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sexta-feira, 22 de julho de 2011 NBA, Seleção Brasileira, WNBA | 11:55

KOBE BRYANT ESTÁ COM UM PÉ NA TURQUIA

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O locaute deve comprometer esta temporada. São vários os jogadores que têm dito isso. Até mesmo a NBA está se conformando com a situação.

E o que fazer? Da parte das franquias, creio que não há nada a se fazer. Mas do lado dos jogadores, há a alternativa de se jogar fora dos EUA.

A Fiba vai autorizar. Claro que vai, pois, com isso, ela não vê maculado o torneio de basquete dos Jogos Olímpicos do ano que vem, em Londres.

MALAS PRONTAS

Kobe Bryant já está com a caneta na mão direita. Pronto para assinar contrato com o Besiktas da Turquia e ser companheiro de Deron Williams no time otomano.

O plano foi revelado com detalhes nesta sexta-feira: a Turkish Airlines, um dos patrocinadores pessoais do ala-armador do Los Angeles Lakers, disse que entra na jogada para pagar o salário (talvez na totalidade) para que Kobe jogue esta temporada no basquete turco.

E de quanto será a oferta? Resposta: € 500 mil por mês, o que daria € 6 milhões pela temporada. Convertendo para o dinheiro americano, teríamos US$ 8,6 milhões.

Bem menos do que Kobe (foto AP) ganharia no Lakers, pois de acordo com o contrato ele tem garantido US$ 25,2 milhões pela temporada 2011/12. Mas ela não deve acontecer e, assim, Kobe não ganharia nada.

Portanto, é melhor US$ 8,6 milhões do que nada, concordam?

“Os agentes de Kobe já entraram em contato conosco”, disse o técnico do Besiktas, Ergin Ataman. “Kobe só está esperando pela proposta oficial. Ele já nos disse que quer jogar aqui. Estávamos apenas esperando por um patrocinador para pagar os salários de Kobe”.

O patrocinador já foi encontrado. Ou seja: o acordo pode sair a qualquer momento.

TEMOR

Não temam: se houver uma debandada dos principais jogadores da NBA para a Europa, a televisão vai fechar acordo com ligas europeias para a transmissão dessas partidas para os EUA — e consequentemente para o Brasil.

O BandSports tem os direitos de transmissão da Euroleague. É a Champions League do basquete europeu. Vamos assistir, seguramente, o campeonato, que ficará mais empolgante ainda com os jogadores da NBA.

O torneio turco? Até onde eu sei, nenhuma emissora aqui no Brasil tem os direitos de transmissão. Fica aí a dica.

MENINAS

Nossas meninas estrearam com o pé direito no Sub 19 que está sendo disputado no Chile. O Brasil venceu ontem a sempre difícil Espanha por 71 a 64.

A pivô Damiris do Amaral (foto Divulgação) foi o destaque do nosso selecionado. Damiris anotou um “double-double”, com 19 pontos e 13 rebotes. Seus 19 tentos representaram, também, a maior pontuação da partida.

Damiris, 1,90m, se você não sabe, é nossa melhor jogadora. Já está integrada no time adulto (participou do Mundial do ano passado na República Tcheca). Em seu jogo o técnico Luis Claudio Tarallo deposita suas esperanças de pódio.

Outro destaque da contenda foi a ala-armadora Carina Martins: 14 pontos.

Nesta sexta-feira, 22h de Brasília, o adversário é a Eslovênia. Conversando com amigos que trabalham no SporTV, o jogo desta noite não será transmitido ao vivo (como o de ontem também não foi e a CBB, equivocadamente, anunciou em seu site que seria).

O que o canal informa é que os confrontos da fase aguda da competição serão exibidos. E tomara que o Brasil esteja presente.

ESTRELA QUE SE APAGA

Marion Jones foi uma das maiores estrelas do esporte nos EUA. Quando era estudante em North Carolina, a mesma faculdade de Michael Jordan, era um talento no basquete e no atletismo.

Com a bolas nas mãos, foi campeã da NCAA em 1994. E nas competições de velocidade, deixava todo mundo comendo poeira.

Ao terminar os estudos, teria que optar entre o basquete e o atletismo. Conversando com os diretores esportivos e seus treinadores em North Carolina, todos chegaram à conclusão que o melhor para Marion seria o atletismo.

Por quê? Porque na época não existia a WNBA e ela, para ganhar dinheiro com o basquete, teria que jogar fora dos EUA. E Marion (foto Divulgação) não queria deixar o país. E mais: o atletismo pagaria fortunas por suas pernas velozes.

Optou, pois, por guardar a bola de basquete, seu esporte favorito.

Marion tornou-se um expoente do atletismo norte-americano e seu ápice foi nos Jogos de Sydney, em 2000, quando tornou-se a mulher mais rápida do mundo ao conquistar a medalha de ouro na prova dos 100 metros. Ao todo, amealhou cinco medalhas na competição australiana, três delas de ouro.

Marion, no entanto, não estava “limpa”. Dopou-se (admitiu o doping) e foi punida por isso. Perdeu todas as medalhas conquistadas. Ficou conhecida como “a maior fraude” do atletismo feminino na história dos Jogos Olímpicos.

Foi suspensa por dois anos e até na prisão foi parar. Ficou seis meses detida em Fort Worth (ao lado de Dallas), no Texas.

Deixou as pistas, escreveu um livro (“On the Right Track”, não lançado no Brasil) e resolveu dedicar-se ao esporte que ela mais gostava.

Temporada passada, Marion assinou contrato com o Tulsa Shock, time da WNBA. Nolan Richardson, técnico campeão da NCAA no masculino com Arkansas, em 1994, atual treinador das meninas de Tulsa, ficou empolgado com a chegada de Marion.

Mas a prática da teoria não se confirmou. Embora tenha participado de 47 partidas com a camisa 20 (mesmo número que ela usou em North Carolina) do Tulsa, Marion não rendeu em quadra o que dela se esperava.

Aos 35 anos, as pernas não eram mais as mesmas de há 16 anos. Seus números foram decepcionantes: 2,6 pontos, 1,3 rebote e 0,5 assistência. Com números ruins, não mereceu mais do que nove minutos em quadra por partida.

O que tinha tudo para ser uma história de superação e volta por cima com final feliz acabou em frustração. Marion foi dispensada pelo técnico Nolan Richardson.

Vai dar sua vaga para Abi Olajuwon, filha de Hakeem, que como o pai é pivô (tem 1,93m). Richardson justificou assim a troca: “Precisamos de altura e intensidade no garrafão”.

Marion, armadora de ofício, divulgou uma nota após a dispensa: “Quero agradecer a organização Tulsa Shock, ao técnico Richardson, minhas companheiras e à WNBA pela oportunidade de realizar um sonho”.

O sonho realizado foi poder um dia ter jogador basquete profissionalmente, em seu país, como ela tanto queria. Não foi do jeito que ela planejou, mas foi.

“Mostrei aos jovens que se você tem fé na vida, ela te dá uma segunda oportunidade”, encerrou Marion em sua nota. Não foi, como disse, com final feliz, mas ela teve sua segunda chance.

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quinta-feira, 11 de março de 2010 NBA, WNBA | 14:55

SORTE E JUÍZO A MARION

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Marion Jones está de volta ao esporte. Mas não às pistas de atletismo.

Ela está de volta ao esporte, mas agora como jogadora de basquete. Aos 34 anos, ela disse que vai realizar um sonho: jogar como armadora em um time profissional da WNBA.

Quem conhece a vida de Marion além das pistas de atletismo sabe muito bem que esta menina, produto da universidade de North Carolina (a mesma de Michael Jordan), sempre quis mesmo era jogar basquete.

Tudo começou em 1992, nos tempos da Thousand Oaks High School, na Califórnia (norte de Malibu), onde Marion liderou sua equipe do ensino médio a ganhar o campeonato norte-americano. No ano seguinte, foi chamada “Division I Player of the Year”, já atuando como “sênior”.

Em 1994, ela foi parar em Chapel Hill para jogar pela universidade de North Carolina. Tar Heels, como a escola foi apelidada.

Mesmo novata, Marion comandou o time ao título do Final Four derrotando na decisão a escola de Louisiana Tech. A contenda foi emocionante; Carolina venceu Louisiana por apenas um pontinho: 60-59.

O jogo foi no Richmond Coliseum, no Estado da Virginia. Foi também o único título nacional obtido por Carolina.

Marion (Foto AP) jogou mais dois campeonatos com a camisa 20 de Tar Heels. Em 1997, quando encerrou sua participação e deixou a pequena Chapel Hill, teve sua camisa de número 20 levantada no teto do Carmichael Auditorium.

Nunca mais pegou uma bola de basquete pra valer. Foi para o atletismo, onde também se destacava em North Carolina.

Mas ela gostava mesmo era de basquete. E por que foi para o atletismo?

Simples: menina de origem humilde, foi aconselhada pela treinadora de Carolina, Sylvia Hatchell, a ir para o atletismo — que ela também tanto adorava. Lá ela conseguiria amealhar uma fortuna em dinheiro que o basquete (no caso a WNBA) não iria dar a ela.

Só por isso, porque se dependesse de seu coração, Marion teria continuado com uma bola de basquete nas mãos.

O resto da história, todo mundo sabe. Mas não custa abreviá-la (ela daria um livro e/ou um filme) e lembrar que Marion destacou-se tremendamente no atletismo, ganhou troféus e mais troféus; e também medalhas.

Medalhas olímpicas, como o correu em Sydney-2000, quando ganhou nada menos do que cinco. Foram todas confiscadas pelo COI porque, sete anos depois, ela confessou ter feito uso do esteróide anabolizante THG.

Além de ter perdido as medalhas, ela cumpriu pena de seis meses em uma prisão no Texas porque mentiu à Justiça norte-americana quando da apuração do caso.

Ontem Marion foi apresentada como o novo reforço do Tulsa Shock. Na verdade, Tulsa desde agora, pois até o ano passado o time estava baseado em Detroit.

Lá, vai se juntar a Nikki Teasley, que entrou para o time de Carolina um ano depois que Marion deixou a escola. Vai unir-se também a Cheryl Ford, filha de Karl Malone.

Lá Marion vai ser dirigida por Nolan Richardson, um treinador que já ganhou o Final Four masculino com Arkansas em 1994 e que também treinou as seleções masculinas do Panamá e do México.

Lá, Marion Jones vai tentar reconstruir a vida. Dentro e fora do esporte.

Que lá ela tenha sorte e juízo.

NBA 1

O grande resultado da rodada de ontem foi a vitória de Dallas diante de New Jersey por 96-87. Foi a 13ª. conquista seguida do time texano, recorde atualmente na NBA.

Quem olha o placar sem ter visto o jogo vai achar que o Mavs não teve problemas. Teve sim, pois o Nets jogou de igual para igual o tempo todo.

No final da partida poderia ter passado à frente, mas o time não conta com jogadores cascudos, com aquilo roxo. Por isso, sempre que a oportunidade aparecia, nada acontecia.

E o Dallas recuperava a chance de abrir no marcador. E foi o que aconteceu.

A mídia fala muito em Jason Kidd e seus 20 pontos e nove assistências. Foram muito importantes, ninguém duvida disso.

Mas a atuação de Caron Butler no último quarto foi de estraçalhar. Butler anotou ao todo 16 pontos, sendo que dez deles surgiram no quarto derradeiro.

Parece estar completamente entrosado com o time. Butler é muito bom, é tão bom que no dia em que Dirk Nowitzki jogou abaixo do que pode ele resolveu o problema nos 12 minutos finais e levou o Dallas a mais uma vitória nesta temporada.

NBA 2

O Denver bateu o Minnesota, fora de casa, por 110-102. Não se deixe levar pelos oito pontos que separaram o vencedor do perdedor; poderia ter sido de muito mais.

Depois de ter enfrentado um primeiro tempo difícil, quando perdeu por 53-48, o Denver se encontrou no segundo tempo, abriu 16 pontos de vantagem, relaxou e venceu o prélio pelos oito pontos de diferença mencionados acima.

Venceu, mesmo sem o técnico George Karl, que ficou no Colorado para sequência do tratamento de um câncer na garganta. E graças a Chauncey Billups: o armador anotou 25 pontos e muitos deles vieram em momentos decisivos.

Por falar nisso, Nenê (Foto AP) uma vez mais foi determinante: marcou 17 pontos e apanhou nove rebotes (três deles no ataque). Deu também uma trinca de assistências.

Já no último quarto, o comentarista da TV do Minnesota, disse o seguinte sobre Nenê: “Joga muito, tem uma função importantíssima dentro do esquema do técnico George Karl. E tudo isso fica mais valorizado depois dos problemas que ele enfrentou no joelho e do câncer testicular”.

É prazeroso ouvir isso.

NBA 3

O Boston perdeu mais uma. Desta vez em seu TD Garden — e por 20 pontos de diferença.

Perdeu para o Memphis por 111-91 e o resultado de mais uma atuação apagada foram vaias para alguns jogadores, entre eles Paul Pierce, ao final da partida. Sim, Paul Pierce, aquele mesmo que um dia se declarou o melhor jogador de basquete do planeta.

O prenúncio era mesmo de uma noite de tragédia para o Celtics. A maior parte das poltronas de seu ginásio estava vazia.

Torcedor não é bobo aqui e nem lá. E nem masoquista.

Por mais que a ida a um ginásio da NBA tenha um cunho de diversão, os caras também assistem ao jogo e querem vencer.

Prevendo novo vexame, ficaram em casa. Os que foram à arena, vaiaram, como disse, ao final da partida.

“Nós fomos horrorosos. Faltou vontade ao nosso time”, disse o técnico Doc Rivers depois da partida.

Se faltou vontade eu não sei, mas que o time foi horroroso, isso eu concordo. O Celtics perdeu nada menos do que 15 de seus primeiros 20 arremessos, o que possibilitou ao Memphis fechar o quarto inicial em 27-12.

Ao final do primeiro tempo, o Boston tinha feito apenas 33 pontos, sua mais baixa pontuação em um tempo inicial nesta temporada. Um papelão e tanto.

Inclusive diante de Manny Pacquiao, o pugilista filipino que é campeão mundial dos pesos meio-médio e uma das sensações do boxe no momento. Pacquiao esteve no TD Garden e antes de a partida começar, presenteou a franquia com uma de suas luvas de boxe.

Esperava que ela inspirasse os jogadores do Celtics a nocautear o Grizzlies. Mas, o que de fato ocorreu, foi o nocaute do Boston.

RESULTADOS

Os outros resultados da rodada de ontem foram os seguintes:

Philadelphia 87-102 Charlotte
Detroit 104-115 Utah
Miami 108-97 Clippers
Oklahoma City 98-83 New Orleans
San Antonio 97-87 New York
Sacramento 113-90 Toronto

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domingo, 14 de fevereiro de 2010 NBA, WNBA | 16:05

GREVE AMEAÇA FUTURO DA NBA

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Sempre que acontece o “All-Star Weekend”, o presidente David Stern (lá chamado de comissário) dá uma entrevista falando de assuntos pertinentes à liga, dando ênfase ao que ocorre fora das quatro linhas.

E na coletiva desse sábado (Foto AP), Stern falou sobre um tema que vem incomodando a todos: o fim do acordo coletivo entre franquias e jogadores, que termina em 2011. Quer dizer: esta temporada e a outra estão garantidas, o que vem depois é um grande ponto de interrogação.

All Star Stern BasketballStern disse que os times estão perdendo US$ 200 milhões por ano desde que o acordo entrou em vigor, em 2005. Vejam bem, não é por equipe, mas no global.

Ou seja: já houve perdas de US$ 800 milhões. O comissário, no entanto, não deu detalhes de quais franquias estão mais endividadas.

A última vez que houve uma greve de jogadores foi na temporada 1998/99, quando apenas metade do campeonato foi disputada e o torneio acabou vencido pelo San Antonio. Ninguém que pensar nisso novamente.

Mas os ânimos estão acirrados, tudo por causa de uma declaração de um dono de uma franquia que disse que se os jogadores não aprovarem o novo acordo, que procurem outra liga para jogar.

Isso irritou não apenas o presidente da associação de jogadores, Billy Hunter, mas também a categoria. Na sexta-feira que passou, houve uma reunião entre Stern e Hunter, encontro tenso, que durou uma hora e meia.

LeBron James, Kevin Garnett e Carmelo Anthony foram à reunião, irritados que ficaram com essa declaração apócrifa publicada no site da CBS. Stern, contrariado, disse que a declaração era covarde, pois quem disse não teve peito de assumir o que falou.

O cenário é este. Stern afirmou que colocou na mesa de negociação todos os números que, segundo ele, provam as perdas financeiras das equipes. Ele espera que os jogadores entendam esta matemática e não criem obstáculos para que o novo acordo, em 2011, seja assinado.

O que eu acho? Sei não, mas do jeito que Stern falou e do pelo que conheço de Hunter, muita água ainda vai rolar por debaixo da ponte. Só espero que não haja greve, como ocorreu em 98/99.

VENDA

David Stern informou também que nos próximos dois meses o Charlotte Bobcats será vendido. O presidente da NBA não disse, todavia, se a parte de Michael Jordan entrará no negócio.

Vamos aguardar.

TROCA 1

Ontem aconteceu o primeiro grande negócio desta temporada. E envolveu Dallas e Washington.

O acordo foi o seguinte: o Wizards mandou para o Mavs o ala Caron Butler, o armador DeShawn Stevenson e o pivô Brendan Haywood e receberá em troca os alas Josh Howard, Quinton Ross e James Singleton, além do ala-pivô Drew Gooden. Os texanos vão receber também um valor em dinheiro para que a troca seja viabilizada, pois deu diferença entre os valores salariais.

Vamos analisar o acordo.

Do ponto de vista do Dallas, o time recebeu um bom pivô, que pode fazer o revezamento com Erick Dampier, pois Gooden no máximo quebra um galho na posição. Além disso, pegou Butler, jogador de inegáveis predicados, que será muito mais útil do que Howard, um atleta de vidro.

Além disso, amealhou Stevenson, que vai ajudar Jason Kidd a orquestrar a equipe, pois J.J. Barea não vingou mesmo.

Quanto ao Washington, o time da capital norte-americana deu uma bela limpada no “payroll”. De US$ 77 milhões que serão gastos nesta temporada, reduzirá sua folha para US$ 40 milhões no ano que vem

Pode cair para US$ 29 milhões se resolver não renovar com Howard, pois há esta opção. Fica mais do que claro que a franquia começa a se renovar, a ser reconstruída.

Haverá “cap” para se fazer uma grande contratação ao final desta temporada. Olho, pois, no Wizards.

TROCA 2

A mídia nos EUA comenta que nas próximas horas será definida a seguinte troca: O Cleveland manda para o Phoenix Zydrunas Ilgauskas e J.J. Hickson e em troca recebe Amaré Stoudemire.

Se isso de fato ocorrer, aparentemente o Cavs sai ganhando. Mas está funcionando como um relógio suíço o revezamento que Mike Brown promove entre os grandalhões do time.

A equipe sai com Shaquille O’Neal e Hickson e depois entram Anderson Varejão e Zydrunas.

Sem Hickson e Ilgauskas, Varejão vai trabalhar dobrado, pois, a gente bem sabe, Shaq não é mais nenhum menino.

Sinceramente, eu não faria essa troca.

NATENOITADA 1

Como eu tenho dito, o melhor do “All-Star Weekend” ocorre no sábado. Este, pelo menos, é o meu dia favorito.

No “Shooting Stars” deu o time de Dirk Nowitzki; não tinha como ser diferente. Se bem que o veterano Kenny Smith e a bela Becky Hammon foram de extrema importância.

Prova contra o relógio, não há o que se contestar.

O mesmo para o “Skills Challenge”, vencido por Steve Nash. O canadense completou o percurso em menos de 30 segundos.

O cronômetro também fez parte do “Three Point Shootout”, mas o número de bolas encestadas é que determina o campeão. E Paul Pierce ganhou o troféu.

Agora, esse torneio de enterradas dá margem para discussões. Ano passado, o espanhol Rudy Fernandez foi vergonhosamente prejudicado (para dizer o mínimo) pelos jurados; este ano, a meu ver, o injustiçado foi DeMar DeRozan.

O “rookie” do Toronto, pra mim, foi o vencedor. Suas enterradas foram com um grau de dificuldade maior, sem falar que plasticamente foram mais bonitas.

A favor de Nate Robinson, o ganhador (Foto Reuters), sua baixa estatura (1m75). E aquele velho sentimento que permeia a todos nós de se torcer pelo mais fraco.

Só assim eu consigo entender os dois últimos torneios vencidos pelo armador do New York, que tornou-se o primeiro tricampeão nas enterradas.

NOITADA 2

O “All-Star Game” desta noite entrar para a história. Será o jogo com o maior número de torcedores presentes ao evento.

Nada menos do que 92 mil fãs estarão vendo a partida no Cowboys Stadium de Dallas. Não é um ginásio, claro; é um campo de futebol americano que será improvisado.

Mais ou menos como ocorreu naquele jogo entre Brasil e a extinta União Soviética que foi realizado no Maracanã. Naquela noite de 26 de julho de 1983, nada menos do que 95.887 pessoas foram ao estádio ver o desafio do vôlei masculino.

Ao contrário do estádio do Dallas Cowboys, o Maracanã não tem teto retrátil. Choveu durante parte do jogo e isso prejudicou o andamento da partida.

Mas mostrou também uma solidariedade muito grande em quadra, pois jogadores dos dois times enxugavam a quadra quando a chuva parava. Foi muito legal; inesquecível, eu diria.

Portanto, como se vê, o público desta noite em Dallas não será o maior de todos os tempos envolvendo uma partida de um esporte amador. Mas isso não vai tirar o brilho, de jeito nenhum, da festa deste domingo.

Principalmente se os jogadores resolverem jogar bola.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009 basquete brasileiro, Basquete europeu, CBB, NBA, Seleção Brasileira, WNBA | 17:25

BATEMOS A ARGENTINA, SAÚDE!

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Ah, foi muito bom; ganhar da Argentina tem sempre um sabor especial. E ainda por cima foi em uma sexta-feira, dia internacional da cerveja.

Assim, o gole inicial desta noite será saudado por esses 76-67. Cheers!, como dizem os americanos; tim-tim, como nós brasileiros brindamos.

E a vitória, além de ter sido contra nossos maiores adversários, significou também o terceiro triunfo seguido do Brasil em uma trinca de partidas disputadas.

Com isso, o time do técnico Moncho Monsalve está matematicamente classificado para a próxima fase da competição. Descansa amanhã e no domingo fará um treino de luxo contra o Panamá, provavelmente na partida que será descartada, pois não acredito na classificação panamenha.

DESTAQUES POSITIVOS

Anderson Varejão e Marcelinho Huertas (foto AP) foram os grandes nomes do nosso time – e do jogo também. O capixaba anotou 19 pontos e pegou nove rebotes, enquanto que o paulistano cravou 18 pontos, sete rebotes e cinco assistências.

Varejão esteve quase que impecável na marcação a Luis Scola. O argentino só se deu bem na partida quando foi marcado por Tiago Splitter.

Este foi um dos grandes méritos do pivô brasileiro: fez seu jogo e impediu que o adversário jogasse.

Huertas, até rebote ofensivo pegou. No final da contenda, mereceu rasgados elogios de Leandrinho Barbosa.

“Esse baixinho é o nosso armador”, decretou Barbosa.

Assinamos embaixo.

DESTAQUES NEGATIVOS

Como disse, Tiago Splitter não obteve o mesmo sucesso quando foi incumbido por Moncho Monsalve de conter Luis Scola. O catarinense, aliás, foi um desastre quando teve que marcar o adversário, que anotou contra Splitter a maioria de seus 19 pontos.

Mas isso acontece; é do jogo. Splitter é um grande jogador – e não dá para jogar bem todos os dias.

E hoje não foi o dia de Splitter. Mesmo assim, ele contribuiu com sete pontos e oito rebotes.

Leandrinho uma vez mais deixou a quadra como o cestinha do jogo. Encestou 21 pontos no aro argentino.

Mas eu não gostei novamente do jogo do paulistano. Anotou a maioria dos pontos em contra-ataque fazendo bandeja. Por isso mesmo seu aproveitamento foi de 8-11 (72.7%) nas bolas duplas.

Quando Leandrinho teve que jogar no cinco contra cinco, mostrou-se frágil e com pouco domínio de bola. Esteve apagado na maioria desses momentos. Cometeu três erros.

Seu desempenho nos chutes de três novamente foi muito ruim. Acertou apenas um em cinco tentados.

Nesta Copa América, Barbosa atirou 16 bolas triplas e acertou apenas três. Isso dá uma preocupante média de 18.7%.

Outro que não esteve bem foi Alex Garcia: dois pontos apenas. E olha que ele ficou em quadra 38 minutos.

Vale para Alex o que eu disse para Splitter: não dá para jogar bem todos os dias. Hoje também não foi o dia de Alex.

Em compensação, o paulista doou-se em quadra de uma maneira comovente, sabedor que não estava bem na partida.

Um exemplo a ser seguido.

BANCO


Como aconteceu no primeiro jogo, contra a República Dominicana, Moncho Monsalve (foto AP) utilizou apenas dois reservas: Marcelinho Machado e Guilherme Giovannoni.

Utilizou, a bem da verdade, apenas Giovannoni, pois Machado ficou em quadra apenas seis minutos, quando cometeu quatro faltas. Saiu zerado em todos os fundamentos.

Em contrapartida, Giovannoni acertou suas três bolas de três e encerrou o jogo com nove pontos.

Foi muito importante no cômputo geral.

RIVALIDADE

Bem, mas como analisar esta vitória brasileira?

O Brasil enfrentou o time B da Argentina; isso é fato. Mas os reservas argentinos – reserva é maneira de dizer, pois, além de Scola, Leo Gutierrez foi outro campeão olímpico em quadra, sem contar que Pablo Prigioni é o atual armador titular do time, bem como Roman Gonzalez é o pivô titular também com o envelhecimento de Fabricio Oberto – são argentinos.

Vejam o que disse Huertas depois da partida: “Apesar do mau momento deles, a Argentina é um time que nunca desiste (…) Brasil e Argentina é uma coisa à parte. Quando eles não estão bem, querem levar o jogo para o físico, para a provocação. Querem tirar a gente do jogo pra nos deixar nervosos. É o jogo que eles querem fazer. Mas a gente não caiu na provocação deles”.

Este foi um dos grandes méritos do time brasileiro: não caiu em momento algum na cilada que os argentinos armaram durante o jogo. Nosso time soube como esquivar-se das arapucas.

Em outras palavras: a catimba argentina não funcionou. O Brasil teve equilíbrio nos momentos de aperto e isso foi muito importante para a vitória.

Como costumo dizer, os argentinos, quando sentem que estão inferiorizados na partida, procuram esculhambar o jogo para nivelá-lo por baixo. E quando isso acontece eles se superam.

Mas hoje não deu certo.

E mais: quando o nosso ataque estava desajustado, fruto da ótima marcação argentina principalmente nos começos dos períodos, quando eles estavam descansados, nossa defesa segurava as pontas. Por isso mesmo nossos rivais fizeram apenas 67 pontos.

NO CAMINHO

Não há como negar: o Brasil está no caminho certo. É verdade que há muita coisa pela frente, mas a amostra, até o momento, é boa.

Moncho tem o grupo na mão; e o grupo está unido.

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domingo, 16 de agosto de 2009 basquete brasileiro, WNBA | 16:53

UM NÚMERO DE ZERO A DEZ…

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Marcelinho Machado voltou a treinar com bola. Não há o que se fazer: ele está no grupo que vai à Copa América e ponto final.

O que temos que fazer é pensar em uma solução para o “problema”. Acho que Marcelinho pode ser útil à seleção – não, não estou brincando.

De que maneira? Desde que tenha seu tempo limitado (e muito) em quadra e que seja encarado apenas como alternativa para determinados momentos da partida.

Veterano e com histórico ruim dentro da seleção brasileira, Moncho Monsalve, penso eu, só pode estar apostando na experiência do jogador. Só pode ser isso.

Infelizmente, não temos alas no basquete brasileiro que imponham a aposentadoria a Marcelinho. Essa debilidade no setor faz com que o jogador, dono de um “lobby” fortíssimo, diga-se, esteja sempre presente nas convocações.

E isso vem desde os tempos de Hélio Rubens.

Naquela época, todavia, Marcelinho era jovem e havia uma grande expectativa quanto ao seu futuro. O cenário atual é completamente diferente.

Hoje, aos 34 anos, Marcelinho é o jogador mais velho do grupo que vai a Porto Rico. Por isso mesmo, seu basquete não tem mais pra onde crescer.

A presença de Marcelinho na seleção, muito mais do que nos irritar, deveria nos preocupar, pois, como disse acima, não temos jogadores para a posição.

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domingo, 26 de julho de 2009 basquete brasileiro, NBA, Seleção Brasileira, WNBA | 13:41

QUASE UM “DOUBLE-DOUBLE”

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Não vi a partida, mas, pelo resultado, deve ter sido uma pelada. Aliás, todo “All-Star Game” é assim; no masculino e/ou no feminino.

Os jogadores extravasam seu lado “globetrotter” e não estão nem aí com a partida. São poucos os embates desse tipo que valem a pena ser visto.

A vitória do Oeste sobre o Leste por 130-118, ontem à tarde em Uncasville (Connecticut), deve ter sido um jogo desses. Deixo-o de lado, pois, para falar da nossa Érika de Souza.

A brasuca (na foto AP de camiseta branca), segunda jogadora a representar o país num Jogo das Estrelas, atuou apenas 14 minutos. Tempo suficiente para mostrar todo o seu talento.

A carioca esteve perfeita nos arremessos: atirou cinco bolas contra a cesta adversária e encestou todas; bateu dois lances livres e foi igualmente feliz.

Deixou a quadra com 12 pontos. Poderia ter sido mais se tivessem disponibilizado a ela mais minutos.

Como poderia ter feito um “double-double” se atuasse mais tempo. Nos 14 minutos (na verdade 13:59) correndo de lá pra cá e de cá pra lá, Érika confiscou nove dos 48 rebotes apanhados pela seleção do Leste.

Tudo bem, foi ótimo, porque, como eu disse, ela deixou bem claro que é boa de bola. Aliás, tem mostrado isso com a camisa do Atlanta Dream; caso contrário não teria sido convocada para o “All-Star Game”.

Bem, vamos ver agora com a seleção brasileira. Há três anos Érika não veste a amarelinha; sempre aparece um probleminha para impedi-la de jogar pelo Brasil.

Ela disse estar saudosa de representar nosso país. Pois bem, ano que vem acontecerá o Mundial na República Tcheca.

Hora, portanto, de matar a saudade.

RUMORES

Leio na internet que Lamar Odom está perto de acertar com o Miami. Duro golpe para o Lakers, porque o time californiano ficará a ver navios.

Não creio que Joe Smith vá resolver o problema se for contratado para a vaga de Lamar. Isso dará uma bela desestruturada nos angelinos.

O outro lado desta moeda diz respeito a Dwyane Wade. Dizem que ele está fazendo a cabeça de Lamar para ele mudar de praia.

Se for verdade e isso ocorrer, a chance de D-Wade sair do Miami e ir para o Chicago desaparece.

Também a internet me informa que Drew Gooden acertou um contrato de um ano com o Dallas. O Mavs tem se reforçado e não pode ser desprezado como uma das forças do Oeste.

Recentemente, acertou com Shawn Marion, não se esqueçam.

Por isso mesmo, o San Antonio foi atrás de Theo Ratliff. O veterano ala/pivô não tem mais o fôlego de antes.

Quanto estava novinho, era um tormento para quem ousasse invadir o seu garrafão; distribuía tocos pra tudo quanto é lado. Hoje não é mais assim.

Vamos esperar por esta segunda-feira e ver no que vai dar esses rumores.

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sábado, 25 de julho de 2009 NBA, WNBA | 12:49

O CERCO SE APERTA

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O dia está fraco. Nada de importante por enquanto.

Mas como eu não sou de deixar este botequim fechado de jeito nenhum, abro-o para comentar algumas coisas com vocês.

O que de mais importante aconteceu na NBA nas últimas horas foi a ida de Andre Miller para o Portland. Conversando com alguns frequentadores deste nosso gostoso boteco, disse que o que de melhor Miller vai levar para o Blazers é sua experiência.

Aos 33 anos e com passagens por quatro equipes (Cleveland, Clippers, Denver e Philadelphia), Miller não conseguiu na NBA o mesmo destaque que teve nos quatro anos em que jogou com a camisa da universidade de Utah, quando conquistou um vice-campeonato em 1998, perdendo a decisão do Final Four para Kentucky.

Foi no Alamodome de San Antonio e eu vi tudo “in loco”, numa época gostosa em que trabalhava no SporTV e transmitimos a decisão ao vivo para o Brasil. Miller (foto AP) jogava muito, mas como disse, na NBA ficou para trás.

Quem gostou dessa contratação foi o Lakers; quem desgostou foi Lamar Odom. Com ela, o jogador vê estreitarem suas chances de assinar com outro time e ganhar o que ele gostaria.

O Blazers tem ainda cerca de US$ 14 milhões em caixa. Se oferecer essa grana, Lamar pega, claro.

Mas eu duvido que isso vá ocorrer, pois o grupo, no momento, é formado por apenas 12 jogadores e a gente sabe que é preciso no mínimo 15. Então, esquece.

Sobra a Lamar o Miami, mas lá a grana é curta. Por isso mesmo o jogador pediu penico ao Lakers e se disse disposto a reiniciar as negociações.

Acho que esta semana que entra Lamar e Lakers batem o martelo. Falaram em uma proposta de US$ 40 milhões por quatro anos; duvido que a franquia vá dar esse dinheiro.

É mais do que ela se mostrou disposta a pagar. Penso que Jerry Buss não vai dar nem um centavo a mais para Odom do que já foi oferecido – até porque ele tem as cartas na mão no momento.

ÉRIKA

Hoje às 16h30 de Brasília acontece o “All-Star Game” da WNBA. A pivô brasileira Érika de Souza vai defender as cores do time do Leste.

Depois de um hiato de oito anos o Brasil será representado no evento. Janeth Arcain, em 2001, foi a última (e única) representante do país no “All-Star” da WNBA.

O jogo será mostrado apenas pela ESPN HD – o que limita ainda mais o acesso ao evento.

Quem tem ESPN HD? Pouquíssimas pessoas.

Uma pena.

MEGALOMANIA

Vamos pegar o avião para a Europa e desembarcar em Madri. Florentino Perez, o megalomaníaco presidente do Real está aprontando outra das suas.

Depois de contratar Cristiano Ronaldo e Kaká por 165 milhões de euros, Perez diz que vai pagar os três milhões de euros ao DKV Joventut e levar o armador Ricky Rubio para o time merengue.

Rubio assinaria um contrato de dois anos e em seguida se mandaria para a NBA sem ter que pagar nada a ninguém.

E, de quebra, nesses dois anos na capital espanhola, ainda faturaria um bom dinheiro.

Interessante.

LOUCURA!

Voltemos aos EUA…

O Chicago fala em assinar com David Lee. O ala/pivô quer um contrato de US$ 12 milhões por temporada.

Se John Paxson fizer esse negócio, tem que mandar prender o cara. Lee é um bom jogador, tem mostrado isso com a camisa do New York, mas investir um dinheiro desses num jogador apenas bom é caso de polícia.

Lee não vai levar nenhum time a ganhar um campeonato. Ele vai ajudar, mas não é um “factor player”.

Derrick Rose precisa encontrar um parceiro com quem possa dividir responsabilidades em quadra. E esse cara não é de jeito nenhum David Lee.

Só pode ser brincadeira; espero.

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terça-feira, 21 de julho de 2009 WNBA | 22:52

NINGUÉM SABE, NINGUÉM VIU

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A pivô Érika foi convocada para participar do “All-Star Game” da WNBA desta temporada. Como reserva, é certo, mas está entre as melhores.

Muito legal.

A carioca – outro atleta que há muito não veste a camisa da seleção sempre por um probleminha aqui, outro ali – é a principal reboteira da NBA de saias. Sua média: 8.6 ressaltos por partida.

O embate festivo ocorrerá neste sábado na cidade de Uncasville no estado de Connecticut. A brasuca espera se destacar não apenas pegando rebotes, mas pontuando também: sua média é de expressivos 11.5 tentos por partida.

Jogadora do Atlanta Dream, Érika participará da Conferência Leste. Estará no banco, assim que a partida começar, ao lado de Katie Smith (Detroit), Jia Perkins (Chicago), Sancho Lyttle (Atlanta), Shameka Christon (New York) e Ashja Jones (Connecticut).

As titulares serão Katie Douglas (Indiana), Tamika Catchings (Indiana), Sylvia Fowles (Chicago), Candice Dupree (Chicago) e Alana Beard (Washington).

Do lado Oeste, Diana Taurasi (Phoenix) foi escolhida para sentar no banco ao lado de Cappie Pondexter (Phoenix), Nicky Anosike (Minnesota Lynx), Tina Thompson (Los Angeles), Charde Houston (Minnesota) e Sophia Young (San Antonio).

As titulares serão Sue Bird Seattle), Lauren Jackson (Seattle), Swin Cash (Seattle), Lisa Leslie (Los Angeles) e Becky Hammon (San Antonio).

Como se vê, 22 jogadoras estarão participando da partida; onze de cada lado.

Pergunto: alguém viu a Iziane por aí?

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