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Posts com a Tag Kobe Bryant

quinta-feira, 27 de setembro de 2012 NBA | 23:56

ESPN GRINGA ACERTA AO ELEGER LEBRON JAMES O MELHOR JOGADOR DO MUNDO, MAS ERRA COM KOBE BRYANT

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CURITIBA — O site da ESPN gringa terminou na tarde desta sexta-feira seu ranking anual com os 500 melhores jogadores da NBA. O fez pelo segundo ano consecutivo. E pelo segundo ano consecutivo LeBron James (foto) foi eleito o melhor jogador da NBA.

Fanatismo à parte, incontestável. LBJ é mesmo hoje em dia o maior jogador de basquete do planeta. O que ele fez nos playoffs e nas finais da NBA no ano passado foi de deixar boquiaberto até mesmo aqueles que se deixam cegar pelo fanatismo. Queiram ou não os fãs de Kobe Bryant e Kevin Durant, King James é mesmo o maior jogador de basquete do planeta na atualidade.

Por falar em Durant, ele ficou em segundo. No ano passado, foi o sexto colocado. Novamente os jornalistas da ESPN, que votaram, acertaram em cheio. KD é de fato o segundo melhor jogador da NBA (e do planeta).

O problema vem a seguir.

Dwight Howard, que na eleição do ano passado ficou em segundo lugar (pra mim um equívoco), caiu para o terceiro posto. Chris Paul manteve-se na quarta posição e Derrick Rose, oitavo no ano passado, foi o quinto colocado. Kobe, sétimo em 2011, agora é o sexto.

Paro por aqui; e pergunto: vocês concordam com Kobe em sexto lugar?

Eu não concordo. E volto a perguntar: se você fosse dono de uma franquia, você começaria a montar seu time com Dwight Howard, Chris Paul, Derrick Rose ou Kobe Bryant?

Falo do momento. Não me venham com resposta do tipo: há, escolho o fulano porque Kobe está com 34 anos e não se pode começar uma franquia com jogador com essa idade. Não, não é isso o que eu perguntei.

Eu perguntei: HOJE (pois a eleição fala dos melhores da atualidade), apenas pra HOJE, você começaria seu time com D12, CP3, D-Rose ou Kobe?

Obviamente que qualquer um começaria com Kobe. Não imagino que alguém deixe LBJ ou KD, HOJE, atrás de Kobe. Mas ele atrás de D12, CP3 e D-Rose é demais!!!

Os caras da ESPN tinham tudo para desta vez acertarem na mosca. Mas voltaram a pisar na bola.

E o que dizer de Kevin Love é em sétimo?!?!?! E Deron Williams em décimo?!?!?!

O meu ranking dos dez melhores da atualidade ficaria assim:

1º LeBron James
2º Kevin Durant
3º Kobe Bryant
4º Tony Parker
5º Derrick Rose
6º Chris Paul
7º Rajon Rondo
8º Dwight Howard
9º Dwyane Wade
10º Russell Westbrook

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domingo, 16 de setembro de 2012 NBA | 14:08

BILL RUSSEL AGORA ELOGIA O MIAMI, QUE DEVERÁ TER O LAKERS COMO ADVERSÁRIO NA FINAL DA PRÓXIMA TEMPORADA

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Bill Russell, depois de ter rasgado elogios a Joakim Noah, a quem ele considera um dos jogadores que o fazem assistir atentamente a uma partida da NBA, Russell, dizia eu, agora falou sobre o Miami. Disse que o time do sul da Flórida está usando uma estratégia semelhante à de seu Boston Celtics. Seu Boston que na verdade era também do técnico Red Auerbach (ambos na foto acima), o grande mentor daquele esquadrão que formou a maior dinastia da história da NBA.

O C’s de Russell, se você não sabe ou se esqueceu, ganhou nada menos do que 11 títulos. Era uma máquina de jogar basquete. Quer dizer: segundo a visão deste que para muitos é o segundo maior jogador da história da NBA (atrás apenas, obviamente, de Michael Jordan), o Heat está no caminho certo.

E no que consiste a tática do Miami? Contratar veteranos para gravitarem ao lado de seu núcleo, composto pelos Três Magníficos: LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh. Mas ele alertou: é preciso contratar os jogadores corretos; caso contrário, se eles não se engajarem no projeto (como costuma dizer Wanderley Luxemburgo), tudo se rui.

Há pelos menos três grandes jogadores permeando os Três Magníficos: Shane Battier (que completará sua segunda temporada), Ray Allen (campeão em 2008 com o C’s) e Rashard Lewis (um vice-campeonato com o Orlando em 2009).

O Miami está realmente muito forte. E pelo que vejo, parece-me o único time capaz de competir com o Lakers de Kobe Bryant, Pau Gasol e Dwight Howard em pé de igual; ou melhor, vejo o Heat num patamar acima em relação ao Lakers e isso se deve à presença de um jogador: LeBron James.

LBJ superou o trauma de “morrer na praia”. Ganhou o anel de campeão na temporada passada, conquistou sua segunda medalha olímpica em Londres e está cheio de moral. E de saúde também. É, sem dúvida alguma, o grande jogador da NBA na atualidade.

Sinceramente? Acho mesmo muito difícil que algum jogador da NBA no momento consiga suplantá-lo. Nem mesmo Kobe, que tenta provar que não está no ocaso de sua carreira.

A adição de D12, todavia, dará nova vida ao Lakers; e igualmente a Kobe e a Gasol também. Os dois irão se beneficiar de sua imponência no garrafão ofensivo. E no defensivo, D12, todos nós sabemos, é uma máquina de defender.

Aqui pode estar o calcanhar de Aquiles do Miami em relação ao Lakers. CB1, ao que tudo indica, será o pivô do time nos playoffs. Erik Spoelstra vai usar pivôs de ofício durante a fase de classificação, mas quando os playoffs chegarem, ele deverá passar Bosh para o pivô, usando LBJ, Battier e Lewis como ala de força (LBJ nem tanto), como, aliás, ele fez no campeonato passado.

Com isso, eu fico aqui matutando: CB1 terá forças para atacar o garrafão do Lakers com D12 lá dentro? Acho difícil; é como dar murros em ponta de faca, perdoem-me o clichê, mas ele é bem apropriado à situação. E o que CB1 tem que fazer? Abrir; ou seja: jogar aberto, tirar D12 de sua zona de conforto, obrigá-lo a correr. D12 é ágil, mas não sei se ágil o suficiente para marcar CB1 fora do garrafão.

Por isso, se o Miami, em uma provável final de NBA contra o Lakers, quiser machucar o time californiano, CB1 terá que ser esperto ofensivamente.

Mas e defensivamente? Bosh não tem a menor condição de marcar Dwight.

O Miami procura Susan desesperadamente; isto é, tenta encontrar outro pivô para ajudar Joel Anthony e Dexter Pittman, os dois únicos de ofício com contrato com a franquia. Falou-se naquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que agora eu não me lembro o nome. Há Udonis Haslem, corajoso, mas ele é uma migalhinha perto de D12.

Portanto, como disse, o calcanhar de Aquiles do Miami está em encontrar soluções para driblar a presença de Dwight Howard. Gasol não é tão problemático assim, pois CB1 e Udonis vão brigar de igual para igual com ele. E Kobe será vigiado por LeBron e Battier.

Vamos inverter a análise? Vamos analisar o quadro do ponto de vista do Lakers?

Quem vai conter LBJ? Metta World Peace? Boa resposta; MWP é forte, valente e seu jogo mental é muito interessante. Não chega a ser um Dennis Rodman, pois ele, no calor de um embate, às vezes costuma perder as estribeiras. E quando isso acontece, ele prejudica o time. The Worm não fazia isso. Por isso também, para mim, ele é o maior PF que vi jogar e o maior na história da NBA. Minha opinião; ponto final; ninguém vai mudá-la. Portanto, não gastem saliva.

Voltando ao embate entre MWP e LBJ, o velho Ron-Ron pode ajudar a minar King James. Kobe? Nem pensar; Black Mamba tem que vigiar D-Wade. Por falar em Dwyane, será ele o encarregado de marcar Steve Nash? É… tem Nash também, como eu me esqueci? Quem vai marcá-lo? LBJ? LBJ não é onipresente — nenhum ser humano é, apenas Deus.

Portanto, se LBJ for marcar Kobe, alguém terá que grudar em Nash. Ou será que Spo vai deixar Shane em cima de KB e LBJ na cola do canadense? É, pode ser uma alternativa.

Mas voltando a LeBron, eu pergunto: e quando MWP cansar ou ficar carregado com faltas? O que fazer? Não há o que fazer, pois o Lakers não tem ninguém mais no elenco capaz de marcar LBJ. Nem Kobe. Kobe é bom para marcar D-Wade, esses shooting guards. Vigiar alas ele tem dificuldades, pois: 1) não tem tamanho; 2) está em declínio físico.

Se D12 é um problema para o Miami, LBJ será um tormento para o Lakers.

Enfim, rapaziada, neste domingo de muito sol, cerveja gelada, eu apenas comecei a conversar. Espero que vocês deem sequência ao assunto. Aguardo ansiosamente pelas mensagens.

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terça-feira, 11 de setembro de 2012 NBA | 11:54

SLAM ELEGE OS 500 MAIORES JOGADORES DE TODOS OS TEMPOS NA NBA. ADIVINHA QUEM FICOU EM PRIMEIRO?

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A “SLAM”, uma espécie de bíblia do basquete dos EUA, acabou de postar um ranking com os 500 maiores jogadores da história da NBA. Clique aqui e veja o ranking completo.

O magazine levou em consideração jogadores que tenham atuado ao menos cinco anos na NBA. Levou em conta média de pontos, assistências, rebotes, desarmes, tocos, minutos jogados, percentual de acerto dos arremessos no geral, de três, de lances livres e o que eles batizaram de “win share” (percentual de vitórias obtidas por partidas disputadas) e “win share/48” (percentual de vitórias obtidas por minutos jogados). Os dados são do site Basketball Reference.

Adianto os dez primeiros:

1º Michael Jordan
2º Wilt Chamberlain
3º Bill Russell
4º Shaquille O’Neal
5º Oscar Robertson
6º Magic Johnson
7º Kareem Abdul-Jabbar
8º Tim Duncan
9º Larry Bird
10º Kobe Bryant

Aguardo ansiosamente pelas mensagens.

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domingo, 2 de setembro de 2012 Sem categoria | 13:03

CARDÁPIO VARIADO NESTE DOMINGO. MAS TEM VIRADO À PAULISTA

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A rapaziada vive perguntando: “Sormani, e o Leandrinho, nada ainda?”.

Nada ainda.

E não é apenas LB que está sem time. Há um grupo de “free agents” desempregado que chama a atenção. São eles:

Mickael Pietrus
Kenyon Martin
Derek Fisher
Tracy McGrady
Michael Redd
Josh Howard
Gilbert Arenas
Leandrinho Barbosa

Howard está treinando com o New York, conforme eu disse ontem. Pietrus recebeu uma proposta para ganhar o mínimo (US$ 1,35 milhão) do Milwaukee, mas disse não. Sobre os demais, nada foi divulgado.

O que esses jogadores (leia-se “agentes”) esperam é que times como o próprio Milwaukee e Washington, que ainda têm um pouco de “carvão” pra gastar, façam uma proposta superior ao mínimo. Ou então que eles dispensem algum jogador e um desses agentes livres possa entrar na vaga.

E nós, por aqui, continuamos torcendo para que LB consiga arrumar um time. E que seja um bom time, não um Toronto da vida.

NEW LOOK

Nesta terça-feira Carmelo Anthony e Amar’e Stoudemire vão dar uma de modelo. Os dois vão desfilar com os novos uniformes do New York para esta temporada. As modificações não foram consideráveis; foram sutis. Mas uma coisinha ou outra mudou, como a faixa na lateral da camisa e do calção. Confiram na foto abaixo:

Se vocês não sabem, as cores oficiais do Knicks são laranja, azul e branco. As cores oficiais da cidade de Nova York. Apenas entre os anos de 1979-83 é que o vermelho foi introduzido no uniforme. E abolido; e depois esquecido. Má ideia, é claro.

MENTALIDADE

Ainda New York: Carmelo Anthony espera que o time tenha a mesma mentalidade vencedora da seleção dos EUA que conquistou o ouro olímpico em Londres. Segundo ele, sua presença e a de Tyson Chandler (outro que esteve em Londres) irão contagiar o grupo.

E mais: há Jason Kidd, que foi companheiro de Melo nos Jogos de Pequim, em 2008. Kidd jamais foi derrotado com a camisa dos EUA em competições oficiais. Melo, ao contrário, ficou com o bronze nos Jogos de Atenas, em 2004.

Kidd, Raymond Felton e Marcus Camby foram adicionados ao Knicks para esta temporada. Mike Woodson, o treinador, espera que esse trio e o Big Three formado por Melo-Stats-Chandler façam do NYK um contendor de peso no Leste.

O que eu acho? O Miami ainda continua favorito ao título na conferência.

PREVISÃO

Na minha previsão, antes de a bola subir, os oito que vão se classificar para os playoffs nesta conferência serão, na ordem:

1º Miami
2º Boston
3º NYK
4º Philadelphia
5º Indiana
6º Brooklyn
7º Atlanta
8º Washington

Nas quartas-de-final teremos:
Miami x Washington = Miami
Boston x Atlanta = Boston
NYK x Brooklyn (NYC vai pegar fogo!) = NYK
Sixers x Indiana = Sixers

Nas semifinais veremos:
Miami x Sixers = Miami
Boston x NYK = Boston

E a final da conferência será novamente entre Miami e Boston. E o Heat ganhará seu terceiro título consecutivo do Leste.

Apenas palpite.

CHICAGO

Muitos podem se perguntar: e o Chicago? Chicago? Hum… Acho que o Bulls não se classifica para os playoffs, pois o que se comenta na cidade dos ventos é que Derrick Rose vai ficar toda essa temporada do lado de fora.

Meu amigo Luis Avelãs, um português engraçadíssimo que conheci em 1996 quando das finais entre Chicago e Seattle, discorda veementemente de minha opinião. Ele, como eu, é torcedor do Bulls. Mas ele é fanático ao extremo.

Pelo Twitter, disse a Avelãs que estou bem desanimado com o tricolor de Illinois. Falei que o Bulls não tem time para encarar Miami, Lakers e OKC, no que ele, prontamente, replicou: “Tem sim. Agora o banco tem soluções para tudo. E há (Kirk) Hinrich para pensar o jogo”.

Avelãs, que trabalha como jornalista no jornal “Record” de Lisboa e também como comentarista em uma TV de Portugal para os jogos da NBA, complementou: “Quando Rose voltar, só paramos com o anel”. Ou seja: quando D-Rose estiver completamente recuperado (próxima temporada) ele crê piamente que o Chicago voltará a ser campeão.

Concorda?

Eu não; ainda acho que o Bulls precisa de outro “alpha dog” — se é que é possível dois “alpha dogs” em uma matilha. O que quero dizer — e vocês sabem o que eu quero dizer — é que, sozinho, D-Rose não vai fazer do Bulls novamente campeão.

SNIF! SNIF!

Desesperado, vendo que solitário não poderia ganhar outro anel e continuar sua quixotesca luta de tentar ser melhor do que Michael Jordan, Kobe Bryant foi ter com Jimmy Buss, filho de Jerry, dono do Lakers. Kobe foi ter com Jimmy, que é quem dá as cartas no Lakers hoje em dia, foi ter com Jimmy e dizer a ele que a franquia precisa de outro “alpha dog”. Kobe disse que apenas ele e Pau Gasol não tinham mais condições para bater, primeiro, o Oklahoma City de Kevin Durant, Russell Westbrook, e, depois, o Miami de LeBron James (sim, em primeiro lugar), Dwyane Wade e Chris Bosh.

A nova ordem da NBA, o novo desenho da liga, diz que times campeões precisam de trios. O Boston mostrou isso em 2008 com seu Big Three formado por Kevin Garnett, Paul Pierce e Ray Allen. Agora é o Miami quem mostra com LBJ, D-Wade e CB1.

Kobe, que é mais esperto do que eu, você e o zelador do meu condomínio, todos nós juntos, sacou isso e foi ter com Jimmy Buss. E Jimmy fez mais uma vez a vontade do menino obstinado, que quer porque quer (como diz Galvão Bueno) ganhar mais um título para ao menos se igualar a MJ. Sim, pois, como sabemos, Kobe quer mais anéis para se igualar, ultrapassar e deixar comendo poeira Michael Jordan. Sim, pois, como sabemos, Kobe não joga pelo simples prazer de jogar. Ele joga porque ele come, bebe e dorme Michael Jordan.

Os vídeos e seu tom de voz, por exemplo, não me deixam mentir.

PUTZ

Acabei falando do Lakers novamente!

Mas não há como não falar desta que é a maior franquia da história da NBA. E a única que rivaliza com times de futebol.

Gostaria mesmo que um dia alguém fizesse uma pesquisa em nível mundial para comprovar o que eu sinto. Se alguém perguntar: pra que time você torce?, acho que o Lakers vai aparecer entre os cinco primeiros.

Na minha opinião vão aparecer, pela ordem:

1º Barcelona
2º Real Madrid
3º Lakers
4º Manchester Utd
5º New York Yankees

Concordam?

GREETINGS

Bom domingo a todos!

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012 NBA | 22:36

LEBRON JAMES LIDERA VENDA DE CAMISAS NO BRASIL

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A Netshoes, que administra no Brasil a loja NBA.com, divulgou na tarde desta quinta-feira algumas informações interessantes. Pena que não sejam números, pois, tudo leva a crer, atende a imposição da liga norte-americana de basquete, que é refratária a esta questão: grana.

Os dados divulgados são estes, todos relativos ao mercado brasileiro:

1) A camisa de LeBron James é a mais vendida;
2) Michael Jordan também aparece entre os que mais vendem camisas;
3) Entre os brasileiros, o favorito dos fãs é Anderson Varejão;
4) Os produtos relacionados com o Lakers são os mais vendidos;

Uma pena que a Netshoes não divulgue os números. Fiquei curioso; acredito que vocês também.

ANÁLISE

Mesmo sem sabermos os números, esses dados nos permitem algumas análises:

a) Se o Miami bisar o título nesta próxima temporada, LBJ superar Kobe Bryant na preferência dos torcedores é questão de (pouco) tempo. Mas é importante frisar: quando a NBA passou a régua na temporada passada, Kobe liderou a venda de camisas;
b) MJ é eterno, queiram ou não;
c) Será que se a camisa de Marcelinho Huerta estivesse à venda superaria a de Varejão?
d) Queiram ou não, o Lakers é o time mais popular do planeta. O carisma dos amarelinhos rivaliza com times de futebol. Eu fico me perguntando: qual o time que tem mais torcedores no planeta: Real Madrid ou Lakers? Barcelona ou Lakers? Manchester United ou Lakers? Milan ou Lakers? Flamengo ou Lakers? Corinthians ou Lakers?…

DIVIRTAM-SE

Sim, divirtam-se, porque eu já me diverti. E agradeço à colaboração do William Barreto, que me segue no Twitter (@FRSormani):

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quarta-feira, 29 de agosto de 2012 NBA | 23:37

PESQUISA INDICA MAGIC JOHNSON COMO O MAIOR JOGADOR DA HISTÓRIA DO LAKERS

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Pra vocês terem uma ideia da grandeza de Magic Johnson, o site RealGM postou uma enquete perguntando quem foi o maior jogador da história do Lakers. Nela aparecem os nomes de Magic, Kobe Bryant, Kareem Abdul-Jabbar, Jerry West, Shaquille O’Neal e Elgin Baylor.

O resultado, até este momento, mostra o seguinte:

1º Magic: 41,0%
2º Kobe: 36,4%
3º Kareem: 14,1%
4º Shaq: 4,2%
5º West: 3,6%
6º Baylor: 0,6%

Como todos sabemos, a maioria dos eleitores que acessa a internet é formada de gente que pouco ou nada viu do basquete esplendoroso de Magic Johnson. Mas a grandeza de seu jogo, a sua exuberância em quadra e o seu carisma diante de todos, tudo isso faz sua imagem transcender.

E olha que seu contendor é ninguém menos do que Kobe Bryant. Um jogador que tem uma identificação incrível com a franquia, uma identificação que Magic sempre teve, diga-se. Kobe é a cara do Lakers neste século. É queridíssimo pelos torcedores. É tão querido e idolatrado que muitos cometem o despautério de compará-lo a Michael Jordan; e outro tanto a heresia de dizer que ele é superior a MJ.

Pois bem, é desse jogador que Magic Johnson está levando vantagem. Esta vantagem deveria maior se a velha guarda pudesse pegar um computador e votar. A velha guarda não é muito chegada em computador, vocês bem sabem. E agora, com a tendência de se recuperar as velhas máquinas de escrever, aí é que a velha guarda não vai mesmo colocar as mãos no computador.

Então, volto a dizer: se o pessoal da antiga participasse mais ativamente desta enquete, a vantagem de Magic seria muito maior. E ele não seria ameaçado de jeito nenhum em sua hegemonia como o melhor jogador desde sempre da história do Lakers.

Não sei como vai terminar essa pesquisa. Espero que Kobe não o ultrapasse, pois vi os dois em ação e sei do que falo. Mas se isso acontecer, não será surpresa alguma, pois, como disse acima, é a molecada que vota, gente que viu pouco do basquete e acha que a história do Lakers se limita a Kobe Bryant, que merece todo o respeito pelo que tem feito pela franquia, mas que, até este momento, não pode nem sequer pensar em ser comparado a Magic Johnson.

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terça-feira, 28 de agosto de 2012 NBA | 19:08

SAIBA QUAIS SÃO OS DEZ JOGADORES QUE MAIS FATURARAM NA HISTÓRIA DA NBA

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O site da NBCSports postou um ranking que vai dar o que falar e que vai comprovar o que eu tenho dito aqui: A NBA tem que ser dividia em duas partes, antes de David Stern e depois de David Stern.

O ranking é com os salários dos jogadores ao longo de suas carreiras. Alertado pelo Gustavo Malaquias e pelo Salerme, esse ranking, volto a dizer, mostra quais são os jogadores que mais ganharam dinheiro na história da NBA. Apenas das franquias; não inclui publicidade.

O ranking é este:

1º) Kevin Garnett — US$ 328.562.398,00
2º) Shaquille O’Neal — US$ 292.198.327,00
3º) Kobe Bryant — US$ 279.738.062,00
4º) Tim Duncan — US$ 224.709.155,00
5º) Dirk Nowitzki — US$ 204.063.985,0
6º) Joe Johnson — US$ 198.647.490,00
7º) Jason Kidd — US$ 193.855.468,00
8º) Ray Allen — US$ 181.127.360,00
9º) Chris Webber — US$ 178.230.218,00
10º) Paul Pierce — US$ 169.486.218,00

Você está sentindo falta de Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird, certo? Pois bem, Jordan faturou ao longo de sua carreira com o Chicago e dois anos com o Washington um total de US$ 90.235.000,00. Magic amealhou ridículos US$ 18.042.860,00 e Bird menos ainda: US$ 16.270.000,00.

Por que isso acontece? Porque a NBA movimenta hoje muito mais dinheiro do que no passado. Por isso eu disse que a liga tem que ser dividida em duas partes. Stern é o grande responsável por esta abundância de dinheiro que existe no basquete profissional norte-americano.

Michael entrou na NBA na mesma época em que David Stern foi guindado ao cargo de comissário da liga. Aproveitou-se muito pouco da genialidade e da capacidade administrativa de Stern, pois este império não foi construído do dia para a noite. Magic e Bird, coitados, passaram seus dias de glória longe da administração David Stern.

Por conta dessa genialidade administrativa de Stern, a gente vê barbaridades salariais. Por exemplo: Joe Johnson. O atual ala-armador do Brooklyn Nets aparece em sexto lugar na lista dos dez maiores milionários da história da NBA. Ray Allen, que não é nenhuma brastemp, e que está na história por conta de ser recordista em bolas de três encestadas e por ter ganhado (até o momento) um anel com o Boston, está na oitava posição. Mesmo Dirk Nowitzki, pra mim, é uma aberração figurar na quinta posição. Mas ele ainda ganhou um campeonato, levando nas costas o Dallas, tudo bem — mas não é para tanto! Mas pior do eu ele é Chris Webber: o que fez Web para aparecer na nona posição?

Aliás, pra ser sincero, desta lista escapam Shaq, Kobe e Timmy. Nem mesmo KG (foto). Garnett em primeiro lugar é simplesmente ridículo. O que ele fez para ter ganhado tanto dinheiro assim? Aliás, ele passou Shaq por conta de seu último contrato com o Boston, que vai render-lhe US$ 34 milhões em três temporadas.

Entre os primeiros devem aparecer os fora-de-série, os gênios, os mitos. Dos dez, repito, Shaq, Kobe e Timmy podem fazer parte do panteão dos maiores de todos os tempos da NBA e consequentemente entre os milionários da história da liga. Os demais, que me desculpem eles próprios e os fãs, entre os dez, jamais!

Trapizomba adora imputar a David Stern culpa por tudo o que acontece de ruim na NBA. Neste caso, ele tem razão: não fosse por Stern, não veríamos uma lista desta de jeito nenhum.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012 NBA | 11:32

LEBRON JAMES FOI O JOGADOR DA NBA QUE MAIS FATUROU NA TEMPORADA PASSADA

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Pra descontrair, já que a semana de trabalho começa hoje, segunda-feira, publico a lista dos dez jogadores de basquete mais bem pagos do planeta. A lista refere-se à temporada passada, é bom frisar. Foi divulgada pela revista norte-americana “Forbes”, a bíblia da economia.

Coloco os vencimentos de seus respectivos times e dos patrocinadores.

LeBron James (foto), como vocês vão conferir, foi o jogador mais bem pago da NBA. Ele levou uma vantagem de apenas US$ 700 mil em relação a Kobe Bryant. Mas nesta temporada ele deverá ser ultrapassado, pois KB, que ganhou US$ 20,3 milhões do Lakers no último campeonato (20% de seu salário foram cortados por conta do locaute, que diminuiu a temporada de 82 para 62 jogos), vai amealhar neste US$ 27,8 milhões, enquanto que LBJ receberá do Miami US$ 17,5 milhões. Ou seja, US$ 10,3 milhões a menos.

Não se sabe ainda como será o faturamento de ambos nesta temporada quando o assunto for publicidade. LBJ fatura mais do que Kobe. Achou estranho? Pois é, King James ganhou US$ 8 milhões a mais do que seu rival por conta de seus patrocinadores. O ala do Miami, o melhor jogador de basquete do planeta no momento, tem como principais patrocinadores a Nike, McDonald’s, Coca-Cola e State Farms. Kobe, por causa da acusação de estupro em 2003, no Colorado (da qual foi inocentado), perdeu alguns patrocínios importantes, como o do McDonald’s e Gatorade.

Abaixo, a lista da “Forbes” com os dez milionários da NBA:

1º LeBron James: US$ 53 milhões — US$ 13 mi (salário) — US$$ 40 mi (publicidade)

2º Kobe Bryant: US$ 52,3 milhões — US$ 20,3 mi (salário) — US$ 32 mi (publicidade)

3º Dwight Howard: US$ 25,6 milhões — US$ 14,6 mi (salário) — US$ 11 mi (publicidade)

4º Kevin Durant: US$ 25,5 milhões — US$ 12,5 mi (salário) — US$ 13 mi (publicidade)

5º Dwyane Wade: US$ 24,7 milhões — US$ 12,7 mi (salário) — US$ 12 mi (publicidade)

6º Carmelo Anthony: US$ 22,9 milhões — US$ 14,9 mi (salário) — US$ 8 mi (publicidade)

7º Amar’e Stoudemire: US$ 22,7 milhões — US$ 14,7 mi (salário) — US$ 8 mi (publicidade)

8º Kevin Garnett: US$ 21,1 milhões — US$ 17,1 mi (salário) — US$ 4 mi (publicidade)

9º Chris Paul: US$ 19,2 milhões — US$ 13,2 mi (salário) — US$ 6 milhões (publicidade)

10º Tim Duncan: US$ 19,1 milhões — US$ 17,1 mi (salário) — US$ 2 mi (publicidade)

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012 basquete universitário norte-americano, NBA | 19:02

P&R, PRINCETON OFFENSE: É O LAKERS SE PREPARANDO PARA SER CAMPEÃO NOVAMENTE

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Trapizomba está animadíssimo da silva com o futuro. Afinal, com as contratações de Steve Nash e Dwight Howard, o Lakers se reforçou dramaticamente segundo a maioria e segundo esta mesma maioria o time californiano tem o melhor esquadrão da NBA neste momento.

Trapizomba manda mensagens quase todos os dias e numa de suas últimas missivas ele escreveu lá pelas tantas: “Dwight Freaking Howard (é assim que a gente chama ele, depois da troca, que alguns acham vergonhosa… hm…[eu achei vergonhosa, ele deve estar se referindo a mim; tudo bem]), o melhor pivô no “pick-n-roll”, irá jogar com o melhor armador no “PnR”: Steve Freaking Nash”.

Não sei de onde ele tirou que D12 é o melhor pivô no “P&R” e que Nash é o melhor armador para esse tipo de jogada. Acho que o time que melhor faz isso é o San Antonio, usando Manu Ginobili com Tim Duncan. Mas, é claro, Nash e D12 nunca jogaram juntos e agora em LA podem mesmo fazer o melhor “P&R” do planeta. Acho, volto a dizer, que podem, mas fico com um pé atrás, pois não me lembro de D12 fazer o “P&R” porque o Orlando era o rei das bolas de três e D12, por conta, disso, reclamou dos companheiros e principalmente de Stan Van Gundy, pois, segundo ele, sua função no time era apenas a de pegar rebotes.

Lá pelas tantas Trapizomba também disse: “Rola o boato de que o Lakers implementará a ‘Princeton Offense’, o que eu discordo. Tendo SFN e DFH no mesmo time, deixa a festa rolar. Temos tb o já memorável KFB e PFG. O pau comerá, com certeza”.

Neste momento da conversa, Salerme, outro grande parceiro deste botequim, botou o copo na mesa e pediu um aparte: “Acho que o mais importante no caso do Lakers é o que você (Trapizomba) colocou: o melhor pivô no ‘PnR’ achando o melhor armador. Não tem como não ser uma combinação fatal. Agora, usar a ‘Princeton Offense’ talvez seja uma forma de movimentar o ataque para que o Black Mamba também tenha jogo. Lembro que Gasol também é eficiente no ‘PnR’, qualquer outro time da liga com SFN (Nash), DFH (D12) e PFG (Gasol) viveria só de ‘PnR’; mas com Black Mamba no time, o ataque tem que ser mais que isso. E, pelo que tenho lido, a ‘Princeton Offense’ não irá matar o ‘PnR’, mas garantirá movimentação para que o time tenha ainda jogadas de isolações e ‘low post’, que têm sido o forte do Lakers há alguns anos. Enfim, acho que a utilização da ‘Princeton Offense’ irá abrir o leque ofensivo do time”.

Aqui eu concordo com Trapizomba. Não que a “Princeton Offense” não possa dar certo no Lakers. Claro que pode, pois quatro dos cinco titulares são jogadores habilidosos, rápidos e inteligentes. Aliás, inteligência é fundamental para o uso da “Princeton Offense”. Minha dúvida recai sobre D12. Ele não tem tanta habilidade e seu arremesso não é lá essas coisas. E também tenho dúvidas quanto a capacidade de entendimento dele desta jogada, que para terminar em uma bandeja (o que dificilmente acontece), favorecendo-o, ele terá que se movimentar corretamente por cerca de 15 segundos, que é o tempo que normalmente dura a jogada. Aliás, a “Princeton Offense” usa demais o pivô e o ala-pivô, que frequentemente aparecem para fazer o corta-luz, mas as finalizações se destinam mais ao ala do que ao pivô por conta do posicionamento mais distante do garrafão.

Alguém pode estar boiando nessa história e querendo saber do que se trata a tal da “Princeton Offense”.  A jogada foi criada por Franklin “Cappy” Capoon na longínqua década de 1930, quando dirigiu a Universidade de Princeton. Pete Carril, que foi técnico em Princeton de 1967 a 1996, foi quem aperfeiçoou-a, mas de um jeito que hoje em dia muitos dizem que foi ele quem a inventou. Pode ser usada contra defesas em zona ou individual. Foi criada para favorecer jogadores menos atléticos, que era o caso dos atletas de Princeton, uma escola que jamais foi o objetivo de qualquer jogador que tinha em mente uma bolsa de estudo para jogar e mais tarde acabar na NBA.

Ela consiste na movimentação alucinada dos jogadores, basicamente no perímetro e/ou atrás da linha dos três pontos, longe do garrafão, de modo que não dá para dizer quem é quem na jogada. Posição é o menos importante nesse sistema. Não há armador, alas ou pivô. Todos têm que se movimentar, normalmente agrupados. Todos têm que estar aptos para passar, driblar e arremessar. A movimentação constante visa, evidentemente, criar situações de “mismatch”, ou seja, de vantagem do atacante sobre o defensor e, consequentemente, a possibilidade do arremesso desmarcado (que é o que quase sempre ocorre) ou uma bandeja ou enterrada sem a incômoda presença do marcador (dificilmente termina assim).

Além de cansar a defesa adversária por conta da movimentação dos atacantes, a jogada confunde também, pois vários são os corta-luzes executados (como disse), de modo que o marcador que cai no “screen” de repente não faz a menor ideia de onde se encontra, criando o “mismatch”. Em muitas situações, ele termina com um arremesso atrás da linha dos três. E o Lakers tem em Nash, Kobe, MWP e até mesmo em Gasol jogadores com ótimo aproveitamento neste fundamento.

A função de D12 nesta jogada seria, basicamente, fazer corta-luz e apanhar rebotes se as bolas longas ou mesmo os “mid-range” não entrarem. São poucas as situações de “P&R” com o pivô, usando, neste caso, muito mais o ala de força, que pode se aproveitar também de um “back door”.

Aí eu pergunto: vocês acham que Dwight vai ficar feliz ao ouvir de Mike Brown que o Lakers vai usar a “Princeton Offense”? Ele, Dwight, que tanto resmungou, como disse acima, dos tiros de três na época do Orlando, que acabava por destinar a ele esse mesmo papel de apanhador de rebotes?

Duvido; que me perdoe o Salerme. Nesta, eu estou com o velho Trapizomba.

Abaixo, dois vídeos que eu selecionei na internet com a “Princeton Offense”.

AGRADECIMENTOS

Trapizomba tem sido um grande parceiro deste botequim desde que ele foi aberto. Relaciona-se muito bem com todos os “pau d’águas” desta casa, especialmente com os torcedores do Lakers, como ele. Fez uma sólida amizade com o Salerme, que conheceu o Trapizomba neste botequim. Salerme já esteve em LA, onde mora Trapizomba, e juntos foram ao Staples ver os amarelinhos jogar.

Comunicam-se frequentemente. Outros também já trocaram figurinhas com o Trapizomba. E como eu gosto de observar essa troca de figurinhas, acabo também a) por aprender; b) encontrar temas para este blog.

Obrigado a todos mais uma vez pela grande contribuição.

CALENDÁRIO

Risco no calendário os dias quando vou dormir. Não vejo a hora de esta temporada começar. Quero muito ver o Lakers em ação. É o time do momento.

Isso vai me custar boas horas de sono por causa do maldito fuso horário. Mas o que fazer? O Lakers vai me fazer perder boas horas de sono; o Dallas jamais.

Aliás, qual foi o legado que o Mavs deixou depois de ter sido campeão da NBA? Nenhum.

Ganhei horas de sono ao não me preocupar com o time texano. Ganharei aprendizado vendo o Lakers jogar — assim espero, pois vou dormir menos horas por noite.

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terça-feira, 14 de agosto de 2012 Jogos Olímpicos de Londres, NBA | 19:24

CONFIRA O RANKING DOS ‘DREAM TEAMS’ DESDE BARCELONA-92

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Depois que os EUA ganharam a medalha de ouro nos Jogos de Londres, vale a pena a gente avaliar o que Kobe Bryant disse sobre esse time e o Dream Team de Barcelona-92. O que disse exatamente Kobe?

Num primeiro momento, que o time atual venceria o DT. Depois, pressionado pela opinião pública, que o condenou com veemência, recuou e desdisse o que disse. Ou melhor: disse que disse que o time atual, numa série melhor de sete, talvez vencesse uma partida e não acabaria sendo varrido.

Mas vamos fazer o seguinte? Vamos deixar pra lá Kobe Bryant.

O que eu quero propor é: em que lugar se situaria esse time de Londres num ranking envolvendo apenas os selecionados compostos por jogadores da NBA?

Domingo, almoçando com meu filho e tendo meu netinho a nos distrair por conta de suas traquinagens, a gente concluiu que o time atual não é nem o segundo melhor de todos os tempos desde que os profissionais passaram a competir nas Olimpíadas.

Vocês querem saber como ficaria o ranking, certo? Desde Barcelona, não se esqueçam, já foram seis selecionados. De acordo com a minha avaliação, eles ficam assim situados:

6º) EUA-2004 — Em sexto e último lugar, claro, pois foi o único time de profissionais que não conseguiu conquistar a medalha de ouro olímpica. O time, se olhado agora, era extraordinário, mas estava repleto de garotos, entre eles LeBron James, Dwyane Wade e Carmelo Anthony. Os três tinham acabado de jogar sua primeira temporada na NBA e não tinham qualquer experiência profissional e muito menos internacional. Sobrou tudo nas costas de Tim Duncan, Allen Iverson e Stephon Marbury, que não aguentaram o rojão. E Larry Brown, que comandou o time, acabou sucumbindo por conta de um projeto muito mal montado por parte da USA Basketball.

5º) EUA-2000 — Esse time por pouco não foi batido pela Lituânia nas semifinais. O armador Sarunas Jasikevicius, na época jogador do Barcelona e que mais tarde passou por Golden State e Indiana, mandou uma bola de três, no estouro do cronômetro, que bateu no aro. Se tivesse entrado, o placar teria sido de 86-85 para os lituanos e não 85-83 para os norte-americanos. Eu vi tudo, ao vivo, lá no ginásio, bem de perto, com a mão na cabeça, certo de que aquela bola entraria. Aquele jogo foi emblemático, pois deixou claro para o mundo que os profissionais da NBA poderiam ser batidos. Esse time tinha jogadores de qualidade bem discutível, como Vin Baker, Antonio McDyess e Shareef Abdur-Rahim, muito embora contasse com Vince Carter, Kevin Garnett, Gary Payton, Jason Kidd, Tim Hardaway e Alonzo Mourning.

4º) EUA-2012 — Esse time que foi campeão em Londres não fica nem entre os três melhores desde que os profissionais passaram a competir. Foi campeão de forma invicta, mas mostrou dificuldades. Venceu a Lituânia na fase de classificação por apenas cinco pontos (99-94) e na final, diante da Espanha, o jogo foi muito parelho e acabou com a vitória dos EUA por apenas sete pontos: 107-100. Claro que faltaram aos norte-americanos jogadores como Dwight Howard, Dwyane Wade, Chris Bosh e Derrick Rose. Se todos estivessem em terras da Rainha, certamente o nível da equipe seria outro. Talvez ficasse em terceiro lugar no ranking de todos os tempos envolvendo os profissionais nos Jogos Olímpicos. Foi a primeira Olimpíada de Kevin Durant, que terminou o torneio como segundo melhor cestinha da competição com média de 19,5 pontos por jogo (o líder foi o australiano Pat Mills, do San Antonio, com 21,2). Foi também a Olimpíada de LeBron James, o melhor jogador do time norte-americano. Kobe Bryant também deu sua contribuição, mas em um nível inferior aos dois mencionados.

3º) EUA-2008 — Esse selecionado foi batizado como “Redeem Team”. Ou seja, o time da redenção. Isso porque ele teve a missão de resgatar o ouro olímpico e o orgulho norte-americano. Jerry Colangelo, presidente da USA Basketball, como disse acima, manteve o técnico Mike Krzyzewski, que não conseguiu levar o time ao título do Mundial do Japão, dois anos antes, pois foi derrotado pela Grécia por 101-95. Foi, aliás, a única derrota do Coach K à frente do selecionado norte-americano. Em Pequim, os EUA ganharam o ouro olímpico novamente de forma invicta, comandado em quadra por Kobe Bryant, que teve a coadjuvá-lo LeBron James, Carmelo Anthony, Dwyane Wade e Dwight Howard. Na entrevista coletiva depois do jogo contra a Grécia (92-69), eu, sentadinho numa das poltronas da sala de imprensa, ouvi Chris Paul dizer: “A gente se sente como se fossemos os Beatles”. Foi exatamente assim que aquele time foi tratado em Pequim: como uma banda de rock do calibre dos ingleses de Liverpool. E mereceu toda a paparicação.

2º) EUA-1996 — Indiscutivelmente esse foi o segundo melhor time. Dá só uma olhada na galera que esteve em Atlanta: Charles Barkley, Scottie Pippen, David Robinson, Karl Malone, John Stockton (todos remanescentes do time de Barcelona), Shaquille O’Neal, Hakeem Olajuwon, Reggie Miller, Grant Hill, Gary Payton, Anfernee Hardaway e Mitch Richmond. Como vimos, nada menos do que cinco jogadores desse grupo fizeram parte do Dream Team de 1992. Só isso já faz desse grupo um grupo espetacular. Mas adicione a ele Shaq e Hakeem e pronto: ninguém colocará em dúvida que este é mesmo o segundo melhor selecionado dos EUA desde que os profissionais passaram a competir nos Jogos Olímpicos. Venceu os adversários por uma média de 32 pontos. Foi treinado por Lenny Wilkens. Como os jogos foram realizados no Georgia Dome, nada menos do que um total de 258.106 torcedores assistiram a todos os oito cotejos da equipe no torneio, o que deu uma média de 32.2633 pagantes por partida.

1º) DREAM TEAM — Contrariando o título, esse é o único selecionado que pode ser chamado de “Dream Team”. Dizer o que mais sobre um time que tinha Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird? O que dizer de um time que foi guindado ao Hall da Fama de Massachusetts? O que dizer de um time que 12 dos 11 jogadores acabaram no mesmo salão da fama de Springfield? Não há mais nada a falar sobre ele. Quem viu, viu; quem não viu, que se divirta com documentários e vídeos. Ao vivo, no entanto, foi simplesmente espetacular.

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