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segunda-feira, 17 de setembro de 2012 NBA | 17:40

MIAMI CONTRATA HARRELLSON E SE APRONTA PARA ENFRENTAR O LAKERS QUE NÃO SE PREPARA PARA O MIAMI

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Aquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que eu não me lembrava do nome é o Josh Harrellson (foto). Pois bem: Harrellson acabou de assinar contrato com o Miami.

Agora são três os brutamontes do time do sul da Flórida: Joel Anthony (2,06m e 111 kg), Dexter Pittman (2,11m e 130 kg) e Josh Harrellson (2,08m e 125 kg).

O três vão se revezar na pancadaria pra cima de Dwight Howard. Isso foi ensinado por Phil Jackson nos tempos de Chicago Bulls. O tricolor de Illinois nunca teve um pivô decente. Quando o time enfrentava principalmente o New York Knicks de Patrick Ewing os três sempre saíam com seis faltas. Mas desgastavam demais Ewing.

O único pivô que pode competir de igual para igual com D12 é Andrew Bynum, que não é do Miami, mas sim do Philadelphia. Tyson Chandler também não se intimida diante do novo Super-Homem de Los Angeles, mas ele é do New York e não do Heat.

Assim, Pat Riley, o homem que pensa o basquete no Miami, deve ter concluído: preciso de mais um brutamonte para ajudar no trabalho de contensão a Dwight.

Serão 18 faltas à disposição. Isso pode significar um tempo de jogo. Ou mais. A missão dos três será machucar D12.

Começa com Anthony; carregou em faltas? Entra Pittman; carregou em faltas? Entra Harrellson; carregou em faltas? Volta Anthony; ficou pendurado? Volta Pittman; ficou pendurado? Retorna Harrellson; ficou pendurado? Anthony retorna; saiu eliminado? É a vez de Pittman; foi excluído? É com Harrellson; cometeu a sexta falta? Bem, quando isso acontecer, Dwight estará com o corpo dolorido.

Vai ser assim em pelo menos quatro jogos. Vai dar certo?

Nos tempos de Chicago sempre deu. E Patrick Ewing era muito mais jogador do que D12. Ewing, além de forte, tinha recursos. Era bom pra burro. Dwight é forte, mas seus atributos técnicos deixam a desejar.

O Miami não dorme no ponto. Pelos seus movimentos, ele espera mesmo encontrar com o Lakers na decisão do título.

REVERSO

O time de Los Angeles, todavia, não dá mostras de se preparar para enfrentar o Miami. Em seu elenco tem apenas Metta World Peace para marcar o melhor jogador de basquete do planeta. Quando MWP tiver que descansar ou estiver enrolado com as faltas, quem é que vai controlar LeBron James (foto)?

Os torcedores amarelinhos falaram em Devin Ebanks. Tomam como referência seu trabalho diante de Kevin Durant nas semifinais do Oeste na temporada passada.

Mas eu pergunto: quanto terminou a série? Resposta: 4-1 para o Oklahoma City. Qual foi a média de pontos de KD neste embate? Resposta: 26,8. Qual foi sua média na temporada regular? Resposta: 28,0. Conclusão: MWP e Ebanks não subtraíram nada do jogo de KD. Pergunto: o que leva os torcedores do Lakers achar que os dois vão conter LBJ?

LBJ é mais jogador que KD, queiram os fãs de KD ou não.

O Lakers tem que se preparar para LeBron James. Caso contrário, se o time chegar à final da próxima temporada diante do Miami, poderá sucumbir.

Exatamente porque não soube se preparar para King James, ao contrário do Miami, que está mais do que preparado para enfrentar o Lakers e suas estrelas.

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sábado, 26 de março de 2011 NBA | 14:46

RODADA REPLETA DE EMOÇÕES

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Ajogada final de Derrick Rose foi espetacular. O time vencia por apenas dois pontos de diferença. D-Rose encarou a marcação dupla e depois os 2,16 m de Marc Gasol para fazer uma cesta e ainda sofrer falta. Os três pontos de D-Rose levaram o Chicago à vitória por 99 a 96 diante de um Memphis que cresce no momento certo do campeonato.

O time do Tennessee é o oitavo na Conferência Oeste. Pode trocar de posição com o New Orleans, mas não importa. Terá parada dura pela frente: San Antonio ou Lakers.

Mas venha quem vier, o time vai endurecer. San Antonio e Lakers terão que jogar talvez o seu máximo para eliminar o Grizzlies. O time se encaixou.

Mike Conley tem armado com correção o jogo, Tony Allen pontua e marca muito bem e Zach Randolph e Marc Gasol formam uma dupla bem consistente no garrafão do Memphis.

E do banco o técnico Lionel Hollins ainda puxa Shane Battier, o experiente Leon Powe, além de O. J. Mayo, que também adiciona qualidade quando entra.

Duvida? E a bola de três que ele meteu no final do jogo e que quase faz com que o Memphis levasse o jogo contra o Bulls para a prorrogação?

Como disse, o Grizzlies vive um bom momento. Não creio que vá surpreender e eliminar nem San Antonio e muito menos o Lakers. Mas vai fazer uma série bem interessante contra qualquer um desses dois times.

SURPRESA?

O Celtics perdeu em Boston para o Charlotte: 83 a 81. Quando o terceiro quarto terminou, o time de Massachusetts tinha 13 pontos de vantagem diante da equipe da Carolina do Norte: 66 a 53.

Aí a diferença começou a cair, cair, cair e no final o time de propriedade de Michael Jordan venceu a partida. Pra mim, mais uma prova inconteste de que o Boston cai de produção — e não perde porque está se poupando.

Foi a segunda derrota consecutiva em casa. Foi o segundo jogo seguido que Ray Allen falha no momento decisivo. Aconteceu contra o Memphis também. Bola nas mãos dele, atrás do arco dos três, do jeito que ele gosta e… puf! Aro.

“Nosso ataque foi um desastre no último quarto”, disse Paul Pierce. E foi mesmo: o Cats venceu o período final por 30 a 15.

Foi a segunda derrota consecutiva em casa, já disse. E foi, também, a sexta dos últimos dez confrontos.

Com isso, o time já não depende mais de suas próprias pernas para terminar em primeiro lugar no Leste. Tem 21 derrotas contra 19 do Chicago. Mesmo que vença o Bulls fora de casa, a diferença não será descontada.

MIAMI

O Heat venceu de novo. Agora diante do Sixers: 111 a 99. Dwyane Wade fez 39 pontos. LeBron James anotou 43 contra o Atlanta, também fora de casa, e Chris Bosh fez 30 diante do San Antonio.

Ou seja: cada dia é um que brilha. Não há vaidades no grupo. Aquele tsunani que castigou o Miami quando até jogador chorou no vestiário parece ter unido a equipe.

O episódio dos chorões aconteceu depois da derrota para o Chicago. De lá pra cá o time jogou mais nove partidas; venceu sete.

O Heat ainda permanece na terceira posição no Leste. Mas agora apenas uma derrota o separa do Boston. O Celtics ainda joga uma partida em Miami. Mesmo que perca e iguale as derrotas, no confronto direto o Celtics levaria a melhor: 3 a 1.

Então, para tomar a posição do Boston, o Miami tem que vencer o adversário e torcer por outra derrota do rival. E o Celtics tem dois jogos complicados fora de casa: Chicago e San Antonio.

SPURS

Por falar no San Antonio, o time do brasileiro Tiago Splitter foi derrotado novamente. Desta vez foi para o Portland, fora de casa, e por apenas dois pontinhos: 98 a 96.

Mas foi uma vergonha a derrota de ontem.

O Spurs vencia por quatro pontos (96 a 92) a 35 segundos do final. Andre Miller tomou a bola de Tony Parker e descontou: 96 a 94. Depois, a sete segundos do fim, Manu Ginobili foi desarmado por Wesley Mathews. Na sequência da jogada houve falta em Nicolas Batum, que acertou os dois lances livres e igualou tudo em 96 pontos.

Faltava 0,8 segundo para o final do jogo e o San Antonio tinha o lateral, fruto do pedido de tempo depois dos dois lances livres convertidos por Batum. Steve Novak bateu mal o lateral, Manu não conseguiu nem tocar na bola.

O lateral passou para o Blazers. André Miller fez uma ponte-aérea com Batum, que converteu e levou o Blazers ao triunfo.

Inacreditável.

Foi a segunda derrota do San Antonio. Dos últimos seis jogos, perdeu três. Está sem Tim Duncan, que só deve voltar para os playoffs.

A diferença para o Lakers é grande. O time texano tem 15 derrotas contra 20 do time californiano. Acho difícil que o cenário mude.

INVENCIBILIDADE

Por falar no Lakers, o time de Kobe Bryant venceu mais uma: 112 a 104 no Clippers. Fez sua sexta vitória seguida, a 14ª em 15 confrontos. Segue sendo a equipe com melhor desempenho depois do “All-Star Game”.

O jogo, no entanto, foi bem complicado. O Lakers vencia por 108 a 104 a 39 segundos do final quando Artest roubou a bola de Blake Griffin. O Clippers poderia ter baixado a diferença para dois pontos se convertesse o ataque que Ron-Ron impediu.

Na sequência do lance, Derek Fisher sofreu falta. Errou os dois arremessos livres, mas no segundo, Andrew Bynum deu um tapinha na bola e ela entrou: 110 a 104.

OBS: Bynum deu um tapinha com a bola ainda no círculo virtual. Não deveria valer, mas não foi isso que levou o Lakers à vitória; erros houve em outras ocasiões durante a partida.

EPÍLOGO

O Boston me parece perdido neste momento. Como previ aqui, creio que o Miami pode terminar em primeiro no Leste. Vai brigar com o Chicago. O Bulls tem um jogo difícil esta noite contra o Bucks, em Milwaukee. O Boston deve acabar em terceiro.

No Oeste, já disse, acho difícil o San Antonio perder o primeiro lugar. Como acho difícil o Lakers perder o segundo.

COLLEGE

North Carolina deu um passeio em cima de Marquette: 81 a 63. A vantagem de 18 pontos chegou aos 30.

O time deu uma aula defensiva no primeiro tempo. Sofreu apenas 15 pontos. O segundo menor placar em um primeiro tempo na história da escola no Tournament.

No segundo, relaxou naturalmente, e levou 41 pontos. Mas seu ataque funcionou tão bem quanto sua defesa.

Tyler Zeller foi o destaque do time. O ala anotou 27 pontos e pegou 12 rebotes. Harrison Barnes, a estrela da companhia, marcou 20 pontos.

O time pega Kentucky neste domingo. Kentucky eliminou ontem Ohio State, que era considerada a escola favorita ao título.

Josh Harrellson, ala como Barnes, foi o destaque do time do técnico John Calipari, com passagem pela NBA (New Jersey). Harrellson fez um “double-double” ao anotar 17 pontos e dez rebotes. Vai travar um duelo e tanto com Barnes neste domingo.

Não vai ser nada fácil pra Carolina.

Espero que neste domingo não haja buzinaço e nem fogos de artifícios sejam espocados em Durham.

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