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sábado, 22 de setembro de 2012 NBA | 01:06

E SE MICHAEL JORDAN NÃO FOSSE JOGAR BEISEBOL?

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O site Hoopsworld faz um “what if” que a gente já cansou de discutir aqui neste botequim: se Michael Jordan não tivesse deixado o basquete para brincar de jogar beisebol na segunda divisão da MLB, o Houston teria vencido dois campeonatos? Ou então: se MJ ficasse com o Bulls, teria conquistado oito ao invés de seis anéis?

Eu já dei minha resposta: sim. Se MJ não tivesse parado com o basquete para se aventurar no beisebol (o que diziam na época é que esta seria uma homenagem dele ao pai, assassinado meses antes, que gostaria muito de vê-lo como jogador de beisebol e não de basquete), o Chicago teria enfileirado oito títulos.

A diferença do Chicago para os outros times era grande demais. No segundo Three Peat o time melhorou ainda mais com a contratação de Dennis Rodman, e com um Toni Kukoc mais experiente e a chegada de Ron Harper, que era a grande estrela do Cleveland e que desembarcou em Chicago vindo como FA depois de três temporadas em Ohio.

Mas Kukoc chegou no ano em que MJ parou. Neste mesmo ano aportaram Steve Kerr, Bill Wennington e Luc Longley, que fizeram parte do segundo Three Peat. No ano seguinte, o time perdeu Horace Grant para o Orlando. Mas o núcleo estava intacto. Ou seja: ele, Scottie Pippen, John Paxson, BJ Armstrong, Bill Cartwright. O time estava lá e tinha ganhado um baita reforço em Kukoc.

Hakeem Olajuwon (foto marcando Shaquille O’Neal na final de 95), para muitos o maior pivô da história da NBA na era moderna, bicampeão com o Houston, discorda veementemente daqueles que cravam no sim, como eu. Diz Hakeem: “Qualquer pessoa que tem noção de basquete, que entende o jogo, sabe que teríamos vencido de qualquer maneira (…) As pessoas não dão crédito ao Orlando, que bateu o Chicago com Jordan”. Ou seja: o Orlando, na opinião de Hakeem, foi o legítimo representante do Leste.

Mas aqui é preciso um esclarecimento: Hakeem se refere ao segundo ano, quando MJ voltou no meio da temporada regular. Voltou com a camisa 45 (lembram-se?) e foi batido pelo Orlando nas semifinais dos playoffs por 4-2. Quando a série foi liquidada, Nick Anderson (foto marcando MJ), ala do Magic, declarou: “Esse Jordan 45 não tem nada a ver com o Jordan 23”. Ou seja: aquele MJ, ainda fora de forma, não era o verdadeiro MJ. Isso responde a Hakeem.

Se aquele fosse o MJ 23, o Orlando de Shaquille O’Neal, Penny Hardaway, Horace Grant e Nick Anderson não teria eliminado o Chicago. Tanto que no ano seguinte, com o mesmo time da temporada anterior e ainda mais experiente, o Orlando foi surrado pelo Chicago na final da conferência por 4-0. E MJ disse a Anderson depois da série: “O 23 está de volta”.

Hakeem disse também que o grande problema do Rockets era o Seattle e não o Chicago. “Quando a gente enfrentava o Chicago, eles sabiam que perderiam não só para nós, mas para o San Antonio também”.

No caso do San Antonio eu me lembro; no caso do Houston eu tenho dúvidas. Sempre que o Chicago jogava em San Antonio, invariavelmente perdia. David Robinson se transformava em um monstro e fechava completamente o garrafão. Lembro-me de uma ocasião em que ele deu um toco espetacular em cima de MJ. Ataque do Bulls do lado direito da câmera de televisão, Jordan na meia direita, cortando Vinnie Del Negro, indo para a enterrada e The Admiral fazendo como o velho Dikembe Mutombo.

Sim, o Bulls tinha sérios problemas contra o SAS de Robinson, Del Negro, Doc Rivers, Moses Malone e Sean Elliot quando o jogo era no Texas. Mas não me lembro de o Houston criar problemas para o Chicago.

E aquele SAS só parava diante do Rockets. David Robinson tinha traumas diante de Hakeem. O pivô do Rockets humilhava o oponente; sempre. Lembro-me que eu gostava de Robinson e torcia para que ele suplantasse Olajuwon. Mas não tinha jeito. O Houston passou pelo San Antonio por 4-2 naquela final do Oeste.

O jogo do SAS se encaixava com o jogo do Bulls, mas não tinha respostas para os problemas que o Houston apresentava. Talvez se a final fosse contra o Spurs o Bulls pudesse ter problemas; talvez; mas diante do Houston, jamais.

Hakeem limitou-se a falar da final de 1995. Na matéria, ele não fala sobre 94. Deveria. O Chicago de 94 parou no New York, que fez a final diante do Houston. Os texanos venceram por 4-2. Não teriam vencido se MJ lá estivesse. O NYK fez 4-3 diante do Indiana do menino Reggie Miller e do experiente Byron Scott e foi para a final enfrentar o Houston que tinha feito 4-1 no Utah de John Stockton e Karl Malone.

Aquele playoff do Oeste foi um playoff esquisito, pois não contou com a presença do Lakers. Os californianos eram um time sem identidade, que contava com um James Worthy em final de carreira e cujo quinteto titular era apenas razoável: Nick Van Exel, George Lynch, Doug Christie (que meu filho chamava de “triste”), Elden Campbell e Vlade Divac.

Mas não é do Lakers que falamos. Falamos do Houston. E volto a dizer: se MJ não tivesse deixado o basquete para brincar de jogar beisebol, o Bulls teria enfileirado oito títulos. E se ele não abandonasse em 1998, depois do segundo Three Peat, talvez fossem nove. Até porque aquele campeonato foi mais curto por causa do locaute. MJ, aos 36 anos, teria suportado numa boa.

A gente fala sempre em oito títulos. Na verdade, poderiam ter sido nove. E Hakeem e o Houston não teriam vencido nenhum. E o primeiro campeonato do San Antonio talvez não tivesse vindo.

Michael Jordan era realmente fenomenal. E aquele time dirigido por Phil Jackson era imbatível numa série melhor de sete. Não vi o Boston de Bill Russell jogar. Dos times que vi em ação, nenhum se comparou ao Chicago.

Nove títulos; isso mesmo, nove títulos. Não foram nove porque Jordan tinha umas manias que a gente nunca conseguiu entender.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012 NBA | 00:13

DOC RIVERS DIZ NÃO SE IMPORTAR COM O LAKERS E ESTIMULA O ÓDIO DO BOSTON AO MIAMI

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“Honestamente, eu não me importo com o Lakers… Eu olho diretamente para o Miami (…) Eu quero que eles (jogadores do Boston) os odeiem (jogadores do Heat). Eu quero que eles os vençam. Esse tem que ser o nosso foco”.

A frase, recortada, é do técnico Doc Rivers (foto). Ele já começou a preparar o C’s para esta temporada. Não apenas com treinos técnicos e táticos, mas mentalmente também. E esse tem que ser o trabalho de um treinador. Trabalhar todos os aspectos de um jogo. A gente bem sabe que uma partida de basquete, futebol, ou seja o que for, não se ganha apenas com treinamentos táticos e técnicos. O mental é componente importatíssimo, especialmente quando você vai forjar o caráter de uma equipe.

Ao contrário do resto do planeta, os americanos torcem de maneira diferente; civilizada eu diria. Lá não há os problemas que existem no resto do planeta quando o assunto são os torcedores de futebol.

Se José Mourinho viesse a público e dissesse que espera de seus jogadores ódio ao Barcelona, seria condenado violentamente. O mesmo para Alex Ferguson em relação ao sentimento de seus atletas quanto ao rival Manchester City. Já pensou Tite dizer que está alimentando a cólera em seu elenco ao São Paulo? E Abelão fizesse o mesmo quando o assunto fosse os confrontos contra o Flamengo? Idem para os duelos paranaenses, mineiros, gaúchos, baianos e pernambucanos.

Não dá; nem pensar. Na Europa, o treinador seria multado. Aqui no Brasil, criticado pela mídia, nada além disso, pois vivemos no paraíso da impunidade.

Na América do Norte, o maior problema que a polícia tem é conter a felicidade exacerbada de fãs na comemoração de um título. Derrotas, eliminações e perdas de campeonatos não resultam em nada; absolutamente em nada.

Nos EUA, não existem (pra sorte deles) torcidas organizadas. Essa mazela social e esportiva, além de impedir a convivência pacífica entre os fãs, deu forma às mais variadas manifestações de violência dentro e principalmente fora dos campos de futebol. Lá, eu dizia, por não haver essa praga não há que se garantir um percentual de assentos nos ginásios para torcedores adversários. Ninguém deixa sua cidade em bandos, escoltados pela polícia, para ir torcer no ginásio adversário. Se algum torcedor quiser ver seus times do coração fora de sua praça (ou se for torcedor de time de fora de sua cidade), ele compra ingressos normalmente (via internet) e senta onde o tíquete determina. Senta, vê o jogo, torce e não é molestado em nenhum momento sequer. Se for, é só chamar a segurança que ela põe pra fora do ginásio o animal que tenta inibir os sentimentos do torcedor oponente.

Por isso, Doc Rivers pode vir a público e dizer que está estimulando o ódio de seu elenco em relação ao Miami. Isso não se transfere jamais para as arquibancadas. Doc, aliás, disse já ter feito isso na temporada passada. E o resultado foi visto nos playoffs do Leste, quando o C’s foi caminhando, caminhando, caminhando e chegou à final da conferência. E, nela, vendeu caro o título ao Miami, entregando-o apenas no último e derradeiro confronto.

Mas, como disse acima, não é apenas estimulando a ira que Doc vai fazer do Boston uma ameaça ao reinado do Miami. O time tem que jogar também. É como aquela piada da mãe que foi ver o filho, lutador de boxe, numa luta decisiva. Ela sentou-se e viu que a seu lado havia um padre. O filho estava tomando uma surra e ela, desesperada, virou-se para o padre e disse: “Padre, por favor, reze para o meu filho sair dessa enrascada!” No que o padre respondeu: “Sim, eu rezo, mas seria bom se ele começasse a lutar também”.

Muitos entendem que o alviverde de Massachusetts está melhor nesta do que na temporada passada. Se não há mais Ray Allen, há o instinto matador de Jason Terry. Ele pode não ter a mão tão certeira quanto a de Allen, mas o mental de Terry é mais forte. Além disso, Jet não se incomoda nem um pouquinho sequer em sair do banco durante os jogos, papel que Doc Rivers tinha reservado a Ray-Ray e este não gostou nadinha, nadinha. Os dois “guards” do Celtics são Rajon Rondo (foto) e Avery Bradley. Jet entrará para o descanso de ambos e estará em quadra “down the stretch”, com certeza.

Além disso, há Courtney Lee também, que ajudará a formar um quarteto de “guards” para machucar o Miami e quem a aparecer pela frente. De que modo? Tirando o “front court” adversário de sua zona de conforto.

Na temporada passada, foi exitosa (desculpem o neologismo) a mudança de posição de Kevin Garnett. Por conta da contusão de Jermaine O’Neal e da falta de boas opções, Doc passou KG da ala de força para o pivô. E foi um sucesso. KG saía da área pintada e trazia consigo o pivô adversário, abrindo espaço para o jogo não apenas de Brandon Bass, que tornou-se o PF titular, mas também e principalmente do pessoal do “back court”.

Doc fará o mesmo nesta temporada. Abrirá não apenas KG, mas Bass também. E os armadores encontrarão espaços para infiltrar e pontuar. Dos quatro armadores do Boston, apenas Bradley não teve um duplo dígito de média na pontuação na temporada passada. Mas, não se esqueçam, ele foi entrando aos poucos no time por conta da lesão de Allen. Nesta temporada, com mais tempo de quadra, seguramente atingirá a meta.

Outro aspecto importante nessa tática é fazer os pixotes sofrerem faltas. Além de eles normalmente serem eficientes na linha fatal, bater lances livres, várias vezes, é tudo o que Rivers quer, pois, com isso, ele conseguirá posicionar sua defesa para o ataque adversário.

E não se esqueçam que Jeff Green está de volta depois da cirurgia no coração. Será o descanso que Paul Pierce tanto vai precisar nesta temporada. Um reserva que pode desempenhar o papel de titular quando Doc bem entender. Bola pra isso Green tem. E pode fazer um 2 e um 4 numa boa também. Um “swing player” dos bons!

Darko Milicic, recém-contratado do Wolves, o brasuca Fab Melo, o também novato Jared Sullinger e o veterano Chris Wilcox vão ajudar KG e Bass. E eu espero que Melo saiba aproveitar as chances que irão aparecer. Num primeiro momento, o primeiro reserva a entrar em quadra será Milicic.

O C’s, eu já disse isso, pra mim fará a final do Leste contra o Miami. Não acredito que o New York o faça e muito menos o Brooklyn Nets. E o Chicago sem Derrick Rose não terá forças também. O Boston é um time maduro, experiente. Conhece o caminho das pedras. É assíduo frequentador das finais. E, além disso, consegue mexer com o emocional do Miami. Paul Pierce não se intimida com LeBron James. Jet sabe o que fazer diante de Dwyane Wade. E Chris Bosh vai sofrer nas mãos de KG.

Este é o time que vai incomodar o Miami. Mas enquanto a bola não sobe, acho que o Boston, apesar de toda a sua ira e de sua competência tática e técnica, não passará de um incômodo para o time do sul da Flórida. Vai vender novamente caro o título do Leste; mas venderá. Isso, volto a dizer, antes de a bola subir.

Portanto, vamos aguardar. Pra encerrar, eu grito: volta NBA, volta logo!

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012 NBA | 01:43

CHRIS PAUL DIZ QUE PREFERIU SER TROCADO COM O CLIPPERS AO INVÉS DO LAKERS

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Vixi, vocês viram o que eu vi? Ou melhor: vocês leram o que eu li? Em entrevista ao magazine “GQ”, Chris Paul disse que preferiu ser trocado com o Clippers ao invés do Lakers. E explicou: “Eles tinham as melhores peças. Além disso, ser campeão com o Clippers será fabuloso”.

Uau.

Segundo CP3, ser campeão com o Clips será inesquecível. Terá um gostinho muito mais saboroso do que colocar um anel no dedo sendo jogador do Lakers.

CP3 tem razão: ganhar com quem corre por fora, ganhar vestindo os trajes da Cinderela ou cruzar a linha final galopando sobre um animal listrado tem mesmo um gosto diferenciado. Ser campeão com o Chicago é mais deleitoso do que ser campeão com o Lakers. Ser campeão com o San Antonio é mais prazeroso do que ser campeão com o Boston. Ser campeão com o Miami é igualmente incomparável. Como foi inesquecível ter sido campeão com o Dallas e será inacreditável ser campeão com o OKC se alguém um dia o for.

Ganhar títulos em franquias tradicionais, que investem os tubos, que têm dinheiro a rodo, que gastam sem dor na consciência, que não se importam com a Luxury Tax é muito mais fácil. O caminho se abre. O dinheiro torna tudo mais fácil. É quase que obrigação ganhar títulos com essas franquias.

Ser campeão com times que correm à margem é escrever o nome na história usando tintas vibrantes. É colocá-los no mapa da NBA. Como Michael Jordan fez com o Chicago, Tim Duncan com o San Antonio e Dirk Nowitzki com o Dallas. É certo que a reunião de LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh tornou a missão do Miami mais fácil, mas Carmelo Anthony, Amar’e Stoudemire e Chauncey Billups não conseguiram com a camisa do New York. Por isso, ser campeão com o Miami é muito mais significativo do que com o Lakers ou o Boston.

É claro que ser campeão com o Lakers e com o Boston tem um sabor delicioso. Lógico que sim! Pergunte aos jogadores que foram campeões por lá. Mas esses times representam para a NBA o que Barcelona e Real Madrid representam para o campeonato espanhol. É legal ser campeão com a camisa de um deles? Claro que é. Mas é muito mais significativo ser campeão com a camisa do Sevilla ou do Valência.

É verdade que o Boston deu uma caída. E se formos considerar isso (e devemos!), podemos dizer que o campeonato da NBA não é o espanhol: é, isto sim, uma espécie de campeonato alemão. Lá é o Bayern de Munique e outro. A NBA é praticamente o Lakers e um outro qualquer.

O time californiano tem 16 títulos. Um a menos do que o Boston. Mas tem 15 vice-campeonatos. Ou seja: chegou a 31 finais em 66 anos de existência da liga norte-americana. É quase: ano sim, ano não, Lakers na final. Por isso eu digo que o Lakers é a maior franquia da história da NBA.

Voltando ao tema inicial de nossa conversa, Chris Paul ganhou pontos consideráveis comigo. Ele dá pinta de que quer  desafios ao invés do caminho mais fácil. O dinheiro do Lakers transforma o caminho da equipe menos espinhoso do que as demais.

Vejam o caso do OKC: eles vivem um dilema, pois pretendem renovar com James Harden, mas não sabem se terão dinheiro para isso. E a franquia tem até 31 de outubro para fazê-lo. Caso contrário, o barbudo se transforma em agente livre restrito. Ou seja: ele poderá receber propostas de outras franquias e o OKC tem o direito de igualá-las. Mas se não tiver dinheiro, como fazê-lo? Aparece um time e dá a Harden um contrato de quatro anos e quase US$ 100 milhões, mas será que o OKC terá dinheiro para isso?

Esse cenário não existe para o Lakers. O time vai gastar US$ 130 milhões nesta temporada. Esse dinheiro não existe em Oklahoma City.

Vejam só o que vai acontecer com o Lakers na temporada 2014-15: apenas um jogador tem contrato com o Lakers, Steve Nash. Ele vai receber US$ 9,7 milhões. Mas se Dwight Howard renovar seu acordo, vai pegar nessa temporada algo em torno de US$ 22,3 milhões. Ou seja: com apenas dois jogadores o Lakers estará torrando nada menos do que US$ 32 milhões.

E dizem que Kobe renovará nesta temporada pela indecente quantia de US$ 33 milhões. Se isso ocorrer mesmo, o Lakers terá comprometido US$ 65 milhões com apenas três jogadores! E numa época em que a Luxury Tax estará cobrando US$ 1,50 de penalidade por US$ 1,00 gasto além do salary cap, que será de US$ 58 milhões. Vejam: com apenas três jogadores o Lakers estará estourando o cap! E alguém liga para isso? Nenhum pouco!

Então, quando CP3 vem a público e diz que ser campeão com o Clips seria incrível, ele tem razão. Isso porque ser campeão com o Lakers (eu adiciono) chega a ser blasé, pois é tudo mais fácil.

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terça-feira, 18 de setembro de 2012 Sem categoria | 23:33

UM POUCO DE UM DOS NOSSOS PARCEIROS

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Rapaziada: momento de descontração. Faz tempo que estou com as fotos do Marcos Gordinho com a camisa autografada da seleção que eu sorteei aqui no blog. Foi uma cortesia da Netshoes, como vocês se lembram.

Estou pensando em fazer um mural com fotos de todos vocês. Pra que a gente possa se conhecer melhor. Estou procurando a melhor fórmula. Assim que eu a encontrar, estarei postando aqui.

O que vocês acham?

Enquanto isso, vamos curtir o nosso parceiro Marcos Gordinho. Não sei o que aconteceu, mas as fotos ficaram pequenas demais. Mas dá pra gente curtir, como falei:

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012 NBA | 17:40

MIAMI CONTRATA HARRELLSON E SE APRONTA PARA ENFRENTAR O LAKERS QUE NÃO SE PREPARA PARA O MIAMI

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Aquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que eu não me lembrava do nome é o Josh Harrellson (foto). Pois bem: Harrellson acabou de assinar contrato com o Miami.

Agora são três os brutamontes do time do sul da Flórida: Joel Anthony (2,06m e 111 kg), Dexter Pittman (2,11m e 130 kg) e Josh Harrellson (2,08m e 125 kg).

O três vão se revezar na pancadaria pra cima de Dwight Howard. Isso foi ensinado por Phil Jackson nos tempos de Chicago Bulls. O tricolor de Illinois nunca teve um pivô decente. Quando o time enfrentava principalmente o New York Knicks de Patrick Ewing os três sempre saíam com seis faltas. Mas desgastavam demais Ewing.

O único pivô que pode competir de igual para igual com D12 é Andrew Bynum, que não é do Miami, mas sim do Philadelphia. Tyson Chandler também não se intimida diante do novo Super-Homem de Los Angeles, mas ele é do New York e não do Heat.

Assim, Pat Riley, o homem que pensa o basquete no Miami, deve ter concluído: preciso de mais um brutamonte para ajudar no trabalho de contensão a Dwight.

Serão 18 faltas à disposição. Isso pode significar um tempo de jogo. Ou mais. A missão dos três será machucar D12.

Começa com Anthony; carregou em faltas? Entra Pittman; carregou em faltas? Entra Harrellson; carregou em faltas? Volta Anthony; ficou pendurado? Volta Pittman; ficou pendurado? Retorna Harrellson; ficou pendurado? Anthony retorna; saiu eliminado? É a vez de Pittman; foi excluído? É com Harrellson; cometeu a sexta falta? Bem, quando isso acontecer, Dwight estará com o corpo dolorido.

Vai ser assim em pelo menos quatro jogos. Vai dar certo?

Nos tempos de Chicago sempre deu. E Patrick Ewing era muito mais jogador do que D12. Ewing, além de forte, tinha recursos. Era bom pra burro. Dwight é forte, mas seus atributos técnicos deixam a desejar.

O Miami não dorme no ponto. Pelos seus movimentos, ele espera mesmo encontrar com o Lakers na decisão do título.

REVERSO

O time de Los Angeles, todavia, não dá mostras de se preparar para enfrentar o Miami. Em seu elenco tem apenas Metta World Peace para marcar o melhor jogador de basquete do planeta. Quando MWP tiver que descansar ou estiver enrolado com as faltas, quem é que vai controlar LeBron James (foto)?

Os torcedores amarelinhos falaram em Devin Ebanks. Tomam como referência seu trabalho diante de Kevin Durant nas semifinais do Oeste na temporada passada.

Mas eu pergunto: quanto terminou a série? Resposta: 4-1 para o Oklahoma City. Qual foi a média de pontos de KD neste embate? Resposta: 26,8. Qual foi sua média na temporada regular? Resposta: 28,0. Conclusão: MWP e Ebanks não subtraíram nada do jogo de KD. Pergunto: o que leva os torcedores do Lakers achar que os dois vão conter LBJ?

LBJ é mais jogador que KD, queiram os fãs de KD ou não.

O Lakers tem que se preparar para LeBron James. Caso contrário, se o time chegar à final da próxima temporada diante do Miami, poderá sucumbir.

Exatamente porque não soube se preparar para King James, ao contrário do Miami, que está mais do que preparado para enfrentar o Lakers e suas estrelas.

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domingo, 16 de setembro de 2012 NBA | 14:08

BILL RUSSEL AGORA ELOGIA O MIAMI, QUE DEVERÁ TER O LAKERS COMO ADVERSÁRIO NA FINAL DA PRÓXIMA TEMPORADA

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Bill Russell, depois de ter rasgado elogios a Joakim Noah, a quem ele considera um dos jogadores que o fazem assistir atentamente a uma partida da NBA, Russell, dizia eu, agora falou sobre o Miami. Disse que o time do sul da Flórida está usando uma estratégia semelhante à de seu Boston Celtics. Seu Boston que na verdade era também do técnico Red Auerbach (ambos na foto acima), o grande mentor daquele esquadrão que formou a maior dinastia da história da NBA.

O C’s de Russell, se você não sabe ou se esqueceu, ganhou nada menos do que 11 títulos. Era uma máquina de jogar basquete. Quer dizer: segundo a visão deste que para muitos é o segundo maior jogador da história da NBA (atrás apenas, obviamente, de Michael Jordan), o Heat está no caminho certo.

E no que consiste a tática do Miami? Contratar veteranos para gravitarem ao lado de seu núcleo, composto pelos Três Magníficos: LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh. Mas ele alertou: é preciso contratar os jogadores corretos; caso contrário, se eles não se engajarem no projeto (como costuma dizer Wanderley Luxemburgo), tudo se rui.

Há pelos menos três grandes jogadores permeando os Três Magníficos: Shane Battier (que completará sua segunda temporada), Ray Allen (campeão em 2008 com o C’s) e Rashard Lewis (um vice-campeonato com o Orlando em 2009).

O Miami está realmente muito forte. E pelo que vejo, parece-me o único time capaz de competir com o Lakers de Kobe Bryant, Pau Gasol e Dwight Howard em pé de igual; ou melhor, vejo o Heat num patamar acima em relação ao Lakers e isso se deve à presença de um jogador: LeBron James.

LBJ superou o trauma de “morrer na praia”. Ganhou o anel de campeão na temporada passada, conquistou sua segunda medalha olímpica em Londres e está cheio de moral. E de saúde também. É, sem dúvida alguma, o grande jogador da NBA na atualidade.

Sinceramente? Acho mesmo muito difícil que algum jogador da NBA no momento consiga suplantá-lo. Nem mesmo Kobe, que tenta provar que não está no ocaso de sua carreira.

A adição de D12, todavia, dará nova vida ao Lakers; e igualmente a Kobe e a Gasol também. Os dois irão se beneficiar de sua imponência no garrafão ofensivo. E no defensivo, D12, todos nós sabemos, é uma máquina de defender.

Aqui pode estar o calcanhar de Aquiles do Miami em relação ao Lakers. CB1, ao que tudo indica, será o pivô do time nos playoffs. Erik Spoelstra vai usar pivôs de ofício durante a fase de classificação, mas quando os playoffs chegarem, ele deverá passar Bosh para o pivô, usando LBJ, Battier e Lewis como ala de força (LBJ nem tanto), como, aliás, ele fez no campeonato passado.

Com isso, eu fico aqui matutando: CB1 terá forças para atacar o garrafão do Lakers com D12 lá dentro? Acho difícil; é como dar murros em ponta de faca, perdoem-me o clichê, mas ele é bem apropriado à situação. E o que CB1 tem que fazer? Abrir; ou seja: jogar aberto, tirar D12 de sua zona de conforto, obrigá-lo a correr. D12 é ágil, mas não sei se ágil o suficiente para marcar CB1 fora do garrafão.

Por isso, se o Miami, em uma provável final de NBA contra o Lakers, quiser machucar o time californiano, CB1 terá que ser esperto ofensivamente.

Mas e defensivamente? Bosh não tem a menor condição de marcar Dwight.

O Miami procura Susan desesperadamente; isto é, tenta encontrar outro pivô para ajudar Joel Anthony e Dexter Pittman, os dois únicos de ofício com contrato com a franquia. Falou-se naquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que agora eu não me lembro o nome. Há Udonis Haslem, corajoso, mas ele é uma migalhinha perto de D12.

Portanto, como disse, o calcanhar de Aquiles do Miami está em encontrar soluções para driblar a presença de Dwight Howard. Gasol não é tão problemático assim, pois CB1 e Udonis vão brigar de igual para igual com ele. E Kobe será vigiado por LeBron e Battier.

Vamos inverter a análise? Vamos analisar o quadro do ponto de vista do Lakers?

Quem vai conter LBJ? Metta World Peace? Boa resposta; MWP é forte, valente e seu jogo mental é muito interessante. Não chega a ser um Dennis Rodman, pois ele, no calor de um embate, às vezes costuma perder as estribeiras. E quando isso acontece, ele prejudica o time. The Worm não fazia isso. Por isso também, para mim, ele é o maior PF que vi jogar e o maior na história da NBA. Minha opinião; ponto final; ninguém vai mudá-la. Portanto, não gastem saliva.

Voltando ao embate entre MWP e LBJ, o velho Ron-Ron pode ajudar a minar King James. Kobe? Nem pensar; Black Mamba tem que vigiar D-Wade. Por falar em Dwyane, será ele o encarregado de marcar Steve Nash? É… tem Nash também, como eu me esqueci? Quem vai marcá-lo? LBJ? LBJ não é onipresente — nenhum ser humano é, apenas Deus.

Portanto, se LBJ for marcar Kobe, alguém terá que grudar em Nash. Ou será que Spo vai deixar Shane em cima de KB e LBJ na cola do canadense? É, pode ser uma alternativa.

Mas voltando a LeBron, eu pergunto: e quando MWP cansar ou ficar carregado com faltas? O que fazer? Não há o que fazer, pois o Lakers não tem ninguém mais no elenco capaz de marcar LBJ. Nem Kobe. Kobe é bom para marcar D-Wade, esses shooting guards. Vigiar alas ele tem dificuldades, pois: 1) não tem tamanho; 2) está em declínio físico.

Se D12 é um problema para o Miami, LBJ será um tormento para o Lakers.

Enfim, rapaziada, neste domingo de muito sol, cerveja gelada, eu apenas comecei a conversar. Espero que vocês deem sequência ao assunto. Aguardo ansiosamente pelas mensagens.

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012 NBA | 11:04

DERRICK ROSE CHORA EM PÚBLICO NO LANCAMENTO DE SEU NOVO TÊNIS

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Derrick Rose não conseguiu conter o choro na apresentação ontem, em Chicago, do novo tênis da Adidas (sua patrocinadora) que leva sua griffe. Emocionou-se ao ver o vídeo que mostra tudo o que ele vem passando, desde o momento da contusão até os dias de hoje. Chorou ao lembrar-se da contusão, do apoio que vem recebendo dos fãs, da família e de tudo o que vem passando neste momento.

Garantiu que tudo está bem e que tem feito progressos dramáticos. Com parcimônia, ele já corre, já pula, já arremessa. “Minha recuperação está sendo muito boa”, garantiu D-Rose. “Trabalho cinco dias por semana

No vídeo abaixo vocês vão ver toda a emoção do jogador, cuja namorada, ele anunciou, está grávida.

Só espero que tenha mesmo sido apenas emoção pelo que ele vem vivendo desde maio passado, quando se lesionou nos playoffs diante do Philadelphia. Apenas emoção pela dureza do momento, e que não haja nada embutido atrás dessas lágrimas.

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NBA | 00:24

BILL RUSSELL RASGA ELOGIOS A JOAKIM NOAH

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Não podia deixar passar batido a declaração de Bill Russell, para muitos o segundo maior jogador da história da NBA, homem que mais títulos conquistou: 11 ao todo. Russell, que foi submetido há dias a uma cirurgia cardíaca e felizmente passa muito bem, disse que um dos jogadores que mais lhe dão prazer dever jogar é Joakim Noah. Segundo ele, o pivô do Chicago é subestimado e as pessoas deveriam olhá-lo com mais atenção.

E Bill sabe do que fala, pois era igualmente jogador da posição quando escreveu seu nome na história da NBA usando a camisa 6.Aliás, LeBron James, quando aposentou o número23 em homenagem a Michael Jordan, passou a usar esse número em consideração a Bill Russell.

“Joakim é um dos meus jogadores favoritos”, disse Russell, que emendou uma crítica a Tom Thibodeau e seus assistentes: “O Bulls não aproveita algumas de suas habilidades. Ele não é apenas um grande reboteiro, mas é principalmente um excelente passador. E um grande passador de bola é mais importante para um time no ataque do que um bom arremessador”.

Bom, feito o registro, o que eu posso dizer pra finalizar nosso rápido bate-papo é que Bill Russell toca num tema que é recorrente neste botequim quando o assunto é a visão ofensiva de Thibs. O atual treinador do Chicago domina a matéria quando o assunto é defesa, mas quando ela versa sobre o ataque Thibs deixa muito a desejar.

Por conta disso, recentemente, sugeri que a franquia contrate Mike D´Antoni para treinar o ataque. Até porque o Bulls deve ficar sem Derrick Rose praticamente toda esta temporada ou então a sua totalidade.

Ainda é tempo; D´Antoni segue desempregado. Sua vinda para o Chicago seria muito importante. Thibs não está com nada quando o assunto é atacar.

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012 Sem categoria | 22:53

VEM COISA BOA POR AÍ

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O botequim está aberto, como vocês estão vendo. Mas o dono não está do outro lado do balcão.

No momento, ele faz uma pesquisa que deve render um post bem interessante. Espero que vocês continuem aparecendo por aqui, pois a cerveja continua trincando de gelada e os tira-gostos continuam com a mesma qualidade de sempre.

Aguardem, pois vem coisa boa. Acho que vocês vão gostar.

Abs.

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terça-feira, 11 de setembro de 2012 NBA | 11:54

SLAM ELEGE OS 500 MAIORES JOGADORES DE TODOS OS TEMPOS NA NBA. ADIVINHA QUEM FICOU EM PRIMEIRO?

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A “SLAM”, uma espécie de bíblia do basquete dos EUA, acabou de postar um ranking com os 500 maiores jogadores da história da NBA. Clique aqui e veja o ranking completo.

O magazine levou em consideração jogadores que tenham atuado ao menos cinco anos na NBA. Levou em conta média de pontos, assistências, rebotes, desarmes, tocos, minutos jogados, percentual de acerto dos arremessos no geral, de três, de lances livres e o que eles batizaram de “win share” (percentual de vitórias obtidas por partidas disputadas) e “win share/48” (percentual de vitórias obtidas por minutos jogados). Os dados são do site Basketball Reference.

Adianto os dez primeiros:

1º Michael Jordan
2º Wilt Chamberlain
3º Bill Russell
4º Shaquille O’Neal
5º Oscar Robertson
6º Magic Johnson
7º Kareem Abdul-Jabbar
8º Tim Duncan
9º Larry Bird
10º Kobe Bryant

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