os vencimentos de seus respectivos times e dos patrocinadores.

LeBron James (foto), como vocês vão conferir, foi o jogador mais bem pago da NBA. Ele levou uma vantagem de apenas US$ 700 mil em relação a Kobe Bryant. Mas nesta temporada ele deverá ser ultrapassado, pois KB, que ganhou US$ 20,3 milhões do Lakers no último campeonato (20% de seu salário foram cortados por conta do locaute, que diminuiu a temporada de 82 para 62 jogos), vai amealhar neste US$ 27,8 milhões, enquanto que LBJ receberá do Miami US$ 17,5 milhões. Ou seja, US$ 10,3 milhões a menos.

Não se sabe ainda como será o faturamento de ambos nesta temporada quando o assunto for publicidade. LBJ fatura mais do que Kobe. Achou estranho? Pois é, King James ganhou US$ 8 milhões a mais do que seu rival por conta de seus patrocinadores. O ala do Miami, o melhor jogador de basquete do planeta no momento, tem como principais patrocinadores a Nike, McDonald’s, Coca-Cola e State Farms. Kobe, por causa da acusação de estupro em 2003, no Colorado (da qual foi inocentado), perdeu alguns patrocínios importantes, como o do McDonald’s e Gatorade.

Abaixo, a lista da “Forbes” com os dez milionários da NBA:

1º LeBron James: US$ 53 milhões — US$ 13 mi (salário) — US$$ 40 mi (publicidade)

2º Kobe Bryant: US$ 52,3 milhões — US$ 20,3 mi (salário) — US$ 32 mi (publicidade)

3º Dwight Howard: US$ 25,6 milhões — US$ 14,6 mi (salário) — US$ 11 mi (publicidade)

4º Kevin Durant: US$ 25,5 milhões — US$ 12,5 mi (salário) — US$ 13 mi (publicidade)

5º Dwyane Wade: US$ 24,7 milhões — US$ 12,7 mi (salário) — US$ 12 mi (publicidade)

6º Carmelo Anthony: US$ 22,9 milhões — US$ 14,9 mi (salário) — US$ 8 mi (publicidade)

7º Amar’e Stoudemire: US$ 22,7 milhões — US$ 14,7 mi (salário) — US$ 8 mi (publicidade)

8º Kevin Garnett: US$ 21,1 milhões — US$ 17,1 mi (salário) — US$ 4 mi (publicidade)

9º Chris Paul: US$ 19,2 milhões — US$ 13,2 mi (salário) — US$ 6 milhões (publicidade)

10º Tim Duncan: US$ 19,1 milhões — US$ 17,1 mi (salário) — US$ 2 mi (publicidade)

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sábado, 25 de agosto de 2012 NBA | 22:46

PARA CHRIS BOSH, LAKERS TEM O MELHOR TIME DA NBA NO PAPEL. EU TAMBÉM ACHO, VOCÊ IGUALMENTE E O PLANETA IDEM

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Ontem, sexta-feira, Chris Bosh foi entrevistado pela rádio WQAM de Miami. Claro que entre N assuntos, o tema Dwight Howard-Lakers foi colocado à mesa. E sabem o que CB1 declarou?

Ele declarou o seguinte: “O Lakers, eu penso, neste momento, no papel, é provavelmente o melhor time no Oeste e provavelmente da liga”. E fez questão de frisar: “No papel; estou dizendo, no papel. Mas este é um campeonato muito, muito longo. E a melhor equipe (ao final da temporada) nem sempre é a melhor equipe”.

E CB1 não largou o microfone; seguiu falando: “Somos os atuais campeões, mas temos que começar do zero. Temos que buscar novo entrosamento. Chegar lá e começar tudo de novo. Sabemos que favoritos, essas coisas todas, pouco importam”.

Pensam que ele parou? Nada disso. Leiam o que ele adicionou ao seu discurso: “Éramos favoritos em 2010-11 e caímos nas finais diante do Dallas. Na temporada passada, não havia a mesma expectativa e fomos campeões”.

Disso tudo, digo: o Lakers tem sim senhor o melhor time no papel para esta temporada. E essa história de que não tem entrosamento, isso é bobagem. Os dois últimos times montados para brigar pelo título, assim como o Lakers, fizeram sucesso logo na primeira temporada.

O primeiro foi o Boston, que em seu primeiro ano de “Big Three” foi campeão em cima do Lakers em 2008. Depois, foi a vez do Miami, que em sua primeira temporada chegou à final da NBA, perdendo para o Dallas.

Desta forma, mesmo com um armador novo, um pivô novo e um sistema novo (“Princeton-Offense”), a temporada é longa e o entrosamento virá com o tempo. Se bobear, a fase de amistosos será suficiente para engrenar esse time que tem tudo para brilhar já nesta temporada.

O oponente? O Miami. O time do sul da Flórida segue sendo seu grande adversário. Não acredito que o Oklahoma City será páreo. Posso estar enganado, mas o Lakers passa pelo OKC.

Contra o Miami não há favorito, pois embora no papel o Lakers tenha melhor time que o Heat, na quadra o Heat é um timaço. E reforçado com Ray Allen e Rashard Lewis, jogadores que vão dar opções a Erik Spoelstra, aliviando o jogo em cima principalmente de Dwyane Wade.

LeBron James? Não pense nisso. LBJ parece Neymar: eles querem sempre estar ao lado da bola. São incansáveis.

Se eu tivesse o controle do relógio do tempo, eu o colocaria em junho do ano que vem. Não vejo a hora de o “NBA Finals” começar.

Se nele não estiverem Lakers e Miami, será para mim uma grande surpresa.

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