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quarta-feira, 5 de setembro de 2012 NBA | 10:20

AINDA SEM TIME, LEANDRINHO DESPENCA NO RANKING DA ESPN GRINGA

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Enquanto Scott Machado acerta sua vida na NBA, Leandrinho Barbosa segue com sua carreira indefinida. É o único dos brasileiros sem contrato, pois seu acordo com o Indiana expirou e até o momento nem o Pacers e nem qualquer outra equipe manifestou desejo em adquiri-lo.

Pra piorar, no levantamento anual que o site da ESPN gringa faz, ranqueando os 500 jogadores da NBA, Leandrinho despencou. Caiu do 150º lugar para o 183º. Leandrinho aparece em uma foto vestindo o uniforme da seleção brasileira (que reproduzo ao lado), pois, como disse, ele está sem clube. Ao lado do retrato, seus números na última temporada: em 64 partidas disputadas, anotou uma média de 11,1 pontos, pegou 2,0 rebotes e deu 1,5 assistência. Os dois últimos quesitos não contam, o que conta é a pontuação (razoável) e o aproveitamento nos arremessos (muito bom): 42,5%.

Abaixo há um comentário de um internauta cujo apelido é Shadow Goblin. Disse ele: “Leandrinho em 183º no NBArank? Tem realmente muito tempo que ele foi eleito o melhor homem sexto da liga? Ainda um sólido pontuador”.

Dia desses, um parceiro aqui no botequim disse pra todos nós ter visto um fórum no site da NBA sobre Leandrinho no Lakers. E a reação foi muito positiva por parte dos torcedores amarelinhos.

LB tem ainda um bom nome na liga. Por que ele não assinou até agora com ninguém intriga. Será mesmo falta de interesse das equipes ou as equipes só oferecem o mínimo (US$ 1,35 milhão) para ele? E se a segunda alternativa for a correta, será que ele não está assinando com ninguém por iniciativa própria ou será que seu agente, Dan Fegan, está esperando algo melhor? Afinal, é sempre bom lembrar, LB faturou mais de US$ 7 milhões na temporada passada.

Pouco antes de a seleção embarcar para Londres e disputar os Jogos Olímpicos, quebrando um jejum de 16 anos, houve um evento da NBA aqui em São Paulo. Conversei com LB e perguntei sobre seu futuro. Ele me disse que havia uns sete times interessados nele. “Não sabia que tinha tanta gente assim interessada em mim”, disse ele à época.

O que aconteceu com aquele interesse? Adormeceu? Ou será que é mesmo questão de grana curta?

A gente realmente não sabe.

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terça-feira, 4 de setembro de 2012 NBA | 21:52

HOUSTON CONTRATA SCOTT MACHADO!

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Vinícius Bezerra avisou-me e eu corri no site do “Houston Chronicles”. E estava lá: “Rockets assina com Machado ex-líder em assistências da NCAA”.

Uau! Scott Machado vai ser o sexto brasuca na NBA na próxima temporada! Quer dizer: isso se Leandrinho assinar com algum time. Mas vai assinar, claro que vai.

A assinatura ainda não está no papel e a notícia não é oficial. Mas o “Chronicles” é um jornal conceituado, dos melhores do Texas. Não daria uma barrigada dessas. O diário cita fontes da própria franquia para noticiar a contratação de Scott (de camisa preta em foto do Houston Chronicles).

Segundo o jornal, o contrato será de três anos. E não é garantido em toda a sua extensão. Muito provavelmente o último ano será exercido pela franquia. Não se sabe ainda.

Scott, filho de gaúchos que imigraram para Nova York no final dos anos 1980, nasceu no bairro do Queens. Tem dupla nacionalidade, mas optou por jogar pelo Brasil. Tanto que já participou de seleções de base no ano passado. Se não me engano, uma Universíade e um sul-americano. Se alguém tiver informação diferente dessa — e que corresponda com a verdade, claro —, por favor, corrija-me.

Esse brasuquinha de apenas 1,85m de altura foi o líder de assistências no último campeonato universitário norte-americano. Teve média de 9,9 por partida. Como atuou pela Universidade de Iona, não foi recrutado no NBA Draft passado, pois muitos “scauteiros” colocaram em dúvida seus números porque Iona pertence a uma divisão frágil da NCAA.

Mas esse brasuquinha de apenas 22 anos não se deu por vencido. Arrumou suas coisas, beijou o pai e a mãe e desembarcou na Summer League de Las Vegas. Lá usou o mesmo número 3, mas na camisa do Houston Rockets.

No torneio de Vegas, Scott teve médias de 8,0 pontos, 5,6 assistências em 25:40 minutos por cotejo disputado. Em outras três summer leagues ele teve aproveitamento de 42,3% de seus arremessos, o que é excelente. Será que finalmente encontramos um brasileiro bom de chute depois que Oscar e Marcel pararam? Tomara. Suas médias nas outras três competições foram de 11,3 pontos e 7,2 assistências.

E o “Chronicles” escreveu sobre seu jogo derradeiro em Vegas: “(…) ending the final game with consecutive no-look passes on fast breaks”. Uau! O moleque é atrevido, inspira-se em Magic Johnson certamente, e não tem medo de nada.

“Apenas algo para se lembrar”, disse Scott sobre os “no-look passes” feitos na cidade dos cassinos. “Eles sabem que sou mesmo um grande passador de bolas”. Convencido? Nada disso: confiante.

“Eu sentia que a cada dia eu progredia e melhorava”, disse Scott sobre o grande torneio de Las Vegas. “Estava cada vez mais à vontade e mais acostumado com o estilo de jogo e o ritmo dos jogadores que estavam a meu lado”. Por conta disso, por ter brilhado na cidade do jogo, Scott fez crescer os olhos dos assistentes técnicos do Rockets pra cima dele.

Scott resolveu sua vida. Falta Leandrinho.

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012 NBA | 21:30

CARA DE PAU, D12 PUBLICA ANÚNCIO EM JORNAL DE ORLANDO

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O cara é mesmo um cara de pau. Vocês viram o que Dwight Howard fez ontem, domingo? Publicou um anúncio de página no diário “Orlando Sentinel”, o mais importante da região norte da Flórida, dizendo que o amor que ele sente pela cidade e pelos torcedores jamais acabará.

Do que ele tem medo? Das vaias dos fãs quando visitar a terra de Mickey Mouse? Do que um cara com 2,11m e 120 quilos tem medo? Eu não consigo imaginar. Se LeBron James suportou voltar a Cleveland, por que D12 não suportaria?

Ou será que em tempo de eleições D12 resolveu se comportar como político e fazer média com gregos e troianos? Será que ele acha que dá para manter um pé em duas canoas?

Realmente eu não sei. O que sei é que se eu fosse torcedor do Orlando estaria P da vida com o cara. D12 passou a última temporada todinha procurando um novo time para jogar. Isso depois de ter derrubado o treinador, o que sugeria que ele poderia até permanecer na franquia.

Mas não; derrubou o treinador, acabou com a estrutura da franquia, deixou-a em pandarecos e se mandou. E agora, com a maior cara de pau, publica um anúncio de página inteira no “Orlando Sentinel” dizendo que o amor que ele sente pela cidade e pelos torcedores jamais acabará.

Ora, vá plantar batatas!

Todo mundo tem o direito de escolher o que é melhor para si. Mas o que as pessoas não têm direito é de debochar na cara do próximo. E isso que D12 fez foi debochar na cara dos fãs do Orlando, que deram suporte a ele nos oito anos que ele ficou na franquia.

Leia abaixo o que Dwight escreveu para os fãs:

“Jogar basquete na NBA é uma bênção, e ter tido a oportunidade de jogar diante dos torcedores de Orlando por oito anos foi verdadeiramente um privilégio e uma honra. Palavras não podem expressar o amor que sinto pelo Orlando. Com o apoio de vocês, nós conseguimos muita coisa nesta cidade, como levantar bandeiras e impactar nossa juventude. Embora minha carreira com o Magic tenha chegado ao fim, meu amor pela cidade e pelas pessoas que a fazem bela jamais acabará”.

Abaixo a reprodução do anúncio:

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012 NBA | 20:31

EM NOITE DE LUA AZUL, LAKERS ANUNCIA RETIRADA DOS NÚMEROS DE SHAQ E JAMAAL DE SEU FARDAMENTO

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Alguns frequentadores deste botequim têm reclamado do cardápio. Estão cansados de virado à paulista; pedem dobradinha ou tutu à mineira. Ou seja: estão cansados de ler nesse blog menções e mais menções sobre o Lakers.

Acontece que eu, torcedor do Chicago, navego pela internet e em dias áridos como os atuais não encontro nada de proveitoso. Quando ele aparece, é do Lakers! Então, freguesia que eu tanto prezo, não há o que fazer: vamos de Lakers novamente nesta sexta-feira.

HOMENAGENS

Salerme me alertou logo pela manhã: o Lakers vai levantar a camisa de Shaquille O’Neal. Fui navegar e vejo que a de Jamaal Wilkes também. Ou seja: daqui para frente, ninguém mais poderá usar as regatas 34 e 52 dos amarelinhos. Foram eternizadas.

Bem, apresentar Shaq não é necessário. Apenas a molecada do fraldário não sabe quem é Shaq, mas como ela ainda não sabe ler, não preciso me preocupar com isso.

Mas de Jamaal (foto) há necessidade. Muitos não sabem de quem se trata. Nem mesmo se ele é branco ou negro (ou afro-americano, como os do norte da América gostam de dizer por conta do politicamente correto).

Jamaal é negro e hoje está com 59 anos. Jogava como ala. Em sua época, o seu 1,98m de altura era suficiente para jogar de ala. Hoje em dia, nem pensar. Foi recrutado pelo Golden State, ele que fez o “college” em UCLA e jogou ao lado de Bill Walton, onde conquistou dois títulos da NCAA (1972-73). Ficou três temporadas no GSW, tendo conquistado o troféu de “Rookie of the Year”. Depois foi para o Lakers. Assinou com os amarelinhos por conta de ser “free agent” (filme conhecido…).

Wilkes ganhou três títulos com a jersey do Lakers: 1980, 82 e 85.

No título de 80, a história que todos sabemos na ponta da língua fica por conta da atuação extraordinária de Magic Johnson, que substituiu Kareem Abdul-Jabbar como pivô no último jogo da série contra o Philadelphia, jogou 47 dos 48 minutos, anotou 42 pontos, pegou 15 rebotes e deu sete assistências, levando o Lakers ao título; título que não vinha desde 1972.

“Fiz muita coisa, mas não joguei sozinho”, disse Magic em seu livro “Minha Vida” sobre a partida derradeira vencida por 123-107. “Quase ninguém notou que Jamaal Wilkes terminou com 37 pontos, o máximo que já marcou desde a escola secundária, dez a mais do que Dr. J”.

Jamaal, como diz a “NBA Enciclopedia”, foi o “alicerce” para que Magic pudesse ter feito o que fez, e sua atuação “acabou sendo negligenciada por conta do desempenho espetacular de Johnson”.

Jamaal não era musculoso. Não era daqueles negros jogadores de basquete tipo LeBron James, onde a gente olha e se espanta com a montanha de músculos. Jamaal era magrinho, parecia Neymar. E como Neymar, aproveitava-se dessa elasticidade para deixar para trás seus oponentes. Isso rendeu-lhe o apelido de “Silk”; em português, “Seda”. Sim, seda, aquele tecido leve, brilhante, macio, suave, oriundo do casulo do bicho-da-seda, que não há cristão que não se emocione ao tocá-lo. Jamaal era como uma seda. Era assim como Neymar, rápido, ditava o ritmo de jogo do Lakers nos contragolpes, tendo através deles anotado grande parte de seus pontos (“showtime”!) em passes que acabavam em suas mãos vindos das mãos mágicas de Magic.

Wilkes encerrou a carreira com 14.644 pontos; média de 17,7 por partida e aproveitamento de 49,9% de seus arremessos. Nos três títulos conquistados pelo Lakers, acabou sempre como segundo maior cestinha do time.

HOF

Neste setembro Jamaal Wilkes entra para o “Hall of Fame” do basquete em Springfield, Massachusetts. Wilkes deixou o Lakers em 1985. Fica a pergunta: por que demoraram tanto para aposentar sua camisa 52?

QUESTÃO

Estou aqui, cá com os meus botões, nesta noite de sexta-feira de lua cheia, de lua azul se vocês não sabem. E se não sabem eu conto: o fenômeno batizado de lua azul (que de azul não tem nada) ocorre a cada dois, três anos, que consiste vermos a lua cheia duas vezes num mesmo mês. No primeiro dia deste agosto, foi noite de lua cheia; hoje, último dia, é também noite de lua cheia. Portanto, olhos para o céu. Aqui na Grande São Paulo é dia de noite estrelada. Céu que se parece um brigadeiro. Fui há pouco dar uma espiada pra cima e lá estava a lua, magnífica, opulenta, soberba, iluminando a tudo e a todos.

Mas, voltando à vaca fria, estou eu aqui, cá com meus botões, perguntando-me o seguinte: numa semana onde o Lakers resolveu edificar uma estátua para Kareem Abdul-Jabbar em frente ao Staples Center (Magic Johnson já tem a sua) e aposentar as camisas de Shaquille O’Neal e Jamaal Wilkes, o que Kobe Bryant vai querer da franquia quando se aposentar?

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012 NBA | 22:36

LEBRON JAMES LIDERA VENDA DE CAMISAS NO BRASIL

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A Netshoes, que administra no Brasil a loja NBA.com, divulgou na tarde desta quinta-feira algumas informações interessantes. Pena que não sejam números, pois, tudo leva a crer, atende a imposição da liga norte-americana de basquete, que é refratária a esta questão: grana.

Os dados divulgados são estes, todos relativos ao mercado brasileiro:

1) A camisa de LeBron James é a mais vendida;
2) Michael Jordan também aparece entre os que mais vendem camisas;
3) Entre os brasileiros, o favorito dos fãs é Anderson Varejão;
4) Os produtos relacionados com o Lakers são os mais vendidos;

Uma pena que a Netshoes não divulgue os números. Fiquei curioso; acredito que vocês também.

ANÁLISE

Mesmo sem sabermos os números, esses dados nos permitem algumas análises:

a) Se o Miami bisar o título nesta próxima temporada, LBJ superar Kobe Bryant na preferência dos torcedores é questão de (pouco) tempo. Mas é importante frisar: quando a NBA passou a régua na temporada passada, Kobe liderou a venda de camisas;
b) MJ é eterno, queiram ou não;
c) Será que se a camisa de Marcelinho Huerta estivesse à venda superaria a de Varejão?
d) Queiram ou não, o Lakers é o time mais popular do planeta. O carisma dos amarelinhos rivaliza com times de futebol. Eu fico me perguntando: qual o time que tem mais torcedores no planeta: Real Madrid ou Lakers? Barcelona ou Lakers? Manchester United ou Lakers? Milan ou Lakers? Flamengo ou Lakers? Corinthians ou Lakers?…

DIVIRTAM-SE

Sim, divirtam-se, porque eu já me diverti. E agradeço à colaboração do William Barreto, que me segue no Twitter (@FRSormani):

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quarta-feira, 29 de agosto de 2012 NBA | 23:37

PESQUISA INDICA MAGIC JOHNSON COMO O MAIOR JOGADOR DA HISTÓRIA DO LAKERS

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Pra vocês terem uma ideia da grandeza de Magic Johnson, o site RealGM postou uma enquete perguntando quem foi o maior jogador da história do Lakers. Nela aparecem os nomes de Magic, Kobe Bryant, Kareem Abdul-Jabbar, Jerry West, Shaquille O’Neal e Elgin Baylor.

O resultado, até este momento, mostra o seguinte:

1º Magic: 41,0%
2º Kobe: 36,4%
3º Kareem: 14,1%
4º Shaq: 4,2%
5º West: 3,6%
6º Baylor: 0,6%

Como todos sabemos, a maioria dos eleitores que acessa a internet é formada de gente que pouco ou nada viu do basquete esplendoroso de Magic Johnson. Mas a grandeza de seu jogo, a sua exuberância em quadra e o seu carisma diante de todos, tudo isso faz sua imagem transcender.

E olha que seu contendor é ninguém menos do que Kobe Bryant. Um jogador que tem uma identificação incrível com a franquia, uma identificação que Magic sempre teve, diga-se. Kobe é a cara do Lakers neste século. É queridíssimo pelos torcedores. É tão querido e idolatrado que muitos cometem o despautério de compará-lo a Michael Jordan; e outro tanto a heresia de dizer que ele é superior a MJ.

Pois bem, é desse jogador que Magic Johnson está levando vantagem. Esta vantagem deveria maior se a velha guarda pudesse pegar um computador e votar. A velha guarda não é muito chegada em computador, vocês bem sabem. E agora, com a tendência de se recuperar as velhas máquinas de escrever, aí é que a velha guarda não vai mesmo colocar as mãos no computador.

Então, volto a dizer: se o pessoal da antiga participasse mais ativamente desta enquete, a vantagem de Magic seria muito maior. E ele não seria ameaçado de jeito nenhum em sua hegemonia como o melhor jogador desde sempre da história do Lakers.

Não sei como vai terminar essa pesquisa. Espero que Kobe não o ultrapasse, pois vi os dois em ação e sei do que falo. Mas se isso acontecer, não será surpresa alguma, pois, como disse acima, é a molecada que vota, gente que viu pouco do basquete e acha que a história do Lakers se limita a Kobe Bryant, que merece todo o respeito pelo que tem feito pela franquia, mas que, até este momento, não pode nem sequer pensar em ser comparado a Magic Johnson.

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terça-feira, 28 de agosto de 2012 NBA | 19:08

SAIBA QUAIS SÃO OS DEZ JOGADORES QUE MAIS FATURARAM NA HISTÓRIA DA NBA

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O site da NBCSports postou um ranking que vai dar o que falar e que vai comprovar o que eu tenho dito aqui: A NBA tem que ser dividia em duas partes, antes de David Stern e depois de David Stern.

O ranking é com os salários dos jogadores ao longo de suas carreiras. Alertado pelo Gustavo Malaquias e pelo Salerme, esse ranking, volto a dizer, mostra quais são os jogadores que mais ganharam dinheiro na história da NBA. Apenas das franquias; não inclui publicidade.

O ranking é este:

1º) Kevin Garnett — US$ 328.562.398,00
2º) Shaquille O’Neal — US$ 292.198.327,00
3º) Kobe Bryant — US$ 279.738.062,00
4º) Tim Duncan — US$ 224.709.155,00
5º) Dirk Nowitzki — US$ 204.063.985,0
6º) Joe Johnson — US$ 198.647.490,00
7º) Jason Kidd — US$ 193.855.468,00
8º) Ray Allen — US$ 181.127.360,00
9º) Chris Webber — US$ 178.230.218,00
10º) Paul Pierce — US$ 169.486.218,00

Você está sentindo falta de Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird, certo? Pois bem, Jordan faturou ao longo de sua carreira com o Chicago e dois anos com o Washington um total de US$ 90.235.000,00. Magic amealhou ridículos US$ 18.042.860,00 e Bird menos ainda: US$ 16.270.000,00.

Por que isso acontece? Porque a NBA movimenta hoje muito mais dinheiro do que no passado. Por isso eu disse que a liga tem que ser dividida em duas partes. Stern é o grande responsável por esta abundância de dinheiro que existe no basquete profissional norte-americano.

Michael entrou na NBA na mesma época em que David Stern foi guindado ao cargo de comissário da liga. Aproveitou-se muito pouco da genialidade e da capacidade administrativa de Stern, pois este império não foi construído do dia para a noite. Magic e Bird, coitados, passaram seus dias de glória longe da administração David Stern.

Por conta dessa genialidade administrativa de Stern, a gente vê barbaridades salariais. Por exemplo: Joe Johnson. O atual ala-armador do Brooklyn Nets aparece em sexto lugar na lista dos dez maiores milionários da história da NBA. Ray Allen, que não é nenhuma brastemp, e que está na história por conta de ser recordista em bolas de três encestadas e por ter ganhado (até o momento) um anel com o Boston, está na oitava posição. Mesmo Dirk Nowitzki, pra mim, é uma aberração figurar na quinta posição. Mas ele ainda ganhou um campeonato, levando nas costas o Dallas, tudo bem — mas não é para tanto! Mas pior do eu ele é Chris Webber: o que fez Web para aparecer na nona posição?

Aliás, pra ser sincero, desta lista escapam Shaq, Kobe e Timmy. Nem mesmo KG (foto). Garnett em primeiro lugar é simplesmente ridículo. O que ele fez para ter ganhado tanto dinheiro assim? Aliás, ele passou Shaq por conta de seu último contrato com o Boston, que vai render-lhe US$ 34 milhões em três temporadas.

Entre os primeiros devem aparecer os fora-de-série, os gênios, os mitos. Dos dez, repito, Shaq, Kobe e Timmy podem fazer parte do panteão dos maiores de todos os tempos da NBA e consequentemente entre os milionários da história da liga. Os demais, que me desculpem eles próprios e os fãs, entre os dez, jamais!

Trapizomba adora imputar a David Stern culpa por tudo o que acontece de ruim na NBA. Neste caso, ele tem razão: não fosse por Stern, não veríamos uma lista desta de jeito nenhum.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012 NBA | 11:32

LEBRON JAMES FOI O JOGADOR DA NBA QUE MAIS FATUROU NA TEMPORADA PASSADA

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Pra descontrair, já que a semana de trabalho começa hoje, segunda-feira, publico a lista dos dez jogadores de basquete mais bem pagos do planeta. A lista refere-se à temporada passada, é bom frisar. Foi divulgada pela revista norte-americana “Forbes”, a bíblia da economia.

Coloco os vencimentos de seus respectivos times e dos patrocinadores.

LeBron James (foto), como vocês vão conferir, foi o jogador mais bem pago da NBA. Ele levou uma vantagem de apenas US$ 700 mil em relação a Kobe Bryant. Mas nesta temporada ele deverá ser ultrapassado, pois KB, que ganhou US$ 20,3 milhões do Lakers no último campeonato (20% de seu salário foram cortados por conta do locaute, que diminuiu a temporada de 82 para 62 jogos), vai amealhar neste US$ 27,8 milhões, enquanto que LBJ receberá do Miami US$ 17,5 milhões. Ou seja, US$ 10,3 milhões a menos.

Não se sabe ainda como será o faturamento de ambos nesta temporada quando o assunto for publicidade. LBJ fatura mais do que Kobe. Achou estranho? Pois é, King James ganhou US$ 8 milhões a mais do que seu rival por conta de seus patrocinadores. O ala do Miami, o melhor jogador de basquete do planeta no momento, tem como principais patrocinadores a Nike, McDonald’s, Coca-Cola e State Farms. Kobe, por causa da acusação de estupro em 2003, no Colorado (da qual foi inocentado), perdeu alguns patrocínios importantes, como o do McDonald’s e Gatorade.

Abaixo, a lista da “Forbes” com os dez milionários da NBA:

1º LeBron James: US$ 53 milhões — US$ 13 mi (salário) — US$$ 40 mi (publicidade)

2º Kobe Bryant: US$ 52,3 milhões — US$ 20,3 mi (salário) — US$ 32 mi (publicidade)

3º Dwight Howard: US$ 25,6 milhões — US$ 14,6 mi (salário) — US$ 11 mi (publicidade)

4º Kevin Durant: US$ 25,5 milhões — US$ 12,5 mi (salário) — US$ 13 mi (publicidade)

5º Dwyane Wade: US$ 24,7 milhões — US$ 12,7 mi (salário) — US$ 12 mi (publicidade)

6º Carmelo Anthony: US$ 22,9 milhões — US$ 14,9 mi (salário) — US$ 8 mi (publicidade)

7º Amar’e Stoudemire: US$ 22,7 milhões — US$ 14,7 mi (salário) — US$ 8 mi (publicidade)

8º Kevin Garnett: US$ 21,1 milhões — US$ 17,1 mi (salário) — US$ 4 mi (publicidade)

9º Chris Paul: US$ 19,2 milhões — US$ 13,2 mi (salário) — US$ 6 milhões (publicidade)

10º Tim Duncan: US$ 19,1 milhões — US$ 17,1 mi (salário) — US$ 2 mi (publicidade)

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sábado, 25 de agosto de 2012 NBA | 22:46

PARA CHRIS BOSH, LAKERS TEM O MELHOR TIME DA NBA NO PAPEL. EU TAMBÉM ACHO, VOCÊ IGUALMENTE E O PLANETA IDEM

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Ontem, sexta-feira, Chris Bosh foi entrevistado pela rádio WQAM de Miami. Claro que entre N assuntos, o tema Dwight Howard-Lakers foi colocado à mesa. E sabem o que CB1 declarou?

Ele declarou o seguinte: “O Lakers, eu penso, neste momento, no papel, é provavelmente o melhor time no Oeste e provavelmente da liga”. E fez questão de frisar: “No papel; estou dizendo, no papel. Mas este é um campeonato muito, muito longo. E a melhor equipe (ao final da temporada) nem sempre é a melhor equipe”.

E CB1 não largou o microfone; seguiu falando: “Somos os atuais campeões, mas temos que começar do zero. Temos que buscar novo entrosamento. Chegar lá e começar tudo de novo. Sabemos que favoritos, essas coisas todas, pouco importam”.

Pensam que ele parou? Nada disso. Leiam o que ele adicionou ao seu discurso: “Éramos favoritos em 2010-11 e caímos nas finais diante do Dallas. Na temporada passada, não havia a mesma expectativa e fomos campeões”.

Disso tudo, digo: o Lakers tem sim senhor o melhor time no papel para esta temporada. E essa história de que não tem entrosamento, isso é bobagem. Os dois últimos times montados para brigar pelo título, assim como o Lakers, fizeram sucesso logo na primeira temporada.

O primeiro foi o Boston, que em seu primeiro ano de “Big Three” foi campeão em cima do Lakers em 2008. Depois, foi a vez do Miami, que em sua primeira temporada chegou à final da NBA, perdendo para o Dallas.

Desta forma, mesmo com um armador novo, um pivô novo e um sistema novo (“Princeton-Offense”), a temporada é longa e o entrosamento virá com o tempo. Se bobear, a fase de amistosos será suficiente para engrenar esse time que tem tudo para brilhar já nesta temporada.

O oponente? O Miami. O time do sul da Flórida segue sendo seu grande adversário. Não acredito que o Oklahoma City será páreo. Posso estar enganado, mas o Lakers passa pelo OKC.

Contra o Miami não há favorito, pois embora no papel o Lakers tenha melhor time que o Heat, na quadra o Heat é um timaço. E reforçado com Ray Allen e Rashard Lewis, jogadores que vão dar opções a Erik Spoelstra, aliviando o jogo em cima principalmente de Dwyane Wade.

LeBron James? Não pense nisso. LBJ parece Neymar: eles querem sempre estar ao lado da bola. São incansáveis.

Se eu tivesse o controle do relógio do tempo, eu o colocaria em junho do ano que vem. Não vejo a hora de o “NBA Finals” começar.

Se nele não estiverem Lakers e Miami, será para mim uma grande surpresa.

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012 NBA | 13:45

LEANDRINHO PODE ACABAR AO LADO DE VAREJÃO OU NENÊ NA PRÓXIMA TEMPORADA DA NBA

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Samara Felippo, mulher de Leandrinho Barbosa, postou na manhã desta sexta-feira em seu Twitter uma foto intitulada: “Meus amores, minhas felicidades…”

O retrato (que reproduzo), provavelmente fruto da sensibilidade de Samara, é belíssimo. Mostra LB e a filha, Alicia, flagrados de costas, com um rio a frente deles, em uma cena bucólica. Parecem estar no Brasil. Os três vivem naquele instante momento idílico; levam a vida que todos pedimos a Deus.

A vida que todos pedimos a Deus, todavia, é intangível. A realidade é outra, bem diferente. E nela, entre outras coisas, a gente tem que trabalhar.

HORIZONTE

LB está desempregado no momento. Na temporada passada ele fez US$ 7,6 milhões jogando pelo Toronto e Indiana. Claro que ele sonha com algo semelhante ou até mesmo um pouquinho mais.

O único time da NBA, nesta temporada, que pode oferecer o mesmo que LB ganhou ou até mesmo um pouco mais é o Cleveland, além do Phoenix, que poderia igualar o que o brasileiro faturou no certame anterior.

O Cavs tem US$ 11,15 milhões para torrar, pois sua folha de pagamento para esta temporada está em US$ 46,88 milhões, sendo que o “cap” é de US$ 58,04 milhões. Acontece que o time de Anderson Varejão acabou de pinçar do universitário o ala-armador Dion Waiters, que veio como quarta escolha da primeira rodada, jogador produto de Syracuse e que muitos falam maravilhas. E o time ainda tem C.J. Miles. Difícil, mas não impossível, pois LB poderia funcionar apenas como desafogo do time em momentos chaves do jogo. Neste caso, não creio que o Cavs daria a ele os mesmos US$ 7,6 milhões da temporada passada.

Quanto ao Phoenix, a franquia tem Shannon Brown e acabou de contratar Wesley Johnson (ex-Wolves). LB deixou amigos e as abertas no Arizona, mas não vejo muita chance de ele voltar ao Suns, especialmente se Dan Fegan, seu agente, bater o pé nos US$ 7,6 milhões. Por menos, creio que pode dar samba. Mas quanto seria este “menos”?

Entre os times que já estouraram o “cap”, mas que podem usar a “Mid-Level Exception”, o Washington é a melhor possibilidade para LB. O Wizards é o único time da NBA que pode usar a totalidade da MLE: US$ 5 milhões.

O Washington, porém, acabou de selecionar na terceira posição da primeira rodada Bradley Beal (Florida), que joga exatamente na posição de Leandrinho e é tido como uma das maiores promessas deste recrutamento. Mas a gente bem sabe que o brasuca sempre funcionou vindo do banco. Há, portanto, espaço para ele na capital dos EUA. E seria uma boa vê-lo ao lado de Nenê Hilário. Acho que Leandrinho cairia como uma luva no Wizards.

O Milwaukee tem US$ 4,35 milhões também da MLE. E aqui igualmente pode ser uma boa parada para LB. Embora conte com Monta Ellis, o brasileiro poderia perfeitamente vir do banco (que é o seu cartão de visita, nunca é demais lembrar) e ajudar no rodízio de descanso de Ellis e servir como arma letal nos finais e momentos importantes das partidas, quando o Bucks precisar de pontos.

Outros dois times que podem usar a MLE para contratar Leandrinho são o Denver e o Oklahoma City. Ambos têm para gastar US$ 3,3 milhões. O Denver conta com Wilson Chandler e, principalmente, Corey Brewer — este um empecilho para a contratação de LB. No OKC não há espaço para Barbosa, pois o vice-campeão da NBA tem Thabo Sefolosha e James Harden. Isso sem falar que Scott Brooks usa às vezes Russell Westbrook como “shooting guard”.

De resto, o que sobra são times com merreca pra oferecer pra LB — a menos que eu tenho deixado passar alguma franquia que ainda tem dinheiro em caixa.

Sacramento, Portland e Philadelphia têm US$ 2,57 milhões. Mas é duro registrar na carteira de trabalho um salário 60% menor do que na temporada anterior.

CONCORRÊNCIA

LB não é o único “shooting guard” disponível no mercado. Isso tem que ser levado em conta também por ele e por seu agente.

Mickael Pietrus está sem contrato, o mesmo para Marquis Daniels, seu ex-companheiro de Boston. Pietrus pode ser visto como ala, mas eu o vejo mais como ala-armador por conta de seus tiros de três e de seu tamanho (1,98m).

O veterano Michael Redd também está igualmente à procura de emprego. Não fossem seus joelhos debilitados, estaria empregado e nem seria adversidade para LB.

Outros “shooting guards” desempregados são Chris Douglas-Roberts e Maurice Evans. Mas estes dois Leandrinho coloca-os no bolso.

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