Publicidade

Posts com a Tag Frank Vogel

segunda-feira, 14 de maio de 2012 NBA | 01:11

CLIPPERS SURPREENDE E ELIMINA MEMPHIS NO TENNESSEE. LEBRON ARREBENTA NO ÚLTIMO QUARTO E MIAMI PASSA PELO INDIANA

Compartilhe: Twitter

Caríssimos.

É preciso ter coragem para apostar ou cravar em resultados ou times vencedores na NBA atual. Eu não sei o que ocorre. Às vezes eu acho que os jogadores são fracos mentalmente. Em outras horas eu acho o oposto: são poderosos e por conta disso não se intimidam com nada e ninguém.

O fato é que ando meio que sem coragem para apostar ou cravar em resultados ou times. Depois que o Memphis foi a Los Angeles e empatou a série em 3-3, não me entrava na cabeça que o time, embalado pela vitória revigorante e salvadora, pudesse, dois dias depois, jogar em casa, no conforto do lar, diante de seu séquito de seguidores e acabasse derrotado. Um vexame. Lembrou-me Portugal diante da Grécia na Euro-2004. Por mais que tenha sido uma façanha Felipão ter levado os nossos irmãos portugueses à final, perder em casa para a Grécia foi imperdoável. O mesmo vale para o Grizz. Depois de tudo o que aconteceu em LA, perder dois dias depois diante de 18.119 torcedores, foi inacreditável. Os fãs ficaram arrasados no Dia das Mães. Os jogadores do Grizz acabaram com o domingo desta pobre gente. Imperdoável.

Imperdoável também foram as performances de Rudy Gay e Zach Randolph no quarto final. Gay jogou 8:59 minutos e saiu zerado de quadra. Z-Bo jogou 56 segundos a menos e fez apenas dois pontos e pegou um mísero rebote. Tony Allen, aquele que é marrento sem poder ser, foi outro que saiu zerado de quadra. Mike Conley, o armador do time, não deu nenhuma assistência nos 12 minutos finais. Não deu porque os caras estavam com a mão fora da forma ou por que seus passes foram óbvios e inconclusivos? Vocês que me digam. O.J. Mayo jogou 8:10 minutos e fez só um desprezível ponto.

Enquanto isso, do outro lado da quadra, a segunda unidade do Clippers teve atuação irretocável. Nada menos do que 25 dos 27 pontos anotados pelo time californiano no período saíram das mãos dessa gente valente. Nick Young fez nove pontos, Kenyon Martin anotou sete, Eric Bledsoe cravou seis e Mo Williams contribuiu com três. Reggie Evans saiu zerado do período, mas pegou sete rebotes. Ah, K-Mart pegou cinco ressaltos também.

Chris Paul, o responsável pelos dois únicos pontos dos titulares neste período final, acabou a partida com 19 pontos, nove rebotes e quatro assistências. Esse é o CP3 que a gente conhece.

Quanto ao jogo como um todo, alguém consegue explicar isso? Memphis: 0-13 nas bolas de três! Ridículo.

Por conta disso tudo, caríssimos, a gente consegue explicar o marcador favorável ao Clips em 82-72. Mas eu pergunto: alguém teria jogador suas fichas no Clips? Acho que apenas os mais fanáticos torcedores alvirrubros. De resto, creio que todos apostaram na classificação do Memphis.

Por isso, eu repito: é preciso ter coragem para apostar ou cravar em resultados ou times vencedores na NBA atual. Não me perguntem mais nada, pois ando sem coragem. Pelo menos neste domingo à noite.

DUREZA

O Miami teve problemas diante do Indiana. Venceu por 95-86, mas o resultado não espelha bem o que ocorreu em quadra. A diferença poderia ter sido menor. O Miami teve problemas diante do Indiana porque um de seus Três Magníficos se contundiu. Chris Bosh teve uma distensão no músculo abdominal e por conta disso jogou apenas o primeiro tempo. Traduzindo em tempo de quadra foram 15:48 minutos. Fez falta.

Agora sabem o que é engraçado? O primeiro tempo, o tempo em que CB1 esteve em quadra, foi exatamente o período em que o Indiana se deu melhor e venceu por 48-42. Alguém se atreve a explicar? Eu ouso: o responsável por tudo isso foi LeBron James. LBJ, se você viu o jogo e não reparou, marcou nada menos do que 26 de seus 32 pontos no segundo tempo, 16 deles no quarto final. Nove de seus 15 rebotes também vieram nesta segunda metade do jogo. Jogou o período embalado pelo troféu de MVP recebido antes de a partida começar (foto Getty Images).

Caríssimos, seguinte: se LBJ jogar essa bola até o final da série e o Miami puder contar com CB1 (é dúvida para o segundo confronto) e Dwayne Wade jogar o seu normal, não tem pra ninguém. E na final da conferência, idem; não importa quem seja o adversário, Boston ou Philadelphia.

Aí o Heat vai para a final. O que acontecerá?

Como eu disse acima, é preciso ter coragem para apostar ou cravar em resultados ou times vencedores na NBA atual. Eu já ousei dizer que se LBJ jogar essa bola que ele jogou no segundo tempo, CB1 se recuperar da lesão e D-Wade jogar o seu normal, o Miami ganha a conferência. Minha audácia termina por aqui.

Agora vamos falar um tiquinho do Indiana: não dá para encarar um time como o Miami com dois de seus melhores pontuadores marcando, juntos, 13 pontos. Sim, foi isso o que fizeram Danny Granger (7) e Paul George (6). Ambos fizeram 2-15. Inacreditável. Granger foi engolido por LBJ (olha ele novamente!) e George foi vítima de alguns zagueiros do Miami, entre eles D-Wade.

Granger disse que se cansou porque teve que marcar LeBron. De fato, LBJ é um “cavalo” de forte. Não é moleza marcá-lo. Que Frank Vogel encontre uma solução para o problema. Se não encontrar, King James sairá coroado de quadra deste confronto.

E ousou dizer: o Miami talvez varrerá o Indiana.

E não me perguntem mais nada, pois meu atrevimento fica por aqui.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 3 de maio de 2012 NBA, outras | 11:37

INDIANA RECUPERA O MANDO DE QUADRA AO ATROPELAR O ORLANDO NA FLÓRIDA

Compartilhe: Twitter

Quando o Indiana perdeu em casa a primeira partida da série para o Orlando, muitos disseram neste botequim terem ficado decepcionados com o resultado, pois esperavam mais do terceiro colocado do Leste. Até porque enfrentava o sexto, e esse sexto jogava sem seu principal jogador — e um dos principais da atual geração — o pivô Dwight Howard. Disse na época: o Pacers vai beliscar uma vitória na Flórida e vai se classificar na série.

Dito e feito; ontem o Indiana ganhou do Orlando fora de casa, fez 2-1 no confronto e pulou na frente pela primeira vez nesta contenda. Ganhou é pouco para dizer o que o time do técnico Frank Vogel fez: o Indiana machucou demais o Orlando ao vencer por uma vantagem de 23 pontos: 97-74.

O diferencial em favor do Pacers foi a atuação Roy Hibbert (foto AP). Disse outro dia que o desempenho ofensivo do pivô era de corar seu mais fanático seguidor, pois mesmo diante de um baixote como Glen Davis, ele tinha dificuldades para pontuar. Ontem, ao contrário, contribuiu com 18 pontos e fez o que dele se espera na série: encestou oito bolas, quase que o dobro das cinco acertadas nos dois confrontos anteriores.

Marcar é preciso, mas atacar também. Um jogador com status de “all-star”, que é um dos pilares da equipe, não pode se limitar apenas a defender quando tem pela frente uma clara situação de “mismatch”; ou seja: vantagem brutal em relação ao seu marcador, no caso de altura. Hibbert mede 2,18m enquanto que Davis tem apenas 2,06m. Hibbert é pivô, Davis é um ala-pivô que está no pivô porque D12 está fora do campeonato por conta da cirurgia nas costas.

Desta forma, espera-se que além de Danny Granger e sua mão calibrada, Hibbert também faça a diferença. Que Hibbert tenha sempre um duplo dígito na pontuação e que ela esteja mais perto das duas dezenas e não da simples dezena.

Basquete é um jogo de ataque e defesa. Os melhores times, os melhores jogadores, são aqueles que combinam as duas coisas. Não adianta só defender e pouco produzir no ataque, como também não adianta apenas pontuar e comprometer na defesa.

Apenas alguns puderam se dar ao luxo de ser um “descompensado” em quadra. Não é o caso de Hibbert.

RECUPERAÇÃO

Quando o Los Angeles Clippers venceu o Memphis no primeiro confronto da série, fiquei pensando cá com os meus botões: o time angelino pulou à frente, mas esta série é complicada, muito igual. Não sei se o Grizzlies vai recuperar o mando de quadra, convicção que tive no confronto entre Indiana e Orlando. Mas esta é uma série aberta.

Os dois times são muito parelhos e mesmo o time da terra de Elvis Presley mostrando dificuldades para suplantar um oponente que é dirigido por Vinnie Del Negro e que perdeu uma de suas principais peças, o ala Caron Butler, mesmo com o time da terra de Elvis Presley tendo jogado os dois primeiros jogos em casa, mesmo assim eu acho que em LA tudo pode acontecer. O Clips pode vencer as duas partidas; o oposto também pode ocorrer; bem como cada time obter uma vitória.

Não é “muretar”, é simplesmente constatar que esta série é muito parelha mesmo e é difícil ter alguma convicção. Talvez seja a série mais parelha destes playoffs.

Ontem a vitória ficou com o time da casa: 105-98. O.J. Mayo foi o destaque do Grizzlies com seus 20 pontos, dez deles no quarto final. Foram 20 pontos vindo do banco de reservas, compensando o baixo aproveitamento de Marc Gasol, que anotou míseros oito tentos e sete ressaltos. O espanhol, aliás, vem tendo uma série apagada. Soma média de 11,0 pontos e 6,5 rebotes. Estou atento a isso, pois Marc é um dos caras que têm que fazer a diferença neste embate para que o Grizzlies avance na competição.

A jogada da noite foi a seguinte: sozinho, em um contra-ataque, Tony Allen enterrou (não fez mais que a obrigação) e soltou um grito à la John Weissmuller. Parecia que tinha feita a enterrada da temporada, num grau de dificuldade monstruoso. Na jogada seguinte, tomou uma cravada de DeAndre Jordan que ultrapassou a humilhação. Allen ficou feito cachorro em dia de mudança, sem saber pra onde ir e o que fazer. Deu pena.

ATROPELAMENTO

Alguém anotou a placa do caminhão em cores preta e branca, que atropelou um fusquinha colorido com chapa de Salt Lake City?

Os que viram o tal caminhão alvinegro disseram que ele pegou a I-10 em direção ao Oeste. Testemunhas dão conta de que ele passou pelo Estado de New Mexico. A última informação é que ele está na fronteira com o Arizona e, ao que tudo indica, está rumando para Utah.

O serviço ainda não está completo.

Autor: Tags: , , , , ,

domingo, 8 de abril de 2012 NBA | 11:31

PITACOS DA RODADA DE SÁBADO, POIS A DE DOMINGO COMEÇA DAQUI A POUCO

Compartilhe: Twitter

Um pitaco rapidinho sobre a rodada de ontem, pois às 14h de hoje, horário de Brasília, começa a deste domingo, com o jogão Knicks x Bulls, em Nova York, cidade onde o Chicago adora jogar.

Mas vamos à rodada de ontem:

1) O Lakers que se cuide, pois do jeito que vai, o time pode acabar a fase de classificação entre os times que jamais terão vantagem de quadra nos playoffs. No momento, com a derrota de ontem para o Suns, em Phoenix (125-105), os amarelinhos somam 22 derrotas. Mantém o terceiro posto no Oeste, mas aparece com muita nitidez na alça de mira do Clippers (mesmas 22 derrotas, mas está atrás por causa do confronto direto), Memphis (23) e Houston (25). O time jogou ontem sem Kobe Bryant (foto AP), com uma inflamação nos tendões da canela esquerda. Pau Gasol (30 pontos/13 rebotes) e Andrew Bynum (23 pontos/18 rebotes) fizeram de tudo para levar o time à vitória. Não contavam, porém, com a atuação soberba de Michael Redd, que veio do banco e fez 23 pontos. Nos últimos quatro jogos, Redd, que fez parte do time olímpico dos EUA que ganhou a medalha de ouro em Pequim-08, teve duplo dígito na pontuação e acumulou média de 18,2 pontos. Ótima notícia pra gente que gosta do jogo bem jogado, pois Redd sempre foi um cara acima da média. Ficou praticamente dois anos parados por causa de uma grave lesão nos joelhos e parece estar voltando. Completa 33 anos em agosto próximo e pode ainda ter lenha pra queimar, vide o caso Grant Hill. “Nosso departamento médico cura qualquer um”, elogiou o técnico Alvin Gentry.

2) Depois de perder duas partidas seguidas (San Antonio e Chicago), o Boston fez importante vitória ontem à noite diante do Pacers, em Indianápolis: 86-72. Bom para sua recuperação, claro, mas ainda falta ao C’s vitórias sobre adversários de peso. Perdeu seus dois jogos contra o Oklahoma City, o par de partidas diante do Lakers, a única peleja feita diante do San Antonio, no confronto contra o Bulls está em desvantagem em 2-1 e tem 1-0 frente ao Miami ao vencê-lo em casa, sendo que na próxima terça-feira joga na Flórida. O Celtics é um time com jogadores experientes, acostumados a jogos decisivo e tem uma camisa forte. Mas precisa mostrar em quadra que é merecedor do status de favorito. Magic Johnson, em um de seus comentários na TNT, colocou o C’s entre seus preferidos. Eu tendo a aguardar um pouco mais, exatamente porque diante dos times poderosos ele tem um retrospecto de 2-7 (22,2%). A defesa que o alviverde de Massachusetts mostrou ontem diante do Pacers (26-74; 35,1%) tem que ser mostrada também contra as fortalezas da competição. Quanto ao Indiana, a derrota colocou um ponto final em uma sequência de quatro vitórias. Mesmo com o revés, mantém-se na terceira posição no Leste, à frente exatamente do Boston, com 22 derrotas contra 24. Efeméride: Rajon Rondo completou seu 16º jogo seguido com duplo dígito nas assistências. Ontem foi dada uma dúzia.

3) O ridículo Stan Van Gundy escalou novamente Dwight Howard, ontem na vitória frente ao Philadelphia, fora de casa, por 88-82. D12, que segundo o treinador trama nos bastidores para derrubá-lo, anotou 20 pontos e 22 rebotes. Van Gundy deve ser adepto da filosofia de que os fins justificam os meios. Ou então é um banana de marca maior — fico com a segunda opção. Com o resultado, o Sixers somou sua terceira derrota seguida e dos últimos sete jogos só venceu dois. Espero que a rapaziada dê um tempo com essa história de dar o COY para Doug Collins. Não tem o menor cabimento. Tom Thibodeau, Gregg Popovich e Scott Brooks, nesta ordem, são os meus favoritos ao galardão. Correndo por fora aparecem Frank Vogel e Doc Rivers.

4) O Memphis vem encostando no terceiro posto, disse acima. Isso graças também à vitória de ontem diante do Dallas, em casa, por 94-89. Dos últimos nove embates, venceu sete. Temporada passada o time cresceu exatamente na segunda metade da competição. Nos playoffs, no oitavo posto, surpreendeu o líder San Antonio e eliminou-o (4-2), para em seguida ser batido pelo Oklahoma City (4-3). A diferença desta para a temporada passada é que naquela ocasião o melhor jogador do time, Rudy Gay (foto AP), com o braço quebrado não pôde participar dos playoffs. Agora, saudável, comanda a equipe em quadra. Ontem anotou 25 pontos. Zach Randolph, que perdeu 37 partidas por causa de uma contusão no joelho, voltou e em excelente nível. Ontem, vindo do banco, marcou 15 pontos e pegou 11 rebotes. Quanto ao Dallas, o time vem de duas derrotas seguidas e neste abril fez quatro jogos e venceu só um. Mesmo com o revés mantém-se no G8 do Oeste, ocupando a sétima posição, com 26 derrotas, mesmo número do Denver, mas leva vantagem no critério de desempate. Mas se não abrir os olhos e Dirk Nowitzki não voltar a jogar o que sabe (ontem fez 5-16 nos arremessos; 31,2%), o atual campeão da NBA fica de fora dos playoffs, pois o Phoenix vem crescendo (27 derrotas). Depois do “All-Star Game”, o time do deserto vem com uma campanha de 15-7 (68,1%, que o colocaria na terceira posição da conferência). Outra coisa: eu ouvi bem? Alguns “malucos” falam em Shawn Marion para melhor defensor da temporada?

5) E o Minnesota, hein? Perdeu ontem para o pobrezinho do New Orleans (99-90) e somou sua quinta derrota consecutiva. Dos últimos dez jogos, só venceu dois. Está praticamente fora dos playoffs. A contusão de Ricky Rubio: assim a gente explica a dramática queda do Wolves na competição. Desde que o espanhol lesionou os ligamentos cruzados do joelho direito, o time de Minneapolis fez 17 partidas e venceu apenas quatro.

6) Não vi o jogo, mas o duelo entre Blake Griffin e DeMarcus Cousins, pelos números, deve ter sido de arrepiar, embora um não tenha vigiado o outro a maior parte do jogo, pois atuam em posições diferentes, mas jogam dentro do garrafão. Griffin, o sujo, anotou 27 pontos e pegou 14 rebotes; Cousins, o problemático, fez 15 pontos, mas pegou 20 rebotes, seis deles ofensivos. No final, jogando em Los Angeles, o Clips venceu por 109-94, resultado que o deixa, como disse acima, no encalço do Lakers.

7) Finalmente, quero falar do Denver. Com a derrota de ontem para o Golden State (112-97), fora de casa, o time do Colorado está ameaçado no Oeste. Caiu para a oitava posição e tem agora 26 derrotas, uma a menos que Phoenix e Utah. Na época de Nenê Hilário não era assim: o time se classificava com os pés nas costas para os playoffs. Tudo bem que havia Carmelo Anthony e Chauncey Billups — mas havia Nenê também. O time o trocou por JaVale McGee (foto AP) e apostou em Kenneth Faried. McGee é banco e de lá saiu na derrota de ontem para anotar seis pontos e pegar igual número de rebotes; Faried marcou apenas um ponto e pegou só três rebotes. O ala-pivô, que vinha causando sensação no começo da temporada, tem médias de 9,4 pontos e 7,1 rebotes. McGee, com a camisa do Denver, tem 7,7 pontos e 5,9 rebotes. Ou seja: ou o Denver avaliou mal e equivocou-se ao trocar Nenê ou tinha informações seguras de seu departamento médico de que o brasileiro está lesionado seriamente e não terá mais sequências de jogos satisfatórias. Sim, pois desde que foi para o Washington, o brasileiro participou da metade dos confrontos que poderia ter jogado: seis em 12. Acumulou médias de 13,5 pontos e 9,3 rebotes. Vamos aguardar pelos fatos futuros para vermos o que de fato significou para Nenê e o Denver sua saída do Colorado.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 NBA | 20:33

CORRETAMENTE, NBA VETA IDA DE CHRIS PAUL PARA O CLIPPERS

Compartilhe: Twitter

Dona do New Orleans Hornets, a NBA disse nesta segunda-feira não à oferta apresentada pelo Los Angeles Clippers para contratação do armador Chris Paul. E fez muito bem.

O time angelino queria passar a perna no representante da Louisiana. A proposta era simplesmente ridícula: Chris Kaman, Eric Bledsoe e Al-Farouq Aminu, além de um draft da primeira rodada deste ano e que era do Minnesota.

O NOH queria Eric Gordon (foto) no negócio, mas o time californiano disse não. Por isso, não havia mesmo como a NBA aprovar o negócio.

Kaman, que alguns parceiros deste botequim tanto gostam, é um jogador que também tem problemas de contusão. No caso dele, nos tornozelos.

Na temporada passada, Kaman perdeu nada menos do que 50 partidas. Em 2008-09, ficou de fora 51 partidas.

Além disso, assim como Sansão, ao perder os cabelos parece ter perdido a exuberância de seu basquete.

E tem um contrato de US$ 12,2 milhões que se encerra ao final desta temporada.

Bledsoe é um armador que debutou na temporada passada, enquanto que Aminu é um ala que igualmente que estreou na NBA no último campeonato. Assim como Bledsoe, não apresentou números expressivos.

Bledsoe ainda conseguiu figurar no elenco dos “rookies” do “All-Star Weekend” deste ano, em Los Angeles (será que ele apareceu por conta disso?), mas Aminu nem isso.

Portanto, como disse, a NBA não tinha mesmo outra alternativa a não ser vetar o negócio.

Caso o Clippers tivesse oferecido Eric Gordon e assinado com DeAndre Jordan e o incluído no negócio, mais o draft, aí sim creio que a NBA não iria dizer “não”.

PODER

A mídia norte-americana está escandalizada com a atitude da NBA. Segundo ela, a liga está “usurpando” o poder dado ao gerente geral Dell Demps.

O termo “usurpar” é pesado demais e, por isso mesmo, injusto. A mídia norte-americana deveria dizer que a NBA está “corrigindo” as bobagens (pra não dizer outra coisa) que Demps está fazendo.

Aliás, Demps deveria ser demitido de sua função. O cara não é do ramo, definitivamente.

ESTRATÉGIA

O New Jersey pretende fazer uma oferta a Chauncey Billups. Não que o Nets precise do jogador, longe disso.

A ideia é que ao contratar Mr Big Shot a franquia impede que ele vá pro Orlando e, com isso, Dwight Howard desista de ir para o futuro habitante do bairro do Brooklyn.

O Orlando crê piamente que se assinar com Billups a chance de D12 ficar na franquia da Flórida aumenta dramaticamente.

E tem mais: se nenhum time se interessar por contratar Billups até as 18h de Nova York (21h de Brasília), o jogador torna-se “free-agent”.

CARA NOVA

O Indiana está se reforçando. Quieto, vem melhorando espetacularmente em relação ao time da temporada passada.

Primeiro, contratou George Hill. Agora, acertou com David West (foto).

O time já conta com Darren Collison, um armador extremamente competente. Tem em Danny Granger (campeão mundial ano passado na Turquia com o time norte-americano) um ala muito bom. E dois jogadores no pivô que são bons, especialmente Tyler Hansbrough, muito embora Roy Hibbert não fique muito atrás.

O time titular a gente pode montar com Collison, Hill, Granger, West e Hibbert.

E ainda temos o ala Paul George, um “rookie” de grande potencial, e Dahntay Jones, um veterano ala-armador que foi formado em Duke e que gosta de marcar como poucos.

Os dois, mais Hansbrough, vão dar ótima opção ao técnico Frank Vogel, que estreou na profissão no final da temporada passada e mudou a cara do Pacers.

Até onde o Indiana pode chegar? Com Miami, Chicago, Boston e New York no Leste, fica difícil imaginar uma semifinal de conferência. Chegar aos playoffs, para um time que está ganhando uma cara é uma conquista nada desprezível.

NENÊ

Antes que me perguntem, respondo: nada por enquanto.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , ,