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Posts com a Tag Boston

domingo, 25 de dezembro de 2011 NBA | 11:49

É HOJE: COMEÇA A TEMPORADA 2011-12 DA NBA!

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Rapaziada, espero que a ceia de Natal de vocês tenha sido farta e que a harmonia esteve presente em seus lares. E, claro, que Papai Noel tenha sido generoso também.

Pra mim ele foi: deu-me de presente a temporada 2011-12 da NBA, que começa exatamente neste dia de Natal.

E começa com cinco jogos enfileirados. Por isso, poderemos assistir a todos.

Se vocês ainda não montaram a agenda para este domingo precioso, eu os ajudo. E conto a vocês, inclusive, onde poderão assistir aos confrontos. Os horários são os de Brasília:

New York x Boston (15h) — transmissão ao vivo pelo Canal Space
Dallas x Miami (17h30) — transmissão ao vivo pelo canal 130 da Sky
Lakers x Chicago (20h) — transmissão ao vivo pelo “NBA League Pass”
Oklahoma City x Orlando (23h) — transmissão ao vivo pela ESPN
Golden State x Clippers (1h30) — transmissão ao vivo pelo “NBA League Pass”

Importante: o “NBA League Pass” estará disponível a TODOS até o dia 9 de janeiro. A partir desta data, apenas os assinantes poderão acessar o canal. Outra coisa: o “League Pass” transmite TODOS os jogos do campeonato. Há link para TODAS as partidas. Clique aqui e entre no site do LP para se cadastrar e ver as contendas de hoje.

Se você ainda não leu o post que eu escrevi com minhas previsões para esta temporada, clique aqui. E deixe sua opinião também, pois ela é muito importante para o funcionamento deste botequim.

Sendo assim, bom domingo a todos; e Feliz Natal!

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sábado, 15 de janeiro de 2011 NBA | 14:28

DE OLHO NO LAKERS

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O pessoal reclama que eu não destaco os feitos do Lakers. Não destaco porque eles não são merecedores de destaque até este momento. E, por favor, não venham me dizer que eu tenho ódio pelo Lakers. Eu apenas relato a realidade.

O time, ontem, por exemplo, venceu o New Jersey em Los Angeles por 100 a 88. Somou sua sétima vitória consecutiva. Mas apenas dois desses sete jogos invictos foram na casa do inimigo. E ganhou de Detroit, Phoenix, New Orleans, New York, Cleveland, Golden State e, ontem, como vimos, do New Jersey.

Desses sete times mencionados, apenas Hornets e Knicks têm um aproveitamento superior a 50%. E aí reside a minha cautela em relação ao Lakers: de seus 41 jogos realizadas até o momento, apenas nove, isso mesmo, nove, foram contra equipes com aproveitamento superior a 50%.

E o time, até agora, não jogou contra Dallas, Boston, Oklahoma City, Orlando e Atlanta.

Em outras palavras, o Lakers edificou sua campanha, até o momento, vencendo times inexpressivos. Por isso que eu tenho me mantido calado em relação aos feitos dos amarelinhos: eles ganharam de ninguém até hoje.

Mas a partir de agora o Lakers terá vida dura pela frente. Até o final de janeiro serão realizadas sete partidas. Destas, cinco serão diante de equipes com aproveitamento superior a 50%. Apenas Clippers e Sacramento fogem à regra. Oklahoma City, Dallas, Denver, Utah e Boston são equipes bem posicionadas na tabela e com boa campanha no campeonato.

Mas… mas, tabela generosa, desses sete jogos restantes em janeiro, apenas dois serão fora de casa: Dallas e Denver. Sim, pois o confronto diante do Clippers acontecerá no Staples Center. Ano passado, estive no jogo Clippers x Lakers, o último da fase de classificação. Mando do Clippers. Nem vestiário eles trocam, pois, no Staples, cada time tem seu vestiário.

A única coisa que muda é o taco do ginásio, com o desenho e as cores do Clippers e a torcida. O ginásio fica dividido ao meio. Quando é o Lakers mandante diante do Clippers, aí é 99% de torcida do Lakers.

Portanto, o confronto diante do Clippers, embora aponte jogo fora de casa, é em casa também.

Vamos olhar a tabela do Lakers em fevereiro. Os amarelinhos vão jogar 13 partidas. Dessas, nove serão fora de casa. E haverá também uma sequência de sete partidas no ginásio do adversário. Começa com New Orleans e vêm na sequência Memphis, Boston, New York, Orlando, Charlotte e Cleveland.

E desses 13 jogos marcados para o mês do Carnaval, oito serão contra equipes com aproveitamento superior a 50%.

Então, vamos combinar o seguinte: vamos observar a campanha do Lakers a partir deste domingo, contra o Clippers, até o último dia de fevereiro, quando a equipe vai até Oklahoma City enfrentar o Thunder. Serão 20 partidas, 13 delas diante de adversários com aproveitamento superior a 50% e 11 delas fora de casa. Vamos ver como o time se comporta.

E eu prometo a vocês que estarei observando tudo atentamente. Quando os feitos forem merecedores de destaque, serão destacados.

Empurrar bêbado em ladeira é coisa que eu não faço.

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terça-feira, 8 de junho de 2010 NBA | 18:02

A CHANCE DO LAKERS

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Celtics e Lakers fazem hoje à noite o terceiro jogo da série decisiva desta temporada da NBA. Vai ser em Boston. Como serão os outros dois prélios.

Ou seja: as próximas três partidas serão em Massachusetts. E se o Boston confirmar seu mando de quadra (o que o Lakers não conseguiu) vence o campeonato.

A chance de o Lakers reverter a situação está no jogo de hoje e no próximo, quinta-feira. Se deixar para o último da série, esquece: adeus campeonato.

Não acredito que o Celtics vá perder sua última partida em casa. Não é time dado a essas fraquezas.

Isso sem falar na força de sua torcida. Os bostonianos sabem torcer. Pressionam a arbitragem, o adversário e empurram seu time do coração.

Vencer em Boston o terceiro jogo, pra mim, é praticamente impossível.

Portanto, é hoje ou quinta. Se der Celtics nesses dois próximos confrontos, o título fica uma vez mais em Boston.

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quarta-feira, 2 de junho de 2010 NBA | 12:54

RIVALIDADE, QUE RIVALIDADE?

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Há cerca de cinco anos, quando Andre Agassi estava deixando o tênis e Andy Roddick despontando, aconteceu um fato que eu nunca mais me esqueci. Conto a seguir.

Antes de um confronto entre Roddick e o suíço Roger Federer, que começa a mostrar quem ele era, um jornalista da terra de Tio Sam perguntou ao americano se o confronto entre ambos era o início de uma nova rivalidade no tênis.

Roddick, que havia perdido, creio eu, os cinco ou seis jogos que disputou contra Federer, respondeu: “Para que haja rivalidade, eu preciso ganhar dele”.

Resposta simples, curta e realista.

Isso me remete ao confronto entre Boston e Lakers. A mídia norte-americana e mundial fala em rivalidade entre as duas equipes que mais títulos conquistaram. Foram 32 no total, sendo que o Celtics papou 17 e o Lakers 15.

Foram, também, os times que mais decidiram campeonatos na história da NBA. Dos 63 torneios disputados, 11 colocaram as duas franquias frente a frente.

Mas aí é que entra o intrigante dessa história: o Boston venceu nove desses confrontos, sendo que o Lakers ficou com o título nas duas outras oportunidades.

Dos oito primeiros embates decisivos, o Celtics deixou a quadra celebrando. O Lakers venceu os dois seguintes e voltou a ser derrotado na última decisão entre eles, em 2008.

Então, eu me pergunto: que rivalidade é essa? Só dá Boston.

O que existe, isso sim, é uma grande freguesia. Ou seja: o Lakers é freguês de caderneta do Boston.

Quando o time de Los Angeles vencer umas quatro ou cinco decisões e não perder nenhuma, colocando o placar do confronto em 9-7, por exemplo, em favor do Boston, aí sim poderemos falar em rivalidade.

Enquanto isso não acontecer, estarei sempre me lembrando de Andy Roddick.

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sábado, 22 de maio de 2010 NBA | 21:36

BREVE RECESSO

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Queridos amigos:

Como vocês puderam observar, o botequim anda meio que fechado. Explico: meu papai não anda nada bom de saúde. Passou por uma cirurgia delicada e está agora em fase de recuperação; mas ainda em situação que inspira muitos cuidados.

O médico, porreta de bom, chamado Marcelo Alias, foi o Michael Jordan do bisturi e realizou neste sábado uma difícil cirurgia e obteve sucesso. A primeira parte deste caminho foi percorrida. Dr. Marcelo continua fazendo de tudo para deixar o meu velho inteirinho. Ele é quase octogenário, por isso, a situação é ainda mais delicada. As próximas 72 horas serão decisivas.

Conto com a compreensão de todos. Espero que vocês usem esse espaço para seguirem debatendo e comentando o jogaço desta noite entre Boston e Orlando.

E como amigo, peço que todos pensem positivo para que o meu papai saia dessa.

Falo com todos brevemente.

Abraços.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009 NBA | 20:26

O FUTURO ESPERA POR THUNDER E DURANT

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Hoje foi daqueles dias que o dia tem que ter mais de 24 horas. Suo em bicas enquanto escrevo, pois não consegui parar nem um minuto sequer.

Suo, escrevo e como; tudo ao mesmo tempo. Aliás, vocês estão servidos?

Obrigado, mas vamos ao que interessa — mesmo atrasado.

Deu pena ver o Oklahoma City perder para o Lakers na prorrogação. O time jogou muito no tempo normal e poderia ter vencido. Apresentou volume de jogo para isso.

Mas veio o tempo extra e aí os homens foram separados dos meninos. E o Lakers venceu.

E por que venceu? Porque Kevin Durant, que anotou 28 pontos no tempo normal, zerou na prorrogação. Arremessou quatro bolas e não acertou nenhuma.

Seu desempenho no tempo adicional limitou-se a uma assistência.

Aliás, Durant atirou oito bolas de três (uma delas na prorrogação) contra o aro do Lakers e não encestou nenhuma.

Já Kobe Bryant, que terminou os quatro quartos com 27 pontos, fez mais quatro na prorrogação e foi determinante para a vitória por 101-98.

Como disse acima, a prorrogação encarregou-se de separar os homens dos meninos.

O Thunder tem um grande potencial, mas é para o futuro. O presente pertence a Lakers e Boston.

MASSACRE

E por falar em Boston… O que dizer de sua quinta vitória no torneio? Vitória, vírgula, foi um massacre pra cima do Philadelphia: 105-74.

O Celtics deste início de temporada parece muito com aquele Celtics de há duas temporadas quando ganhou o título da NBA.

A vitória de ontem veio na defesa — os números mostram isso. O Sixers acertou apenas 36.6% de seus tiros de quadra (29-80), sendo que apresentou insignificante, pífio, ridículo (escolham o adjetivo) percentual de três pontos: 06.3% (1-16).

Goleada mesmo com Kevin Garnett marcando apenas três pontos e Ray Allen anotando cinco.

Ou seja: mesmo na podre o time é forte demais.

Dá para dizer que é o melhor da NBA no momento? Não, vamos esperar um pouco pelo cruzamento dos confrontos. Quero ver o Celtics “on the road” e jogando principalmente contra os times do Oeste.

RESUMO

Nos outros jogos, destaque para Nenê Hilário na vitória do Denver sobre o Pacers por 111-93. O são-carlense marcou 16 pontos e apanhou 13 rebotes (quatro no ataque). Foi seu primeiro “double-double” da temporada.

Outro brasuca que anotou duplo-duplo foi Anderson Varejão no suado triunfo do Cleveland sobre o Washington por 102-90. O capixaba marcou dez pontos e confiscou igual número de rebotes.

Quem também merece — e muito — destaque é Luol Deng. O ala do Chicago arrebentou com o jogo no United Center ao anotar 24 pontos e apanhar 20 rebotes na apertadíssima vitória por 83-81 do Bulls diante do Milwaukee.

Leandrinho Barbosa, contundido, nem se trocou para a partida em que o seu Phoenix bateu o Heat, em Miami, por 104-96. É dúvida para o jogo desta noite diante do Orlando, também fora de casa.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009 NBA | 12:14

A NOITADA DE MELO E NENÊ

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Carmelo AnthonyO Denver construiu ontem à noite sua terceira vitória na temporada. Bateu o Memphis por 133-123; não foi fácil.

O time do Tennessee vendeu caro a vitória. OJ Mayo esteve impossível em quadra: anotou 40 pontos para o Grizzlies; poderia ter roubado a vitória do Denver.

É, mas do outro lado havia Carmelo Anthony. O ala do Denver marcou nada menos do que 42 pontos e comandou o time colorado.

Melo é o cestinha do campeonato até o momento com uma média de 37.7 pontos por jogo! Muita coisa.

Nas três partidas disputadas até agora, sua menor produção foi na contenda de estréia, quando marcou “apenas” 30 pontos frente ao Utah. Na sequência, anotou 41 contra o Portland, fora de casa — e fez 42 ontem, como vimos.

ECO

É claro que a vitória do Denver não se resumiu aos 42 pontos de Carmelo Anthony. Seu jogo reverberou em seus companheiros.

Outros quatro atletas do Nuggets terminaram a partida com um duplo dígito na pontuação. A saber: Chauncey Billups 22, Nenê Hilário 18, Kenyon Martin 16 e Chris Andersen 12.

Mais do que isso: o Denver foi um time solidário em quadra. Fez 36 assistências contra 27 do Memphis.

BRASUCA

Nenê realizou uma grande partida. Não apenas pelos 18 pontos marcados, mas também pelo seu aproveitamento nos arremessos: acertou os seis tentados (100%).

Além disso, apanhou nove rebotes e deu seis assistências. Quase um “triple-double”? Não, ficou um pouco longe.

Mas quase saiu mais cedo do jogo: cometeu cinco faltas. Nenê precisa resolver esta questão, pois, como sempre digo, ele é importante para o time em quadra e não sentado no banco.

DEFESA

Kobe Bryant fez 41 pontos na vitória do Lakers diante do Atlanta por 118-110. Mas o nome do jogo foi Ron Artest.

Phil Jackson, ao ver Joe Johnson anotar 18 pontos no primeiro quarto do jogo, chamou Artest e disse que ele teria que conter o avanço inimigo.

Não deu outra: nos três quartos seguintes, com Artest fungando no cangote, JJ anotou apenas nove pontos.

E assim o Lakers construiu sua segunda vitória na competição.

Se alguém tinha dúvida se a troca de Artest por Trevor Ariza foi boa ou não, creio que depois do que foi mostrado ontem no Staples Center de Los Angeles essa dúvida dissipou-se.

VITÓRIA

Vocês se lembram do Toronto, que na segunda rodada deu uma sova no Cleveland em seu Air Canadá Centre? Pois bem: ontem, no mesmo palco, o Orlando, outro dos favoritos ao título, foi lá e venceu.

E mesmo sem Vince Carter, lesionado no tornozelo.

A vitória tem que ser creditada para os armadores do time: Jameer Nelson e JJ Redick. O primeiro fez 30 pontos, o segundo, 27.

Ah, sim, o Orlando jogou não apenas sem Carter, mas também sem Rashard Lewis, que segue suspenso pela NBA.

Quando esses quatro estiverem ao mesmo tempo em quadra, sai debaixo.

Os que apontaram o Orlando como um dos favoritos ao título do Leste, esfregam as mãos neste momento. O Magic, realmente, encanta com seu jogo sólido e equilibrado.

ROTINA

Boston Celtics

O Boston venceu novamente. Chegou a seu quarto triunfo nesta temporada, onde permanece invicto.

Diante dos fãs em seu TD Garden, o Celtics impôs-se ao New Orleans ao fazer 97-87.

Deem uma olhada nas pontuações: Paul Pierce 27, Ray Allen 17, Kevin Garnett 14 e Kendrick Perkins e Rasheed Wallace com 12 pontos cada um.

Podemos chamar isso de socialismo alaranjado?

Creio que sim.

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sábado, 31 de outubro de 2009 NBA | 12:45

MENINOS DE OURO — PELO MENOS ONTEM

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Nossos meninos brilharam na rodada de ontem da NBA.

Anderson Varejão (foto AP) foi muito importante na primeira vitória do Cleveland nesta temporada, depois de duas derrotas consecutivas. O capixaba fez seu primeiro “double-double” neste campeonato ao anotar 13 pontos e apanhar 11 rebotes (quatro deles ofensivos).Cavaliers Timberwolves Basketball

Ajudou e muito o Cavs no largo triunfo de 104-87 diante do Minnesota no Target Center de Minneapolis, quase em solo canadense.

Sua atuação só não veio em letras garrafais porque LeBron James não deixou. LBJ cravou 24 pontos na cesta alheia, confiscou nove rebotes e deu sete passes que resultaram em cestas.

Bem mais ao Sul dos EUA, Leandrinho Barbosa foi o cestinha da partida onde o Phoenix ganhou do Golden State por 123-101. O paulistano cravou 24 pontos no aro californiano e ajudou a computar a segunda vitória em dois jogos do Suns na competição.

Só não deixou a quadra do US Airways Center sob os holofotes da mídia e os olhares contemplativos dos torcedores porque Steve Nash não deixou. O canadense deu 20 assistências e marcou 18 pontos no deserto do Arizona.

Bom para os dois brasucas, bom pra todo mundo. As vitórias, tanto do Cleveland quanto do Phoenix, estavam no script da rodada.

SURPRESA

O que não estava no roteiro foi a derrota do Lakers para o Dallas. Partida em Los Angeles, tabu em jogo (havia seis jogos que o Mavs não vencia os amarelinhos), eu não esperava por isso.

Ah, mas o Lakers jogou sem Pau Gasol. Verdade; mas os texanos atuaram sem Josh Howard.

Derrota indesculpável, mas previsível dentro de um campeonato longo e com jogos quase que diários.

Pra variar, Dirk Nowitzki foi o destaque dos visitantes: 21 pontos e 10 rebotes. Kobe Bryant marcou 20 pontos e pegou seis rebotes.

MJREALEZA

Com Michael Jordan (foto Reuters ao lado do técnico Larry Brown) vendo tudo de sua poltrona ao lado do banco de reservas, o Charlotte Bobcats bateu o New York por 102-100 depois de duas prorrogações. O final foi emocionante, com DJ Augustin derrubando dois lances livres a dois segundos do final da partida.

Mas o destaque do jogo foi mesmo o armador Raymond Felton, que um dia ganhou uma camisa do Palmeiras do técnico Caio Junior em visita ao CT alviverde, há dois anos. Felton, produto de North Carolina, marcou 22 pontos, deu nove assistências e pegou oito rebotes.

Quanto ao New York, enquanto não trocar o treinador, esquece. Pior do que isso: com este cenário, duvido que LeBron James considere a possibilidade de jogar na Big Apple no ano que vem.

Mesmo com todo o glamour da cidade que nunca adormece.

ALARME

Vince Carter pregou um baita susto nos torcedores do Orlando. No segundo quarto da partida de ontem contra o New Jersey, deixou a quadra lesionado no tornozelo esquerdo.

Era, até então, o cestinha do jogo com 16 pontos. Era, também, seu primeiro jogo diante de sua ex-equipe em seu antigo lar.

Estava impossível.

Imprevisto surgido, time em perigo, Super-Homem entrou em ação. Dwight Howard foi até a cabine telefônica mais próxima, tirou seu traje civil e entrou em cena.

Terminou a partida com 20 pontos, 22 rebotes e quatro tocos. Homem, ou melhor, super-homem do jogo.

Orlando 95-85 New Jersey.

RAJONQUARTETO

Se a noite retrasada foi inesquecível, a passada foi pra se esquecer. O Chicago tomou uma aula de basquete ontem à noite em Boston.

Foi surrado pelo Celtics por 118-90. Não viu a cor da bola.

O alviverde de Massachusetts somou seu terceiro triunfo na competição. Está invicto até o momento.

E dá mostras claras, com contornos bem definidos, de que realmente é um dos times a ser batidos nesta temporada.

Paul Pierce (22 pontos), Ray Allen (20) e Kevin Garnett (16) fazem mesmo a diferença, ninguém questiona isso. Mas está mais do que na hora de colocarmos Rajon Rondo no mesmo patamar do Big Three.

Rajon (foto Reuters entre Garnett e Allen) marcou dois míseros pontinhos, os relutantes podem dizer. Sim, é verdade, mas ele distribuiu 16 assistências e pegou oito rebotes.

Em meia hora desfilando seu talento no TD Banknorth Garden, cometeu apenas dois erros — o que para um armador é expressivo, pois ele tem a bola nas mãos a maioria do tempo.

Que tal substituirmos o Big Three por Quarteto Fantástico?

Já o Chicago… O que dizer? O time foi um fiasco.

Derrick Rose foi um fiasco: duas assistências e uma dezena de pontos. Tyrus Thomas foi um desastre na linha do lance livre: 4-9. Luol Deng só quatro pontos e dois acertos nas oito bolas atiradas contra o aro adversário.

E o que dizer de John Salmons? 2-14 nos arremessos!!!

Aliás, por falar nisso, olhem só o aproveitamento do Chicago nas bolas de três: 2-15 (13.3%).

Com números assim fica impossível destruir uma das fortalezas desta temporada.

Salvou-se apenas Joakim Noah com seus 16 pontos e dez rebotes. Lutou com um “bull” do começo ao fim do jogo.

Jogo, aliás, para ser esquecido.

COMPARAÇÃO

Fiquei pensando dia desses: não parece a vocês que LeBron James é a versão no basquete do tenista Andy Roddick?

Pensem nisso.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009 NBA | 13:23

UM TIME REFÉM DE UM JOGADOR

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Na rodada de abertura da NBA foram 38 pontos e oito assistências. Ontem veio um “triple-double”: 23 pontos, 12 assistências e 11 rebotes.

LeBron James (foto AP) segue jogando muito — e o Cleveland segue com os seus problemas: dependente até o último fio de cabelo do desempenho de LBJ.

Cavaliers Raptors BasketballDepois de ser derrotado em casa pelo Boston no primeiro jogo da temporada (95-89), o Cavs voltou a se curvar diante do oponente. Ontem, cruzou a fronteira canadense e tombou no Air Canada Centre frente ao Raptors: 101-91.

Já é tempo de preocupação? Claro que não, o campeonato nem engatinha ainda, pois apenas duas rodadas aconteceram.

Mas a campanha atual do Cleveland é o avesso da passada.O que acontece com o Cavs?

Até agora não funcionou como time. Um dos principais problemas é a falta de encaixe no jogo de Shaquille O´Neal.

Ontem, Big Daddy jogou apenas 25 minutos. Nos instantes derradeiros do prélio, ficou no banco, vendo tudo acontecer em quadra.

Este é o grande reforço para a temporada? Deveria ser — mas até agora não é.

Eu ainda o vejo com paletó e gravata. Ou seja: está mais para um ex-jogador em atividade do que para alguém que possa dar ao Cleveland aquele salto de qualidade, capaz de colocar o time em situação de superioridade em relação aos seus dois grandes concorrentes nesta conferência: Boston e Orlando.

E a oscilação dos demais jogadores também contribui para o rendimento paupérrimo do Cavs neste começo de trabalho.

A prudência manda que a gente aguarde para ver como serão os contornos definitivos desse time. Afinal, o que vemos até o momento são esboços — e desanimadores.

Vamos, pois aguardar.

RODADA

Nenê Hilário debutou ontem; Leandrinho Barbosa também. E os dois deixaram a quadra vencedores.

O Denver bateu o Utah, em seu Pepsi Center, por 114-105. O são-carlense anotou 16 pontos, fisgou seis rebotes (três de ataque), fez dois desarmes e deu um toco.

Mas deixou a partida prematuramente, pois cometeu seis faltas. As faltas têm sido um grande adversário para Nenê; infelizmente, em muitas ocasiões ele se deixa vencer por esse temível inimigo.

Já Leandrinho e o seu Phoenix foram até a Califórnia e bateram o Clippers no Staples Center por dois pontinhos apenas: 109-107. Não importa, pois, ao contrário dessa bobagem do futebol que leva em consideração gols marcados e sofridos, o que conta é a vitória.

O paulistano saiu como titular. Antou 17 pontos e teve 50% de aproveitamento nas bolas triplas: 3-6.

Como sempre, não se intimidou em quadra. Quando a brecha surgiu, bola pra cesta!

A personalidade de Leandrinho no Phoenix é uma; na seleção brasileira é outra, vocês concordam?

CAPIXABA

Ao contrário do que ocorreu no jogo de estréia diante do Boston (nove pontos e sete rebotes), ontem diante do Toronto Anderson Varejão fez apenas dois pontos e apanhou dois rebotes.

Mas o toco que ele deu em Chris Bosh, quase ao final da partida, fez-me pular do sofá e dar um soco no ar, como Pelé fez pela primeira vez na Rua Javari na década de 1960, gesto que acabou copiado pelo resto do planeta — inclusive por Michael Jordan, naquela vitória inesquecível diante do Cavs, em Cleveland.

RODADA

Não vi todos os jogos de ontem — seria impossível. Portanto, sou todo ouvidos para ouvir relatos de quem viu, por exemplo, a importante vitória do San Antonio diante do New Orleans ou a estréia triunfante do Orlando frente ao Philadelphia. Vale destaque também a visita vitoriosa do Detroit a Memphis.

Mãos à obra, rapaziada!

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009 NBA | 11:36

DERROTA E VITÓRIAS EMBLEMÁTICAS

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O'Neal e LeBronA temporada mal começou, mas não gostei do que vi em Cleveland. Sim, pois o que vi em Cleveland foi o mesmo Cleveland da temporada passada: dependente ao extremo de LeBron James.

Se o que vi não foi a) análise equivocada de minha parte; b) desajuste natural de uma primeira partida de campeonato, seguramente o Cavs não terá chance alguma de conquistar seu primeiro título de campeão.

É impossível um jogador, sozinho, fazer uma equipe conquistar um campeonato. Já disse aqui: nem mesmo Michael Jordan conseguiu isso.

Enquanto LeBron James fazia tudo no Cleveland (38 pontos, oito assistências, quatro rebotes, quatro tocos e dois desarmes), no Boston a tarefa foi dividida. Como sempre.

Ray Allen anotou 16 pontos; Kevin Garnett deixou 13 no aro do Cavs e pegou ainda uma dezena de rebotes; o estreante Rasheed Wallace, que saiu do banco como todos previam, marcou 13 tentos em seu debu; e Paul Pierce cravou 23 pontos e confiscou ainda 11 rebotes.

Enquanto LBJ fazia uma força danada para pontuar, Pierce, calmamente, anotou os últimos oito pontos do Boston e decretou a vitória do Celtics por 95-89.

Pierce joga sem fazer força – o mesmo eu não consigo ver em LeBron.

Foi o primeiro triunfo do alviverde de Massachusetts em Ohio desde 2004. Colocou-se um ponto final neste incômodo tabu que durava oito partidas.

Depois do jogo de ontem fiquei mais convicto ainda: se nenhum jogador do Boston se contundir durante a temporada, não vai ter pra ninguém no Leste.

Enquanto isso, no Oeste, o Lakers fez uma festona dentro do Staples Center.

A cerimônia de entrega do troféu e dos anéis aos campeões da temporada passada foi muito bonita. E com direito a participação de alguns (poucos) veteranos jogadores que ganharam títulos desde que a franquia mudou-se de Minneapolis para Los Angeles.

Kobe BryantMagic Johnson, Jerry West, James Worthy, Norm Nixon, Michael Cooper, Jamaal Wilkes, A.C. Green, Rick Fox e Robert Horry estiveram presentes ao evento. Fiquei pensando enquanto via a festa: Shaquille O’Neal não deveria estar de terno e gravata junto com os outros veteranos?

Sei lá, acho que ainda estava contaminado pelo que tinha acabado de ver na Quicken Loans Arena de Cleveland.

Mas voltando a Los Angeles, o jogo foi legal. Dava para ver que o Lakers não iria perder, como não perde, venceu por 99-92, mas o Clippers não fez feio.

Ficou provado, pelo que pude constatar, que o tricolor angelino, com a presença de Blake Griffin, será um time e tanto para se ver e se apostar.

O destaque da partida acabou sendo Kobe Bryant. Ele anotou 33 pontos e fisgou oito ressaltos.

Mas não dá para não falar dos 26 pontos e 13 rebotes de Andrew Bynum. Bem como os 16 pontos e 13 rebotes de Lamar Odom.

Ron Artest teve uma estréia discreta: dez pontos, cinco rebotes e quatro assistências.

Kobe, Bynum, Lamar e Artest. Ah, sim, Pau Gasol não jogou por estar machucado.

Enquanto isso, em Cleveland, tudo nas costas de LeBron James. Se Shaq não tirar o paletó e a gravata, vai mesmo ficar para o ano que vem.

Mas, como disse acima, a temporada mal começou. Vamos, pois, aguardar.

NOTINHAS

Não pude ver as vitórias do Washington diante do Dallas (102-91) e do Portland sobre o Houston (96-87). Se alguém assistiu e quiser nos informar o que aconteceu no Texas e no Oregon, nossos ouvidos estão atentos.

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