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domingo, 30 de setembro de 2012 outras | 12:21

JAY-Z ABRE A BLACK HOUSE E LANÇA NOVO UNIFORME DO BROOKLYN NETS

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O Barclays Center, lar do Brooklyn Nets, foi aberto na última sexta-feira. E com um show de Jay-Z, um dos proprietários da franquia. Um espetáculo; no melhor estilo deste que é um dos maiores rappers da atualidade.

Em agosto de 2010 eu assisti a um show de Jay-Z no Radio City Music Hall de Nova York. Foi, seguramente, uma das maiores performances que eu vi na vida. E olha que eu já vi muita coisa boa nessa vida, especialmente de jazz, minha música favorita. Assisti ao vivo Oscar Peterson (foto), Sonny Rollins, Gil Evans, Chick Correa, Modern Jazz Quartet, Ahmad Jamal, Wayne Shorter, John Pizarelli, Diana Krall, Nicholas Payton, Ray Charles, Christian Scott, Dizzie Gillespie, Joe Pass, Milt Jackson, Mike Stern, Stanley Clarke, Joe Zawinul, Philip Catherine, John Luc-Ponty, Pat Metheny, John McLaughlin, Stepan Grapelli, Wynton Marsalys, Branford Marsalys, Jimmy Smith, Cyrus Chestnut, George Benson, ufa!, tem mais, mas assim, de supetão, eu não me lembro de todos.

Gente da pesada. Se você gosta de jazz sabe muito bem do que falo. E quando eu vi o show de Jay-Z no Radio City, não nutria grande expectativa. Mas foi como uma paulada na moleira. A rap music é espetacular. Num primeiro momento, você pode ficar com um pé atrás. Mas se você deixar de lado o preconceito (especialmente se você é um cara que gosta de jazz como eu) e se entregar de corpo e alma à música, verá que ela trilha por caminhos jamais trilhados anteriormente. O rap subverte a estrutura musical. A percussão, pra mim, é emblemática: não tem uma lógica linear, vem sempre num contratempo subvertido, que dá a impressão de que tudo vai se perder a qualquer momento. Mas não acontece nada disso.

E ao contrário do jazz que é uma música mais contemplativa, o rap faz do espectador um elemento importante dentro daquele universo de interação pura entre música, artista e fãs. No show que vi no Radio City a parte próxima ao palco não tinha as poltronas. Foram retiradas. Ficou o pessoal do “geraldino”. Se você é do meu tempo, sabe do que falo. No Maracanã do passado, quem ia de arquibancada era chamado de “Arquibaldo”, quem ia de geral eram os “geraldinos”.

Quando falo em “geraldino” em um show de rap, falo daquela galera que se mergulha literalmente de cabeça no show. Que põe pra fora os “iás-iás”, como dizia o saudoso Ezequiel Neves, um dos maiores críticos de rock de todos os tempos, um cara que marcou minha adolescência. Gostava de seus textos e de suas ideias. Ezequiel que se autoapelidou de Zeca Jagger. O cara era o primeiro aluno da classe na matéria Rolling Stones no Brasil. Então, o pessoal do “geraldino”, eu dizia, num show de rap music põe pra fora os “iás-iás”, integra-se à música e dá um colorido todo especial ao show. Creio que 90% daquela galera que compõe o “geraldino” são de negros. E os negros, a gente bem sabe, são um povo sensorial, instintivo. Os brancos, ao contrário, são engessados. Não sabem usar o corpo como os negros usam. Podemos ver isso nos esportes, onde eles dominam quase que de cabo a rabo. Então, num show de rap, os “geraldinos” são basicamente formados de negros. E eles se integram ao espetáculo, interagem. Coisa de louco, só vendo mesmo.

E eu vi.

E na sexta-feira passada, quase 20 mil pessoas foram ao Barclays Center e também viram Jay-Z, como eu em 2010 no Radio City. Foi o show que marcou a abertura do ginásio do BK. The Black House, assim está sendo chamado o Barclays Center. Jay-Z usou a camisa oficial do time, a negra. Vestiu o calção por cima da calça. Ficou muito legal (foto).

O BK tem as cores do San Antonio em quadra: branco e preto. Mas o uniforme do BK ficou muito mais bonito. Sabem por quê? Porque O SAS é um time de brancos, enquanto que o BK é um time de negros.

Abelardo Sampaio, um de nossos parceiros, mandou o link de dois momentos do show. Não gostei muito. Por isso, deixo abaixo pra vocês curtirem o tema “Empire State of Mind”, canção de Alicia Keys e que foi transformada em um rap por Jay-Z. Os dois dividem o palco. E pra encerrar eu pergunto: quem é mais bonita, Alicia ou Beyoncé?

E não se esqueçam de me seguir no Twitter: @FRSormani. Nos próximos dias vou postar algo importante por lá.

Bom domingo a todos.

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terça-feira, 24 de abril de 2012 NBA, outras | 20:49

NEW JERSEY NETS, UMA HISTÓRIA DE 35 ANOS QUE CHEGA AO FIM

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Mal acabou o jogo de ontem entre New Jersey e Philadelphia e o Nets tornou-se Brooklyn. A franquia ainda tem uma partida a realizar como New Jersey (nesta quinta, em Toronto), mas no site oficial, assim que você o acessa, se depara com a seguinte frase: “Hello Brooklyn”. E apenas o contorno do logo, que deverá ser modificado (foto reprodução).

Depois de 35 anos como New Jersey Nets, a franquia agora será Brooklyn Nets. É oficial.

Assim que você entra no site, bem ao lado direito há um cronômetro em contagem regressiva dizendo que faltam seis dias e algumas horas, minutos e segundos para que o torcedor compre tíquetes para a próxima temporada. Entre os assuntos em destaque, um aviso: no próximo dia 2 de junho a franquia fará testes para escolher suas novas “cheerleaders”. Local: Long Island University Brooklyn Campus.

É possível ver também a quantas anda a construção da nova arena, o Barclays Center (foto reprodução). E como vocês bem sabem, a arena será de multiuso. Por isso, a abertura do ginásio vai ser com um show do rapper Jay-Z, um dos donos da franquia, no dia 28 de setembro próximo. No dia 2 de outubro haverá uma partida de hóquei entre o New Jersey Devils e o New York Islanders. E dá pra saber também que Andrea Bocelli fará um show no dia 5 de dezembro e que os ingressos já estão à disposição, que de 14 a 17 de março acontecerá o Tournament da Atlantic 10 Conference; e por aí vai.

Depois de 35 anos como New Jersey Nets, a franquia agora será Brooklyn Nets.

É uma história que se acaba; como acontece, já aconteceu e acontecerá com outras franquias norte-americanas, não importa a modalidade. É claro que há franquias que têm um grande comprometimento com a cidade, como Lakers, Knicks, Celtics e Bulls, por exemplo. Mas há muitas que não estão nem aí para a comunidade local e se mandam rapidinho se o lucro desaparece e surge no lugar dele o prejuízo; ou então, se dá pra ganhar mais dinheiro lá do que cá, vamos embora! O dinheiro fala mais alto, ainda mais no berço do capitalismo.

O Nets muda de endereço, mas isso também aconteceu com o Jazz, que deixou Nova Orleans e foi para Salt Lake City e transformou-se em Utah. Foi assim também com o Hornets, que deu adeus a Charlotte e foi para Nova Orleans e com o Seattle SuperSonics, que não apenas mudou de cidade, mas também de nome, transformando-se no Oklahoma City Thunder. Ah, sim, estava me esquecendo do Vancouver Grizzlies, que agora é o Memphis Grizzlies. Hoje é o Nets que muda de endereço e amanhã poderá ser o Kings, que pode deixar Sacramento e ir para Anaheim.

Voltemos ao New Jersey Nets, uma franquia que perambula não apenas de cidade, mas de liga também. Nos primórdios, ela se chamava New Jersey Americans e pertencia à ABA, American Basketball Association, que em 1976 foi encampada pela NBA e que trouxe consigo duas outras franquias: San Antonio Spurs e Indiana Pacers. Nos primórdios, eu dizia, o Americans não ficava em Newark, ficava em Teaneck, igualmente subúrbio de Nova York. Lá ficou até 1968, quando se transferiu para Long Island (norte de Nova York) e mudou seu nome para New York Nets. Foi então que em 1977 foi voltou para New Jersey, mas fixou endereço em Newark, igualmente subúrbio de Nova York, e passou a se chamar New Jersey Nets.

Agora essa história chega ao fim. Por New Jersey jogaram relíquias do basquete norte-americano, como Dr. J (foto), Nate Archibald, Rick Barry, Drazen Petrovic e Jason Kidd. E Phil Jackson, não como treinador, mas como jogador. Mas isso fica pra história, pois a mudança de endereço era questão de tempo.

Nova Jersey, infelizmente, não tem como comportar uma franquia de basquete. O Estado, aliás, é muito esquisito. A cidade mais conhecida é Atlantic City por conta de seus cassinos. A mais famosa é Hoboken, por causa de Frank Sinatra. Mas você anda por New Jersey e parece que não vê cidade alguma. O que a gente vê se parece com um bairro de Nova York. É esquisito, como disse. O aeroporto de Newark fica em Newark, mas você não vê o downtown de Newark. Eu pelo menos nunca vi.

Dizia que o fim dessa história era questão de tempo. O magnata russo Mikhail Prokhorov comprou a franquia em 2009 e por ela pagou US$ 200 milhões. Vendeu 5% de suas ações para Jay-Z. E embalado pelas ideias do rapper mudou de endereço.

Não tinha mesmo como ficar em New Jersey. Nesta temporada, por exemplo, a menor média de público entre os 30 times da liga foi exatamente do Nets: 13.961 pagantes por partida. Lembrando que o Prudential Center tem capacidade para 18.500. O novo lar, o Barclays Center, acomodará menos gente, 18.103, mas Prokhorov e Jay-Z esperam vê-lo sempre “sold out” e os ingressos sendo vendidos por um preço bem maior.

Estive no ginásio do Nets em Newark quando ele se chamava Continental Center, porque a defunta companhia aérea, comprada pela United Airlines, tinha sede em Newark. Estive no ginásio em três oportunidades: no Final Four de 1996 (o último disputado em ginásio; depois dele, o evento passou a ser jogado em domes) e em duas partidas da temporada regular do Nets contra Boston e Lakers. Não me lembro exatamente dos anos, foi no começo deste século (esquisito escrever e ler isso, não é mesmo?), mas dos jogos sim.

Lembro-me que Kentucky foi a escola campeã do Final Four batendo na final Syracuse. A universidade era dirigida por um ítalo-americano que despontava como um treinador de talento. Seu nome? Rick Pitino. Tony Delk , o armador da equipe, na época namorava a atriz Ashley Judd (foto), que tinha estudado em Kentucky e não perdia nenhum jogo do time. Delk foi eleito o MVP (no “college” é Most Outstanding Player) do torneio. Os dois perdedores do sábado foram U-Mass e Mississippi State. Em Massachusetts jogava Marcus Camby e o time era dirigido por outro ítalo-americano: John Calipari, que neste ano foi campeão com Kentucky, que naquele ano também ganhou o Final Four, como disse. Em Mississippi atuava Erick Dampier.

Lembro-me também da partida contra o Celtics. Eu estava sentado atrás do banco do Nets quando vi, numa das cadeiras de pistas do lado oposto, bem à minha frente, um cidadão de rosto bem familiar. Perguntei a um jornalista americano que estava a meu lado: quem é aquele cara? E ele respondeu: “Danny Aiello”. Se a ficha não caiu, Aiello é ator de cinema e participou de filmes como “O Poderoso Chefão 2”, “Faça a Coisa Certa”, “Era uma vez na América”, “A Era do Rádio”, “A Rosa Púrpura do Cairo” e “Feitiço da Lua”, entre outros. “Ele é um fã do Nets”, completou o jornalista.

Contra o Lakers eu já não sentei atrás do banco. Fiquei do lado, mas bem posicionado. Pela primeira vez eu vi uma partida do time angelino fora de Los Angeles e fiquei impressionado com o número de torcedores da equipe fora de casa. O ginásio estava dividido! Dirigido por Phil Jackson, que eu revia depois das finais de 1998, em Salt Lake City, o Lakers ganhou fácil a partida, comandado em quadra por Kobe Bryant e principalmente por Shaquille O’Neal, a grande estrela da companhia. Lembro-me que depois do jogo, no vestiário, esperando pela chegada dos jogadores, Shaq apareceu enrolado em uma toalha branca. Tinha um piercing em cada mamilo. Nós, jornalistas, caímos na risada ao vê-lo. Com aquele seu sorriso que ocupa metade da boca, bem tradicional, não se importou com a reação da mídia. Foi muito engraçada, a cena, e jamais vou me esquecer dela.

Também na Continental Arena eu me encontrei pela última vez com um amigo que me introduziu no mundo da NBA: Don Casey. Ele era treinador do Nets na ocasião. Casey começou trabalhando no “college”, dirigindo a Universidade de Temple de 1972 a 83. Depois foi ser assistente técnico do Chicago e Boston. Foi na época em que era auxiliar no C’s que Casey (foto) veio ao Brasil para uma clínica da NBA que aconteceu na Hebraica, em 1994. Apresentei-me a ele e entre uma conversa aqui, outra ali, ele me perguntou como é que eu me informava sobre a NBA. Eu disse que era com base nos noticiários das agências, pois trabalhava na “Folha de S.Paulo”, e também vendo o Sportscenter, da ESPN. Então ele me perguntou: “Você não conhece ninguém na NBA?”. Eu disse que não. Ele pegou meu bloco de anotações, minha caneta e escreveu um nome. Era o nome de um amigo dele que trabalhava no escritório da NBA em Nova York. Pegou sua agenda em seguida e me deu o fax do camarada, pois naquela época não tinha esse negócio de e-mail. E falou: “Mande um fax para ele e diga que a gente se conheceu no Brasil, que você é jornalista e que precisa de informações da liga. E peça pra ele te colocar no mailing da NBA”. Isso foi feito e desde então eu jamais me separei da liga. Graças a Don Casey.

Fiquei muito em Newark quando ia a Nova York querendo escapar dos preços exorbitantes dos hotéis. O hotel que eu ficava em New Jersey era perto do ginásio. Quando tinha que ir a Nova York, pegava o ônibus num ponto bem em frente ao hotel e descia na New York Port Authority, uma estação de ônibus e metrô que fica na Oitava entre a 41 e 42. Quando tinha jogos do New Jersey, eu pegava um táxi.

Isso agora é passado. Ir a Nova York de ônibus e aos jogos do New Jersey.

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domingo, 27 de junho de 2010 NBA, outras | 22:46

LEBRON NO CHICAGO!

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Faltam três dias para a data tão esperada por muitos, especialmente os torcedores de New York, New Jersey, Miami, LA Clippers e Chicago. Sem falar nos seguidores do Cleveland.

Faltam três dias para que as negociações comecem. Negociações envolvendo os “free agents” e a maioria das franquias da NBA. No caso em particular, negociações envolvendo essas seis equipes e LeBron James.

Mas, é importante dizer, as negociações, o falatório, as entrevistas, as propostas serão colocadas em cima da mesa a partir do dia 1º. de julho, quinta-feira. O contrato, no entanto, só poderá ser firmado em 8 de julho, uma semana depois. Assim determina a NBA.

Mas isso não quer dizer nada, convenhamos. O que vale é que o mundo vai saber, rapidinho, rapidinho, pra onde vai LBJ, o jogador mais cobiçado no momento, talvez o “free agent” mais desejado em toda a história da NBA.

Em Chicago (veja foto), até outdoor foi colocado no entroncamento das avenidas La Salle e Grand. A cidade pede LBJ com a camisa 6 do Bulls para a próxima temporada.

Camisa 6 porque a 23 está aposentada e também porque King James já avisou que no campeonato que vem ele não mais vestirá a 23, pois entende que ela deveria ser aposentada em todas as franquias, uma vez que depois que MJ a vestiu, nenhum outro jogador (inclusive ele) deveria vesti-la.

Pra onde vai LBJ? As especulações não são poucas. A maioria delas, no entanto, coloca LeBron no Bulls.

A edição deste domingo do “The New York Times” diz que um executivo de um desses seis times mencionados acima garantiu que as reuniões de LeBron com todas estas franquias serão mera formalidade, pois o jogador já tem destino certo: Chicago Bulls.

Mais ainda: este mesmo executivo garantiu que não apenas LBJ estará no Bulls, mas também Chris Bosh. “Creio que esse acordo já foi feito”, disse o cartola, que pediu anonimato ao jornal nova-iorquino e foi atendido.

Além deste testemunho citado pelo diário de Nova York, o jornal “Chicago Tribune” garante que um cara chamado William “Worldwide Wes” Wesley diz pra quem quiser ouvir que King James vai mesmo para o Chicago.

Quem é William “Worldwide Wes” Wesley? Wes, como ele é chamado, é uma espécie de lobista dentro da NBA. Conhece todo mundo. Tem livre trânsito com jogadores, agentes, executivos; enfim, é um cara influente, que ouve e fala.

Quando ouve, ouve o que poucos podem ouvir; quando fala, fala o que muitos gostariam de dizer.

Em outras palavras: dois depoimentos de pessoas que têm livre trânsito dentro dos corredores secretos da NBA e que colocam LeBron James dentro do Chicago.

Será que eles estão mesmo certos?

APOSTA

O New York é o time que tem a maior conta bancária no momento para contratar dois dos principais “free agents” que estão na praça. Sim, pois além de LeBron James, há outras feras disponíveis, como o já citado Chris Bosh, Dwyane Wade, Amaré Stoudemire, Joe Johnson, Dirk Nowitzki, Carlos Boozer, Rudy Gay e David Lee.

O Knicks tem US$ 34 milhões para isso. O problema é que o time nova-iorquino não tem ninguém para ajudar esses dois astros dentro de quadra. O time é fraco à exceção de David Lee.

Mas se o Knicks oferecer uma montanha de dinheiro para Lee, como é que vai pagar LBJ e Joe Johnson, por exemplo? Não há tanta grana assim disponível, mesmo na segunda franquia mais rica da NBA.

Além do mais, o time não tem técnico, pois Mike D’Antoni é fraco, muito embora a filosofia ofensiva do treinador agrade LeBron. Os dois, não se esqueçam, trabalharam juntos no time americano que foi ouro nos Jogos de Pequim.

O Miami conta com US$ 27 milhões disponíveis. Mas tem D-Wade. Além dele, Mario Chalmers e Michael Beasley têm contrato com o time da Flórida.

Sem contar Pat Riley, hoje vice-presidente da franquia, um treinador que conquistou cinco títulos na NBA e que ainda tem voz ativa, embora o comandante seja Erik Spoelstra.

É forte candidato nesta briga para contratar ‘Bron.

Outro forte candidato é o New Jersey. O Nets muda-se para Nova York daqui a três temporadas. Vai jogar no Brooklyn, onde está sendo construída sua nova arena.

Brooklyn que é sinônimo de paraíso para LBJ. Brooklyn que conta com o time de beisebol do New York Yankees, por quem ‘Bron morre de paixão (veja foto).

Nets cujo um dos proprietários é o rapper Jay-Z, amigo pessoal de LeBron.

Além desses atrativos, a franquia tem muito dinheiro em caixa, pois o magnata russo Mikhail Prokhorov acabou de comprar a parte majoritária do New Jersey. De acordo com a revista norte-americana de economia “Forbes”, Prokhorov situa-se na 40ª. posição entre os bilionários de todo o planeta com uma fortuna estimada em US$ 9.5 bilhões.

O russo mandou costurar os bolsos da calça, pois o dinheiro não para de cair de tanto que ele tem.

Com verba disponível, o Nets ainda conta em seu elenco com Devin Harris e Brook Lopez. E está praticamente acertado com Avery Johnson, que vai assumir o cargo de técnico da franquia.

Por outro lado, Rod Thorn deixou a presidência do time. Ele, se você não sabe, é um dos executivos mais respeitados dentro da NBA. Além disso, o Nets não tem camisa: na última temporada, ganhou apenas 12 partidas.

O Clippers tem grana disponível, mas, assim como o New Jersey, não tem camisa. Esquece.

E o Cleveland tem dinheiro, mas parece não seduzir mais LeBron, pois também não tem camisa. LeBron parece não querer mais seu nome vinculado com descamisados.

ENTÃO…

Então que eu acho que dois times brigam realmente para ter LeBron James na próxima temporada: Chicago e Miami.

MAS…

Não se esqueçam do que eu contei no começo de nossa conversa: um executivo de uma dessas seis franquias já garantiu LeBron James e Chris Bosh no Chicago. Ele e William “Worldwide Wes” Wesley, um dos caras que mais conhecem a intimidade da NBA.

OU SEJA

Eu estou quase que convencido de que LeBron James e Chris Bosh vão mesmo jogar juntos em Chicago na próxima temporada.

O time, além de camisa e uma história que nenhuma outra franquia tem dentro da NBA, conta com Derrick Rose e Joakim Noah. Isso sem falar em Taj Gibson, uma das maiores promessas para um futuro bem próximo.

D-Rose, LBJ, Luol Deng (este destoa, mas fazer o quê?), CB-4 e Noah. E um técnico que conhece defesa como poucos na NBA: Tom Thibodeau, o cara que engendrou todo o sistema defensivo do Boston e que ajudou a levar o time a duas finais nos últimos três campeonatos.

Chicago, creiam, com esse quinteto, é time pra ninguém botar defeito. É time para ganhar o título da próxima temporada.

Ou alguém acha que Lakers e Boston encaram essa parada?

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