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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 NBA | 10:44

MEGA TROCA PODE COLOCAR DWIGHT HOWARD NO LAKERS E GASOL E BYNUM NO ORLANDO

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A notícia que pipocou na noite de ontem em Orlando dá conta de que na próxima quinta-feira a NBA bate o martelo e acontecerá o seguinte: o Orlando cede ao Lakers Dwight Howard, Hedo Turkoglu e Jameer Nelson e recebe Pau Gasol e Andrew Bynum. E o Toronto, o terceiro time envolvido na troca, cede José Calderón para o time da Flórida e recebe um jogador do Lakers, que deve ser Metta World Peace.

O que eu acho? Acho excelente para Orlando e Lakers.

O Orlando resolve sua dor de cabeça que estava se tornando uma enxaqueca, daquelas que não há remédio e acupuntura que resolvam. E remonta sua equipe com o garrafão do Lakers, que ganhou recentemente dois campeonatos, um deles exatamente em cima do Magic.

O time do Orlando ficaria:

José Calderón
JJ Reddick
Jason Richardson (Quentin Richardson)
Pau Gasol
Andrew Bynum

E ainda teria no banco, para ajudar durante a partida, Ryan Anderson, que vem fazendo uma temporada muito boa.

Time para brigar por semifinal no Leste e, se o Chicago perder o fôlego e bobear, para fazer final contra o Miami. Ganhar, no entanto, são outros quinhentos.

O Lakers pega o jogador que ele tanto queria: D12. E recebe um armador de muito bom nível, posição carente no elenco. E Turkoglu não é essa porcaria que muitos parceiros deste botequim dizem. Trata-se de um bom ala, que em muitos momentos decisivos desafoga o time com seus tiros longos

O time do Lakers ficaria:

Jameer Nelson
Kobe Bryant
Hedo Turkoglu
Josh McRoberts
Dwight Howard

Alguém pode torcer o nariz para McBobs. Aí eu respondo do jeito que eu sempre respondo: não dá para um time ter cinco jogadores de seleção. Em alguma posição você é deficiente. O Miami, por exemplo, não tem um pivô do mesmo nível dos demais.

O Lakers ficará carente na ala de força, mas McBobs poderá fazer um rodízio com Troy Murphy e não comprometer tanto assim. Sem contar que D12, praticamente sozinho, tomará conta do garrafão.

Será time para brigar pelo título do Oeste com o Oklahoma City. Se o Lakers se entrosar, contando com Kobe e D12, com a camisa que tem, com a força de sua torcida e de sua história, pode ganhar a conferência.

Gostei.

Tomara que isso de fato ocorra. Vamos, pois, ficar no aguardo da próxima quinta-feira, quando, repito, dizem que a NBA baterá o martelo aprovando as trocas.

Ah, sim, quanto ao Toronto… Nasceu pra ser apenas coadjuvante.

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Sem categoria | 18:28

ESPANHA RECEPCIONA SEUS HERÓIS. O BRASIL? ORA, SOMOS BURROS DEMAIS PARA PENSAR NISSO

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Afeito ao futebol, o brasileiro, de um modo geral, está se lixando para outros esportes. Disse de um modo geral; não generalizei.

Felizmente, aqui neste botequim, nós gostamos de futebol, é verdade, mas gostamos (e muito) de basquete. E se eu me propuser a falar da quase classificação do nosso time de tênis em Kazan, na Rússia, pela Copa Davis, sei que muita gente vai falar sobre esse assunto e dar opiniões distintas.

Por isso, aliás, eu gosto deste botequim: somos ecléticos. Nossos horizontes são amplos, não temos visão míope quando o assunto é esporte.

Tim-tim pra nós — esta rodada é por minha conta, Labica!

Bem, digo isso porque estava acompanhando a recepção da seleção espanhola pelas ruas de Madri na tarde desta segunda-feira. A Espanha, todos nós sabemos, mas não custa lembrar, foi bicampeã europeia ontem, na Lituânia, ao bater na final a França. Com o resultado, ao lado dos franceses, garantiu-se nos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem.

Uma recepção de gala, como comprova uma das fotos que eu “surrupiei” do jornal “Marca” e posto aqui em uma das paredes do nosso botequim para que vocês babem com a consciência esportiva dos espanhóis.

Recepção de gala: ruas cheias, torcedores inflamados, os heróis espanhóis sendo festejados com devida justiça. Um povo culto esportivamente falando, que sabe dimensionar o tamanho da conquista do time dos irmãos Gasol, de Juan Carlos “La Bomba” Navarro, de Rudy Fernandez, do novato Serge Ibaka, e dos veteranos José Calderón e Ricky Rubio.

Aí eu me lembro que há uma semana, ou seja, na segunda-feira da semana passada, nossos bravos jogadores chegaram à noite de Mar del Plata com a vaga olímpica na bagagem. Vaga olímpica, diga-se, que não vinha desde 1996.

Festa para nossos heróis? Que nada, eles voltaram separadamente: um tanto desembarcou em São Paulo, outro tanto no Rio de Janeiro.

Nos aeroportos, apenas a mídia, familiares e amigos. Torcedores? Nenhum.

Por que isso aconteceu? Ora, porque a CBB, hum… não programou nada! Nadinha de nada. Não fez nem uma vagabunda homenagem para os nossos heróis de Mar del Plata; homenagens, aliás, que eles mereciam.

Reconheço que o estardalhaço feito pelos espanhóis não teria cabimento aqui no Brasil, pois, como disse, somos um povo burro esportivamente falando. Mas uma homenagem, pequena que fosse, isso a CBB poderia ter feito.

Nem mesmo “cavar” uma visita ao Palácio do Planalto o presidente Carlos Nunes, da CBB, conseguiu. Nem ele e nem seu silencioso departamento de marketing.

Algumas sugestões para o marketing da CBB: 1) A CBB poderia ter marcado a chegada para uma das capitais, São Paulo ou Rio, e lá ter feito a homenagem, conclamando os torcedores para recepcionar nossos jogadores; 2) Ou mesmo para as duas cidades, interligadas, onde os jogadores pudessem interagir no momento da comemoração, como numa teleconferência; 3) Visita a Brasília, como disse, para que o grupo fosse recepcionado pela presidente Dilma Rousseff; 4) Desfile de jogadores, neste domingo, em São Paulo, no Pacaembu, antes do clássico Corinthians x Santos e, no Rio, no Engenhão, antes de Botafogo x Flamengo; 5) E por aí vai.

É só pensar. É só botar a cabeça pra funcionar.

Mas não, a CBB e seu departamento de marketing nada fizeram para capitalizar até este momento, um momento que chega a ser histórico.

O que mais se falou depois da conquista da vaga foi se Nenê e Leandrinho deveriam ser chamados para atuar em Londres, no ano que vem. E a CBB, vendo esta discussão na mídia e em vários fóruns na internet, nada fez para reverter a situação.

Ela está calada, como se nada tivesse acontecido.

Infelizmente, somos mesmo um povo burro quando se trata de esportes.

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domingo, 18 de setembro de 2011 Basquete europeu | 19:23

ESPANHA: UM TIME IMBATÍVEL? PERTO DISSO…

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Não dá para ganhar da Espanha. E a Espanha é o único selecionado que pode ameaçar o reinado dos EUA, desde que os norte-americanos contem com Kobe Bryant, LeBron James e Dwyane Wade. Se os estadunidenses aparecerem com um selecionado sem essas estrelas, corre o risco de colocar a prata no peito.

Não dá mesmo pra ninguém da Europa ganhar da Espanha. Na metade do terceiro quarto da final da Euroleague, bem que a França tentou reagir. Encurtou uma desvantagem que estava em 13 pontos, baixou-a para seis, depois que Joakim Noah acertou um “jump shot” (60-54).

Mas aí apareceu o MVP do torneio. Juan Carlos Navarro acertou uma pedrada de três; depois, Tony Parker perdeu a posse de bola e no contra-ataque espanhol José Calderón fez mais dois e a diferença voltou para 11 pontos.

Não tem jeito; não dá mesmo para ganhar da Espanha. Os ibéricos foram um time poderoso. Têm Navarro, Calderón, Ricky Rubio. Quer mais? Têm os irmãos Gasol, Pau e Mark, além de Serge Ibaka. Não está satisfeito ainda? Pois não: que tal Rudy Fernandez?

Um timaço; uma baita seleção. Venceu a França na decisão da Euro por 98-85 e foi bi europeu com muitos méritos.

E olha que os franceses formam um selecionado igualmente poderoso. Olhem o time francês: Tony Parker, Florent Pietrus (irmão mais velho de Mickael Pietrus, do Orlando Magic, que não participou deste Pré-Olímpico), Nicolas Batum, Boris Diaw e Joakim Noah. À exceção de Pietrus, os outros quatros jogam e se destacam na NBA.

Foi um legítimo vice-campeão. Igualmente um timaço; uma baita seleção.

Mas não dá para ganhar da Espanha.

DESTAQUES

Juan Carlos Navarro foi o cestinha do jogo com 27 pontos, seguido por Tony Parker, com 26. O reboteiro da partida foi Pau Gasol: dez. Serge Ibaka justificou o apelido de “Rei dos Tocos”: foram cinco nesta final. Boris Diaw deu sete assistências e terminou na frente de todos. José Calderón fez quatro desarmes e foi o ladrão do jogo.

Agora um destaque negativo: lembram-se que eu falei que Parker perdeu uma bola que possibilitou um contra-ataque aos espanhóis, que fizeram mais dois pontos e levaram a vantagem para 11 pontos? Pois é: o francês foi o jogador que mais erros cometeu no confronto: cinco.

Voltemos aos destaques positivos; um, na verdade: os lances livres cobrados pelos espanhóis. Foram 24, com 22 encestados, o que deu um excelente aproveitamento de 91.7%.

Que os nossos jogadores (especialmente Tiago Splitter) vejam e revejam este jogo e se atenham a este fundamento: lance livre. Foi uma aula espanhola.

PRÊMIOS

A seleção do campeonato, escolhida pelos jornalistas que cobriram o evento, foi esta: Tony Parker (França), Juan Carlos Navarro (Espanha), Bo McCalebb (Macedônia), Andrei Kirilenko (Rússia) e Pau Gasol (Espanha).

O troféu de MVP, como já disse, acabou nas mãos de Navarro, apelidado “La Bomba”. Nem precisa explicar, convenhamos.

PRÉ-MUNDIAL

Ainda bem que o Brasil se livrou desse abacaxi. Serão três vagas para 12 selecionados que vão participar do Pré-Mundial, entre junho e julho do ano que vem, em local ainda não definido.

Rússia, Macedônia, Lituânia e Grécia vão representar os povos do Velho Continente. Um desses três vai sobrar. Acho que sobra a Grécia.

Rússia, Macedônia e Lituânia devem se classificar para os Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem. Não acredito que nenhuma outra seleção no planeta tenha condições de roubar uma dessas vagas.

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terça-feira, 2 de março de 2010 NBA | 14:23

PHOENIX, MAIS QUENTE DO QUE NUNCA

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O Phoenix fixa-se definitivamente entre os melhores do Oeste. Quem frequenta este botequim há tempos, sabe muito bem que eu não coloquei o Suns entre os meus favoritos para os playoffs quando fiz minhas previsões para esta temporada.

Fui pego, confesso, de surpresa. Por quê?

Ora, porque não via em Alvin Gentry um treinador talhado para tal tarefa. Além disso, o elenco é bem preguiçoso quando o assunto é defender.

Mas o time do Vale do Sol surpreende e neste momento ocupa a quinta colocação na conferência. Fruto de uma campanha sólida — não há como não reconhecer.

Gentry tem feito o grupo funcionar e a questão da defesa não chega a comprometer porque o volume ofensivo acaba por compensar.

Nuggets Suns Basketball

No jogo de ontem contra o Denver, o Phoenix atropelou seu adversário no US Airways Center por 101-85. E o script foi o mesmo de sempre: correria e bola pra cesta adversária!

Talvez o Denver estivesse preparado para conter essa fúria adversária. Mas não estava preparado para combater sabe quem? Os reservas.

O pessoal que veio do banco detonou. Depois de uma desvantagem no primeiro quarto de nove pontos (33-24), os reservas entraram e nos 12 minutos seguintes trituram o Denver por 33-11.

Nada menos do que 24 tentos vieram do banco.

O segundo quarto foi o quarto do armador Goran Dragic. O esloveno fez duas enterradas e jogou o fino da bola.

Uma das enterradas, aliás, foi hilária, com o jogador caindo de boca na quadra. Felizmente, nada ocorreu, mas todos no ginásio riram — inclusive o jogador.

Depois desta goleada no segundo quarto, que levou o placar geral para 57-44, o resto do jogo foi administrado pelo Suns. Resultado justíssimo.

NENÊ

Nosso brasuca esteve bem. Naquela questão da contagem, eu computei um rebote um a mais para o são-carlense: nas minhas contas foram quatro ofensivos e dois defensivos, totalizando seis.

Mas na contagem do pessoal da estatística, foram três ofensivos. Talvez eu tenha me enganado, sei lá, mas está muito claro ainda pra mim os quatro rebotes de frente.

Quanto aos pontos, foram 14 no total. Seu aproveitamento nos arremessos foi muito bom: 6-9.

Nenê Hilário fez ainda um par de desarmes, assistências e tocos.

Pena que o time perdeu.

VAREJÃO

Knicks Cavaliers BasketballForam apenas 16 minutos; para ser exato, 16:17 minutos. Mas o suficiente para que o nosso outro brasuca brilhasse na rodada de ontem; mas com vitória.

O tempo escasso não foi problema para Anderson Varejão anotar outro “double-double”. Desta vez vindo do banco, o capixaba cravou 14 pontos e pegou dez rebotes, seis deles no ataque; excelente.

Duas assistências completaram seus números.

Mas sejamos honestos: o que ocorreu ontem em Cleveland foi o chamado “treino de luxo”. Afinal, o Cavs detonou o New York: 124-93.

A diferença chegou a 49 pontos. Claramente o time de Ohio tirou o pé; poderia ter chegado a 60 pontos, sem exagero algum.

A diferença entre as equipes é grande demais.

CONTUSÃO

Não bastassem as lesões de Chris Bosh e José Calderón, o Toronto perdeu também Hedo Turkoglu. O turco jogou apenas 15 minutos no primeiro tempo na derrota de ontem para o Houston.

Anotou só quatro pontos. Não retornou para a etapa final. Motivo: torção no tornozelo.

O resultado dessas perdas é que o resultado do confronto de ontem diante do Rockets, no Texas, acabou sendo favorável aos anfitriões: 116-92.

O técnico Jay Triano, depois do jogo, aborrecido com o destino, declarou: “Sejamos justos, três de nossos quatro melhores jogadores não estão jogando. Não importa quem é o adversário; se três de seus quatro melhores jogadores não estão na quadra você terá dificuldades para vencer partidas”.

Concordo.

O Raptors, aliás, despenca na classificação do Leste por conta disso. Vem de quatro derrotas consecutivas.

Por conta disso, se vê ameaçado na quinta posição da conferência, até então dada como certa para os playoffs. Mantém-se nela, mas a folga já não existe mais: tem 28 derrotas, contra 29 de Chicago e Milwaukee.

Do Atlanta para baixo, muita água ainda vai rolar.

RODADA

Os outros resultados da rodada de ontem foram os seguinte:

Philadelphia 105-126 Orlando
Charlotte 84-89 Dallas
New Orleans 92-106 San Antonio
Chicago 92-116 Atlanta
Memphis 93-103 Portland
Clippers 108-104 Utah

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010 NBA | 15:57

ESPELHO, ESPELHO MEU

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Nenê Hilário terminou o jogo de ontem diante do Utah (vitória por 119-112) com 18 pontos e sete rebotes. No primeiro tempo, já tinha anotado 14 tentos e confiscado dois ressaltos.

Como se vê, sua produção caiu no segundo tempo. Caiu por dois motivos: 1) pelejou com as faltas (fez cinco no total); 2) não é mole jogar no mesmo time de Carmelo Anthony e Chauncey Billups.Jazz Nuggets Basketball

Os dois são notórios “fominhas”. Têm olhos apenas para a cesta adversária; os companheiros que se danem.

A bem da verdade, essa tática tem funcionado, pois o Denver, desde a temporada passada, quando Billups foi contratado, cresceu assustadoramente. Fez a final da conferência, tendo sido dobrado pelo Lakers.

Neste campeonato, completo, volta a apresentar um basquete competitivo. Melhorou ainda mais com a chegada do “rookie” Ty Lawson, um espetacular armador produto de North Carolina, a mesma escola do técnico George Karl e de Michael Jordan.

Como dizia, o time voltou a mostrar um basquete competitivo depois que Melo e Billups (ambos em foto AP) regressam ao time, recuperados de lesões. É o segundo colocado do Oeste ao lado do Dallas.

Mas fica uma pontinha de frustração quando a gente assiste aos jogos do Nuggets, pois é mais do que claro que Nenê poderia e deveria ser mais acionado.

A situação é engraçada, pois no primeiro tempo o time alimenta o são-carlense com bolas e mais bolas. Tanto que a maioria de seus pontos é feita na etapa inicial.

Vem o segundo tempo e o jogo fica todinho concentrado em Melo e Billups, que também participam ativamente da partida no primeiro período.

Eu me pergunto: por quê?

EXEMPLOJazz Nuggets Basketball

Para vocês terem uma idéia de como Carmelo Anthony é “fominha”, ele teve seu tempo abreviado na etapa inicial, freado que foi pelas faltas. Voltou no segundo e tirou a barriga da miséria.

No todo, arremessou 22 bolas contra o aro inimigo (acertou 13) e ainda bateu 12 lances livres. Terminou a partida com 37 pontos.

Isso, mesmo tendo ficado em quadra 14:43 minutos na etapa inicial, quando cravou oito pontos. Jogou 38 minutos no total, sua média de permanência em quadra nesta temporada.

Ou seja: não foi para o banco no segundo tempo. E, como disse, tirou a barriga da miséria, arremessando daqui e dali, de lá e acolá.

Fez 29 pontos no tempo derradeiro e nem notou Nenê em quadra.

MUDOU

Carmelo Anthony mudou seu comportamento. No começo da temporada, percebia a presença dos companheiros; hoje, não nota ninguém.

Tanto que eu disse, aqui neste botequim, que Melo tinha tudo para ser o MVP desta temporada. Hoje, do jeito que está, nem pensar.

INTRIGADO

Assim estou em relação ao time do Toronto. Os canadenses, ontem, surraram os texanos do Dallas por 110-88 com um basquete notável.

Chris Bosh e Andrea Bargnani formam uma dupla e tanto de pivôs. São poucos os times que dispõem de dois jogadores deste quilate.

Ontem, os dois fizeram 45 dos 110 tentos do Raptors. Foram os cestinhas do jogo: Bosch com 23 e Bargnani com 22.

Bosh, campeão olímpico em Pequim, além da pontuação destacada, pegou também 13 rebotes e controlou espetacularmente Dirk Nowitzki. O alemão fez apenas 19 pontos e fisgou só três rebotes.

Mais ainda: cometeu cinco faltas, pois não encontrou recursos lícitos para conter o oponente.

Além dos dois, o Toronto ainda tem Hedo Turkoglu (dispensa apresentação) e dois armadores de alto calibre: Jarret Jack e o espanhol José Calderón.

Jack fez 11 pontos e distribuiu sete passes que terminaram em cesta; Calderón anotou quatro pontos a mais e deu o mesmo número de assistência.

O espanhol é um armador espetacular, que não tem o devido destaque por parte dos que estão envolvidos com o campeonato da NBA. Ele, não se esqueçam, é simplesmente o armador da segunda melhor seleção de basquete do momento: a Espanha.

Então, olhando para um time desses, eu pergunto: alguém consegue entender esta campanha do Toronto de 21 vitórias e 20 derrotas? Eu não consigo.

Quem conseguir ou encontrar explicações, por favor, se manifeste. O espaço deste botequim é democrático, vocês bem sabem disso.

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terça-feira, 22 de setembro de 2009 Basquete europeu, NBA | 17:43

EUA OU ESPANHA, QUEM É MELHOR?

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A discussão foi acalorada é merece continuidade. Quem é melhor na atualidade: EUA ou Espanha?

Duncan x Gasol, EUA x Espanha

Tim Duncan x Pau Gasol, EUA x Espanha

No post que escrevi ontem, disse que gostaria muito de ver os dois times frente a frente novamente. Principalmente depois do que meus olhos constataram em Pequim e do que vi na Polônia.

Como disse o Pedro José, parceiro assíduo deste botequim, os ibéricos têm 12 jogadores, assim como os EUA. E a gente sabe muito bem que uma das vantagens dos norte-americanos nos torneios internacionais era não apenas a qualidade inquestionável de seus jogadores, mas poder tirar o quinteto titular de quadra e substituí-lo pelo reserva que a qualidade não era maculada.

Pois isso a Espanha mostrou neste Euro-2009. O técnico Sergio Scariolo substituía o time titular pelo reserva e a intensidade de jogo permanecia; nada se alterava.

E olha que os espanhóis jogaram sem José Calderón, contundido, como bem lembrou também Pedro José. Calderón é o armador titular da Espanha, não é nenhum Mané que ficou de fora.

No time dos EUA, ficaram fora de Pequim jogadores como Tim Duncan, Kevin Garnett e Paul Pierce. E quem mais?

Shaquille O’Neal? Não creio.

Há novatos espetaculares, como Kevin Durant e Derrick Rose, que estarão certamente na Turquia no ano que vem. E quem mais?

O. J. Mayo? Andre Iguodala? Russell Westbrook? Rudy Gay? Greg Oden? Paul Millsap? Não acredito que esses jogadores estejam em um nível como o de Durant e Rose.

Ou seja: na minha opinião, os EUA foram a Pequim desfalcados de Timmy e KG.

Se convocados, quem sairia?

Dwight Howard? Claro que não. Chris Bosh? Pode ser. Carlos Boozer? Com certeza. Tayshaun Prince? Com certeza também.

Enfim, a discussão é quente.

Já pendurei um calendário em frente à minha escrivaninha e fico contando os dias à espera do Mundial da Turquia.

O bicho vai pegar, ô se vai!

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