Publicidade

Posts com a Tag Chauncey Billups

sexta-feira, 27 de abril de 2012 NBA | 20:14

CONFIRA OS FAVORITOS PARA OS PLAYOFFS DA NBA

Compartilhe: Twitter

Times classificados, cruzamentos definidos, nada melhor do que a gente “palpitar”. Quem vai levar a melhor? Haverá surpresas? Sempre há, nós bem sabemos disso. Ano passado, por exemplo, o San Antonio, segunda melhor campanha da liga (como agora), foi surpreendido e ficou no meio do caminho ao perder para o Memphis logo na primeira rodada. Acontecerá de novo?

Não se esqueça: os playoffs começam amanhã. Sem mais delongas, vamos aos confrontos:

LESTE

CHICAGO x PHILADELPHIA
Dono da melhor campanha entre os 30 times que disputaram o campeonato na fase inicial, o Bulls é favorito neste embate diante do Sixers. Na temporada regular, o time da cidade dos ventos venceu a série por 2-1. A vitória do Phillies aconteceu exatamente na primeira etapa do campeonato, quando o time chegou a ser vice-líder da conferência. Depois, caiu dramaticamente e falou-se até em complô de alguns jogadores para derrubar o técnico Doug Collins. Mesmo com Derrick Rose ainda sem o melhor de sua forma e sem o ritmo de jogo ideal, o Bulls deve passar. Placar: Chicago 4-1 Philadelphia.

MIAMI x NEW YORK
O Heat é favorito, mas o Knicks tem que ser olhado com atenção. Afinal de contas, time que tem Carmelo Anthony, Amar’e Stoudemire e um defensor como Tyson Chandler, não pode ser ignorado de jeito nenhum. Mas o fato é que o Miami, quando põe suas cartas na mesa, elas são melhores: Dwyane Wade, LeBron James e Chris Bosh. Temporada passada, quando os playoffs chegaram, o time do sul da Flórida se transformou e só perdeu o pique na final diante do Dallas. Durante a fase de classificação, o Heat fez 3-0. Mas nestes playoffs a série será mais disputada. Placar: Miami 4-2 New York.

INDIANA x ORLANDO
Na temporada regular, com Dwight Howard em quadra, o Magic fez 3-1 no Pacers. Sem D12 o Orlando não oferecerá resistência ao Indiana, e disso deve se aproveitar o pivô Roy Hibbert. O Orlando é um time sem identidade quando não conta com Howard. Além disso, o técnico Stan Van Gundy perdeu o comando da equipe. Já o Indiana, com a adição de Leandrinho Barbosa, melhorou seu arsenal. Além disso, George Hill passou a jogar melhor na segunda metade da temporada e não seria surpresa vê-lo em quadra mais tempo do que Darren Collison. Placar: Indiana 4-1 Orlando.

BOSTON x ATLANTA
O Celtics terminou em quarto lugar, mas o Atlanta teve melhor campanha. O C’s ficou em quarto por conta do regulamento da NBA, que determina o seguinte: o vencedor de uma divisão não pode ficar abaixo do quarto lugar. No Leste deu, pela ordem, Chicago, Miami, Indiana, Atlanta e Boston nas cinco primeiras posições. Mas o Celtics passou para o quarto lugar por ter vencido a Divisão do Atlântico. Mas por ter melhor campanha, o Hawks terá vantagem de quadra. Na fase de classificação, o Boston fez 2-1. Mesmo em desvantagem de mando, o alviverde de Massachussets é favorito diante de um time que não deverá contar com um de seus principais jogadores: Al Horford, lesionado, está de fora. Placar: Boston 4-1.

OESTE

SAN ANTONIO x UTAH
Segundo melhor time na fase de classificação da NBA, o San Antonio talvez seja a equipe a ser batida nesta reta final. Seus Três Tenores estão intactos e o elenco de apoio é irrepreensível. O SAS funciona como uma máquina muitíssimo bem azeitada. Quem entra não deixa o ritmo cair. O Utah classificou-se na “bacia das almas”. Na temporada regular, perdeu a série por 3-1. A única vitória veio quando Gregg Popovich resolveu poupar suas principais estrelas. Caso contrário, o Spurs teria varrido o Jazz. Placar: San Antonio 4-1 Utah.

OKLAHOMA CITY x DALLAS
Esta é a série mais intrigante destes playoffs. O Dallas capengou na fase regular por conta de ter perdido jogadores importantes. Enquanto isso, o Thunder encantou a todos a maior parte da competição, com seu duo formado por Kevin Durant e Russell Westbrook muitas vezes não deixando pedra sobre pedra em muitos confrontos realizados. Na fase de classificação deu OKC por 3-1. Lavada novamente? É impossível, no entanto, a gente não se lembrar da frase do técnico Rudy Tomjanovic: “Jamais subestime o coração de um campeão”. Isso será suficiente para igualar a série e, quem sabe, fazer do Dallas o vencedor? Poucos acreditam. Não estou entre eles. Placar final: Oklahoma City 4-2.

LAKERS x DENVER
Em que pese o fato de o Lakers ter tido altos e baixos durante a competição e não poder contar com Metta World Peace nesta série por conta da suspensão de sete partidas (a menos que haja um sétimo jogo), o time é favorito. Na fase regular o Lakers venceu o confronto por 3-1. Kobe Bryant está descansado e focado nos playoffs. Andrew Bynum e Pau Gasol formam um dos melhores garrafões da NBA na atualidade. Denver mudou de feição e busca nova identidade. Por conta disso, não deve ser páreo para o Lakers. Placar: Lakers 4-1 Denver.

MEMPHIS x CLIPPERS
O time de Los Angeles chegou a ser sensação no começo da temporada. Com o passar do tempo, o time caiu de produção, especialmente depois da saída de Chauncey Billups (contundido, não jogará mais esta temporada) e da irregularidade de Caron Butler, que tanto pode marcar 30 pontos numa partida quanto sair de quadra com um simples dígito na pontuação. Na fase regular venceu o duelo por 2-1. Mas o Memphis é um time que cresce nesta fase do campeonato. E mais: ao contrário do ano passado, quando não pôde contar com Rudy Gay (contundido), desta vez ele estará em quadra. Série muito equilibrada e o fator quadra poderá determinar o vencedor. Placar: Memphis 4-3 Clippers.

EPÍLOGO

Como se vê, não consegui detectar nenhuma zebra em curso. De todo o modo, se o Dallas passar pelo OKC, ela terá dado o ar da graça.

Como eu costumo dizer, depois que o Dallas foi campeão, tudo pode acontecer na NBA. Até mesmo o Dallas voltar a ser campeão.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 7 de março de 2012 NBA | 17:21

MAIS DALLAS E A RODADA DE ONTEM DA NBA

Compartilhe: Twitter

O assunto Dallas ainda desperta muitos sentimentos entre as pessoas que são frequentadoras assíduas deste botequim e aqueles paus-d’água que só aparecem aqui encachaçados para xingar o dono do boteco. Os sentimentos mais frequentes são os de raiva, surpresa e decepção.

Os dois últimos eu compreendo. Afinal de contas, por sermos próximos e estarmos juntos há um bom tempo, ao emitir uma opinião contundente sobre meu sentimento a respeito do time campeão do Dallas posso mesmo causar admiração (caramba, Sormani, você acha mesmo que o Mavs é um timeco?) e/ou decepção (puxa vida, Sormani, não esperava que você não visse qualidades no Dallas).

O sentimento de ira, no entanto, me chama a atenção. A troco? Não ofendi ninguém; apenas emiti minha opinião, apenas isso. Quem é contrário a ela, que se manifeste e com exemplos mostre que eu estou errado.

Muitos fizeram isso (e seus comentários foram postados), mas outro tanto, impregnado pelo radicalismo e entorpecido pela obtusidade trataram basicamente de me ofender (e essas mensagens foram para a lixeira).

Aos xiitas obtusos (seria pleonasmo?) apenas um aviso: não leio suas mensagens. Ao observar do que se trata, paro a leitura na primeira frase e mando-as direto para a lixeira. E mais: elas não me incomodam; aliás, elas até me ajudam, pois ao acessarem o blog para escrever mensagens raivosas isso significa um “clique” e no relatório mensal o blog aparece entre os mais visitados do iG, o que acaba sendo muito bom para mim. Obrigado, portanto, por acessar o blog. Espero, pois, que vocês continuem se reunindo no Orkut e combinando de entrar no blog para entupi-lo de mensagens agressivas.

DÚVIDA

Quanto ao tema “Dallas”, não retiro nem uma linha do que escrevi. Mas não sou estúpido. Se o time texano provar para mim que é merecedor de crédito, mudarei meu discurso; óbvio.

Como disse, o título do Dallas foi merecido. Ninguém é campeão à toa, ainda mais em um sistema de playoffs melhor de sete.

A dúvida que ainda tenho é: será que o Mavs não foi melhor apenas naquele momento? Será que o Dallas não se aproveitou de um momento em que tudo se encaixou e deu certo? Um momento em que tudo convergia favoravelmente a ele?

Eu encontro “senões” em todas as séries vencidas pelo Mavs.

1) Portland — Surge como favorito em todo campeonato, mas nunca vence ninguém. É o famoso “rojão sem bomba”;
2) Lakers — Time estava todo bagunçado por conta de relacionamento ruim entre jogadores, tanto que foi varrido;
3) OKC — Time jovem, que estava nos playoffs apenas segunda vez;
4) Miami — LeBron James desaparecendo na série final.

Tenho, pois, o sentimento de que o Dallas foi um campeão de ocasião, pois não via (como ainda não consigo enxergar) grande coisa naquele time. Mas posso estar errado.

E o que o Dallas tem que fazer para mostrar que estou equivocado? Ganhar mais títulos. Se ele o fizer, não há o que se contestar; se não o fizer, ficarei eternamente com esta opinião: foi um campeão de ocasião.

DINASTIA

Vejamos os campeões da NBA…

Na década de 1950, o Minneapolis Lakers formou a primeira dinastia da NBA e ganhou cinco campeonatos. Campeão incontestável.

Na década de 1960, foi a vez de o Boston deixar a todos boquiabertos com um time que tinha Bob Cousy, John Havlicek e Bill Russell. Campeão mais do que incontestável.

O Lakers, já em Los Angeles, comandado por Magic Johnson, voltou a dar as caras no final da década de 1970 e na seguinte conquistando cinco títulos.

Depois apareceu o Chicago de Michael Jordan e seus dois “Three Peats” e o San Antonio de Tim Duncan, que ganhou quatro torneios.

O Lakers, comandado primeiro por Shaquille O’Neal e depois por Kobe Bryant, voltou a bagunçar os adversários conquistando cinco troféus.

Alguém ousa contestar estas equipes?

SOLITÁRIO

Há times que ganham apenas um título, mas que disputaram outros. São os casos do Philadelphia, campeão em 1983, mas que foi vice em 1977, 80 e 82. E também do Detroit, vencedor em 2004, vice em 2005 e que perdeu as finais da conferência em 2006, 2007 e 2008.

Talvez eu tenha sido injusto quanto ao Detroit de Chauncey Billups por conta deste currículo apresentado e alertado por um parceiro deste botequim. Mesmo assim, acho que um verdadeiro campeão não fica em apenas um título; ele ganha outros. E o Detroit, todos nós sabemos, jogava em uma conferência capenga. Por conta disso, não sei valorar esses números do Pistons e por isso eu fico em dúvida.

BISAR

Desta forma, se o Dallas chegar nesta temporada e repetir o título da passada, eu prontamente mudo meu discurso. Sim, pois ele deixa claro que não foi um campeão de ocasião.

Mesmo que não ganhe este ano (o time foi muito mexido e perdeu peças importantes), mas chegue no ano que vem, OK; sem problema. Não é preciso enfileirar campeonatos.

O San Antonio de Timmy nunca venceu títulos na sequência. Ganhava ano sim, ano não numa sequência tripla (03, 05 e 07), antecedida pelo campeonato conquistado em 1999. Foi um timaço, que ainda tentar dar um último suspiro.

E o Boston de Larry Bird também nunca foi campeão seguidamente.

EPÍLOGO

Estou, pois, no aguardo. Meu sentimento ainda é o mesmo. Cabe ao Dallas mudá-lo.

E a vocês, nobres parceiros, que tentaram com raciocínio e argumentos me convencer que estou equivocado e sendo injusto, eu agradeço no mínimo pela educação de vocês. E as encachaçados, obrigado também por acessar o blog e torná-lo um dos mais visitados do iG.

RODADA

Alguém conseguia imaginar que o Lakers seria batido pelo pobre Detroit? Eu não; confesso. A derrota por 88-85 foi justa. Aliás, o time já era para ter perdido no tempo normal não fosse a genialidade de Kobe Bryant, que acertou uma bola com o cronômetro praticamente zerado, empatando a partida em 78 pontos e levando-a para a prorrogação… O armador Rodney Stuckey foi um gigante. Do alto de seu 1,96m anotou 34 pontos, seis deles na prorrogação num total de dez anotados pelo Pistons… Greg Monroe: não foi desta vez que vi um grande jogo dele. Foi bem nos rebotes (15), mas até agora procura o caminho da cesta: 1-10. Pior: nem lance livre bateu, demonstrando certa fragilidade ofensiva e temor aos postes adversários, especialmente Andrew Bynum, que anotou 30 pontos e pegou 14 rebotes… Kobe Bryant foi mal: 8-26 nos arremessos. Só não merece vaias por conta da bola que mandou o jogo para a prorrogação… No Texas, talvez emocionado pelas homenagens, Tyson Chandler foi um desastre na derrota do New York para o Dallas por 95-85: seis pontos e oito rebotes. Tentou a cesta em apenas cinco ocasiões!… Jeremy Lin: continua atrás do tempo perdido: 14 pontos e sete assistências. Nos arremessos, 4-13. Se eu fosse Mike D’Antoni deixava Carmelo Anthony de fora uma partida pra ver no que dá. Ainda acho que ele atrapalha Lin… O New Jersey, que ontem jogou com seu uniforme dos tempos de Nova York (por isso “New York” no peito), levou uma surra do Heat em Miami: 108-78. O mesmo New Jersey que havia vencido, fora de casa, Dallas, New York e Chicago… Chris Bosh voltou depois de três partidas ausentes (morte da avó) e anotou 20 pontos… DeShawn Stevenson, aquele que provocou LBJ depois do título do Dallas (vestiu uma camiseta onde se lia “Hey LeBron! How’s my dirk taste?”), nem foi notado em quadra… O Boston precisou de uma prorrogação para bater o Houston por 97-92. Rajon Rondo, desta vez, bateu na ferradura: nove pontos (4-12). Mas Paul Pierce foi um gigante do alto de seus 30 pontos.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 NBA | 17:56

UMA RODADA CHEIA DE EQUÍVOCOS, MAS COM DESTAQUES TAMBÉM

Compartilhe: Twitter

Foi uma rodada de equívocos. E equívocos que custaram ou poderiam ter custado vitórias.

Em Miami, Derrick Rose perdeu dois lances livres a 22 segundos do final da partida (anteriormente havia acertado 12 seguidos), que teriam dado ao Chicago a primeira liderança na partida em 95-94 e quem sabe a vitória.

Depois foi a vez de LeBron James (foto “Chicago Tribune”) falhar como D-Rose falhou: errou dois lances livres a 17 segundos do soar definitivo da estridente buzina da American Airlines Arena. O placar continuou inalterado: Miami na frente em 94-93.

D-Rose voltou a falhar quando o marcador estampava 95-93 para o Heat. A três segundos do final, perdeu o controle da bola e fez um tiro curto que deu bico.

Esses equívocos deram a vitória ao Miami por 97-93.

Em Dallas, foi Matt Bonner quem bobeou. Com o San Antonio atrás em um ponto apenas (101-100), deu um bloqueio mental em Bonner, que deve ter se esquecido o que Gregg Popovich traçou no pedido de tempo. Ele se embananou com a bola e ficou impossível Daniel Green acertar o arremesso, já que ele estava desequilibrado e o cronômetro ia zerar.

Essa bobeira de Bonner fez com que o Mavs ganhasse uma partida que dava pinta de que ele perderia.

Já em Denver, diante de seus fanáticos torcedores, o Nuggets perdeu ótima oportunidade para somar outra vitória. A 47 segundos do final, Nenê deu uma enterrada na fuça de DeAndre Jordan e levou o marcador a 105-104 para seu time.

O ginásio veio abaixo, mas o Denver não conseguiu capitalizar essa emoção. Não pontuou mais até o final do jogo, somando erros de arremessos e um de Nenê, que fez uma falta tola em Chauncey Billups.

Mas o mais incrível aconteceu em Boston. O Celtics tinha 11 pontos de vantagem (87-76) a 4:24 minutos da última buzinada e sabem o que aconteceu? Mesmo com o “Big Three” em quadra, o Celts não pontuou mais.

Consequentemente, assistiu o Cavs fazer uma corrida de 12-0 e ganhar a peleja. Foram seis pontos de Kyrie Irving, quatro de Anderson Varejão e mais dois de Alonzo Gee.

Paul Pierce cometeu um erro e falhou em dois arremessos nesse período. Dois também foram os chutes tortos de Ray Allen. E Kevin Garnett andou e cometeu seu erro também e nem sequer conseguiu fazer um arremesso.

Incrível, esse confronto em Boston foi o mais emocionante da noite pela corrida incrível que o Cavs fez. Mas se alguém eleger a partida de Dallas onde os reservas do San Antonio (entre eles Tiago Splitter) tiraram e quase venceram a partida, que teve até prorrogação, eu entendo perfeitamente.

Foi, de qualquer maneira, um domingo marcante, daqueles que a gente fica pensando: já pensou se o locaute não tivesse acabado? O que seria de nós agora?

RODADA

Em que pese os erros finais de Derrick Rose e LeBron James, os dois foram os melhores em quadra no jogo de ontem em Miami. D-Rose acabou o duelo com 34 pontos; LBJ, com 35.

Em Boston, Varejão deixou escapar um “double-double”. Anotou 18 pontos e coletou nove rebotes. Mas fez novamente um partidaço. O lance final, com ele pegando um ressalto, Antawn Jamison errando o arremesso, depois ele (Varejão) roubando a bola de Brandon Bass, o que acabou por propiciar a cesta da vitória, foi algo de nos encher de orgulho.

Em Dallas, Tim Duncan, Tony Parker e Richard Jefferson não estavam sendo páreo para os titulares do Mavs. Ficaram atrás 18 pontos no terceiro quarto. Foi então que Gregg Popovich fez entrar a chamada segunda unidade e ela quase levou o SAS à vitória.

Popovich manteve os reservas até o final da partida e em toda a prorrogação. Foi leal aos seus jogadores e lealdade é objeto raro de se encontrar hoje em dia. Por isso, Pop, como é chamado, cresceu demais no meu conceito.

Tiago Splitter acabou o jogo com oito pontos e sete rebotes, mas foi um guerreiro em quadra. Mas o destaque do jogo foi Jason Terry e seus 34 pontos, com uma bola certeira que empatou o jogo no tempo regulamentar e o levou à prorrogação.

Nenê anotou 18 e pegou nove rebotes na derrota do seu Nuggets, mas o herói (ou seria vilão?) da noite foi Chauncey Billups, nascido em Denver e homenageado antes de começar o jogo. Mr. Big Shot foi anunciado como se estivesse com a camisa do Denver e não do Clippers. E sabem como ele agradeceu: anotando 32 pontos!

O Lakers venceu sua segunda partida fora de casa, diminuindo um pouco o prejuízo, uma vez que perdeu sete vezes. A vitória de ontem diante do Minnesota por 106-101 era para ter sido mais tranquila. Não foi porque o time anda capengando, como sabemos.

Kobe Bryant fez 35 pontos e pegou 14 rebotes! Inquestionavelmente, o melhor em quadra.

Mas não dá para não mencionar Kevin Love. O ala-pivô do amor, mesmo tendo pela frente Pau Gasol e Andrew Bynum, conseguiu pegar 13 rebotes. Além disso, anotou 33 pontos.

Pergunto: esse cara tem limite?

Autor: Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 NBA | 17:36

PREVISÕES PARA A TEMPORADA 2011-12 DA NBA

Compartilhe: Twitter

Depois de meses de angústia e indefinição, quando muitos chegaram a pensar que a temporada não aconteceria, eis que neste domingo, dia 25, ironicamente no dia de Natal, ganhamos o presente que tanto queríamos: a bola subirá pela primeira vez e começa o campeonato da NBA, o mais importante, charmoso, rentável, disputado, imbatível e apreciado de todo o planeta.

Os times já estão praticamente montados. Dificilmente teremos uma troca bombástica (“blockbuster”), pois o Orlando disse que não negocia Dwight Howard nos próximos meses e que muito provavelmente ele jogue toda a temporada na Flórida.

Portanto, já podemos fazer uma análise sobre os favoritos. Não, não vou analisar os 30 times do campeonato. Vou falar apenas daqueles que eu acho que vão fazer algo de importante no torneio.

LESTE

Queiram ou não, podem chorar os fanáticos se quiserem, mas o Miami Heat segue tendo no papel o melhor time da NBA. Na quadra, quase confirmou isso na temporada passada, mas acabou se curvando ao jogo coletivo do Dallas.

Dwyane Wade, LeBron James e Chris Bosh, juntos, formam o melhor “big three” da liga.

O time do sul da Flórida manteve intacto seu núcleo. Melhor do que isso: contratou o excelente Shane Battier, jogador que, ao que tudo indica, se encaixará perfeitamente no sistema implantado pelo técnico Erik Spoelstra.

Com ele, o que se comenta na Flórida é que Spoelstra vai usar muito LBJ como ala-pivô, aproveitando mais Battier no time principal.

É o meu favorito para ganhar a conferência.

Seu grande oponente será, uma vez mais, o Chicago Bulls. Assim como o Miami, manteve seu núcleo ileso. Assim como o Miami, fez uma contratação superimportante: Richard Hamilton.

Apesar de seus 34 anos, Hamilton não mostra declínio físico e nem técnico. Vejo em quadra o mesmo vigor dos tempos de Detroit.

Com Rip no time, a pressão em Derrick Rose diminuirá; com Rip no time, a equipe ficará mais rápida; com Rip no time, as bolas longas se tornarão mais mortais ainda e não serão privilégio apenas de Kyle Korver.

Tom Thibodeau segue no comando da equipe, que ele transformou numa máquina defensiva. No último campeonato, o Bulls foi a melhor defesa da nação, seguido pelo Miami.

Como na temporada passada, deverá fazer a final do Leste contra o Miami e, como na temporada passada, deverá ser batido novamente.

Com a adição de Baron Davis, o New York Knicks terá um armador muito melhor do que teve em Chauncey Billups. O problema é que Davis não tem uma saúde de ferro. Se estiver mais resistente, o time renderá muito mais do que na temporada passada.

Pra quem é mais jovem eu digo: Davis era o Chris Paul de sua geração.

A contratação de Tyson Chandler foi outra boa notícia para a franquia nova-iorquina. Com ele, o NYK ganha em força defensiva e para entrar em seu garrafão os adversários vão ter que pedir licença.

Chega fácil à semifinal do Leste.

Tudo bem que o “Big Three” do Boston Celtics está um ano mais velho, mas segue sendo ainda uma imensa ameaça para os adversários. E Rajon Rondo, não se esqueça, é o armador do Celtics, tido por muitos como o melhor “point guard” da NBA.

O problema do Boston vai ser o rodízio. Jeff Green, que ajudaria no descanso de Paul Pierce e Ray Allen, perderá toda a temporada por causa de um problema cardíaco. Brandon Bass será o responsável pelo repouso de Kevin Garnett, mas, sinceramente, eu não sei por que o Celtics preferiu-o ao invés de Glen Davis. E mais: quem será o substituto de Rajon?

Com esses problemas no banco, pode ter dificuldade para atingir a semifinal. A menos que o “Big Three” se supere fisicamente.

A grande ameaça ao Boston é o Orlando Magic. Claro, isso se o time não perder Dwight Howard.

Jameer Nelson é um ótimo armador, mas o problema dele é o mesmo de Baron Davis: as seguidas lesões. Se Jameer puder jogar pra valer, ao lado de Jason Richardson, Hedo Turkoglu, Glen Davis e D12, repito, serão uma ameaça e tanto para o Boston atingir uma das semifinais.

O Indiana Pacers tem tudo para tomar a vaga do Atlanta Hawks na relação dos favoritos do Leste. O time de Indianápolis manteve sua base e ainda adicionou dois ótimos jogadores: David West e George Hill.

O dinheiro gasto com West, no entanto, eu teria investido em outro atleta, pois o Indiana conta com Tyler Hansbrough para a posição e não haveria a necessidade desta aquisição. Como disse em outro post, Tyler pode ser o Taj Gibson do Pacers.

Sobram duas vagas que serão disputadas, no tapa, por Atlanta Hawks, New Jersey Nets, Milwaukee Bucks e, mais atrás, o Philadelphia 76ers.

OESTE

“Não subestimem o coração de um campeão”. A frase é do ex-treinador Rudy Tomjanovic, dita logo após a conquista do título da Conferência do Oeste no torneio 1994-95. O Houston, então campeão da NBA, tinha se classificado apenas em sétimo lugar e foi comendo pelas beiradas e chegou ao título não apenas da conferência, mas também da NBA.

Conto essa história porque o Dallas Mavericks não pode ser subestimado. Ganhar um campeonato do jeito que o Mavs ganhou na temporada passada mostra que o basquete não se limita apenas a grandes jogadores reunidos em um mesmo time. É preciso ter uma filosofia por trás de uma equipe campeã.

E isso o técnico Ricky Carlisle conseguiu implantar nos texanos. E contou, claro, com uma atuação soberba de Dirk Nowitzki, que calou os críticos que apontavam o dedo para o alemão o tempo inteiro chamando-o de “amarelão” — e, diga-se, com razão.

Pois esse time estará de volta nesta temporada e reforçado por Lamar Odom.

Sim, eu sei, Tyson Chandler deixou a franquia e esse, realmente, é um grande problema, pois não houve substituição à altura. Brandon Haywood, reserva de Chandler, será agora o titular e não tem o mesmo quilate.

Outra perda importante: DeShawn Stevenson deve se transferir para o New Jersey. Embora reserva, sempre que entrava trazia consigo não apenas qualidade técnica, mas uma garra impressionante, que se tornou símbolo da conquista passada.

Como eu compactuo com a frase de Rudy T., o Dallas é um dos favoritos para chegar à final do Oeste.

Seu grande adversário será o Oklahoma City Thunder. Como no Leste, acredito que a final da temporada passada tem tudo para ser repetida.

O OKC ganhou mais um ano de conjunto e experiência. O calcanhar de Aquiles do time segue sendo o pivô: se o Thunder tivesse investido em um jogador como Nenê ao invés de Kendrick Perkins, teria se dado muito melhor.

Mas com a saída de Jeff Green, Serge Ibaka virou titular como ala-pivô e com mais minutos em quadra ele melhorou dramaticamente seu jogo. O “Rei dos Tocos” da NBA vai ter que dar uma mãozinha para Perkins para que o time não se veja em inferioridade nos duelos dentro do garrafão.

Mas o diferencial do OKC é mesmo Kevin Durant. Para muitos, o homem que substituirá Kobe Bryant quando o astro do Lakers pendurar seu par de tênis.

Não chego a tanto, mas vejo em KD um jogador extraordinário, apto a comandar um time para um título da liga brevemente.

Os dois jogos que o Los Angeles Clippers fez diante do Lakers na “pre-season” credenciaram o primo pobre de LA a um lugar de destaque na conferência. Chris Paul foi a melhor e mais bombástica contratação desta temporada.

CP3 é, ao lado de Derrick Rose, o melhor armador da NBA na atualidade. E o Clippers sentirá sua força em quadra.

E quem vai ganhar com isso serão seus companheiros, principalmente Blake Griffin, um jogador de explosão e extremamente talentoso, que precisa de um cara como CP3 para que seu jogo se desenvolva ainda mais. E isso tem tudo para acontecer.

E não se esqueça que esse time tem ainda a experiência de Chauncey Billups, o talento de Caron Butler e força física e a qualidade técnica de DeAndre Jordan.

Se der química, apesar do técnico Vinnie Del Negro, o Clippers tem tudo para chegar à final do Oeste.

O Los Angeles Lakers está entre os favoritos da conferência, claro que está. Afinal, como deixar de lado um time que tem Kobe Bryant? Impossível não se sensibilizar com o jogo deste que é o melhor atleta da NBA depois da era Michael Jordan.

O grande problema dos ricaços de Los Angeles é que o time clareou demais. Todos seus reforços são brancos — e a gente bem sabe que o basquete nos EUA é um esporte preferencialmente de negros.

Jason Kapono, Josh McRoberts e Troy Murphy foram as conquistas da franquia. Em compensação, houve um recrutamento de um “moleque” do college que dá pinta de que será muito bom de bola: Darius Morris.

Morris vem para uma posição que o Lakers é carente: a armação. Gostei muito do que vi na primeira partida da série contra o Clippers, a única, aliás, que ele participou.

Dallas, OKC, Clippers e Lakers. Como se vê, quatro times em condições idênticas para conquistar o título do Oeste. Acontece com esta conferência o mesmo que ocorre com o Campeonato Brasileiro de futebol: o nivelamento é maior do que no Leste. Nesta conferência, a diferença do Miami para os demais é mais acentuada.

O San Antonio Spurs segue na frente do Memphis entre os meus favoritos. Não se esqueça que Manu Ginobili, por irresponsabilidade de Gregg Popovich, contundiu-se na última partida da fase de classificação, quando tudo estava definido, e jogou com o braço lesionado por pequenas fraturas durante os playoffs.

Resultado: o time foi eliminado pelo Memphis.

Se Popovich não fizer bobagens e se der tempo de quadra para que Tiago Splitter desenvolva seu jogo, o alvinegro texano segue sendo uma das forças do Oeste. Mas claramente num nível abaixo dos quatro mencionados anteriormente.

O Memphis Grizzlies perdeu Darrel Arthur por toda esta temporada, mas, em compensação, poderá contar com Rudy Gay, que se ausentou dos playoffs passados por conta de uma lesão. Na balança, o time mais ganha do que perde.

De resto, tudo como dantes no quartel de Abrantes. E o que isso quer dizer? Que o mesmo time que causou sensação nos momentos decisivos do torneio passado estará novamente em quadra, pois Marc Gasol, que poderia ter se mandado, renovou seu contrato com a franquia, no melhor lance dos executivos durante a “off-season”.

Sobram duas vagas. E quem vai brigar por elas? Não necessariamente nesta ordem, mas acho que Portland Trail Blazers, Houston Rockets e Denver Nuggets são os candidatos mais fortes a elas.

Mas não podemos nos esquecer do Minnesota Timberwolves. Se Ricky Rubio e Derrick Williams jogarem, juntos com Kevin Love, Michael Beasley e Wesley Johnson poderão fazer do time da cidade que no passado abrigou o Lakers uma das sensações desta temporada.

EPÍLOGO

Pra não me furtar a finalizar os meus palpites, pra mim a final desta temporada será entre Miami Heat e Oklahoma City Thunder. E o Miami será o campeão.

Mas eu gostaria demais que fosse entre Chicago Bulls e Los Angeles Clippers. E não preciso dizer quem eu gostaria que fosse o vencedor.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 20 de dezembro de 2011 NBA | 11:37

CLIPPERS DÁ UMA AULA DE BASQUETE PRA CIMA DO LAKERS

Compartilhe: Twitter

Não gosto de falar sobre amistosos, pois não passam de amistosos, mas o de ontem à noite em Los Angeles chamou a atenção. Lakers e Clippers fizeram o jogo mais aguardado da temporada.

E pelos motivos sabidos: Chris Paul quase foi para os amarelinhos, mas desembarcou nos vermelhinhos; Lakers em crise por ter perdido Lamar Odom e provocado ira e decepção em Kobe Bryant; Lakers estreando novo treinador: Mike Brown; Clippers estreando um “all-star”: Chauncey Billups; o Lakers estreando jogadores menos badalados: Jason Kapono e Josh McRoberts; e a expectativa de que este poderá ser um dos grandes clássicos desta temporada.

Costumo chamar o Clippers de primo pobre de Los Angeles. De pobre e de coitadinho não tem mais nada. Pelo menos pelo que vimos no jogo de ontem. Os jogadores pareciam estar juntos há muito tempo; a alegria no semblante do time era visível; os reservas entraram em quadra e não deixaram o ritmo cair.

O quinteto titular, escalado pelo técnico (?) Vinnie Del Negro, foi o seguinte:

Chris Paul
Chauncey Billups
Caron Butler
Blake Griffin
DeAndre Jordan

Acho que Billups como armador definidor vai render muito. E mais: quando o time enfrentar adversários cujo armador é grande e forte, VDN troca a marcação: Billups pega o armador e CP3 fica no ala-armador. Alternativa de jogo sem mexer no time. Todo treinador gosta de ter esta opção.

Billups fez 23 pontos ontem. Foi o cestinha do time e do jogo. Mas o nome da contenda foi CHRIS PAUL. Sim, em letras garrafais. CP3 marcou 17 pontos, deu nove assistências, apanhou sete rebotes e fez cinco desarmes! Tudo isso em apenas 24:22 minutos.

Um espetáculo à parte. Como ele joga bonito; seu jogo flui naturalmente. CP3 (foto) não precisa fazer força pra jogar. E sua habilidade salta aos olhos.

Vai fazer Griffin e DeAndre jogarem muito mais do que jogam. DeAndre (nego-me a chamá-lo de Jordan, pois Jordan existiu apenas um) deu duas enterradas espetaculares e um toco em cima de Kobe Bryant que humilhou a realeza, pois mandou-a ao chão como se fosse um plebeu qualquer. O Clips fez muito bem em investir em DeAndre.

Quando os reservas entraram em quadra, o nível foi mantido. Fizeram um total de 48 pontos. E do banco saíram jogadores como Mo Williams, Randy Foye e o veterano Brian Cook, que ajudou demais para a minha surpresa.

Enfim, o Clippers cativou meu coração.

O Lakers?

Bem, o Lakers sentiu demais a falta de Lamar Odom. Aquele cara que saía do banco e resolvia os problemas do time em quadra jogando em três, quatro posições, até mesmo de armador. O Lakers não tem mais esse cara.

Quem saiu do banco para tentar resolver e mudar a cara do jogo foi Metta World Peace. Mas ele não tem a categoria de Lamar. Aliás, o técnico Mike Brown (esquisito olhar para o banco e não ver Phil Jackson) mandou à quadra o seguinte quinteto:

Steve Blake
Kobe Bryant
Matt Barnes
Pau Gasol
Andrew Bynum

Ficou claro que Blake não pode ser o armador titular do Lakers: não tem cacife pra isso. O que se comentou ontem é que Gilbert Arenas pode ser contratado. O que eu acho? Ele é maluco, mas talvez Kobe consiga controlá-lo. Se P-Jax estive por lá seria certeza de controle total sobre o Agente Zero, que não é mais Agente Zero, pois ele não usa mais a camisa 0.

Barnes é no máximo uma opção de banco. Não pode ter tantos minutos em quadra. Sei que muita gente gosta dele; eu não gosto. MWP também não é jogador em quem o time pode contar em momentos importantes: ele basicamente defende, é muito fraco ofensivamente.

O Lakers precisa de um ala. Mas se Arenas chegar para ser o armador pode resolver a questão, pois pontua muito e, com isso, a ala pode ficar entre MWP e Barnes.

O resultado final foi justo: Clippers 114-95 Lakers. Mesmo fora de casa foi um show de bola dos vermelhinhos pra cima dos amarelinhos.

TWITTER

Anotem aí o meu Twitter: @FRSormani. Ontem, durante o jogo Lakers x Clippers, troquei ideias com alguns parceiros do botequim que estavam online. Vamos ver se hoje fazemos o mesmo no jogo entre Chicago e Indiana.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

terça-feira, 13 de dezembro de 2011 NBA | 18:15

CLIPPERS ASSINA COM BILLUPS E LAKERS SEGUE INERTE

Compartilhe: Twitter

Nada de muito importante até o momento na NBA. A destacar apenas o Clippers.

Os pobres de Los Angeles não fizeram como os ricos; ou seja, o Clippers não fez como o Lakers, que ficou amuado, no canto, quieto, sem nada a fazer, depois que a NBA vetou a contratação de Chris Paul.

Depois de também ter recebido um “não” da liga em sua tentativa de contratar CP3, o primo pobre de Los Angeles assinou na noite desta segunda-feira um contrato de um ano com o armador Chauncey Billups.

Billups (foto) foi demitido do New York, que usou a cláusula de anistia. Com o dinheiro de Mr Big Shot (US$ 14,2 milhões), o Knicks contratou Tyson Chandler.

É verdade que o que ajudou o Clippers a fechar com Billups e o Lakers não é porque os vermelhinhos estão dentro do “cap” e, por isso, tinham a preferência de contratação em relação aos amarelinhos, que estão com o “cap” estourado.

O que se comenta é que o Clippers vai pagar US$ 2 milhões pela temporada a Billups. Os outros US$ 12,2 milhões serão pagos pelo New York.

Chauncey não pode ser envolvido em nenhuma troca. As regras do novo CBA vetam.

O veterano armador de 35 anos chega para dar mais experiência ao novato time do Clippers. Junta-se ao também rodado Caron Butler, que assinou contrato na semana passada por três temporadas no valor de US$ 24 milhões.

O Clippers também renovou com DeAndre Jordan. Igualou a proposta do Golden State: US$ 43 milhões por quatro anos de contrato.

Com isso, o Clippers começa a ganhar cara de um time bem interessante para esta temporada. Ficaria assim num primeiro momento:

Chauncey Billups
Eric Gordon
Caron Butler
Blake Griffin
DeAndre Jordan

Gostei.

REFORÇO?

Pra quem quase pegou Chris Paul e fala em contratar Dwight Howard, a segunda aquisição do Lakers para esta temporada aconteceu nesta terça-feira: Josh McRoberts.

Isso mesmo: Josh McRoberts, ala do Indiana Pacers, que quase entrou na negociação visando a contratação de O.J. Mayo.

Decepcionante.

Além de McRoberts (foto), o time angelino acertou também com o ala-armador Jason Kapono.

O “roster” do Lakers para esta temporada tem os seguintes jogadores:

Derek Fisher
Kobe Bryant
Meta World Peace (ex-Ron Artest)
Pau Gasol
Andrew Bynum
Steve Blake
Jason Kapono
Matt Barnes
Josh McRoberts
Luke Walton
Derrick Caracter
Devin Ebanks

Claro que alguns destes jogadores serão limados; os dois últimos principalmente. Mas o quinteto titular segue intacto e seu sexto homem foi embora.

Segue intacto um time que nas semifinais do Oeste da temporada passada foi varrido pelo Dallas Mavericks.

A torcida do Lakers, a maior do mundo, espera, ansiosa, por alguma contratação que justifique pedir uma breja trincando de gelada. Por enquanto, nada.

LAMAR

Mitch Kupchak disse ontem, segunda-feira, que abriu mão de Lamar Odom porque o jogador pediu para ser trocado. Por isso, segundo Kupchak, o maridão de Khloe Kardashian foi para o Dallas.

Lamar teria ficado desapontado com a franquia por tê-lo colocado na troca envolvendo Chris Paul. Acho frescura, mas respeito sentimentos alheios.

Agora, o que eu não entendo é Kupchak lamentar a saída de Lamar para o Mavs por falta da falta de alternativa por conta da imposição do jogador. Pergunto: o Lakers já não tinha aberto mão de Lamar quando colocou-o na troca por CP3?

CARTER

Vince Carter assinou com o Dallas Mavericks. Três temporadas e valores não divulgados.

Os torcedores texanos estão entusiasmados. Eu não ficaria.

Carter (foto) completará 35 anos em 26 de janeiro próximo. Não é nem de longe aquele jogador que um dia vestiu a camisa do Toronto e do New Jersey.

Outro “reforço” do Mavs para esta temporada é Delonte West. O ala-armador de 28 anos ficará uma temporada no Dallas.

Foi igualmente celebrado por muitos torcedores texanos. Eu não celebraria.

Delonte é instável emocionalmente. E cheira a problema.

RAPIDINHAS

Por falar em Dallas, J.J. Barea acertou com o Minnesota Timberwolves… Marc Gasol postou em seu Twitter que está praticamente renovado seu contrato com o Memphis Grizzlies… Kurt Thomas assinou com o Portland Trail Blazers… Kwame Brown foi para o Golden State… Brian Scalabrine renovou com o Chicago (meu Deus!).

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 NBA | 20:33

CORRETAMENTE, NBA VETA IDA DE CHRIS PAUL PARA O CLIPPERS

Compartilhe: Twitter

Dona do New Orleans Hornets, a NBA disse nesta segunda-feira não à oferta apresentada pelo Los Angeles Clippers para contratação do armador Chris Paul. E fez muito bem.

O time angelino queria passar a perna no representante da Louisiana. A proposta era simplesmente ridícula: Chris Kaman, Eric Bledsoe e Al-Farouq Aminu, além de um draft da primeira rodada deste ano e que era do Minnesota.

O NOH queria Eric Gordon (foto) no negócio, mas o time californiano disse não. Por isso, não havia mesmo como a NBA aprovar o negócio.

Kaman, que alguns parceiros deste botequim tanto gostam, é um jogador que também tem problemas de contusão. No caso dele, nos tornozelos.

Na temporada passada, Kaman perdeu nada menos do que 50 partidas. Em 2008-09, ficou de fora 51 partidas.

Além disso, assim como Sansão, ao perder os cabelos parece ter perdido a exuberância de seu basquete.

E tem um contrato de US$ 12,2 milhões que se encerra ao final desta temporada.

Bledsoe é um armador que debutou na temporada passada, enquanto que Aminu é um ala que igualmente que estreou na NBA no último campeonato. Assim como Bledsoe, não apresentou números expressivos.

Bledsoe ainda conseguiu figurar no elenco dos “rookies” do “All-Star Weekend” deste ano, em Los Angeles (será que ele apareceu por conta disso?), mas Aminu nem isso.

Portanto, como disse, a NBA não tinha mesmo outra alternativa a não ser vetar o negócio.

Caso o Clippers tivesse oferecido Eric Gordon e assinado com DeAndre Jordan e o incluído no negócio, mais o draft, aí sim creio que a NBA não iria dizer “não”.

PODER

A mídia norte-americana está escandalizada com a atitude da NBA. Segundo ela, a liga está “usurpando” o poder dado ao gerente geral Dell Demps.

O termo “usurpar” é pesado demais e, por isso mesmo, injusto. A mídia norte-americana deveria dizer que a NBA está “corrigindo” as bobagens (pra não dizer outra coisa) que Demps está fazendo.

Aliás, Demps deveria ser demitido de sua função. O cara não é do ramo, definitivamente.

ESTRATÉGIA

O New Jersey pretende fazer uma oferta a Chauncey Billups. Não que o Nets precise do jogador, longe disso.

A ideia é que ao contratar Mr Big Shot a franquia impede que ele vá pro Orlando e, com isso, Dwight Howard desista de ir para o futuro habitante do bairro do Brooklyn.

O Orlando crê piamente que se assinar com Billups a chance de D12 ficar na franquia da Flórida aumenta dramaticamente.

E tem mais: se nenhum time se interessar por contratar Billups até as 18h de Nova York (21h de Brasília), o jogador torna-se “free-agent”.

CARA NOVA

O Indiana está se reforçando. Quieto, vem melhorando espetacularmente em relação ao time da temporada passada.

Primeiro, contratou George Hill. Agora, acertou com David West (foto).

O time já conta com Darren Collison, um armador extremamente competente. Tem em Danny Granger (campeão mundial ano passado na Turquia com o time norte-americano) um ala muito bom. E dois jogadores no pivô que são bons, especialmente Tyler Hansbrough, muito embora Roy Hibbert não fique muito atrás.

O time titular a gente pode montar com Collison, Hill, Granger, West e Hibbert.

E ainda temos o ala Paul George, um “rookie” de grande potencial, e Dahntay Jones, um veterano ala-armador que foi formado em Duke e que gosta de marcar como poucos.

Os dois, mais Hansbrough, vão dar ótima opção ao técnico Frank Vogel, que estreou na profissão no final da temporada passada e mudou a cara do Pacers.

Até onde o Indiana pode chegar? Com Miami, Chicago, Boston e New York no Leste, fica difícil imaginar uma semifinal de conferência. Chegar aos playoffs, para um time que está ganhando uma cara é uma conquista nada desprezível.

NENÊ

Antes que me perguntem, respondo: nada por enquanto.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 14 de novembro de 2011 Sem categoria | 22:40

JOGADORES REJEITAM PROPOSTA, DISSOLVEM SINDICATO E NBA PODE DESAPARECER

Compartilhe: Twitter

Aconteceu o que todos esperavam: depois de mais de três horas de reunião, os jogadores rejeitaram a última proposta da NBA. E mais: disseram que vão dissolver o sindicato. Ou seja: a briga vai para os tribunais.

Uma tragédia.

Os entendidos dizem que em 45 dias o sindicato será desfeito. Com isso, os atletas vão processar a NBA com base na lei antitruste alegando que a liga agiu de má fé.

Seja lá o que isso possa significar, essa pendenga pode durar anos. Alguns falam em dois, três anos. Outros, todavia, dizem que o fato de a discussão ir para os tribunais pode resultar em acordo mais rápido do que se imagina e que a temporada não está perdida ainda.

Especialista em direito desportivo e professor de direito da Universidade de Tulane, Gabe Feldman disse: “É impossível prever o que vai acontecer”.

Maurice Evans, ala do Atlanta Hawks e vice-presidente da NBPA, disse que a decisão dos atletas em rejeitar a nova proposta da NBA e dissolver o sindicato foi unânime. Participaram da reunião jogadores como Kobe Bryant, Carmelo Anthony e Chauncey Billups.

“Nós colocamos na mesa todas as nossas propostas e todas foram rejeitadas”, disse Evans. “É um risco calculado, mas é a escolha certa a se fazer. Não há mais nada a se negociar”.

“Ficamos muito, muito perto de um acordo”, lamentou Stern, entendendo que os jogadores deveriam aceitar o que foi proposto pela NBA na última quinta-feira. “Infelizmente, eles preferiram dar um bico nisso tudo”.

Marc Fleisher, agente de atletas da NBA, disse que o grande erro de Stern foi ter colocado a faca na garganta dos jogadores. “Eles são pessoas competitivas e não reagem bem a ultimatos”.

Em nota divulgada nesta segunda-feira, Stern afirmou: “A NBA tem agido de boa fé durante todo o processo de negociação coletiva, mas porque a nossa proposta revisada não foi do seu agrado, o sindicato decidiu concretizar a ameaça do Sr. (Jeffrey) Kessler (advogado do sindicato dos jogadores)”.

O que Stern quis dizer é que em fevereiro do ano passado Kessler, advogado do sindicato, havia ameaçado dissolver a NBPA e processar a liga com base na lei antitruste.

Enfim, chega de blábláblá. A situação é grave. Poderemos mesmo ficar sem o basquete da NBA por muito, mas muito tempo.

Lamentável.

Autor: Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 3 de novembro de 2011 Sem categoria | 22:09

BILLUPS DIZ ESTAR DISPOSTO A PERDER US$ 14 MI PARA QUE ACORDO NÃO SEJA DESVANTAJOSO PARA ATLETAS

Compartilhe: Twitter

Em entrevista à Rádio ESPN na manhã desta quinta-feira Chauncey Billups revelou que está disposto a perder todos os US$ 14,2 milhões que tem a receber em nome de um contrato vantajoso para os jogadores.

“Quero perder os US$ 14 milhões?”, perguntou o armador do New York Knicks. “Não, eu não quero perder nem um centavo sequer, ainda mais porque minha carreira está no fim. Mas estou disposto a lutar com o sindicato (NBPA)”.

E Billups (foto) justificou sua posição lembrando que no locaute de 1999 os veteranos também abriram mão de metade de seus salários em favor de um acordo que se revelou extremamente vantajoso. Por aquele acordo, encerrado em 30 de junho passado, os atletas ficavam com 57% do BRI (Basketball Related Income), tudo o que a NBA arrecada em uma temporada.

“Agora sou eu que estou nesta posição”, disse Mr. Big Shot. E não posso falhar, poderia ter adicionado à sua fala.

Billups disse também que tem conversado com muitos jogadores e que seu pensamento norteia também vários deles. “Muitos estão dispostos ao mesmo (perder até a temporada)”.

Pois é, taí uma opinião de gente de peso. Billups está no NYK, já foi MVP de final, é um “all-star” e participou da seleção dos EUA que foi campeã mundial na Turquia, no ano passado.

Terá ela tanta influência assim? E o contingente de jogadores com quem Billups tem falado, é grande ou não?

Continuamos no aguardo.

Autor: Tags: ,

terça-feira, 23 de agosto de 2011 NBA | 18:16

LIGA INDEPENDENTE VAI MOVIMENTAR 70 JOGADORES DA NBA

Compartilhe: Twitter

Preocupados com a forma e sem qualquer intenção de deixar os EUA, cerca de 70 jogadores da NBA estão tramando uma liga independente que seria disputada em Las Vegas. O campeonato começaria em meados de setembro e teria dois jogos por dia.

Regras? Iguaiszinhas às da NBA.

Jogadores? Anotem aí alguns dos que já se comprometeram:

Kevin Garnett
Rajon Rondo
Paul Pierce
Chauncey Billups
Baron Davis
Rudy Gay
John Wall
Al Harrington
Corey Maggette
Kyle Lowry
Paul George
J.J. Hickson
Austin Daye
Jared Dudley
Dahntay Jones
Jermaine O’Neal
Craig Brackins
Marreese Speights
Eric Bledsoe
Matt Barnes
Manny Harris
Tayshaun Prince
Monta Ellis
Tyreke Evans
Mo Williams
Josh Smith
Ron Artest
Yi Jianlian
Glen Davis
Sebastian Telfair
Al Thornton

A ideia partiu de Joe Abunassar, dono da Impact Basketball, uma espécie de academia de basquete que se especializou em aprontar jogadores para os “campi” de “rookies” que se preparam para o “NBA Draft”, entre outras atividades.

Como disse, o objetivo dos jogadores é apenas manter a forma. Ninguém está preocupado em ganhar dinheiro. Tanto que não haverá contratos entre atletas e os times formados.

É bem possível que haja cobrança de ingresso para os jogos, mas o dinheiro arrecadado, possivelmente, será utilizado para pagar despesas com árbitros, mesários e funcionários que trabalham durante as partidas e que limpam a quadra, pegam isotônicos para jogadores, trocam as toalhas etc e tal.

Isso sem falar em médicos e preparadores físicos.

Enfim, o dinheiro arrecadado seria usado para remunerar esses “funcionários” da liga independente.

Duração do campeonato? De duas a três semanas… Como se vê, apenas um paliativo.

A NBA, realmente, é única.

Autor: Tags: , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última