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Posts com a Tag Iziane Castro

quinta-feira, 19 de julho de 2012 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 23:31

IZIANE É CORTADA DA SELEÇÃO POR INDISCIPLINA. CBB AINDA NÃO SE MANIFESTOU SOBRE O CASO

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Meu xará Fabio Balassiano acaba de postar em seu blog que a ala Iziane Castro foi cortada da seleção que vai disputar os Jogos Olímpicos de Londres. Motivo: indisciplina. Usando um velho clichê, a notícia caiu como uma bomba.

Ou será que não?

Afinal de contas, Iziane é velha conhecida. Não pelo seu basquete, que jamais brilhou na seleção brasileira; muito pelo contrário. Iziane é conhecida por sua indisciplina. Iziane derrubou o técnico Paulo Basul. Se vocês não se lembram e alguns não sabem do episódio, Iziane, no Pré-Olímpico Mundial disputado em 2008, na Espanha, foi retirada do jogo pelo treinador referido porque, uma vez mais, não estava jogando nada. A contenda foi para a prorrogação e nela Basul quis usar a jogadora. Ela recusou-se a entrar em quadra. E foi afastada.

Voltou para o Brasil e disse em alto e bom som: “Com Basul não jogo mais na seleção brasileira”. Falou como se você a rainha da cocada preta. Falou como se fosse Janeth Arcain, Magic Paula ou a Rainha Hortência.

Basul tentou uma reaproximação, mas não obteve sucesso. Pressionado por Hortência, atualmente diretora das seleções femininas, Basul humilhou-se e convocou-a. Iziane recusou a convocação, mantendo-se irredutível.

O tempo passou e Hortência mandou embora Basul, estendendo o tapete vermelho para Iziane e legitimando sua indisciplina.

Uma pena.

A notícia ainda não foi confirmada pela CBB. Mas não há motivos para se duvidar da mesma. Bala é um jornalista porreta de bom, com fontes que poucos têm e não colocaria essa notícia em seu blog se não tivesse certeza da mesma.

O que eu gostaria, agora, era ver a cara da Hortência nesse momento. Afinal, ela foi avisada por muitos sobre a besteira que estava fazendo ao: a) demitir Basul; b) apoiar a indisciplina de Iziane.

Hortência, infelizmente, joga muito de seu prestígio na lata do lixo neste momento. Comete equívocos atrás de equívocos no desempenho de seu cargo, como diretora de seleções femininas. Muitos que ontem a aplaudiram, hoje vaiam-na.

As vaias deveriam ser apenas para Iziane, mas respingam em Hortência pelo que foi dito anteriormente.

Uma pena.

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domingo, 1 de julho de 2012 basquete brasileiro, Jogos Olímpicos de Londres, Seleção Brasileira | 18:50

GRUPO DA SELEÇÃO FEMININA É COMPLICADO NOS JOGOS DE LONDRES

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O Brasil de saias tomou ciência neste domingo de sua chave nas Olimpíadas de Londres. E é pedreira. Nossas oponentes serão Austrália, Rússia, Grã-Bretanha, França e Canadá. Esses dois últimos selecionados entram na festa por conta do Pré-Olímpico Mundial.

De um grupo de seis equipes, quatro avançam para a fase seguinte. Nosso time não tem time pra ganhar da Austrália e nem da Rússia. Teremos que fazer duas vitórias diante de Grã-Bretanha, França e Canadá.

Teoricamente dá pra vencer as anfitriãs. Mas, é sempre bom lembrar, as britânicas são treinadas por Tom Maher, o homem que montou o primeiro timaço australiano e que deu um novo perfil ao basquete das meninas oceânicas e que hoje é referência mundial. É experiente e conhece a matéria. Aliás, se você não sabe, Maher era o técnico favorito de Paula para assumir a seleção. Ela disse isso a Hortência, quando a Rainha ligou para Magic perguntando quem ela indicaria para assumir o cargo. Hortência gostou, ligou para Maher e recebeu um não de resposta, não sem antes um agradecimento pelo convite. Maher estava compromissado com os britânicos, por isso não pôde dizer sim.

Mas, passado à parte, voltemos ao presente: vamos dar vitória ao Brasil neste confronto? Vamos. Faltaria então um triunfo ainda. Ou diante da França ou diante do Canadá. Dá pra ganhar das duas seleções? Claro que dá. As canadenses são freguesas de caderneta e as francesas passam por reformulação. Mas o problema é que o nosso time não é confiável. Falta uma jogadora que decida. Uma jogadora que coloque a bola debaixo do braço e pense o jogo. E pensando define a partida. Iziane Castro não tem esse perfil e Érika de Souza também não. Adrianinha Moisés está veterana e as demais são jovens ainda e imaturas por conta disso.

Érika, aliás, apresentou-se à seleção com dentes cariados segundo me disseram. Dentes cariados que estão incomodando nossa pivô. Dentes cariados e fora de forma. Encontrei com Magic Paula na última quarta-feira. Contei a ela do meu temor por nossas meninas. E perguntei a ela o que ela achava. Ela mostrou-se igualmente preocupada. Falei dos dentes cariados da Érika (foto) e do fato de ela estar fora de forma. Ele não se mostrou surpresa.  “Na Europa, não se treina”, disse-me ela. Aí eu emendei: e fora de forma fica difícil pra ela jogar e fazer a diferença. No que Paula respondeu, na lata, como se fosse uma assistência na medida para mais dois pontos: “A Érika não define jogo”.

Reflitam.

Mas vamos voltar aos confrontos contra francesas e canadenses. Meu xará, Fabio Balassiano, escreveu em seu blog (clique aqui) que vencer as francesas é importante não apenas por causa da vaga, mas porque trata-se do jogo de estreia do Brasil. Estreando com o pé direito a pressão diminui. Em caso de derrota, o Brasil deverá somar mais duas, porque na sequência vêm  Rússia e Austrália. Em seguida apareceriam as canadenses e nossas moças teriam que vencer para não serem eliminadas. E aí a pressão seria grande demais e o risco de perder aumentaria, pois não é fácil trabalhar com os nervos em frangalhos.

O Brasil, já disse, é melhor que francesas e canadenses. Mas esse melhor tem que ser mostrado na quadra. Se nossas moças vacilarem, disputaremos do 9º ao 12º lugar; o que não seria surpresa nenhuma para mim.

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terça-feira, 6 de março de 2012 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 20:28

UMA LUZ SOBRE OS PRÉ-OLÍMPICOS, AS OLIMPÍADAS E AS CHANCES DO BRASIL

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A NBA está a todo o vapor e o NBB também. É claro que neste botequim o papo versa mais sobre o torneio norte-americano, mas há os que gostam também da competição nacional.

A NBA está a todo o vapor e o NBB também, mas no final de julho próximo começam as Olimpíadas. Alguns parceiros perguntam sobre datas e seleções classificadas. Perguntam também sobre os Pré-Olímpicos, masculinos e femininos.

Vamos, pois, clarear a situação.

O torneio masculino começa no dia 29 de julho e termina em 12 de agosto. No feminino, a bola sobe pela primeira vez um dia antes; ou seja, em 28 de julho, com a decisão da medalha de ouro marcada para 11 de agosto.

Os dois torneios são compostos de 12 seleções cada.

Do lado dos marmanjos, nove selecionados já garantiram vaga em Londres, restando, pois, três vagas. Vamos aos classificados:

Grã-Bretanha (sede)
EUA (campeão mundial)
Argentina (América)
Brasil (América)
Espanha (Europa)
França (Europa)
Austrália (Oceania)
China (Ásia)
Tunísia (África)

De 2 a 8 de julho, em Caracas, Venezuela, será disputado o Pré-Olímpico Mundial dos homens. Doze países estarão brigando pelas três últimas vagas. São eles: Grécia, Lituânia, Macedônia, Rússia, República Dominicana, Porto Rico, Venezuela, Coreia do Sul, Jordânia, Angola, Nigéria e Nova Zelândia.

Estes 12 países foram divididos em quatro grupos com três componentes cada. A saber:

Grupo A
Grécia
Jordânia
Porto Rico

Grupo B
Lituânia
Nigéria
Venezuela

Grupo C
República Dominicana
Coreia do Sul
Rússia

Grupo D
Angola
Macedônia
Nova Zelândia

As equipes se enfrentam dentro do grupo e os dois primeiros colocados se classificam para a fase quartas de final. Os quatro vencedores avançam para as semifinais e os vencedores, além de decidirem o título, garantem vaga para as Olimpíadas. Quem ficar com a medalha de bronze (disputa do terceiro lugar) garante-se também em Londres.

Do lado das moças, os selecionados já garantidos em Londres são sete. Vamos a eles:

Grã-Bretanha (sede)
EUA (campeão mundial)
Brasil (América)
Rússia (Europa)
Austrália (Oceania)
China (Ásia)
Angola (África)

De 25 de junho a 1º de julho será disputado o Pré-Olímpico Mundial das mulheres. Local: Ankara, Turquia. Doze seleções estarão brigando por cinco vagas. São elas: Croácia, República Tcheca, França, Turquia, Argentina, Canadá, Porto Rico, Japão, Coreia do Sul, Mali, Moçambique e Nova Zelândia.

Esta dúzia de seleções estará dividida em quatro grupos de três:

Grupo A
Japão
Porto Rico
Turquia

Grupo B
Argentina
República Tcheca
Nova Zelândia

Grupo C
Croácia
Coreia do Sul
Moçambique

Grupo D
Canadá
França
Mali

Os selecionados se enfrentam dentro de seus respectivos grupos e os dois primeiros colocados se garantem nas quartas de final. As quatro equipes que passarem para a fase semifinal carimbam passaporte para Londres. Os outros quatro times, derrotados nas quartas, disputarão a última vaga.

BRASIL

Muito se fala das possibilidades brasileiras. Medalha?

Bem, no masculino, se todos os nossos jogadores se dispuserem a jogar (falo principalmente dos quatro que jogam na NBA, Anderson Varejão, Nenê Hilário, Tiago Splitter e Leandrinho Barbosa), o Brasil deve disputar do quinto ao oitavo lugar.

Agora, caso o técnico Rubén Magnano consiga extrair o máximo de cada um de nossos atletas e algum dos selecionados favoritos (EUA, Espanha, França e Argentina) der uma patinada, o Brasil pode brigar pela medalha de bronze.

Se eu fosse Magnano escalaria este quinteto titular:

Marcelinho Huertas (foto Reuters)
Alex Garcia
Marquinhos Vieira
Nenê Hilário
Anderson Varejão

Atribuiria a Leandrinho o mesmo papel que lhe cabe desde que chegou à NBA: ser o nosso sexto homem, vindo do banco, bagunçando as defesas adversárias com sua velocidade e seus arremessos de três. E Splitter seria o descanso perfeito para Varejão e Nenê.

No feminino as coisas andam meio complicadas. Enio Vecchi, que fez um ótimo trabalho no Pré-Olímpico das Américas, disputado em Neiva (Colômbia), não teve seu contrato renovado com a CBB. Hortência Marcari, responsável pelos selecionados femininos, optou trocá-lo por Luis Cláudio Tarallo.

A bem da verdade, Hortência nunca escondeu de ninguém que Tarallo era seu técnico favorito. Num primeiro momento, no entanto, o treinador não pôde aceitar o convite, que acabou no colo de Vecchi.

As chances do Brasil são mínimas para não dizer nenhuma. Nosso time pode brigar, na melhor das hipóteses, por um quinto lugar. Medalha, acho muito difícil, pois há seleções muito mais fortes, como os EUA, Rússia, Austrália e China.

Além de ter um treinador novo, o Brasil ainda conta com a indefinição de Iziane Castro (foto Fiba). A ala brasileira deve ir para o Seattle Storm, da WNBA, e se isso acontecer ela só teria condições de se apresentar 15 dias antes do torneio de Londres. O mesmo vale para a nossa pivô Érika de Souza, que deve jogar novamente pelo Atlanta Dream.

Eu abriria este precedente, pois nosso selecionado não pode abrir mão das duas. Com elas será bem difícil; sem elas será impossível brigar por um lugar honroso.

Se eu fosse Tarallo escalaria o seguinte quinteto titular:

Adrianinha Pinto
Palmira Marçal
Iziane Castro
Damiris Amaral
Érika de Souza

Por que Palmira? Sei que muitos devem estar se perguntando. Porque ela defende muito e num torneio como esse você tem que ter uma jogadora com este caráter.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 16:46

IZIANE DESEMBARCA EM SP E DIZ QUE RESPEITOU DECISÃO DE ÊNIO AO DEIXÁ-LA NO BANCO

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Iziane desembarcou na manhã desta quinta-feira junto com a delegação brasileira no aeroporto de Cumbica, Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo. Entre outras respostas dadas a jornalistas que foram “cobrir” a chegada da seleção feminina, medalha de bronze no Pan de Guadalajara, Iziane declarou:

“Sofri muito no banco de reservas, mas acatei a decisão do técnico (Ênio Vecchi) em deixar-me no banco. Foi uma opção dele, mas minha vontade era de estar na quadra”.

Pra quem não sabe, Iziane (foto Vipcomm) ficou no banco todo o último quarto do jogo em que o Brasil perdeu para Porto Rico e acabou de fora da decisão da medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos.

Voltando no tempo, em 2008, quando o Brasil participava do Pré-Olímpico Mundial em Madri, Espanha, o então treinador, Paulo Bassul, fez o mesmo com Iziane numa partida contra a Belarus. Mas veio uma prorrogação — ao contrário do confronto diante de Porto Rico. Bassul, na metade do tempo extra, chamou Iziane para o jogo e ela se recusou a entrar.

Bassul afastou a jogadora, que, punida, deixou de ir aos Jogos de Pequim.

A pergunta que fica é: será que ela teria feito o mesmo se Vecchi a chamasse para entrar nos segundos finais da derrota diante de Porto Rico?

Jamais teremos esta resposta, porque Ênio perdeu uma excelente oportunidade para sabatinar Iziane.

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terça-feira, 25 de outubro de 2011 Sem categoria | 22:22

BRASIL FICA COM O BRONZE QUANDO NA VERDADE DEVERIA TER FICADO COM O OURO

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A seleção feminina acabou de ganhar da inexpressiva Colômbia por 87-48. Com o resultado, conquistou a medalha de bronze no Pan de Guadalajara.

Não fez mais que a obrigação.

Ou melhor: fez menos do que deveria ter feito. O que o time comandado por Ênio Vecchi no banco e por Érika de Souza e Iziane Castro em quadra deveria ter conquistado o ouro.

O nível do campeonato foi baixíssimo.

Cuba, que poderia ser um adversário de peso, preferiu priorizar a preparação para o Pré-Olímpico Mundial e nem sequer apareceu para o torneio. Nem mesmo com uma equipe sub qualquer coisa. Idem para a Argentina, que também jogou desfalcada.

O Brasil decepcionou. Nunca é demais lembrar e frisar.

Essa derrota pode ter sido boa visando os Jogos Olímpicos do ano que vem em Londres. Pode ter sido boa para nos mostrar que esse time tem muito o que fazer se quiser uma posição honrosa.

E que Érika e Iziane compreendam que as duas são boas jogadoras, nada além disso. Estão longe de ser o que no passado foram Paula, Hortência e Janeth.

E vale o investimento em Damiris do Amaral. Ela é grande, tem velocidade e tem fundamentos. Vale todo o investimento nela, pois se tem alguém nesse time que pode ser no futuro importante para nós é ela.

E temos que procurar rapidamente uma armadora. Quem? Realmente, não sei.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 18:19

PERDER PRA PORTO RICO É DOSE PRA MAMUTE!

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Não dá para ganhar todas as noites. Verdade, não dá para ganhar todas as noites, mas perder para Porto Rico realmente é dose pra mamute.

Sim, a seleção feminina foi batida na semifinal do Pan-Americano de Guadalajara pelas porto-riquenhas por 69-68 e agora tem que se contentar com no máximo uma medalha de bronze, quando o ouro deveria ser a cor obrigatória dada a fragilidade das adversárias.

Foi uma partida para ser esquecida. Nosso selecionado marcou muito mal.

Individualmente, Érika de Souza, nossa principal jogadora, foi um fiasco. Pegou 15 rebotes, é verdade (também, com 1,97m diante das baixinhas porto-riquenhas, era obrigação), mas fez apenas dois pontos. De seus 12 arremessos, todos eles com o beiço grudado na cesta, acertou apenas um. Um desastre.

Iziane Castro, que se considera uma das maiorais do basquete moderno, ficou o último quarto todinho no banco de reservas. Por quê? Porque forçou o jogo e jogou apenas pra ela e nunca para o time. Anotou 14 pontos, com um aproveitamento de 6/13 (46%) nas bolas de dois e 0/2 (0%) nas de três.

Além delas, a armadora Babi Queiróz, que vinha fazendo um bom Pan-Americano, foi outro desastre: jogou pouco mais de seis minutos, não deu nenhuma assistência e fez uma falta desnecessária no final da partida, diminuindo ainda mais as chances de o Brasil vencer o jogo.

Tassia Carcavalli, a armadora reserva, que ficou mais tempo em quadra, esteve perdida o tempo todo. Sem imaginação, limitou-se: 1) a forçar o jogo quando deveria cadenciar; 2) a dar passes laterais quando deveria ser audaciosa.

Palmira Marçal, que defende muito bem, fez água: não desarmou ninguém. Pior: insistiu nas bolas de três, tendo acertado apenas uma em nove! (11%). Desconfiômetro pra ela!

Ainda creditando a derrota a erros individuais, vamos agora falar do técnico Ênio Vecchi: por mais que Iziane estivesse mal, no fim do jogo ela tinha que estar em quadra. Sua experiência, sua vivência em momentos como este seriam importantes. Mas, inexplicavelmente, Ênio deixou-a no banco.

Do ponto de vista coletivo, a seleção acertou apenas 59% de seus lances livres: 19/32. Se tivesse derrubado duas bolas a mais, teria vencido a partida. Nos chutes de três, 3/20 (15%): ridículo.

E em todo o jogo nosso selecionado deu apenas sete assistências.

Enfim, aquele time que nos encantou no Pré-Olímpico de Neiva (Colômbia), não foi visto em quadra.

Como disse, não dá para jogar bem todas as noites, mas perder para Porto Rico é realmente dose pra mamute.

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domingo, 23 de outubro de 2011 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 20:42

BRASIL BATE A COLÔMBIA E TEM A OBRIGAÇÃO DE VENCER PORTO RICO E DECIDIR O OURO

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Como era de se esperar, o Brasil se classificou em primeiro lugar no Grupo B dos Jogos de Guadalajara. Bateu no começo da tarde deste domingo a Colômbia por 86-53 e agora terá pela frente Porto Rico, que venceu a Argentina por 73-70, ficando em segundo lugar no Grupo A.

O jogo semifinal está marcado para esta segunda-feira, às 16h (Brasília). Eu só espero que a Record transmita a partida. Só isso.

No jogo deste domingo — mais uma moleza deste Pan-Americano —, novamente o técnico Ênio Vecchi rodiziou nossas meninas. Mas bem menos do que na vitória diante da Jamaica.

Iziane Castro foi a cestinha do jogo com 25 pontos. Érika de Souza cravou mais um “double-double”: 15 pontos e 13 rebotes. Nossa pirulona ainda deu quatro tocos. Gostei mais uma vez da nossa armadora Babi Queiróz: seis pontos, sete rebotes, quatro assistências e dois roubos de bola.

De resto, nada mais a se destacar.

O confronto desta segunda-feira não deverá apresentar problemas para o nosso selecionado. Pelo time que tem, pela fragilidade dos adversários, o Brasil tem a obrigação de bater Porto Rico e se qualificar para a final do torneio.

O jogo decisivo está marcado para as 23h desta terça-feira.

DECEPÇÃO

Os EUA perderam os dois jogos disputados até agora no Pan de Guadalajara.  O selecionado norte-americano foi batido em seu primeiro jogo pela Argentina (58-55), fato inédito na história dos confrontos entre as duas seleções. Depois, apanharam de Porto Rico (75-70) — acho que isso também jamais havia ocorrido.

Logo mais, às 23h de Brasília, as americanas devem ser batidas pelo México, que se destaca no Grupo A e joga em casa. Com isso, terminaria o torneio com três jogos e três derrotas.

Eu não me lembro de isso ter acontecido um dia com um time de basquete dos EUA. Uma vergonha.

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sábado, 22 de outubro de 2011 Basquete europeu, Seleção Brasileira | 16:41

CBB REVELA PROJETO DE REPATRIAR NOSSAS JOGADORAS VISANDO LONDRES-12

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O melhor da rodada deste sábado do basquete feminino no Pan de Guadalajara foi a notícia publicada no iG dando conta da intenção de Érika de Souza e Iziane Castro de voltarem a jogar no Brasil. Iziane quer montar um time em São Luís, no Maranhão.

“Já temos até patrocinador fechado, mas não posso revelar a empresa”, disse Iziane. “Se tudo der certo, durante o recesso na WNBA jogo no Brasil e pelo Maranhão”.

Iziane corteja Érika. Ela quer que sua companheira de Atlanta Dream, da WNBA, continue a seu lado, jogando no Maranhão. ‘’É muito tempo fora do país, são dez anos já”, disse Érika. “E tem também a seleção; seria muito bom poder ter as principais jogadoras próximas para preparar bem o time para a disputa dos Jogos Olímpicos’’, completou Érika.

Pra complementar esta notícia alvissareira, Magic Paula (está dando um show nos comentários pela Rede Record) disse que a CBB tem um projeto de repatriar todas as nossas meninas. A entidade quer que elas fiquem no Brasil no ano que vem, ano dos Jogos Olímpicos de Londres.

Se conseguir, não só os nossos torneios internos ganham força, como a seleção também. Ênio Vecchi, que tem se revelado um excelente treinador de moças, poderá reunir com mais frequência as jogadoras, trocar figurinhas com elas e montar um projeto em busca de uma medalha.

Tenho dito que nossa realidade é a disputa do nono ao 12º lugar em Londres se tudo caminhar normalmente e talvez do 5º ao 8º lugar se jogarmos nosso melhor basquete.

Mas se o projeto da CBB vingar e pudermos treinar pra valer e entrosar o grupo, acho que o Brasil pode montar uma seleção para brigar pelo bronze.

Caramba!, que notícia boa! Bem que poderia dar certo.

PRIMITIVISMO

O jogo de nada valeu. Ou melhor: valeu para colocar nossas reservas em atividade.

Quem menos jogou foi a ala Silvia Gustavo: 13:13 minutos. Depois, a pivô Carina de Souza: 14:22 minutos.

Ninguém atingiu os 20 minutos em quadra. Quem mais tempo trabalhou foi a armadora Babi Queiróz: 19:20 minutos. Depois veio nossa pirulona Érika de Souza: 19:01 minutos.

Nada menos do que seis jogadoras tiveram duplo dígito na pontuação: Érika (22 pontos, cestinha do time e do jogo), Gilmara Justino (19), Iziane Castro (12), Damiris do Amaral e Jaqueline Silvestre (11 cada uma) e Tássia Carcavalli (10).

Érika pegou 15 rebotes e cravou novo “double-double”. Clarissa capturou 11 ressaltos.

Babi chamou a atenção para as nove assistências e três roubadas de bola.

Houve, no entanto, defeitos: tomamos muitos pontos de um adversário primitivo e as bolas de três não caíram como deveriam: 4/15 (27%). Palmira Marçal, que mostrou mão calibrada no primeiro jogo diante das canadenses, foi mal desta vez: 1/6 (17%).

Não vou falar que limitamos as caribenhas a 20% (11/55) do total de seus arremessos e nem vou mencionar que elas erraram todas as suas três bolas triplas. Não vale a pena, pois, como disse, elas praticam um basquete primitivo.

A organização do Pan-Americano tem que olhar com atenção para isso. Um time como a Jamaica não pode participar desta competição.

O placar final (Brasil 116 x 34 Jamaica) diz como foi o jogo—se é que podemos chamar aquilo de jogo.

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 17:29

SELEÇÃO FEMININA TRITURA O CANADÁ NA ESTREIA EM GUADALAJARA

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Não deu pra ver o jogo direito, pois a Record mesclou a vitória brasileira do nosso selecionado feminino de basquete com lances da natação e do vôlei de praia. Mas deu pra ver que a seleção está no caminho certo.

Novamente fez um grande jogo defensivo e levou à loucura as meninas canadenses. Muito por conta disso e muito também por conta da nossa fluidez ofensiva e do talento individual de algumas de nossas moças, o Brasil venceu o Canadá em seu debute nos Jogos Pan-Americanos por incontestáveis 78-53.

Limitamos as norte-americanas a um aproveitamento de apenas 44% dos tiros duplos (15/34) e a 22% nos triplos (4/18).

É bem verdade que nossas meninas erraram bolas fáceis. Perderam bandejas quando estavam desmarcadas; tomaram tocos quando com uma finta teriam evitado o vexame. É bem verdade que nosso aproveitamento de dois pontos não foi bom (35%; 22/63), mas nosso volume foi muito grande. Arremessamos 19 bolas duplas a mais do que o Canadá. Por isso, mesmo com um aproveitamento menor, somamos mais pontos.

Nas bolas de três, o aproveitamento brasileiro foi melhor: 35% (6/17). Embora o percentual seja o mesmo, os tiros de três são longos e a chance de se errar é muito maior.

Individualmente, destaque para nossas duas meninas que atuam na WNBA. Iziane Castro (Foto Vipcomm) foi a cestinha do time e do jogo com 16 pontos. Mas Érika de Souza realçou-se demais: 15 pontos e 10 rebotes, única jogadora na partida a cravar um “double-double”.

Dez também foram os rebotes de Clarissa dos Santos, mas nossa ala de força parou nos oito pontos. Nas bolas de três, Palmira Marçal foi nossa estrela: 3/5 (60%). Resultado: 13 pontos. Palmira roubou ainda três bolas — vale destaque. Outra que teve duplo dígito na pontuação foi Damiris do Amaral: 11 pontos.

Depois do jogo, Érika admitiu que sentiu um “friozinho na barriga” no começo da partida. Depois, soltou-se em quadra e arrebentou uma vez mais.

O Brasil saiu-se muito bem. Estreia é sempre complicado. Ainda mais quando se tem pela frente o seu maior adversário da chave. O Brasil, pra quem ainda não sabe, está no Grupo B e os outros dois oponentes são Colômbia e Jamaica.

Amanhã, novamente às 13h30 de Brasília, o adversário será a Jamaica. Nova vitória será adicionada ao nosso cartel, não tenho dúvidas disso.

E se tudo caminhar dentro da normalidade, o Brasil estará na final diante dos EUA. Também não tenho dúvidas disso.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011 basquete brasileiro, Seleção Brasileira | 20:28

BRASIL SURRA EUA NO FEMININO EM JOGO-TREINO EM GUADALAJARA

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A seleção feminina acabou de vencer os EUA em um jogo-treino realizado em Guadalajara. Foi um passeio: 73-50.

O Brasil é, disparado, o maior candidato à medalha de ouro. Como disse em outro post, o time norte-americano treina há apenas duas semanas e é formado por 11 jogadoras de universidades sem muita expressão no basquete da NCAA e uma menina do “high school”, o nosso ensino médio.

Esse ouro me parece barbada. Mas o ouro de Fabiana Beltrame também era e acabou vindo uma prata.

No basquete, ao contrário do que afirmam os que não conhecem o esporte, zebras também acontecem.

Mas estou muito confiante na equipe treinada por Ênio Vecchi. Até porque está reforçada por Iziane Castro, sem dúvida alguma nossa melhor jogadora.

Iziane não participou da conquista do título do Pré-Olímpico das Américas, que valeu ao nosso selecionado uma vaga para os Jogos Olímpicos de Londres. Na época, participava das finais da WNBA, quando seu Atlanta Dream foi batido pelo Minnesota Lynx.

Agora com ela, nosso time ganha importante opção ofensiva. Espero que Izy (como ela é chamada pelas companheiras), tenha também comprometimento defensivo.

Como se sabe, Iziane não gosta muito de defender. E defesa é a marca registrada desse novo time brasileiro.

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