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Posts com a Tag Lakers

domingo, 25 de dezembro de 2011 NBA | 11:49

É HOJE: COMEÇA A TEMPORADA 2011-12 DA NBA!

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Rapaziada, espero que a ceia de Natal de vocês tenha sido farta e que a harmonia esteve presente em seus lares. E, claro, que Papai Noel tenha sido generoso também.

Pra mim ele foi: deu-me de presente a temporada 2011-12 da NBA, que começa exatamente neste dia de Natal.

E começa com cinco jogos enfileirados. Por isso, poderemos assistir a todos.

Se vocês ainda não montaram a agenda para este domingo precioso, eu os ajudo. E conto a vocês, inclusive, onde poderão assistir aos confrontos. Os horários são os de Brasília:

New York x Boston (15h) — transmissão ao vivo pelo Canal Space
Dallas x Miami (17h30) — transmissão ao vivo pelo canal 130 da Sky
Lakers x Chicago (20h) — transmissão ao vivo pelo “NBA League Pass”
Oklahoma City x Orlando (23h) — transmissão ao vivo pela ESPN
Golden State x Clippers (1h30) — transmissão ao vivo pelo “NBA League Pass”

Importante: o “NBA League Pass” estará disponível a TODOS até o dia 9 de janeiro. A partir desta data, apenas os assinantes poderão acessar o canal. Outra coisa: o “League Pass” transmite TODOS os jogos do campeonato. Há link para TODAS as partidas. Clique aqui e entre no site do LP para se cadastrar e ver as contendas de hoje.

Se você ainda não leu o post que eu escrevi com minhas previsões para esta temporada, clique aqui. E deixe sua opinião também, pois ela é muito importante para o funcionamento deste botequim.

Sendo assim, bom domingo a todos; e Feliz Natal!

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terça-feira, 22 de novembro de 2011 basquete brasileiro, NBA, NBB | 20:42

DIRIGENTE DIZ QUE NBB DEVE IMITAR VÔLEI PARA EVITAR DESAPARECIMENTO DE EQUIPES

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O parceiro Guilherme mandou-nos um link de uma entrevista do diretor do Uberlândia, Wellington Salgado, ao SBT, na qual ele toca em um ponto polêmico: o livre mercado. Segundo Salgado, o NBB pode perder sua competitividade e consequentemente seu interesse por conta da força financeira de algumas equipes, como Flamengo, Pinheiros e Brasília.

Para o dirigente, a solução seria a LNB (Liga Nacional de Basquete) limitar os salários criando o mesmo sistema de pontos que a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) criou. Ou seja: ranquear os atletas e dentro deste ranqueamento uma equipe não pode ultrapassar determinada pontuação.

“Você tem um time como o Flamengo que tem uma folha de R$ 500 mil por mês, temporada de dez meses, R$ 5 milhões”, afirmou Salgado. “O Pinheiros deve estar (na casa dos) R$ 450 mil, temporada de R$ 4,5 milhões. Você vai a Brasília, R$ 350 mil (R$ 3,5 milhões). Então, o troço está fugindo do controle. Se a liga não criar a mesma organização da confederação de vôlei, nós vamos ter um problema sério que vai levar o basquete do Brasil para baixo novamente”.

Salgado (foto) afirmou que há jogadores ganhando mais do que a realidade do basquete brasileiro permite. “Nós temos hoje salários de R$ 75 mil, R$ 80 mil e se não criarmos algo para controlar, nós não vamos muito bem”, disse ele. “Vamos acabar diminuindo. Antes a gente tinha 16 times (no NBB), hoje temos 15”.

O desaparecimento do Vitória, equipe do Espírito Santo, deu-se, segundo ele, porque o time não tinha como competir. “Entrar pra perder, porque não tem recurso, o time desiste: foi o que aconteceu com o time do Espírito Santo”, disse o diretor do Uberlândia.

COMPARAÇÃO

O sistema de pontos que a CBV criou nada mais é do que o “salary cap” da NBA, que foi criado na temporada 1984-85 para evitar que ganhe sempre o campeonato quem tem mais dinheiro. Só que o teto salarial da liga norte-americana foi desvirtuado por conta de várias exceções criadas com o passar do tempo para permitir que os salários dos jogadores não fossem engessados.

Exemplos? A “Larry Bird Exception” (permite um time estourar o “cap” para renovar com seus jogadores que tenham jogado mais de três temporadas), a “Early Bird Exception” ( idem, mas neste caso é para jogadores que tenham jogado duas e não três temporadas), a “Mid-Level Exception” (permite a uma equipe contratar um jogador pagando a ele o salário médio da liga, mesmo que essa equipe tenha estourado o teto salarial), “Rookie Exception” (permite ao time pagar a um novato de primeira ronda o valor estipulado pela NBA mesmo que a franquia esteja acima do “cap”) e a “Tax Level” (valor estipulado pelo CBA [Collective Bargaining Agreement] que excede o teto salarial sem que o time tenha que pagar o “Luxury Tax” [US$ 1 pra cada US$ 1 gasto além do “cap”]).

E por aí vai; há outras exceções, mas não é a proposta deste post falar sobre isso.

O fato é: como se diz nos EUA, o “salary cap” da NBA é “soft”, ao contrário da NFL, que é “hard”. Ou seja: não tem choro nem vela, se o valor do teto é aquele, não se pode ultrapassá-lo e ponto final.

PARIDADE

A ideia de se estipular limites, seja pelos vencimentos (NBA) ou pelos pontos (CBV), é interessante. Isso porque, como disse Wellington Salgado, o campeonato fica nivelado e, consequentemente, muito mais disputado e atraente.

Vamos ser honestos: vocês acham que equipes como Tijuca, Vila Velha e Liga Sorocabana e o Araraquara têm pretensões de ganhar o campeonato? Com todo o respeito por elas, não acredito.

Se houvesse o sistema de pontuação, as equipes seriam mais parelhas. Consequentemente, todas poderiam sonhar com o título.

Teríamos arenas lotadas, cidades inflamadas, mídia alerta e disponível; enfim, haveria um envolvimento muito maior e o campeonato seria um grande ponto de interrogação.

Hoje, dificilmente o título escapará das mãos de Brasília, Flamengo, Pinheiros e em um nível mais abaixo, vindo para causar surpresa, Franca, Minas, São José, Limeira e Bauru.

QUOTE

Recentemente, Michael Jordan, dono do Charlotte Bobcats, afirmou que o que impedia o Cats vencer o Lakers em uma série de playoffs era a folha de pagamento. Ou seja: ele não tinha à disposição jogadores como Kobe Bryant, Pau Gasol e Lamar Odom (foto acima) porque não tem como pagá-los.

Desta forma ele justificou seu posicionamento neste embate times x jogadores que provocou o locaute na NBA que hoje completa seu 145º dia.

CONCLUSÃO

Eu acho que o sistema de pontos é interessante e deveria ser considerado. Mas, sem dúvida, esta é uma questão polêmica, como disse no começo da nossa conversa.

Quero saber o que vocês pensam do assunto.

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 NBA | 16:50

O LAKERS PERDEU A COMPOSTURA

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Bem rapidinho porque hoje, segunda-feira, é feriado nos EUA e tem rodada à tarde. Feriado em homenagem a Martin Luther King.

Clippers 99 x 92 Lakers. Os amarelinhos começaram mal sua jornada de 20 partidas complicadas, bem mais complicadas do que as 41 realizadas até antes do jogo contra o Clippers.

Vinte partidas, 11 delas fora de casa e 13 contra adversários com aproveitamento superior a 50%. É, mas mal começou sua jornada e o Lakers já perdeu a primeira das 20 partidas. Pior: para um time com aproveitamento inferior a 50%. O pior nem chegou e o Lakers já perdeu.

E perdeu dentro de casa. A única diferença foi ver o assoalho do ginásio com as cores azuis e vermelhas e nas arquibancadas alguns torcedores do Clippers a dividir as poltronas do Staples Center, o que não ocorre quando o Lakers é o mandante.

Está escrito no jornal “Los Angeles Times”: “Eles (Lakers) perderam para o Clippers por 99 a 92, mas isso não é tudo. Eles perderam a compostura. E uma vantagem de 12 pontos no terceiro quarto. E a sua sequência de sete vitórias consecutivas. E Lamar Odom a 5,7 segundos do final. E Ron Artest também”.

Não fui eu quem escreveu ou disse. Foi Mike Bresnahan, o setorista do Lakers, profissional respeitado pelo seu trabalho. Bresnahan está em todos os jogos do Lakers, dentro e fora de casa.

E ele escreveu: “O Lakers perdeu sua compostura”. O que ele quis dizer com isso? Ora, que o time não soube perder para o Clippers. Baixaria de Lamar e Ron-Ron ao final do jogo.

“O Lakers perdeu sua compostura” – frase de Mike Bresnahan, setorista do Lakers, profissional respeitabilíssimo por sua conduta correta na cobertura desta que é a maior franquia da história da NBA.

Ah se fosse eu que tivesse escrito isso…

“Sormani, você tem ódio do Lakers”, estaria postado no blog na parte dos comentários. Ou então: “Pessoal, vocês não perceberam que o Sormani não gosta do Lakers?” Podia ser também: “O Lakers incomoda o Sormani e ele adora falar mal do Lakers”.

E por aí vai.

Mas não fui eu não quem disse que o Lakers perdeu a compostura e deu baixaria na derrota diante do Clippers. Quem falou foi Mike Bresnahan, setorista do Lakers respeitabilíssimo por sua conduta exemplar.

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sábado, 15 de janeiro de 2011 NBA | 14:28

DE OLHO NO LAKERS

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O pessoal reclama que eu não destaco os feitos do Lakers. Não destaco porque eles não são merecedores de destaque até este momento. E, por favor, não venham me dizer que eu tenho ódio pelo Lakers. Eu apenas relato a realidade.

O time, ontem, por exemplo, venceu o New Jersey em Los Angeles por 100 a 88. Somou sua sétima vitória consecutiva. Mas apenas dois desses sete jogos invictos foram na casa do inimigo. E ganhou de Detroit, Phoenix, New Orleans, New York, Cleveland, Golden State e, ontem, como vimos, do New Jersey.

Desses sete times mencionados, apenas Hornets e Knicks têm um aproveitamento superior a 50%. E aí reside a minha cautela em relação ao Lakers: de seus 41 jogos realizadas até o momento, apenas nove, isso mesmo, nove, foram contra equipes com aproveitamento superior a 50%.

E o time, até agora, não jogou contra Dallas, Boston, Oklahoma City, Orlando e Atlanta.

Em outras palavras, o Lakers edificou sua campanha, até o momento, vencendo times inexpressivos. Por isso que eu tenho me mantido calado em relação aos feitos dos amarelinhos: eles ganharam de ninguém até hoje.

Mas a partir de agora o Lakers terá vida dura pela frente. Até o final de janeiro serão realizadas sete partidas. Destas, cinco serão diante de equipes com aproveitamento superior a 50%. Apenas Clippers e Sacramento fogem à regra. Oklahoma City, Dallas, Denver, Utah e Boston são equipes bem posicionadas na tabela e com boa campanha no campeonato.

Mas… mas, tabela generosa, desses sete jogos restantes em janeiro, apenas dois serão fora de casa: Dallas e Denver. Sim, pois o confronto diante do Clippers acontecerá no Staples Center. Ano passado, estive no jogo Clippers x Lakers, o último da fase de classificação. Mando do Clippers. Nem vestiário eles trocam, pois, no Staples, cada time tem seu vestiário.

A única coisa que muda é o taco do ginásio, com o desenho e as cores do Clippers e a torcida. O ginásio fica dividido ao meio. Quando é o Lakers mandante diante do Clippers, aí é 99% de torcida do Lakers.

Portanto, o confronto diante do Clippers, embora aponte jogo fora de casa, é em casa também.

Vamos olhar a tabela do Lakers em fevereiro. Os amarelinhos vão jogar 13 partidas. Dessas, nove serão fora de casa. E haverá também uma sequência de sete partidas no ginásio do adversário. Começa com New Orleans e vêm na sequência Memphis, Boston, New York, Orlando, Charlotte e Cleveland.

E desses 13 jogos marcados para o mês do Carnaval, oito serão contra equipes com aproveitamento superior a 50%.

Então, vamos combinar o seguinte: vamos observar a campanha do Lakers a partir deste domingo, contra o Clippers, até o último dia de fevereiro, quando a equipe vai até Oklahoma City enfrentar o Thunder. Serão 20 partidas, 13 delas diante de adversários com aproveitamento superior a 50% e 11 delas fora de casa. Vamos ver como o time se comporta.

E eu prometo a vocês que estarei observando tudo atentamente. Quando os feitos forem merecedores de destaque, serão destacados.

Empurrar bêbado em ladeira é coisa que eu não faço.

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terça-feira, 8 de junho de 2010 NBA | 18:02

A CHANCE DO LAKERS

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Celtics e Lakers fazem hoje à noite o terceiro jogo da série decisiva desta temporada da NBA. Vai ser em Boston. Como serão os outros dois prélios.

Ou seja: as próximas três partidas serão em Massachusetts. E se o Boston confirmar seu mando de quadra (o que o Lakers não conseguiu) vence o campeonato.

A chance de o Lakers reverter a situação está no jogo de hoje e no próximo, quinta-feira. Se deixar para o último da série, esquece: adeus campeonato.

Não acredito que o Celtics vá perder sua última partida em casa. Não é time dado a essas fraquezas.

Isso sem falar na força de sua torcida. Os bostonianos sabem torcer. Pressionam a arbitragem, o adversário e empurram seu time do coração.

Vencer em Boston o terceiro jogo, pra mim, é praticamente impossível.

Portanto, é hoje ou quinta. Se der Celtics nesses dois próximos confrontos, o título fica uma vez mais em Boston.

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quarta-feira, 2 de junho de 2010 NBA | 12:54

RIVALIDADE, QUE RIVALIDADE?

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Há cerca de cinco anos, quando Andre Agassi estava deixando o tênis e Andy Roddick despontando, aconteceu um fato que eu nunca mais me esqueci. Conto a seguir.

Antes de um confronto entre Roddick e o suíço Roger Federer, que começa a mostrar quem ele era, um jornalista da terra de Tio Sam perguntou ao americano se o confronto entre ambos era o início de uma nova rivalidade no tênis.

Roddick, que havia perdido, creio eu, os cinco ou seis jogos que disputou contra Federer, respondeu: “Para que haja rivalidade, eu preciso ganhar dele”.

Resposta simples, curta e realista.

Isso me remete ao confronto entre Boston e Lakers. A mídia norte-americana e mundial fala em rivalidade entre as duas equipes que mais títulos conquistaram. Foram 32 no total, sendo que o Celtics papou 17 e o Lakers 15.

Foram, também, os times que mais decidiram campeonatos na história da NBA. Dos 63 torneios disputados, 11 colocaram as duas franquias frente a frente.

Mas aí é que entra o intrigante dessa história: o Boston venceu nove desses confrontos, sendo que o Lakers ficou com o título nas duas outras oportunidades.

Dos oito primeiros embates decisivos, o Celtics deixou a quadra celebrando. O Lakers venceu os dois seguintes e voltou a ser derrotado na última decisão entre eles, em 2008.

Então, eu me pergunto: que rivalidade é essa? Só dá Boston.

O que existe, isso sim, é uma grande freguesia. Ou seja: o Lakers é freguês de caderneta do Boston.

Quando o time de Los Angeles vencer umas quatro ou cinco decisões e não perder nenhuma, colocando o placar do confronto em 9-7, por exemplo, em favor do Boston, aí sim poderemos falar em rivalidade.

Enquanto isso não acontecer, estarei sempre me lembrando de Andy Roddick.

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domingo, 25 de abril de 2010 NBA | 15:06

TROVOADAS NO CAMINHO DO LAKERS

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CURITIBA – Foi um massacre. E o Oklahoma City segue surpreendendo, não apenas a mim, mas a um punhado de gente. Ontem, surrou o Lakers, novamente em seu Ford Center, por 110-89, e empatou a série em 2-2.

Agora, realmente, temos uma série, ao contrário do que ocorre nos confrontos entre Boston x Miami e Orlando x Charlotte.

Os 21 pontos de vantagem para o time da casa não retratam exatamente o que aconteceu no jogo. A diferença chegou a 29 pontos e poderia ter sido de muito mais. Retratou exatamente o que ocorreu em quadra: um time jogando e um catado tentando evitar que o adversário jogasse.

É certo que a defesa do Thunder funcionou às mil maravilhas, mas a falta de inspiração dos principais jogadores do Lakers também chamou a atenção. O time californiano marcou apenas 89 tentos, sua segunda mais baixa pontuação da temporada.

Kobe Bryant anotou míseros 12 pontos. Chutou só dez bolas contra o aro adversário; visitou a linha do lance livre apenas duas vezes. Deixou a partida quando faltavam 46 segundos para terminar o terceiro quarto e o marcador caseiro exibia, orgulhoso, vitória do Thunder por 83-62. Não voltou mais.

Na metade do quarto final, foi para o vestiário para iniciar tratamento de suas mazelas — que não são poucas —, já visando o jogo de terça-feira, o quinto da série, agora em Los Angeles. E é bom mesmo o Lakers se cuidar, pois o moral do Oklahoma City está lá em cima.

O time está jogando demais! A defesa funcionou não apenas em cima de Black Mamba, mas de todo o restante do grupo angelino.

Pau Gasol e Andrew Bynum tiveram o mesmo desempenho pífio de KB. Fizeram, cada um, 13 pontos com um aproveitamento de 5-10 nos arremessos. E os dois, ao contrário do armador, jogam com o beiço no aro. Portanto, foram bem pior.

“Não há muito o que se dizer sobre este jogo”, limitou-se a dizer Phil Jackson depois da partida, com o box score na mão, indicando, entre outros itens, que o Oklahoma encestou 42 lances livres (bateu 48 no total), acertando um a menos do que o Boston, em 1984, ainda o recorde diante do Lakers em playoffs.

Como não há mesmo muito mais a se falar sobre o time de Los Angeles, vamos falar então do Oklahoma City.

 JUVENTUDE

 O Thunder deixou claro que se perder esta série para o Lakers não será por causa da juventude do time, que debuta nos playoffs neste novo endereço. A moleca de Oklahoma joga de igual para igual com os atuais campeões da NBA, não temendo nada e a ninguém — Kobe Bryant que o diga.

 “Só depende da gente”, disse Kevin Durant, depois da partida, satisfeito com seus 22 pontos, mais ainda com seu desempenho nos arremessos: 6-12. Os 22 tentos, aliás, foram a maior pontuação na partida.

 De fato, do jeito que o confronto está, só depende mesmo do Thunder. E se o time conseguir eliminar o Lakers, será a 52ª. vez que um oitavo colocado passa a perna no primeiro em toda a história da NBA.

 “Nós somos donos do nosso próprio destino”, completou Durant.

 RETORNO

Brandon Roy voltou a vestir a camisa do Blazers na vitória de ontem contra o Phoenix por 96-87. Veio do banco e jogou 26:38 minutos. Marcou dez pontos, com um desempenho de 4-10 nos arremessos. Está claramente fora do ritmo de jogo, o que é compreensível para quem fez uma artroscopia no joelho há oito dias.

Mas sua presença em quadra foi importante não apenas do ponto de vista técnico, mas do anímico também. Uma coisa é você jogar e ver Brandon do lado de fora, em trajes civis; outra coisa é entrar em quadra e saber que o melhor jogador do time está pronto para entrar em quadra a qualquer momento.

Serve tanto para o Blazers quanto para o Phoenix.

Mas não foi apenas a presença de Roy que nocauteou o Suns. LaMarcus Aldridge jogou um partidaço. Anotou 31 pontos e confiscou 11 rebotes. Foi seu melhor desempenho em um cotejo de playoff.

“Ter Brandon de volta deu um gás legal pra gente”, disse Aldridge. Foi o que eu falei. “Eu queria jogar mais, mas o Coach [Nate McMilan] pensou na série toda e não apenas nesta partida”, adicionou Roy.

E é assim mesmo que tem que se pensar, pois o confronto agora está empatado em 2-2. O Blazers já venceu o Suns uma vez no deserto do Arizona; pode repetir o feito.

 O duelo está aberto.

LEANDRINHO

O paulistano jogou apenas 15:23 minutos. Seus números: oito pontos, dois rebotes e um desarme. Foi bem nas bolas de três: 2-2.

Poderia ter sido melhor aproveitado.

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 NBA | 13:13

NOITE RUIM DOS BRASUCAS

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Nenê, destaque do desfalcado Nuggets na derrota para o Sixers dentro de casa

Nenê, destaque do desfalcado Nuggets na derrota para o Sixers dentro de casa

A noite de ontem não foi dos brasucas. Cleveland e Denver perderam seus jogos — ambos em casa — e deixaram de somar importante vitória da tabela de classificação.

O Cavs perdeu surpreendentemente para o Charlotte (91-88) em sua Q Arena; o Nuggets foi batido pelo Philadelphia (108-105).

A derrota do Denver tem desculpas — e das boas. Dois de seus principais jogadores, Chauncey Billups e Carmelo Anthony, lesionados, não puderam jogar. Some-se a isso a contusão que Chris Andersen sobre no segundo quarto da contenda de ontem e teremos três desfalques.

Nenê Hilário bem que tentou evitar o colapso. Não conseguiu apesar de seus 24 pontos e 15 rebotes.

Esses números são emblemáticos, pois mostram bem quem é o são-carlense. Sem Billups e Melo, o jogo teve de gravitar ao seu redor; e ele fez 24 pontos e apanhou 15 rebotes.

Ou seja: fosse mais explorado pelos companheiros e seus números seriam superiores aos atuais14.2 pontos e 8.4 rebotes. Nas três partidas que o Denver fez sem o duo referido, Nenê teve médias de 23.6 pontos e 9.3 rebotes por jogo.

Será que alguém ainda consegue criticar Nenê? Será que alguém ainda tem dúvidas quanto ao seu potencial?

Ah, havia me esquecido: Nenê está em primeiro lugar no ranking de roubos de bola entre os pivôs com 1.62 desarmes por partida.

Espero que as críticas diminuam, pois o cenário atual deixa claro de que temos um representante que nos orgulha na NBA.

Alguém pode argumentar: por que ele não faz isso também com Billups e Melo em quadra? É preciso responder?

Quanto a Varejão, ele pelejou com as faltas e, por isso mesmo, jogou apenas 22 minutos. Fez só dois pontos e pegou surpreendentes quatro rebotes.

Mas o jogo de ontem deixou bem claro que os coadjuvantes não seriam mais do que coadjuvantes ontem à noite em Ohio. LeBron James e Mo Williams fizeram, juntos, 56 pontos. Os demais anotaram 32 pontos.

A bola, como se vê, ficou mesmo nas mãos dos dois melhores jogadores do time. Assim, só restou aos demais ver a partida — e em posição privilegiada: dentro da quadra.

ENTENDIMENTO

Jordan Farmar encara Kris Humphries

Farmar encara Humphries

Alguém consegue entender o Lakers? Pena para vencer equipes frágeis, quando pega o Dallas, segundo colocado no Oeste, aplica-lhe uma goleada estonteante: 131-96.

E o time, uma vez mais, não pôde contar com Ron Artest. Mas contou com Jordan Farmar, que (talvez contagiado pelo prenome) anotou 24 pontos e encerrou o jogo como cestinha do Lakers e do prélio.

Se alguém for perguntar, eu já respondo: Kobe Bryant fez modestos 15 pontos. Mas Kobe está nos calcanhares de Jerry West na briga pela artilharia suprema do Lakers em todos os tempos.

West fez 25.192 pontos; Kobe está com 24.815. O cálculo mostra que, se mantiver suas médias da atual temporada, KB ultrapassa JW em 13 partidas.

RODADA

Os demais resultados da rodada de ontem mostraram os seguintes resultados:

New York 132-89 Indiana

Toronto 91-86 San Antonio

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 NBA | 18:33

LAKERS, O TIME MAIS CARO DA NBA

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A revista de economia norte-americana “Forbes” noticiou que o time de Los Angeles é a franquia mais valiosa da NBA. Quem quiser comprar a equipe terá de gastar US$ 607 milhões.

Houve um crescimento de 4% de seu valor em relação à temporada passada. Lógico que o título tem papel importante nesta quantificação, pois ele significa maiores rendimentos ao time em venda de bilhetes, movimento financeiro dentro e fora do Staples Center, publicidade no ginásio e venda de souvenires.

Em segundo lugar, pasmem!, vem o New York. O time da Big Apple vale US$ 586 milhões.

Houve, todavia, um recuo de 4% em relação ao campeonato passado. Por conta disso, o Knicks caiu da primeira para a segunda colocação, trocando de posição com o Lakers.

Você ficou espantado com o New York na segunda vaga dos milionários? Pois então sente-se, porque vem mais.

O Chicago é a terceira franquia mais valiosa: US$ 511 milhões. Esse posicionamento só vem ao encontro do que eu já disse aqui nesse botequim: se o Bulls investir numa estrela (LeBron James ou Dwyane Wade) não terá dificuldade alguma em pagá-la, pois a franquia é lucrativa.

O United Center vive “sold out”, mesmo com um time de pernas-de-pau. E o resultado é que movimenta-se muito dinheiro dentro do ginásio. Fora dele, no estacionamento.

Nos EUA, se você não sabe, não existe a figura do flanelinha. Se você quiser estacionar seu carro, terá de pará-lo no estacionamento que pertence à franquia.

Caso contrário, vá de táxi ou a pé. Metrô, que eu me lembre, apenas o de Nova York fica perto de um ginásio. Os demais ficam longe.

Bem, voltando ao ranking das franquias mais caras, o Detroit é o quinto colocado (US$ 479 milhões), seguido pelo Cleveland (US$ 476 milhões).

Estes são, portanto, os top 5 da NBA.

O time mais em conta é o Milwaukee. O Bucks custa apenas US$ 254 milhões. Alguém se aventura a comprá-lo?

A “Forbes” informou também que houve um decréscimo de 4% do valor médio das franquias nesta para a temporada passada. A média de uma franquia na NBA é de US$ 367 milhões.

Doze times perderam dinheiro na temporada passada. São eles: Dallas, Portland, Orlando, Atlanta, Sacramento, Indiana, Charlotte, New Jersey, Minnesota, New Orleans, Memphis e Milwaukee.

Fruto, claro, da recessão mundial.

Em tempo: em 1979, Jerry Buss pagou US$ 20 milhões para comprar o Lakers.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009 NBA | 13:28

O CAMPEÃO VOLTOU

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Foi uma festa em Los Angeles. E nem poderia ser diferente; afinal, pela primeira vez nesta temporada Phil Jackson pôde contar com seu quinteto titular.

Pau Gasol voltou. E voltou em grande estilo.

Depois de ficar sentado os 11 primeiros jogos do Lakers, o espanhol debutou nesta temporada com 24 pontos e 13 rebotes. Disparado, o melhor jogador em quadra na vitória dos amarelinhos diante do Chicago por 108-93.

Gasol/ AFP“Eu estava com saudades [de jogar]”, disse Gasol depois da partida. E veio com fome de bola, como vimos. “É muito legal estar na quadra com a rapaziada e jogar diante de nossa torcida. Não esperava ser tão efetivo como fui, mas meus companheiros me acharam várias vezes durante a partida e tudo ficou mais fácil”.

A festa de Los Angeles não foi celebrada apenas pelo retorno de Gasol. Kobe Bryant, ao bater um par de lances livres no terceiro quarto, ultrapassou Kareem Abdul-Jabbar e transformou-se no segundo maior artilheiro da história do time de Los Angeles.

Tem agora 24.182 pontos. Kareem ficou a ver navios com seus 24.176 tentos; é o terceiro colocado.

O grande artilheiro da franquia segue sendo Jerry West, o único jogador na história da NBA a ser eleito o MVP das finais mesmo com seu time tendo sido derrotado (1972, Boston campeão). West, ao longo de suas 14 temporadas com a camisa do Lakers anotou 25.192 pontos.

Mais uma temporada e Black Mamba ultrapassa West e entra para a história como o maior pontuador da história do Los Angeles Lakers.

No jogo de ontem fez 21 pontos (aproveitamento muito ruim nos arremessos: 7-21), nove rebotes e oito assistências.

Pode tornar-se o maior de todos na história da franquia? Longe disso; o maior de todos jamais será superado: Earvin Magic Johnson.

AUSENTE

Não vi Magic Johnson em sua habitual poltrona no Staples Center — atrás da cesta do lado esquerdo, bem próximo ao banco de reservas do Lakers. Deve ter tido um compromisso e tanto para perder um jogo de seu time do coração.

Ou será que ele achou que a partida era barbada? — como foi. Pode ser.

É, pode ser, pois a vitória de ontem foi a quinta seguida do Lakers diante do Chicago. A última do Bulls diante do Los Angeles foi em 2006.

Rose observou depois da partida que o Chicago se matava em quadra para atacar e defender; o Lakers, ao contrário, fazia tudo com muita tranquilidade. “Eles fazem isso [o jogo] parecer muito fácil”.

Pro Lakers é mesmo, pois o time é o mais forte da NBA. Para os outros… bem, se eles tivessem o que os amarelinhos têm, tudo ficaria muito mais fácil também.

Pelo jogo de ontem, com o quinteto completo, é que eu cravo na bolsa de apostas: o campeão da temporada será o Lakers.

CALIBRE

Qual é o verdadeiro Derrick Rose, o do primeiro tempo ou do segundo?

Na etapa inicial, D-Rose teve o seguinte desempenho: 2-11. Na final, 7-9.

Terminou a partida com 20 pontos e seis assistências, mas foi um desastre no primeiro tempo, comprometendo os planos do time para a partida. O Bulls virou atrás em 11 pontos (53-42).

Rose entortou o aro com seus arremessos imprecisos. Nem mesmo uma simples bandejinha ele acertou.

Qual é o verdadeiro Derrick Rose?

GUERREIRO

Joakim Noah fez 12 pontos e pegou 15 rebotes. Foi sua décima noite, das últimas onze, que ele teve um duplo dígito nos ressaltos.

Lidera o campeonato neste fundamento, com uma média de 12.6 por prélio disputado.

Um guerreiro. Calou a boca de muitos — inclusive a minha.

Não dava um tostão furado para o filho de Yannick Noah. Mas ele tem provado neste início de temporada que é o melhor jogador do Chicago.

Ou alguém duvida?

TABU

Caiu em San Antonio. O Utah venceu o Spurs, no Texas, pela primeira vez desde 1999!

Havia, portanto, uma década que o time da cidade do lago salgado não conseguia dobrar o alvinegro texano em território inimigo. Traduzindo em partidas: 20 jogos sem ganhar.

O San Antonio, é bom frisar, está em pandarecos. Joga sem Tony Parker e Manu Ginobili.

Por mais que Richard Jefferson se esforce em quadra, ele ainda carece de entrosamento com o resto do time. Fez 16 pontos, ajudou muito, mas, como disse, o San Antonio está em pandarecos neste momento.

Tim Duncan, sozinho, não aguenta a parada. Timmy já é veterano e sente o peso da idade — tanto que até já cogita a aposentadoria.

O San Antonio perdeu sua terceira partida seguida. Dos últimos sete encontros, curvou-se ao oponente em cinco deles.

Do jeito que o barco navega, o Spurs pode comprometer sua temporada. Mesmo ela tendo acabado de começar.

TRIVIA

O Phoenix perdeu para o New Orleans! New Orleans que está de técnico novo (nem sei o nome dele de tão inexperiente que é), sem Chris Paul e que vinha de uma campanha de quatro vitórias e sete derrotas, fora do G-8 do Oeste.

E mais: David West, um dos pilares da equipe, passou parte do jogo no banco por causa das faltas.

Mesmo assim, o Phoenix perdeu.

Pergunto: acidente de percurso ou o time voltou à sua realidade?

ACOMODADO

Assim está Leandrinho Barbosa no Phoenix. Pouco joga, não é mais a primeira alternativa para o treinador resolver seus problemas ou mesmo descansar seus titulares.

Jogou apenas 17 dos 48 minutos disponíveis. Anotou 11 pontos, mas marcou sua presença em quadra pelos três roubos de bola.

Um desperdício; poderia estar em outro lugar.

Ninguém me tira da cabeça: Leandrinho acomodou-se em Phoenix. Vive confortavelmente no deserto, é figura querida na comunidade local, dá-se bem com todos na franquia; enfim, mudar pra quê?

Respondo: pra encontrar seu basquete, que está adormecido no Arizona.

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