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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 NBA | 17:23

‘INTERNATIONAL NBA LEAGUE PASS’ DEVERÁ SER LANÇADO…

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Pra acalmar a galera sobre o “NBA League Pass”: mandei um e-mail há pouco para a Sharon DeLima, brasileira que trabalha no escritório da NBA em Nova York e que atende a mídia brasuca.

Perguntei a ela sobre o “League Pass” e a resposta eu reproduzo abaixo:

Oi Fabio,

Estou super bem, e você?

Pois é, estamos animados e numa correria só para o começo da temporada. A respeito do “League Pass Internacional”, acredito que vamos anunciar as novidades deste ano na semana que vem. Assim que tiver mais detalhes, te informo imediatamente.

Se precisar de algo mais, não hesite em me contatar.

Um grande abraço,

Sharon DeLima

Portanto, rapaziada, assim que eu receber o e-mail da Sharon eu conto tudinho pra vocês.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011 NBA | 18:13

CHRIS PAUL PEDE TYSON CHANDLER PARA IR PARA CLIPPERS OU GOLDEN STATE

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Adrian Wojnarowski, repórter do Yahoo! Sports, acabou de postar em seu Twitter que Chris Paul disse aos executivos do Clippers e Golden State que topa ir para qualquer uma dessas equipes se elas contratarem Tyson Chandler, um dos agentes livres desta temporada. CP3, se você não se lembra, jogou três temporadas com Chandler em New Orleans.

Wojnarowski é um dos caras mais bem informados sobre NBA na atualidade, é bom que se diga. Isso muda muito a situação, pois o sonho do Lakers de pegar os dois pode não se concretizar.

Vamos dar uma olhada no “cap” de Clippers e GSW? Vamos ver quem é que pode pegar CP3?

Vamos começar pelo centro-sul da Califórnia. A folha de pagamento do Clippers diz que o time já tem comprometido para esta temporada US$ 44,9 milhões.

A franquia está US$ 13,1 milhões abaixo do teto salarial. Isso sem contar os outros US$ 13 milhões que são bonificados pelo CBA de modo a não entrar na “Luxury Tax”.

Isso sem falar que a franquia ainda pode usar a cláusula de anistia e mandar embora Chris Kaman (US$ 12,2 milhões) ou Mo Williams (US$ 8,5 milhões). Esse dinheiro também pode ser usado.

Em outras palavras, dinheiro pra pegar os dois o Clippers tem—e ainda sobra um bom trocado para fazer novos investimentos.

O Clippers ficaria assim: CP3, Eric Gordon, um Mané qualquer, Blake Griffin e Chandler.

Caramba, um baita time!

Vamos rumar em direção ao norte da Califórnia. Sugiro viajarmos pela US 1 e não pela US 101. A US 1 é mais atraente, andamos pelo litoral, vendo o Pacífico e as belezas naturais deste que é um dos lugares mais lindos do planeta.

Passaremos por Santa Barbara, onde eu moraria fácil, fácil; um pouco mais ao norte chegaremos ao Big Sur, região onde morou Henry Miller, um dos mais brilhantes e despudorados escritores norte-americanos; e entre Carmel (a cidade de Clint Eastwood) e Monterrey a gente vai se deparar com a 17 Mile Drive: uma parada e nos encantamos com a fauna e a flora local, praticamente intacta.

A partir daí, é negócio pegar a US 101 até San José. Depois, vamos pela 880 e evitamos passar por San Francisco. Mas se a gente perde tempo em Frisco, podemos ir a Oakland cruzando a Bay Bridge, vendo à esquerda a Golden Gate, um dos monumentos arquitetônicos espetaculares da Califórnia. Acho que vale a pena, sem contar que a gente passa por Frisco, que dispensa comentário.

Finalmente chegamos a Oakland. Vamos olhar o “cap” do Golden State?

Olhando, vemos que o time já tem comprometido US$ 49,1 milhões para esta temporada. Deste montante, US$ 11 milhões serão destinados a Monta Ellis, que tem mais três anos de contrato, o último deles com opção do jogador.

Quer dizer, CP3 pode fazer um “sign-and-trade” com o New Orleans e o Clippers colocar Ellis no negócio. Isso faria sobrar grana para contratar Tyson Chandler.

O Warriors ficaria assim: CP3, Stephen Curry, um mané qualquer, David Lee e Chandler.

Caramba, um baita time também.

O que eu faria se fosse CP3? No papel, o Clippers é mais time, mas haverá sempre a concorrência do Lakers. E o Golden State, embora um pouco mais fraco reina absoluto na Bay Area.

Decisão difícil pra CP3. Ambas, confesso, são tentadoras.

PACOTÃO

Vários executivos da NBA, segundo o repórter Adrian Wojnarowski, do Yahoo! Sports, acreditam que o Chicago está dormindo de touca ao não tentar contratar Dwight Howard, sugestão que eu, modestamente, fui o primeiro a dar quando o Chicago foi eliminado pelo Miami nas finais do Leste.

Segundo esses executivos, o Bulls tem o melhor pacote para oferecer ao Orlando — exatamente o que eu propus há seis meses: Joakim Noah e Luol Deng pelo Super-Homem. Ou então (aí eu acho furada para o Orlando) Carlos Boozer no lugar de Luol.

E por que seria melhor para o Orlando fazer negócio com o Chicago e não com o Lakers, que segundo muitos também tem um ótimo pacote para o Orlando?

Porque se o Lakers oferecer Pau Gasol, estará oferecendo um jogador de 31 anos e que já dá sinais de que está na descendente. Se não estivesse, por que o Lakers estaria dispensando seus serviços? Serviços de um jogador que foi fundamental nos dois últimos títulos conquistados pelo Lakers, diga-se. Um jogador que no jogo sete da final contra o Boston, em 2010, foi o melhor em quadra e que levou o time nas costas na vitória por 83-79 numa noite em que Kobe Bryant fez 6-24 em seus arremessos — Gasol terminou a partida 19 pontos e 18 rebotes.

Se o Lakers oferecer Andrew Bynum, estará oferecendo um jogador de 24 anos. Jovem, é verdade, mas estará oferecendo um jogador que tem os joelhos comprometidos e que é instável emocionalmente. Tanto assim que estará de fora os cinco primeiros jogos do time nesta temporada para cumprir suspensão, fruto de sua entrada em J.J. Barea nos playoffs passado. E não foi o único destempero de Bynum na temporada, diga-se: ele fez o mesmo com Michael Beasley numa partida contra o Minnesota, lembram-se?

Bynum é um gigante, tem 2,13m; Dwight é outro, tem 2,11m. Bynum pesa 130 quilos; Dwight 120. E não tem nada de gordura no peso de Bynum. Ele é tão ou mais forte que Dwight. Eu já vi os dois de perto: Bynum é maior, impressionou-me mais; disse isso aqui em outras oportunidades. A diferença é que Dwight é mais definido, seus músculos saltam aos olhos.

E por que o Lakers estaria disposto a trocar Bynum por Howard? Exatamente porque seu pivô, como disse, tem os joelhos comprometidos e porque não é confiável. Você reconstruiria um time ao redor de Andrew Bynum?

Quanto aos jogadores do Chicago, Noah tem apenas 25 anos. Formou-se no basquete jogando na Universidade da Flórida, que fica em Gainsville, meia hora de carro ao norte de Orlando. É adorado na cidade.

Mas o Magic não faria um bom negócio ao pegar Noah apenas porque os fãs gostam da cor de seus olhos. Noah terminou a temporada passada com 11,7 pontos e 10,4 rebotes por jogo. E ninguém questiona o potencial do franco-americano, que tem os mesmos 2,11m de DH.

Luol Deng tem 26 anos e é reconhecidamente um dos melhores defensores da NBA. É o homem de confiança de Tom Thibodeau, treinador do Bulls. Defende muito e tem boa eficiência ofensiva. Terminou a temporada passada com 17,4 pontos e 5,8 rebotes por jogo.

Se Noah e Luol também não têm o perfil dos jogadores em quem você vai rodeá-los de outros atletas e a partir deles reconstruir uma franquia, ao menos eles são confiáveis física e emocionalmente — o que não acontece com Gasol e Bynum.

Como DH não quer ficar em Orlando, só resta ao Magic trocá-lo para não ficar com as mãos abanando. Mas se eu fosse Otis Smith, gerente geral do time da Flórida, faria negócio com o Chicago exatamente pelo que expus acima.

COMPARAÇÃO

Os mesmos executivos que entendem que o Chicago deveria investir em Dwight Howard dizem que ele ao lado de Derrick Rose formaria a melhor dupla armador-pivô desde os tempos de Magic Johnson e Kareem Abdul-Jabbar.

ESCLARECIMENTO

É bom deixar claro o seguinte: o Chicago não procurou o Orlando e nem o oposto ocorreu. Dwight Howard já disse zilhões de vezes que quer jogar em Los Angeles ao lado de Kobe Bryant.

E é o que deve ocorrer.

NEGÓCIO

Enquanto DH não vem, o Lakers está acertando com o ala-armador Jason Kapono. Vem para o lugar de Shannon Brown, que irá alçar novos voos (entenda-se: quer ganhar mais dinheiro).

SUSPEITA

Steve Nash foi visto nesta terça-feira em Los Angeles. Seus seguidores começaram a twittá-lo, querendo saber o que ele faz em LA.

Acertando com o Lakers?

“Não, não estou aqui em negociação”, postou Nash em seu Twitter. “Estou aqui para gravar um comercial da Bridgestone com Tim Duncan”.

TRANCA

Portas que devem se fechar para Nenê Hilário: a do Clippers. O primo pobre de Los Angeles ofereceu um contrato de cinco anos para DeAndre Jordan num total de US$ 40 milhões, o que daria US$ 8 milhões por temporada.

Um dinheiro que eu duvido que DeAndre (nego-me a chamá-lo de Jordan) vá ganhar em qualquer outro time da NBA.

TABELA

Logo mais à noite, 22h de Brasília, a NBA divulga toda a tabela da fase de classificação. Estaremos atentos; assim que for divulgada, estaremos postando aqui no blog.

Portanto, quem tem férias programadas para este final de dezembro, ou então em janeiro ou fevereiro e quer ver jogos ao vivo, o momento de marcar a viagem chegou.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 NBA | 18:39

DERON WILLIAMS DIZ QUE CHANCE DE FICAR NO NEW JERSEY É DE 90%

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A principal notícia desta segunda-feira vem de New Jersey: Deron Williams afirmou que a chance de ele renovar com o Nets é de 90%. Bem, se isso realmente acontecer, jogar no New Jersey passa a ser muito interessante.

D-Will, vocês sabem a minha opinião, é um dos melhores armadores da NBA. Do nível de Chris Paul. Ele consegue fazer o time jogar e jogar também. Ao contrário deste velho Jason Kidd, por exemplo, que quando faz o time jogar, ele mesmo não consegue jogar — e o oposto neste caso é verdadeiro.

Rumores dão conta de que o Nets estão de olho em Nenê Hilário. Se D-Will (foto) assinar um longo contrato, vale a pena o brasileiro fazer o mesmo.

Quatro anos, ganhando uma bolada. E num time que pode ser muito competitivo, pois teria D-Will, Anthony Morrow, Travis Outlaw, Nenê e Brook Lopez. No banco ainda tem o Jordan Farmar.

O “cap” do Nets, hoje, está em US$ 39,8 milhões. A franquia ainda pode utilizar a cláusula da anistia para dispensar Johan Petro, que ganha US$ 3,2 milhões. A folha de pagamento cairia para US$ 36,6 milhões.

Como o teto para esta temporada foi estipulado em US$ 58 milhões e os times ainda contam com uma bonificação de US$ 13 milhões sem ter de entrar no “Luxury Tax”, o New Jersey poderia oferecer o máximo para Nenê. Algo em torno de US$ 16 milhões por temporada, num contrato total de US$ 64 milhões por quatro anos.

E sobraria grana para o time continuar investindo. Poderia oferecer contratos para Caron Butler, Jamal Crawford e Jason Richardson, por exemplo. Ou se preferir um mais jovem, Thaddeus Young.

Como disse, a principal notícia desta segunda-feira.

TEXAS

Nenê, todavia, na tarde desta segunda-feira (enquanto escrevo este texto) está reunido com executivos do Houston Rockets. O encontro é em Denver, segundo informações do jornal “Houston Chronicle”.

Participam da reunião o técnico Kevin McHale e o gerente geral da franquia, Daryl Morey. Os texanos procuram um “big guy” para substituir Yao Ming, que, infelizmente, aposentou-se por conta de sérias lesões nos pés.

Vamos ficar no aguardo de informações. Se algo importante surgir, eu conto pra vocês.

CALIFÓRNIA

Agora, Lakers. Os amarelinhos de Los Angeles não param. Três jogadores estão na alça de mira da franquia: Dwight Howard, Chris Paul e Andre Iguodala.

Pelos três, o Lakers estaria oferecendo Andrew Bynum (CP3), Pau Gasol (DH) e Lamar Odom (Iguodala). Claro que mais uma coisinha aqui, outra ali, pra fechar a conta.

Seria realmente espetacular se isso acontecer. Mas o New Orleans disse que quer não apenas qualidade, mas também quantidade. Portanto, apenas Bynum é muito pouco. E pegar draft do Lakers é pegar coisa nenhuma, pois o time estará sempre entre os melhores e seu recrutamento é sempre alto.

O Orlando talvez aceite Gasol pelo Super-Homem, pois ele corre o risco de ficar com as mãos abanando.

Quanto a Lamar por Iguodala, o Sixers estaria trocando um jogador de 27 anos por um de 32. Estaria trocando um jogador que não cria problemas por um veterano que não sabe se foca sua atenção nas quadras ou no “reality show” que faz com a mulher.

ARIZONA

De Phoenix vem a notícia de que o Suns vão dispensar Vince Carter. O contrato de “Vinsanity” possibilita à franquia exercer ou não seu último ano.

Dispensando Carter (foto), o Phoenix economizaria exatos US$ 18 milhões.

E se exercer a cláusula da anistia, pode dispensar Josh Childress e economizar outros US$ 6 milhões.

Isso daria um total de US$ 24 milhões. Caramba, dinheiro pra ninguém botar defeito. Dinheiro pra contratar Dwight Howard e Chris Paul.

Até porque Steve Nash está no bico do corvo. E, dizem, poderia até mesmo assinar com o Miami à procura de um anel, o que ele não conseguiu em sua brilhante carreira.

TIC-TAC

Enfim, é esperar. É olhar para o relógio e aguardar o passar das horas pra ver se algo surge.

Lembrando sempre que na manhã desta segunda-feira os times foram autorizados pela NBA a conversar com jogadores. Mas propostas, mesmo, apenas a partir do dia 9.

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NBA | 00:57

TÉCNICO QUER QUE NENÊ RENOVE PARA SER O LÍDER DO DENVER

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O site do jornal “Denver Post” publicou neste domingo uma entrevista com George Karl. O papo com o técnico do Nuggets teve como carro-chefe o brasileiro Nenê Hilário.

Benjamim Hochman, o repórter do jornal, queria saber sobre Nenê. E o título da reportagem é: “Entrevista com George Karl: Nenê, uma importante engrenagem”.

Sim, Nenê não é visto pelo treinador do Nuggets apenas como uma respeitável engrenagem dentro da equipe. Ele é visto como a mais respeitável engrenagem dentro do grupo de jogadores.

“Nenê se tornou o cara mais importante de nosso time”, disse Karl. “Ele não é um cara de grandes números; ele é um cara de grandes responsabilidades. Nossos jogadores mais jovens precisam dele”.

Pois é, esse jeitão arredio, na dele, nada tem a ver com marra, como muitos pensam. Eu conheço Nenê. Ele é assim mesmo, reservado, na dele, não se mete em confusão e detesta holofotes.

Mas é um cara de grupo, ninguém fala mal dele dentro do Denver. Nenê tem o respeito de todos e o reconhecimento de seu treinador. Exatamente por se comportar assim: com seriedade.

DÚVIDA

Seria legal para Nenê assumir esse posto de líder do Denver? Como já disse aqui, Nenê precisa alçar voos mais altos. Ele precisa de um time que o leve, ao menos, a uma final de NBA; um time competitivo. Afinal, ele já tem 29 anos.

E o Denver não será esse time competitivo.

O Nuggets teve sua chance com Carmelo Anthony e Melo não conseguiu levar o Denver aonde Nenê e seus torcedores esperavam que ele pudesse levar.

POSIÇÃO

Na entrevista, George Karl disse também que se o são-carlense renovar com o Nuggets vai usá-lo como ala-pivô e não como pivô. A posição de pivô será ocupada pelo russo Timofey Mozgov, que foi para o Denver na troca de Carmelo Anthony.

“Conversamos muito (no passado) sobre como ele prefere jogar, de ala-pivô ou pivô”, disse Karl. “E acho que nesta temporada ele terá essa oportunidade (de jogar como ala-pivô)”.

Se Nenê ficar no Denver, é claro.

Alguns parceiros deste botequim já me questionaram sobre isso: não seria melhor Nenê como ala de força?

Pra quem é jovem e não se lembra de Nenê com a camisa 13 do Vasco, eu conto que naquela época ele jogava exatamente como ala de força. O pivô do time carioca era o dominicano José Vargas, que usava a camisa 12.

Mas Nenê não era esse gigante que a gente vê hoje em quadra e que usou durante oito temporadas a camisa 31 do Denver. Nenê era forte, mas era esguio. E tinha uma velocidade que hoje, com o passar dos anos e do aumento da massa muscular, ele não tem mais.

Então, respondendo a pergunta dos parceiros, eu acho que Nenê se solidificou na NBA como pivô. E como pivô, acho eu, ele deveria continuar jogando.

Tanto que Nenê é disputado por muitas equipes neste mercado de “free-agents” por conta de seu trabalho como pivô. Se for contratado pelo Houston, será para jogar como pivô; se acertar com o Golden State, será para jogar como pivô; se assinar com o Miami, será para jogar como pivô.

Enfim, ninguém (à exceção de George Karl) vê o brasileiro como ala de força. Todos os veem como pivô.

VITÓRIA

A entrevista com de George Karl foi emblemática. Mostrou que mesmo sendo brasileiro Nenê é líder em terras americanas.

Não é para qualquer um, creiam.

Pra você vencer nos EUA, uma nação competitiva e repleta de talentos em todas as áreas, você não pode ser mais um: você tem que ser diferenciado.

E Nenê é assim.

Não o fosse, não estaria neste momento nesta posição, sob holofotes, que ele tanto detesta, de muitas equipes da NBA.

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domingo, 4 de dezembro de 2011 NBA | 17:34

NBA DIVULGA TABELA DA TEMPORADA DE AMISTOSOS

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A NBA divulgou a tabela da “Pre-Season”. Serão apenas 26 jogos. Dois por equipe; um em casa e outro fora. Dois confrontos, no entanto, não foram marcados: Chicago x Indiana e San Antonio x Houston.

No debute de jogos, o Cleveland de Anderson Varejão vai a Detroit enfrentar o Pistons. Quatro dias depois recebe o time de Michigan em sua Q Arena.

O Toronto de Leandrinho Barbosa estreia dois dias depois que a bola subir pela primeira vez: recebe o Boston em seu Air Canada Center. No dia 21, vai a Massachusetts e retribui a visita.

O San Antonio de Tiago Splitter, como disse, não está na tabela.

Sobre Nenê, nada sabemos até o momento. Espero que até 16 de dezembro o pivô brasileiro tenha resolvido sua vida na NBA.

Abaixo a tabela completa da fase de amistosos:

16 de dezembro
Memphis x New Orleans (22h)
Washington x Philadelphia (22h)
Detroit x Cleveland (22h30)
17 de dezembro
New Jersey x New York (23h)
Minnesota x Milwaukee (22h)
Golden State x Sacramento (22h30)

18 de dezembro
Toronto x Boston (16h)
Miami x Orlando (21h)
Dallas x Oklahoma City (21h30)
19 de dezembro
Charlotte x Atlanta (22h)
Portland x Utah (22h)
Lakers x Clippers (22h30)

20 de dezembro
Oklahoma City x Dallas (22h)
Cleveland x Detroit (22h)
Sacramento x Golden State (22h)
Denver x Phoenix (22h)
Philadelphia x Washington (22h)

21 de dezembro
New Orleans x Memphis (22h)
Orlando x Miami (22h)
Milwaukee x Minnesota (22h)
Utah x Portland (22h)
New York x New Jersey (22h30)
Boston x Toronto (22h30)
Clippers x Lakers (22h30)

22 de dezembro
Phoenix x Denver (22h)
Atlanta x Charlotte (22h30)

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sábado, 3 de dezembro de 2011 NBA | 16:48

TABELA DA NBA SERÁ DIVULGADA NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA. CONFIRA COMO ANDA O MERCADO

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Pra quem está ansioso como eu: a tabela desta temporada deve ser divulgada pela NBA no dia 6 próximo, terça-feira da semana que vem. Segundo o site NBC Sports, o anúncio será feito durante um programa da NBA TV, às 19h de Nova York (22h de Brasília).

O campeonato, isso a gente já sabe, começa no dia 25, num belíssimo presente para aqueles, como nós deste botequim, que são fanáticos pela NBA. Os prélios, nunca é demais lembrar, são:

New York x Boston (15h) — TNT
Dallas x Miami (17h30) — ABC
Lakers x Chicago (20h) — ABC
Oklahoma City x Orlando (23h) — ESPN
Golden State x Clippers (1h30) — ESPN

Lembrando, uma vez mais, que os horários são de Brasília e as emissoras são norte-americanas. Aqui no Brasil, a ESPN internacional vai transmitir, seguramente, uma partida. Espero que a ESPN HD mostre outra.

De todo o modo, anseio também que até lá a NBA disponibilize o pacote “League Pass”, o objeto de desejo de todos deste botequim. Assim que eu souber algo sobre o pacote, eu conto. Mas se alguém tiver informação antes de eu contar, que conte então.

PREOCUPAÇÃO

O San Antonio voltou a treinar ontem, sexta-feira. Nem todos os jogadores, é verdade, mas Tim Duncan estava lá. Tiago Splitter, não; o pivô brasileiro ainda continua na Espanha.

Claro que Tiago (foto) vai retornar ao Spurs. Fará neste domingo, contra o Real Madrid, seu último jogo pelo Valencia. O catarinense participou de apenas dois jogos com a camisa laranja do time espanhol. Anotou 13,5 pontos de média e nesses dois cotejos o Valencia venceu.

Para um jogador que não contou com a simpatia do treinador na temporada passada, penso que Splitter deveria ser o primeiro a chegar. Antes mesmo de Timmy.

RETORNO 2

Outro brasileiro que regressa aos EUA é Leandrinho Barbosa. Ele se apresenta na próxima segunda-feira ao Toronto. Hoje, no entanto, o ala-armador fará seu último jogo com a camisa do Flamengo.

E o adversário não poderia ser melhor: a Liga Sorocabana, que ainda tem encontrar sua identidade no campeonato. Ou seja: o Flamengo tem tudo para vencer e LB fazer uma partida para fica na memória dos torcedores.

O Flamengo espera que não seja um “adeus” de Leandrinho, mas sim um “até breve”.  Isso porque, se não der zebra, o Toronto não se classifica para os playoffs da NBA e, por conta disso, Leandrinho jogaria os playoffs do NBB com a regata flamenguista.

Acho que tem tudo para isso acontecer.

OPÇÃO

O Chicago não deve fazer nenhuma contratação bombástica; nem precisa. Afinal, o time é o atual vice-campeão do Leste, fez a melhor campanha do campeonato passado e teve em Derrick Rose o MVP da temporada regular.

Mas a gente sabe que o Bulls precisa de um artilheiro para ajudar D-Rose em quadra. Dos agentes livres que estão à disposição neste momento, Jason Richardson surge como a melhor opção para o técnico Tom Thibodeau.

J-Rich é artilheiro nato. Com suas pelotas longas, de três pontos, costuma bagunçar a defensiva adversária.

Com ele com a camisa tricolor, repito, D-Rose terá um desgaste menor, especialmente quando os playoffs chegarem.

A meu ver, nada de Caron Butler ou Josh Howard. O cara que o Chicago tem que pegar é Jason Richardson (foto).

Claro que Brandon Roy seria melhor, mas o ala-armador do Portland não está disponível e se for demitido pelo Blazers por conta da cláusula de anistia, o Minnesota já disse que o quer. E o Wolves, por não ter estourado o “cap”, tem prioridade em relação ao Chicago.

CONTRARIEDADE

Rajon Rondo está P da vida em Boston. Como na temporada passada, novamente ele está na berlinda. E só está na berlinda porque rumores dão conta de que o Celtics quer se livrar dele.

Rajon é excelente jogador, um dos melhores armadores da NBA na atualidade. Mas ele é um cara problemático. Doc Rivers, técnico do alviverde de Massachusetts, já reclamou do fato de ele ser indisciplinado.

Falou-se numa troca com Chris Paul. Mas CP3 teria dito que no Boston não quer jogar porque o tripé de sustentação do time está envelhecido e, daqui a dois anos, imagina, ele pode estar como uma andorinha em Boston e sozinho tentando fazer um verão.

Rajon tem mais quatro anos de contrato com o Boston e uma média de US$ 11,5 milhões por temporada.

O Celtics, leia-se Danny Ainge, tem que começar a se coçar. CP3 tem razão: esse time do Boston aguenta mais esta temporada; duvido que aguente a próxima.

Se quiser Paul, o Boston tem que ter outros jogadores jovens e de destaque em seu elenco. Caso contrário, poderá voltar ao ostracismo.

CONTAS

A situação de Dwight Howard em relação ao dinheiro é a seguinte:

1) Se ficar no Orlando e jogar toda a temporada e na sequência optar por sair, ele assina um contrato máximo de quatro anos com outra franquia em troca de US$ 80,5 milhões, o que dá um salário anual de US$ 20,12 milhões;

2) Se sair antes do “deadline” (fevereiro do ano que vem), ele pode fazer um “sign-and-trade” o que daria ao seu novo time a possibilidade de oferecer-lhe um contrato de US$ 110,8 milhões por cinco anos, US$ 22,16 milhões por temporada.

Quanto a Chris Paul, o cenário é este:

1) Se ficar no New Orleans e jogar toda a temporada e depois se mandar, assina um contrato máximo igualmente de quatro anos com seu novo time em troca de US$ 75,8 milhões, o que daria US$ 18,95 milhões por temporada;

2) Se for trocado antes do “deadline”, o cenário também será favorável: seu novo time pode oferecer-lhe um contrato de cinco anos com um total de US$ 100,2 milhões, ou US$ 20,04 milhões por campeonato disputado.

Como se vê, é de interesse dos dois a segunda opção: deixar seus times antes de esta temporada se encerrar.

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 NBA | 15:28

CHRIS PAUL NEGA QUE QUEIRA IR PARA O NEW YORK E ORLANDO ENTRA NA PARADA

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Opa, reviravolta no caso Chris Paul/New Orleans/New York. O jogador, no primeiro treino da equipe, realizado no Alario Center, negou que tenha pedido para ser negociado com o time da Big Apple e que só jogaria em Nova York.

“São rumores, e você não pode controlá-los”, afirmou CP3 sobre as notícias veiculadas no dia de ontem com base em artigo publicado pelo site Yahoo!Sports. “Isso sempre vai acontecer, faz parte. Mas digo que estou feliz por estar de volta com a minha equipe”.

Claro que a gente tem que ficar sempre com um pé atrás. Se os rumores fazem parte deste cenário de abertura da temporada, esconder o jogo também.

CP3 (foto) mora em Nova Orleans, jogou sempre pelo Hornets, tem o carinho dos torcedores e gosta da cidade. Não vai querer se queimar à toa.

Mas ao se posicionar desta maneira, Paul deixou entreaberta a porta para que outras equipes sonhem em conquistá-lo. E entre esses times está o Orlando; isso mesmo, o Magic.

E qual é a estratégia do time da Flórida? Cortejar CP3 usando Dwight Howard como atrativo. E se fechar com o armador do Hornets, o Orlando espera, com isso, estender o contrato de DH.

Impossível? Longe disso; o time do Orlando é forte, o ginásio é moderníssimo, a Flórida é um dos Estados mais atraentes dos EUA e Orlando é uma cidade sedutora, especialmente para jogadores da NBA.

Se vocês não sabem, lá existe um condomínio luxuosíssimo chamado Isleworth. Nele vivem celebridades do esporte e do entretenimento nos EUA, como Shaquille O’Neal, Grant Hill, Tracy McGrady, Tiger Woods, Ken Griffey Jr (ex-jogador de beisebol), o jogador de golfe Mark O’Meara, Robert Earl (um dos donos do Planet Hollywood), entre outros.

O preço das casas pode chegar a US$ 20 milhões, mas a média é US$ 7,5 milhões. O condomínio fica dentro de um dos campos de golfe mais requisitados dos EUA — não à toa Tiger Woods vive lá.

Mas CP3 pode optar por morar no mesmo condomínio de DH, o Lake Clube, que fica em Seminole County. O Super-Homem comprou há três temporadas uma casa (foto) neste luxuosíssimo empreendimento e pagou nada menos do que US$ 8 milhões por ela.

Orlando hoje tem sido o destino de muitos milionários que vivem na costa Leste dos EUA. Não faz frio de jeito nenhum: de janeiro a maio a temperatura oscila entre 21 e 28 graus; de junho a setembro a temperatura média é de 30 graus; no final do ano, esfria, mas nada de ficar batendo os dentes 24 horas por dia.

E para aqueles parceiros deste botequim que gostam de dizer que Fulano de Tal vai liderar a equipe, Beltrano não vai, digo que não liderar o Orlando não seria problema, pois em Nova York CP3 também não iria liderar o Knicks.

Paul só iria liderar o New Orleans pelo raciocínio usado por esses amigos bons de copo.

Claro que isso eu acho uma bobagem, mas respeito quem pensa diferente. O que conta é o carinho dos executivos da franquia, da torcida e bom ambiente no vestiário. Isso conta mais do que ser o maioral de um time desunido e vaiado pelos seus fãs.

E como o Orlando pretende contratar CP3? Há duas possibilidades, segundo os boatos:

1) Envolver no negócio Brandon Bass, J.J. Redick, Ryan Anderson, Daniel Orton e Jameer Nelson mais o primeiro draft do ano que vem.
2) A outra alternativa seria ceder apenas Jameer e Hedo Turkoglu.

E para aqueles parceiros que se prendem a essa história de que Dwight iria para o Lakers porque no futuro ele lideraria o time, ficar em Orlando significa ser líder sempre.

Interessante. Torço para que isso dê certo.

Vocês bem sabem a minha opinião: não gosto dos campeonatos espanhóis, italianos, ingleses, campeonatos com cartas marcadas, chatíssimos. Sim, um porre porque você sempre sabe quem pode ser campeão.

Se esse negócio se concretiza, teremos no Leste Orlando, Miami, Boston, New York e Chicago como times que podem chegar. No Oeste, Lakers, Dallas, Oklahoma City e San Antonio.

Disputa, muita disputa. Esta é a graça. Por isso, também, que o Campeonato Brasileiro de futebol é o mais emocionante do planeta.

Que a NBA seja o Campeonato Brasileiro e não o campeonato espanhol.

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terça-feira, 29 de novembro de 2011 NBA | 17:31

CLÁUSULA DE ANISTIA DA NBA: VEJA COMO FUNCIONA

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Vamos explicar melhor a tal da cláusula de anistia do novo CBA (Collective Bargaining Agreement). Afinal, ela tem gerado dúvidas, o que é compreensível, pois esse tipo de situação não existe no esporte brasileiro e, creio eu, nem mundial. É exclusividade dos EUA.

A “amnesty clause” foi criada em 2005, por pressão do New York Knicks, que queria se ver livre do contrato de Alan Houston. O ala era um jogador que passava mais tempo no departamento médico do que nas quadras.

No que consistia a “amnesty clause”?

O time dispensava o jogador, mas continuava pagando seu salário. Só que ao contratar outro atleta, se o “cap” estourasse, o valor pago ao jogador dispensado não entrava na conta do “Luxury Tax”.

Ou seja: a equipe não precisava pagar US$ 1,00 de multa para cada US$ 1,00 gasto com o jogador dispensado. Por exemplo: digamos que o salário de Alan Houston fosse de US$ 10 milhões. O NYK não precisava pagar outros US$ 10 milhões de multa se o “cap” estourasse por conta dele.

Agora, com o novo CBA, a grana paga ao jogador dispensado não entra no “salary cap” e a franquia também não paga a multa da “Luxury Tax”.

Vamos pegar o exemplo do Gilbert Arenas (foto). O ala-armador do Orlando Magic tem mais US$ 62,4 milhões para receber nos próximos três anos. Com certeza será dispensado pelo time da Flórida, mas, ao contrário da lei anterior, esse montante não contará no “salary cap” do Orlando, como disse. Abre, pois, a porta para a equipe contrate outro jogador.

No que apostam os times? Que o jogador dispensado arrume outra equipe que queira contratá-lo para, com isso, diminuir o prejuízo. Terão prioridade sobre os jogadores dispensados as equipes que não estão com o “salary cap” estourado.

Se algum time contrata um jogador dispensado e não tem grana para pagar todo o salário que ele iria receber, o time que o dispensa tem que pagar a diferença.

Vamos usar o caso de Rashard Lewis, do Washington, como exemplo. Ele deverá ser dispensado pela equipe da capital norte-americana. O Lakers está de olho no jogador. O time da Califórnia não tem como pagar os US$ 22,1 milhões que Rashard ganharia no Washington nesta temporada. O Lakers deve oferecer a “Mid-Level Exception” para Lewis, que é de US$ 5 milhões. A diferença, US$ 17,1 milhões, seria paga pelo Washington.

Abaixo, veja a lista com os principais “micos” de cada time:

ATLANTA – O time da Geórgia tem um grande “mico” em sua folha de pagamento: Joe Johnson tem garantidos US$ 107 milhões até 2015-16. Vale tudo isso? Apesar da bola que joga, não creio.

BOSTON – Rasheed Wallace, embora aposentado, vai receber US$ 6,7 milhões nesta temporada.

CHARLOTTE – Corey Maggette tem garantidos US$ 21,1 milhões nas duas próximas “seasons”.

CHICAGO – Não tem “micos” no seu elenco, embora Carlos Boozer (US$ 13,5 milhões nesta temporada) tenha jogado muito mal nos playoffs passados.

CLEVELAND – Dois micos no “roster”: Antawn Jamison (US$ 15 milhões neste campeonato) e Baron Davis (cerca de US$ 29 milhões nos próximos dois anos).

DALLAS – Embora Brendan Haywood tenha garantido US$ 42 milhões até 2015-16, o pivô é útil ao time, que ainda pode perder Tyson Chandler, que é ”free-agent”.

DENVER – “Cap” limpo.

DETROIT – Richard Hamilton tem para receber US$ 25,3 milhões nos dois torneios que virão pela frente. Há ainda Charlie Villanueva: US$ 24,17 milhões em três anos. Qual dos dois é o maior “mico” do Pistons?

GOLDEN STATE – Andris Biedrins tem garantido US$ 27 milhões em três temporadas. Nenhuma dúvida: é o “mico” da Bay Area.

HOUSTON – Está com a folha de pagamento limpinha, limpinha, assim como o Denver.

INDIANA – Também não tem nenhum “mico” na mão. James Posey vai ganhar US$ 6,9 milhões nesta temporada e depois o contrato acaba. Se quiser enxugar, seria com Posey.

CLIPPERS – Chris Kaman, fácil, é o “mico” do time. Tem só este campeonato amarrado com o Clippers, mas vai desfalcar o cofre da franquia em US$ 12,2 milhões.

LAKERS – Tem um monte de “micos” no elenco. Vamos a eles: Metta World Peace (US$ 21,7 milhões por mais três temporadas), Luke Walton (US$ 11,7 milhões por mais dois campeonatos) e Steve Blake (US$ 12 milhões por mais três temporadas). Isso sem falar em Andrew Bynum, que é um grande jogador, mas que fica mais no departamento médico do que nas quadras. Bynum tem mais US$ 31,6 milhões pelos dois próximos torneios. Quem você escolhe?

MEMPHIS – Está limpinho.

MIAMI – Mike Miller? Depende do ponto de vista. O ala do Heat tem para receber US$ 24 milhões por mais quatro temporadas. A grana é boa, mas Miller, em forma, é ótima opção vindo do banco.

MILWAUKEE – Stephen Jackson tem US$ 19,2 milhões para receber nas próximas duas temporadas. Drew Gooden, US$ 26,2 milhões pelos quatro torneios que se avizinham. É escolher – ou deixar como está, pois se eles saírem, quem pegar?

MINNESOTA – Darko Milicic vai receber cerca de US$ 15 milhões pelos próximos três anos. Luke Ridnour, US$ 11 milhões, pelo mesmo período. É escolher – e eu escolheria Milicic.

NEW JERSEY – Travis Outlaw tem US$ 21 milhões garantidos em quatro anos. Se quiser limpar o “cap” para pegar Nenê, por exemplo, é o cara a ser mandado embora.

NEW ORLEANS – Emeka Okafor vai receber US$ 40,5 milhões até a temporada 2013-14. Mas não vale esse dinheiro. É o “mico” do New Orleans. Se a franquia renova com Chris Paul e David West, Nenê seria uma ótima opção, pois o time tem ainda Trevor Ariza e Marco Belinelli sob contrato.

NEW YORK – O “cap” está limpo também.

OKLAHOMA CITY – “Cap” limpo se você considerar Kendrick Perkins solução para o pivô. Perkins tem para receber US$ 32,5 milhões até o final da temporada 2014-15. Eu usaria a cláusula de anistia e me livrava dele para contratar Nenê.

ORLANDO – Gilbert Arenas, fácil: US$ 62,4 milhões por três temporadas, como vimos.

PHILADELPHIA – Andres Nocioni não vale os US$ 14,1 milhões pelos próximos dois campeonatos. É o “mico” do Sixers.

PHOENIX – Josh Childress vale os US$ 26 milhões até o final de 2014-15?

PORTLAND – Por conta de seus joelhos comprometidos, Brandon Roy deve ser demitido pelo Blazers através da cláusula da anistia. Roy tem garantidos US$ 68 milhões por mais quatro temporadas. Uma quantia indecente para quem pouco produz.

SACRAMENTO – John Salmons vai ganhar US$ 31 milhões até o final de 2014-15. Acontece que Salmons é querido na franquia e na cidade.

SAN ANTONIO – Richard Jefferson assinou por menos para continuar na franquia e foi um cara bacana com o Spurs. Mas, pergunto: ele vale US$ 30,3 milhões por três campeonatos?

TORONTO – “Cap” limpo.

UTAH – O “mico” é Raja Bell, que receberá US$ 6,5 milhões por cada uma das duas próximas temporadas.

WASHINGTON – Rashard Lewis (foto), tão óbvio quanto Gilbert Arenas. Lewis, como vimos, tem US$ 45 milhões pelos próximos dois campeonatos.

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011 NBA | 22:27

DRAFT SERÁ NO DIA 28 DE JUNHO. MIAMI ENTRA NA BRIGA POR NENÊ

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Agora que o locaute está indo quase que para o espaço (as partes darão o sinal verde nesta terça-feira), mais definições em relação à temporada. O “NBA Draft” será no dia 28 de junho do ano que vem, dois dias após o jogo sete do “NBA Finals”.

MERCADO

Escrevi há pouco que Nenê está na mira do Golden State, Indiana e até mesmo do Denver, seu ex-time. Muitos parceiros falaram dele no Miami. De fato, o Heat tem interesse no brasuca, mas, como vocês sabem, ele não tem mais contrato com o Nuggets.

Troca, portanto, apenas se ele assinar novamente com o time do Colorado. Com isso, o Miami, por exemplo, poderia ofertar jogadores para pegar o brasileiro.

Se Nenê não ficar no Denver, talvez ele faça isso: assine para ser trocado. Seria uma maneira de agradecer a franquia pelos nove anos jogados por lá.

Desta maneira, o Nuggets não ficaria de mãos abanando e Nenê (foto) poderia pegar um contrato melhor.

Samuel Dalembert, outro jogador que o Miami deseja para a posição de pivô, fez US$ 13,4 milhões na temporada passada jogando pelo Sacramento. Não vai ganhar nada próximo disso nem que a vaca tussa.

Dalembert afirmou que gostaria de assinar com o Heat porque 50% dos imigrantes haitianos vivem em Miami e gostariam que ele jogasse por lá. Além disso, ele próprio tem uma casa em Palm Beach.

A única oferta que o Miami poderia fazer para Dalembert é a “Mid-level Exception”. Ou seja: US$ 5 milhões.

Se Nenê não assinar com o Denver para ser trocado, é isso o que o Miami tem pra oferecer pra ele também. Se ele assinar, o que o Heat poderia oferecer em troca seriam, segundo alguns parceiros comentaram neste botequim, Mike Miller e Udonis Haslem.

O salário dos dois, somados, chega a US$ 9,2 milhões. Na temporada passada, Nenê ganhou do Denver US$ 11,3 e nesta ganharia US$ 12,6 milhões.

Estaria abrindo mão de US$ 3,4 milhões para tentar ganhar um título e fazer parte de um time que pode entrar para a história da NBA.

Acontece que Udonis Haslem é adorado pela torcida do Heat. Nasceu em Miami, fez o “high school” em Miami, estudou e jogou na Universidade da Flórida (Gainsville, norte de Orlando) e jogou seus oito anos de NBA em Miami, sendo remanescente do time que foi campeão em 2006 ao lado de Dwyane Wade.

Temporada passada, quando o Heat contratou LeBron James e Chris Bosh e não tinha dinheiro quase pra mais ninguém, Udonis, que tinha feito US$ 7,1 milhões na temporada anterior, topou assinar por US$ 3,5 milhões para permanecer em casa e ajudar a franquia.

Por conta disso, muita gente acredita que o Miami não vá ofertá-lo a ninguém. Ele é uma espécie de relíquia da organização Heat.

SONHO

Nenê é o jogador mais cobiçado do momento. Até mesmo o Dallas fala em contratá-lo caso Tyson Chandler não renove com o campeão texano. Do Texas o Houston também demonstra interesse.

Já falei do Golden State e Indiana, mas tem mais: Clippers, Washington e New Jersey também querem o são-carlense.

Como se vê, Nenê tem boas opções. E isso não veio de graça, diga-se. Nenê tem boas opções por conta de sua competência dentro e fora das quadras.

Onde eu gostaria que ele jogasse? No Oklahoma City, ao lado de Kevin Durant e Russell Westbrook. Nenê cairia como uma luva no Thunder.

Infelizmente, a franquia pegou Kendrick Perkins (foto). O ex-pivô do Boston não era a principal opção do OKC. Era Nenê. O negócio, no entanto, não deu certo.

Quem sabe a gente não possa ser surpreendido com uma troca de Perkins por Nenê? Perkins fará US$ 9 milhões nesta temporada, um bom salário para Nenê, embora inferior ao que ele ganharia no Nuggets.

Mas eu, se fosse ele, toparia um negócio desses. Abriria mão de US$ 3 milhões neste primeiro momento, assina um novo contrato com o OKC e recuperaria a grana lá na frente.

Mas, melhor do que tudo isso, é que Nenê estaria jogando num time que tem tudo para ganhar uns três ou quatro campeonatos nos próximos dez anos.

Ainda mais se Nenê estiver com eles.

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NBA | 17:20

ESPECULAÇÕES COMEÇAM NA NBA: NENÊ PODE IR PARA O GOLDEN STATE OU INDIANA

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Os agentes livres desta temporada só vão poder conversar com equipes a partir do dia 9 de dezembro. Antes disso, nada feito. Portanto, os times terão apenas 16 dias para montar seus elencos.

Lá nos EUA é igual aqui no Brasil: a mídia adora especular. Os rumores, portanto, começam a ganhar corpo e já se fala sobre quem fica, quem sair e pra a aonde vai.

Nenê Hilário (foto), por exemplo, que figura na maioria das listas como o principal “free-agent” desta temporada, pode: 1) Renovar com o Denver; 2) Assinar com o Golden State; 3) Ir para o Indiana.

Desses três times, acho que Nenê deveria assinar com o Denver. Mas se fosse ele procuraria uma equipe melhor. Os três não são dignos, neste momento, de seu basquete.

O Indiana, dizem, se não fisgar Nenê correrá atrás de Paul Millsap, do Utah Jazz. Duas outras opções do Pacers: Carl Landry (New Orleans) e David West (New Orleans).

Já o Golden State, se não conseguir o são-carlense, vai atrás de: 1) Marc Gasol (Memphis); 2) Tyson Chandler (Dallas); 3) DeAndre Jordan (Clippers); 4) Sam Dalembert (Sacramento).

Mais do GSW: o time da Bay Area quer Brandon Roy (Portland).

Por falar no pivô haitiano naturalizado canadense, o New York também estaria interessado em Dalembert. Miami e Houston também teriam demonstrado vontade de contratá-lo.

O que eu acho? Furo n’água; Dalembert é preguiçoso, não vale o investimento.

Dois baixinhos que estarão livres no mercado são Jamal Crawford (Atlanta) e J.J. Barea (Dallas). O Lakers, dizem, namora os dois. Jamal, no entanto, pode voltar para o New York.

Uma coisa é certa: Crawford não fica na Geórgia.

Por falar em Lakers, o time de Los Angeles espera tirar proveito da nova lei de anistia do CBA que permite aos times cortar um de seus jogadores sem que esse contrato fique atrelado ao “salary cap”.

Rashard Lewis (Washington) e Baron Davis (Cleveland) são fortíssimos candidatos a serem dispensados por conta de seus altos salários. Rashard tem o segundo maior pagamento da NBA na atualidade (US$ 22,1 milhões por temporada, atrás apenas de Kobe Bryant, US$ 25,2 milhões), enquanto que Baron Davis não fica atrás (US$ 13,9 milhões).

Tudo indica que Washington e Cleveland vão dispensar os dois. Neste caso, eles ficariam com uma mão na frente e outra atrás. Ou seja: na rua da amargura.

Davis faz sentido, pois o time de Los Angeles precisa mesmo de um armador, pois Derek Fisher está velho. Mas para o lugar de Rashard há Lamar Odom. A menos que Lewis seja efetivado finalmente em sua verdadeira posição: ala.

Com a irregularidade e as maluquices de Ron Artest (ou Metta World Peace?), faz sentido.

Mas parece que o Lakers quer mesmo um ala de força. Tanto assim que os rumores também levam Andre Kirilenko para LA.

Por falar nesta nova lei de anistia da NBA, Gilbert Arenas é outro que deverá receber um pé nos fundilhos. Ele tem contrato que garante a ele US$ 62,4 milhões nos próximos três anos. Acho difícil que o Orlando não o dispense.

NA MÃO

Os times europeus que fizeram investimentos e estardalhaços ao contratar jogadores na NBA agora estão numa situação complicada.

Deron Williams (foto) deixará o Besiktas da Turquia e voltará para o New Jersey. Nicolas Batum dará adeus ao Nancy da França e voltará para o Portland. Omri Casspi fará o mesmo com o Maccabi Tel Aviv e regressará ao Cleveland, mesma atitude tomará Boris Diaw em relação ao JSA Bordeaux aterrissando em Charlotte. Danilo Galinari voltará imediatamente ao Denver depois de ter tido o gosto de jogar novamente na Itália (Olimpia Milano). E por falar em Denver, outro reforço do time colorado será Ty Lawson, que estava no Zalgiris Kaunas da Lituânia. Andrei Kirilenko, como vimos, não mais jogará pelo CSKA de Moscou, mas ainda não tem futuro definido na NBA.

Tyreke Evans nem chegou a vestir a camisa do Roma italiano: terá de regressar ao Sacramento com o fim do locaute.

Um jogador, no entanto, está inclinado a ficar na Europa: Rudy Fernandez. O ala, que acertou com o Dallas no final da temporada passada, joga agora no Real Madrid.

Rudy está feliz na capital espanhola. Por conta disso, os dirigentes merengues vão conversar com Mark Cuban e tentar convencê-lo a dispensar o jogador, usando exatamente a nova lei de anistia da NBA.

Não será fácil, pois Rudy é ótimo jogador e o Dallas o quer de qualquer maneira. Rudy, aliás, foi um pedido do técnico Rick Carlisle.

EPÍLOGO

Vamos aguardar pelos próximos passos. Muitas novidades vão surgir; muitas especulações ocorrerão.

É a vida voltando ao normal; felizmente.

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