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quinta-feira, 20 de setembro de 2012 NBA | 01:43

CHRIS PAUL DIZ QUE PREFERIU SER TROCADO COM O CLIPPERS AO INVÉS DO LAKERS

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Vixi, vocês viram o que eu vi? Ou melhor: vocês leram o que eu li? Em entrevista ao magazine “GQ”, Chris Paul disse que preferiu ser trocado com o Clippers ao invés do Lakers. E explicou: “Eles tinham as melhores peças. Além disso, ser campeão com o Clippers será fabuloso”.

Uau.

Segundo CP3, ser campeão com o Clips será inesquecível. Terá um gostinho muito mais saboroso do que colocar um anel no dedo sendo jogador do Lakers.

CP3 tem razão: ganhar com quem corre por fora, ganhar vestindo os trajes da Cinderela ou cruzar a linha final galopando sobre um animal listrado tem mesmo um gosto diferenciado. Ser campeão com o Chicago é mais deleitoso do que ser campeão com o Lakers. Ser campeão com o San Antonio é mais prazeroso do que ser campeão com o Boston. Ser campeão com o Miami é igualmente incomparável. Como foi inesquecível ter sido campeão com o Dallas e será inacreditável ser campeão com o OKC se alguém um dia o for.

Ganhar títulos em franquias tradicionais, que investem os tubos, que têm dinheiro a rodo, que gastam sem dor na consciência, que não se importam com a Luxury Tax é muito mais fácil. O caminho se abre. O dinheiro torna tudo mais fácil. É quase que obrigação ganhar títulos com essas franquias.

Ser campeão com times que correm à margem é escrever o nome na história usando tintas vibrantes. É colocá-los no mapa da NBA. Como Michael Jordan fez com o Chicago, Tim Duncan com o San Antonio e Dirk Nowitzki com o Dallas. É certo que a reunião de LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh tornou a missão do Miami mais fácil, mas Carmelo Anthony, Amar’e Stoudemire e Chauncey Billups não conseguiram com a camisa do New York. Por isso, ser campeão com o Miami é muito mais significativo do que com o Lakers ou o Boston.

É claro que ser campeão com o Lakers e com o Boston tem um sabor delicioso. Lógico que sim! Pergunte aos jogadores que foram campeões por lá. Mas esses times representam para a NBA o que Barcelona e Real Madrid representam para o campeonato espanhol. É legal ser campeão com a camisa de um deles? Claro que é. Mas é muito mais significativo ser campeão com a camisa do Sevilla ou do Valência.

É verdade que o Boston deu uma caída. E se formos considerar isso (e devemos!), podemos dizer que o campeonato da NBA não é o espanhol: é, isto sim, uma espécie de campeonato alemão. Lá é o Bayern de Munique e outro. A NBA é praticamente o Lakers e um outro qualquer.

O time californiano tem 16 títulos. Um a menos do que o Boston. Mas tem 15 vice-campeonatos. Ou seja: chegou a 31 finais em 66 anos de existência da liga norte-americana. É quase: ano sim, ano não, Lakers na final. Por isso eu digo que o Lakers é a maior franquia da história da NBA.

Voltando ao tema inicial de nossa conversa, Chris Paul ganhou pontos consideráveis comigo. Ele dá pinta de que quer  desafios ao invés do caminho mais fácil. O dinheiro do Lakers transforma o caminho da equipe menos espinhoso do que as demais.

Vejam o caso do OKC: eles vivem um dilema, pois pretendem renovar com James Harden, mas não sabem se terão dinheiro para isso. E a franquia tem até 31 de outubro para fazê-lo. Caso contrário, o barbudo se transforma em agente livre restrito. Ou seja: ele poderá receber propostas de outras franquias e o OKC tem o direito de igualá-las. Mas se não tiver dinheiro, como fazê-lo? Aparece um time e dá a Harden um contrato de quatro anos e quase US$ 100 milhões, mas será que o OKC terá dinheiro para isso?

Esse cenário não existe para o Lakers. O time vai gastar US$ 130 milhões nesta temporada. Esse dinheiro não existe em Oklahoma City.

Vejam só o que vai acontecer com o Lakers na temporada 2014-15: apenas um jogador tem contrato com o Lakers, Steve Nash. Ele vai receber US$ 9,7 milhões. Mas se Dwight Howard renovar seu acordo, vai pegar nessa temporada algo em torno de US$ 22,3 milhões. Ou seja: com apenas dois jogadores o Lakers estará torrando nada menos do que US$ 32 milhões.

E dizem que Kobe renovará nesta temporada pela indecente quantia de US$ 33 milhões. Se isso ocorrer mesmo, o Lakers terá comprometido US$ 65 milhões com apenas três jogadores! E numa época em que a Luxury Tax estará cobrando US$ 1,50 de penalidade por US$ 1,00 gasto além do salary cap, que será de US$ 58 milhões. Vejam: com apenas três jogadores o Lakers estará estourando o cap! E alguém liga para isso? Nenhum pouco!

Então, quando CP3 vem a público e diz que ser campeão com o Clips seria incrível, ele tem razão. Isso porque ser campeão com o Lakers (eu adiciono) chega a ser blasé, pois é tudo mais fácil.

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012 NBA | 17:40

MIAMI CONTRATA HARRELLSON E SE APRONTA PARA ENFRENTAR O LAKERS QUE NÃO SE PREPARA PARA O MIAMI

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Aquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que eu não me lembrava do nome é o Josh Harrellson (foto). Pois bem: Harrellson acabou de assinar contrato com o Miami.

Agora são três os brutamontes do time do sul da Flórida: Joel Anthony (2,06m e 111 kg), Dexter Pittman (2,11m e 130 kg) e Josh Harrellson (2,08m e 125 kg).

O três vão se revezar na pancadaria pra cima de Dwight Howard. Isso foi ensinado por Phil Jackson nos tempos de Chicago Bulls. O tricolor de Illinois nunca teve um pivô decente. Quando o time enfrentava principalmente o New York Knicks de Patrick Ewing os três sempre saíam com seis faltas. Mas desgastavam demais Ewing.

O único pivô que pode competir de igual para igual com D12 é Andrew Bynum, que não é do Miami, mas sim do Philadelphia. Tyson Chandler também não se intimida diante do novo Super-Homem de Los Angeles, mas ele é do New York e não do Heat.

Assim, Pat Riley, o homem que pensa o basquete no Miami, deve ter concluído: preciso de mais um brutamonte para ajudar no trabalho de contensão a Dwight.

Serão 18 faltas à disposição. Isso pode significar um tempo de jogo. Ou mais. A missão dos três será machucar D12.

Começa com Anthony; carregou em faltas? Entra Pittman; carregou em faltas? Entra Harrellson; carregou em faltas? Volta Anthony; ficou pendurado? Volta Pittman; ficou pendurado? Retorna Harrellson; ficou pendurado? Anthony retorna; saiu eliminado? É a vez de Pittman; foi excluído? É com Harrellson; cometeu a sexta falta? Bem, quando isso acontecer, Dwight estará com o corpo dolorido.

Vai ser assim em pelo menos quatro jogos. Vai dar certo?

Nos tempos de Chicago sempre deu. E Patrick Ewing era muito mais jogador do que D12. Ewing, além de forte, tinha recursos. Era bom pra burro. Dwight é forte, mas seus atributos técnicos deixam a desejar.

O Miami não dorme no ponto. Pelos seus movimentos, ele espera mesmo encontrar com o Lakers na decisão do título.

REVERSO

O time de Los Angeles, todavia, não dá mostras de se preparar para enfrentar o Miami. Em seu elenco tem apenas Metta World Peace para marcar o melhor jogador de basquete do planeta. Quando MWP tiver que descansar ou estiver enrolado com as faltas, quem é que vai controlar LeBron James (foto)?

Os torcedores amarelinhos falaram em Devin Ebanks. Tomam como referência seu trabalho diante de Kevin Durant nas semifinais do Oeste na temporada passada.

Mas eu pergunto: quanto terminou a série? Resposta: 4-1 para o Oklahoma City. Qual foi a média de pontos de KD neste embate? Resposta: 26,8. Qual foi sua média na temporada regular? Resposta: 28,0. Conclusão: MWP e Ebanks não subtraíram nada do jogo de KD. Pergunto: o que leva os torcedores do Lakers achar que os dois vão conter LBJ?

LBJ é mais jogador que KD, queiram os fãs de KD ou não.

O Lakers tem que se preparar para LeBron James. Caso contrário, se o time chegar à final da próxima temporada diante do Miami, poderá sucumbir.

Exatamente porque não soube se preparar para King James, ao contrário do Miami, que está mais do que preparado para enfrentar o Lakers e suas estrelas.

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domingo, 16 de setembro de 2012 NBA | 14:08

BILL RUSSEL AGORA ELOGIA O MIAMI, QUE DEVERÁ TER O LAKERS COMO ADVERSÁRIO NA FINAL DA PRÓXIMA TEMPORADA

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Bill Russell, depois de ter rasgado elogios a Joakim Noah, a quem ele considera um dos jogadores que o fazem assistir atentamente a uma partida da NBA, Russell, dizia eu, agora falou sobre o Miami. Disse que o time do sul da Flórida está usando uma estratégia semelhante à de seu Boston Celtics. Seu Boston que na verdade era também do técnico Red Auerbach (ambos na foto acima), o grande mentor daquele esquadrão que formou a maior dinastia da história da NBA.

O C’s de Russell, se você não sabe ou se esqueceu, ganhou nada menos do que 11 títulos. Era uma máquina de jogar basquete. Quer dizer: segundo a visão deste que para muitos é o segundo maior jogador da história da NBA (atrás apenas, obviamente, de Michael Jordan), o Heat está no caminho certo.

E no que consiste a tática do Miami? Contratar veteranos para gravitarem ao lado de seu núcleo, composto pelos Três Magníficos: LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh. Mas ele alertou: é preciso contratar os jogadores corretos; caso contrário, se eles não se engajarem no projeto (como costuma dizer Wanderley Luxemburgo), tudo se rui.

Há pelos menos três grandes jogadores permeando os Três Magníficos: Shane Battier (que completará sua segunda temporada), Ray Allen (campeão em 2008 com o C’s) e Rashard Lewis (um vice-campeonato com o Orlando em 2009).

O Miami está realmente muito forte. E pelo que vejo, parece-me o único time capaz de competir com o Lakers de Kobe Bryant, Pau Gasol e Dwight Howard em pé de igual; ou melhor, vejo o Heat num patamar acima em relação ao Lakers e isso se deve à presença de um jogador: LeBron James.

LBJ superou o trauma de “morrer na praia”. Ganhou o anel de campeão na temporada passada, conquistou sua segunda medalha olímpica em Londres e está cheio de moral. E de saúde também. É, sem dúvida alguma, o grande jogador da NBA na atualidade.

Sinceramente? Acho mesmo muito difícil que algum jogador da NBA no momento consiga suplantá-lo. Nem mesmo Kobe, que tenta provar que não está no ocaso de sua carreira.

A adição de D12, todavia, dará nova vida ao Lakers; e igualmente a Kobe e a Gasol também. Os dois irão se beneficiar de sua imponência no garrafão ofensivo. E no defensivo, D12, todos nós sabemos, é uma máquina de defender.

Aqui pode estar o calcanhar de Aquiles do Miami em relação ao Lakers. CB1, ao que tudo indica, será o pivô do time nos playoffs. Erik Spoelstra vai usar pivôs de ofício durante a fase de classificação, mas quando os playoffs chegarem, ele deverá passar Bosh para o pivô, usando LBJ, Battier e Lewis como ala de força (LBJ nem tanto), como, aliás, ele fez no campeonato passado.

Com isso, eu fico aqui matutando: CB1 terá forças para atacar o garrafão do Lakers com D12 lá dentro? Acho difícil; é como dar murros em ponta de faca, perdoem-me o clichê, mas ele é bem apropriado à situação. E o que CB1 tem que fazer? Abrir; ou seja: jogar aberto, tirar D12 de sua zona de conforto, obrigá-lo a correr. D12 é ágil, mas não sei se ágil o suficiente para marcar CB1 fora do garrafão.

Por isso, se o Miami, em uma provável final de NBA contra o Lakers, quiser machucar o time californiano, CB1 terá que ser esperto ofensivamente.

Mas e defensivamente? Bosh não tem a menor condição de marcar Dwight.

O Miami procura Susan desesperadamente; isto é, tenta encontrar outro pivô para ajudar Joel Anthony e Dexter Pittman, os dois únicos de ofício com contrato com a franquia. Falou-se naquele pivô de Kentucky que jogou a temporada passada pelo New York e que agora eu não me lembro o nome. Há Udonis Haslem, corajoso, mas ele é uma migalhinha perto de D12.

Portanto, como disse, o calcanhar de Aquiles do Miami está em encontrar soluções para driblar a presença de Dwight Howard. Gasol não é tão problemático assim, pois CB1 e Udonis vão brigar de igual para igual com ele. E Kobe será vigiado por LeBron e Battier.

Vamos inverter a análise? Vamos analisar o quadro do ponto de vista do Lakers?

Quem vai conter LBJ? Metta World Peace? Boa resposta; MWP é forte, valente e seu jogo mental é muito interessante. Não chega a ser um Dennis Rodman, pois ele, no calor de um embate, às vezes costuma perder as estribeiras. E quando isso acontece, ele prejudica o time. The Worm não fazia isso. Por isso também, para mim, ele é o maior PF que vi jogar e o maior na história da NBA. Minha opinião; ponto final; ninguém vai mudá-la. Portanto, não gastem saliva.

Voltando ao embate entre MWP e LBJ, o velho Ron-Ron pode ajudar a minar King James. Kobe? Nem pensar; Black Mamba tem que vigiar D-Wade. Por falar em Dwyane, será ele o encarregado de marcar Steve Nash? É… tem Nash também, como eu me esqueci? Quem vai marcá-lo? LBJ? LBJ não é onipresente — nenhum ser humano é, apenas Deus.

Portanto, se LBJ for marcar Kobe, alguém terá que grudar em Nash. Ou será que Spo vai deixar Shane em cima de KB e LBJ na cola do canadense? É, pode ser uma alternativa.

Mas voltando a LeBron, eu pergunto: e quando MWP cansar ou ficar carregado com faltas? O que fazer? Não há o que fazer, pois o Lakers não tem ninguém mais no elenco capaz de marcar LBJ. Nem Kobe. Kobe é bom para marcar D-Wade, esses shooting guards. Vigiar alas ele tem dificuldades, pois: 1) não tem tamanho; 2) está em declínio físico.

Se D12 é um problema para o Miami, LBJ será um tormento para o Lakers.

Enfim, rapaziada, neste domingo de muito sol, cerveja gelada, eu apenas comecei a conversar. Espero que vocês deem sequência ao assunto. Aguardo ansiosamente pelas mensagens.

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012 NBA | 11:04

DERRICK ROSE CHORA EM PÚBLICO NO LANCAMENTO DE SEU NOVO TÊNIS

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Derrick Rose não conseguiu conter o choro na apresentação ontem, em Chicago, do novo tênis da Adidas (sua patrocinadora) que leva sua griffe. Emocionou-se ao ver o vídeo que mostra tudo o que ele vem passando, desde o momento da contusão até os dias de hoje. Chorou ao lembrar-se da contusão, do apoio que vem recebendo dos fãs, da família e de tudo o que vem passando neste momento.

Garantiu que tudo está bem e que tem feito progressos dramáticos. Com parcimônia, ele já corre, já pula, já arremessa. “Minha recuperação está sendo muito boa”, garantiu D-Rose. “Trabalho cinco dias por semana

No vídeo abaixo vocês vão ver toda a emoção do jogador, cuja namorada, ele anunciou, está grávida.

Só espero que tenha mesmo sido apenas emoção pelo que ele vem vivendo desde maio passado, quando se lesionou nos playoffs diante do Philadelphia. Apenas emoção pela dureza do momento, e que não haja nada embutido atrás dessas lágrimas.

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NBA | 00:24

BILL RUSSELL RASGA ELOGIOS A JOAKIM NOAH

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Não podia deixar passar batido a declaração de Bill Russell, para muitos o segundo maior jogador da história da NBA, homem que mais títulos conquistou: 11 ao todo. Russell, que foi submetido há dias a uma cirurgia cardíaca e felizmente passa muito bem, disse que um dos jogadores que mais lhe dão prazer dever jogar é Joakim Noah. Segundo ele, o pivô do Chicago é subestimado e as pessoas deveriam olhá-lo com mais atenção.

E Bill sabe do que fala, pois era igualmente jogador da posição quando escreveu seu nome na história da NBA usando a camisa 6.Aliás, LeBron James, quando aposentou o número23 em homenagem a Michael Jordan, passou a usar esse número em consideração a Bill Russell.

“Joakim é um dos meus jogadores favoritos”, disse Russell, que emendou uma crítica a Tom Thibodeau e seus assistentes: “O Bulls não aproveita algumas de suas habilidades. Ele não é apenas um grande reboteiro, mas é principalmente um excelente passador. E um grande passador de bola é mais importante para um time no ataque do que um bom arremessador”.

Bom, feito o registro, o que eu posso dizer pra finalizar nosso rápido bate-papo é que Bill Russell toca num tema que é recorrente neste botequim quando o assunto é a visão ofensiva de Thibs. O atual treinador do Chicago domina a matéria quando o assunto é defesa, mas quando ela versa sobre o ataque Thibs deixa muito a desejar.

Por conta disso, recentemente, sugeri que a franquia contrate Mike D´Antoni para treinar o ataque. Até porque o Bulls deve ficar sem Derrick Rose praticamente toda esta temporada ou então a sua totalidade.

Ainda é tempo; D´Antoni segue desempregado. Sua vinda para o Chicago seria muito importante. Thibs não está com nada quando o assunto é atacar.

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terça-feira, 11 de setembro de 2012 NBA | 11:54

SLAM ELEGE OS 500 MAIORES JOGADORES DE TODOS OS TEMPOS NA NBA. ADIVINHA QUEM FICOU EM PRIMEIRO?

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A “SLAM”, uma espécie de bíblia do basquete dos EUA, acabou de postar um ranking com os 500 maiores jogadores da história da NBA. Clique aqui e veja o ranking completo.

O magazine levou em consideração jogadores que tenham atuado ao menos cinco anos na NBA. Levou em conta média de pontos, assistências, rebotes, desarmes, tocos, minutos jogados, percentual de acerto dos arremessos no geral, de três, de lances livres e o que eles batizaram de “win share” (percentual de vitórias obtidas por partidas disputadas) e “win share/48” (percentual de vitórias obtidas por minutos jogados). Os dados são do site Basketball Reference.

Adianto os dez primeiros:

1º Michael Jordan
2º Wilt Chamberlain
3º Bill Russell
4º Shaquille O’Neal
5º Oscar Robertson
6º Magic Johnson
7º Kareem Abdul-Jabbar
8º Tim Duncan
9º Larry Bird
10º Kobe Bryant

Aguardo ansiosamente pelas mensagens.

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basquete brasileiro, NBA | 11:32

LEANDRINHO TREINA NO FLAMENGO PARA MANTER A FORMA. TALVEZ FIQUE POR LÁ MESMO

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Leandrinho está treinando no Flamengo (foto Site Oficial). O site oficial do clube diz: “De férias após as Olimpíadas de Londres, o jogador não quer perder o ritmo e seguirá a programação de treinamentos dos rubro-negros, na Gávea”. E Leandrinho complementa: “Muito bom voltar ao Flamengo e relembrar os bons momentos que vivi aqui no ano passado. Sou sempre muito bem recebido por aqui e tenho grande amigos no time”.

A situação de LB, como venho abordando aqui, é dramática. O tempo passa e ele não arruma time. Dramática e misteriosa. Toda matéria que lemos sobre ele é elogiosa. LB tem espaço e nome na liga. Mas não assina com ninguém.

Por quê?

A explicação que eu encontro é que Dan Fegan, seu agente, foi com muita sede ao pote. Mais do que isso: não conseguiu costurar acordo para encaixar LB no Lakers, por exemplo.

Fegan, na negociação de Dwight Howard com os amarelinhos, poderia ter condicionado a ida de LB para Los Angeles. Não conseguiu; ou nem tentou.

Como mencionei, talvez Fegan tenha sido guloso demais. Imaginou um contrato semelhante ou maior do que os mais de US$ 7 milhões que o brasileiro ganhou na última temporada. Como se sabe, os agentes ficam com 4% do acordo assinado. Quanto maior o contrato, maior o faturamento.

Não apareceu (até o momento) nenhum clube disposto a pagar isso — e nem vai aparecer. Primeiro porque esse dinheiro não está mais disponível em nenhuma franquia; segundo, porque todos os times têm no momento a faca e o queijo na mão. Ou seja, dirão a Fegan: é pegar ou largar.

Como já disse aqui, não é apenas LB que vive situação dramática. Há outros free-agents desempregados. Derek Fisher, pra mim, é o principal deles. Cinco anéis de campeão, líder nato, Fish (foto) ainda é muito bom de bola; e nada. Tracy McGrady não me comove, pois ele é um ex-jogador em atividade e se arrumar alguma coisa será nessas franquias em desespero, atrás de um sonho que não virá e da venda de tíquetes, pois T-Mac ainda ostenta um bom nome entre os fãs.

Leio que Mehmet Okur deve voltar para a Europa. É outro que também está sem time. Mas se voltar para o Velho Mundo deverá assinar com o Real Madrid, que ofereceu € 3 milhões (cerca de US$ 3,8 milhões) por um contrato de um ano.

Enquanto isso, LB apenas treina no Flamengo. Nem oferta ele recebeu, ao que tudo indica.

Ano passado, na época do locaute, apurei dia desses, LB recebeu R$ 150 mil mensais. E nem foi o clube da Gávea quem pagou o jogador: foi o banco BMG. Se a proposta for reapresentada, LB assinaria um contrato para receber R$ 1,8 milhão, o que daria cerca de US$ 890 mil. Menos do que o US$ 1,35 milhão do mínimo veterano e menos do que o US$ 1,95 milhão que o Lakers poderia oferecer usando a mid level exception.

Conversei por e-mail com Trapizomba, que mora em Los Angeles, para saber o que LB teria como gasto caso fosse para o Lakers. Trapizomba me disse que o leão californiano abocanha 10% do salário. “O maior problema são as taxas federais, em 39%. Isso é o que mata, mas é para todo o país”, completou Trapizomba.

Só de impostos Leandrinho deixaria para os cofres governamentais USS 195 mil para a Califórnia e US$ 760,5 mil para o governo federal, o que totalizaria US$ 955,5 mil. Ou seja: do total de US$ 1,95 milhão, LB receberia, na verdade, US$ 994,5 mil.

Mas não se esqueçam: em Los Angeles LB teria que alugar um imóvel, o que não aconteceria em caso de jogar no Flamengo (ele tem apartamento no Rio) ou mesmo se for jogar em outro time brasileiro, que daria moradia de graça para ele.

Morar na Califórnia é caríssimo. Tenho um amigo, Guto Guimarães, bauruense como eu, que vive em Tucson, pertinho de Phoenix. Não perdia um jogo do Suns na época do Leandrinho. Ele me contou, certa vez, que um amigo americano, brincando, disse: “Vendo minha casa aqui em Tucson e vou morar em um trailer na Califórnia”. Guto contou que o cara tem uma baita casa no Arizona. Fez a brincadeira para dizer ao Guto que morar na Califórnia é para poucos.

Trapizomba não soube me dizer quanto LB gastaria com aluguel de um imóvel em LA. Mas pelo que pesquisei pela internet, ele gastaria algo em torno de US$ 2,5 mil por mês, o que daria US$ 30 mil por ano.

Então, os US$ 994,5 mil cairiam para 964,5 mil, que traduzidos para nossa moeda seria algo em torno de R$ 1,95 milhão. Divididos em 12 parcelas teríamos R$ 162,5 mil.

Ou seja: praticamente a mesma grana para jogar no Flamengo — isso se o time carioca fizer uma oferta semelhante a feita na temporada passada. Ou, quem sabe, de repente em outra equipe de ponta do NBB.

Some-se a tudo isso o fato de que Samara Felippo, mulher de Leandrinho, atriz da Rede Record, em entrevista dada ao iG em 18 de julho passado, disse com todas as letras o seguinte: “Não quero morar nos EUA. Minha rotina lá é chata. Não é minha cultura, não é onde está minha família ou meus amigos. Ás vezes, a questão de não dominar a língua me irrita”.

E se Samara ficar por aqui boa parte da temporada (gravações da novela “Balacobaco”), Alicia, filha de LB, fica também. E o jogador é muito apegado à menina, que tem três anos. E ela, claro, adora o pai, como mostra a  foto (Instagram/Reprodução), onde Alicia tenta abraçar o pai vendo-o em entrevista na televisão.

Vocês querem saber o que eu acho? Se não aparecer nenhuma oferta milionária (e não deve aparecer mesmo, pois este é o cenário atual na NBA), LB tentará um acordo com o Flamengo ou com algum clube brasileiro — ou então tentará a Europa, o que é mais difícil, pois ele jamais atuou por lá. Ele ficaria uma temporada fora da NBA e enquanto isso Dan Fegan trabalharia no sentido de reencaixá-lo em alguma equipe da NBA na outra temporada. Ou assinaria um contrato com uma cláusula liberando-o imediatamente para algum time da liga norte-americana em caso de acerto.

Este é o cenário que eu vejo. Não consigo enxergar outro.

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segunda-feira, 10 de setembro de 2012 NBA | 16:52

UMA PALAVRINHA DE SCOTT MACHADO, PARA QUE VOCÊS CONHEÇAM UM POUQUINHO DESTE MAIS NOVO BRASILEIRO NA NBA

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Depois que Scott Machado acertou sua vida com o Houston Rockets, tentei falar com ele para trazer a vocês alguma palavrinha deste mais novo brasileiro da NBA. Mas não obtive sucesso.

Busquei o contato via Twitter, mas o armador do Houston, infelizmente, jamais respondeu qualquer das mensagens enviadas.

A primeira delas foi em português. Como não veio qualquer resposta, suspeitei que ele não soubesse ler e escrever em nosso idioma, apenas falar, pois Scott nasceu no Queens (Nova York) e foi alfabetizado em inglês. O que fiz? Mandei nova mensagem via Twitter, agora em inglês. Nada também.

Isso tudo aconteceu nos últimos dez dias.

Eis que, senão quando, recebo esta manhã, via Bruno Vicari, meu companheiro de Jovem Pan, um press-release da TXB, empresa que passou a cuidar da imagem de Scott Machado (foto) nesta segunda-feira.

Valho-me, pois, desse texto enviado pela empresa, para deixá-los, meus amigos pau d’águas, um pouco familiarizados com este filho de gaúchos e que se diz “brasileiro de coração”.

Basicamente, o release é este (fiz alguns cortes e ajustes para adequar o texto):

O armador Scott Machado, uma das revelações da última temporada do basquete universitário norte-americano (NCAA), com a maior média de assistências no ano (9,9 por jogo), assinou seu primeiro contrato para jogar na NBA. O atleta de 22 anos vai defender o Houston Rockets pelas próximas três temporadas. Além de confirmar sua participação na maior liga de basquete do mundo, Scott Machado assinou contrato com a TXB e terá sua imagem gerida pela empresa, que é resultado de uma parceira entre a XYZ Live e a Traffic.

O jogador se juntará ao restante do elenco (do Houston) no mês de outubro para início da temporada 2012-13. “Acredito que estamos montando um time muito competitivo, com muita raça e vontade de ganhar jogos”, disse Scott. “Meus objetivos nesse primeiro ano serão de sempre dar o meu melhor nos treinos, para que quando eu tiver a oportunidade de estar na quadra eu possa mostrar todo o meu potencial para ajudar o time a conseguir grandes vitórias”.

Scott é o quinto brasileiro confirmado na próxima temporada da NBA ao lado de Tiago Splitter, Nenê Hilário, Anderson Varejão e Fab Melo.

Em sua nova equipe, o armador atuará ao lado de grandes nomes do basquete mundial como Jeremy Lin, sensação da última temporada nos EUA jogando pelo New York Knicks e que agora jogará seu primeiro campeonato pelos Rockets. “Vai ser muito bom poder jogar ao lado de Jeremy. Ele tem um grande numero de fãs e jogou muito bem ano passado. Então sei que todos depositam muita confiança nele. Além disso, nós temos um ponto em comum: nós não fomos chamados no Draft da NBA e conseguimos entrar na liga depois. Acho que esta parceria será no mínimo interessante”, acrescentou.

Nascido em Nova York, Scott é filho de brasileiros e já defendeu a seleção nacional universitária no ano passado. Em 2012 foi convocado por Ruben Magnano para a disputa do Campeonato Sul-Americano, mas pediu dispensa justamente para poder participar da liga de verão com o Rockets. “Eu estava um pouco nervoso no início dessa liga, mas sempre contei com um apoio muito grande da minha família, que sempre me ligava e me lembrava que esse era o maior sonho da minha vida e que eu tinha totais condições de ingressar na NBA um dia. Graças a Deus esse dia chegou e agora sei que posso jogar em qualquer nível com qualquer jogador”, acrescentou Machado.

Seus maiores ídolos no basquete? “O New York Knicks sempre foi o time que torci quando era mais jovem. Sempre gostei muito do estilo de jogo do John Starks e do Allan Houston”, disse Scott, sem se esquecer das raízes brasileiras. “Mas como sou brasileiro de coração também gosto muito de futebol: sou torcedor do Internacional de Porto Alegre”.

FUTURO

Vida resolvida, depois de assinar contrato com o Houston, Scott Machado quer agora se firmar com a camisa da seleção brasileira. Disse ele: “Agora que consegui ingressar na NBA, o que mais quero é poder jogar pela seleção brasileira e disputar as Olimpíadas de 2016 (Rio de Janeiro) representando o meu país”.

Excelente! Marcelinho Huertas precisa mesmo de um reserva à altura, e que esse reserva venha ser titular no futuro.

Tudo indica que Scott é esse jogador.

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sábado, 8 de setembro de 2012 NBA | 21:23

MICHAEL E EARVIN: QUEM VIU, VIU

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Que privilégio! Cheryl Miller, uma das maiores jogadoras de todos os tempos, ao lado dos dois maiores jogadores que eu vi jogar: Michael Jordan e Magic Johnson (foto Getty Images). Ambos estiveram na cerimônia que introduziu no Hall da Fama de Massachussets legendas do basquete norte-americano, como Jamaal Wilkes (ex-companheiro de Magic) e Reggie Miller (ex-inimigo de Jordan).

Michael Jordan e Magic Johnson. Esses dois nomes soam forte demais desde sempre; impactam. Ambos escreveram belíssimas páginas da história do basquete mundial, em particular da NBA.

Afortunados os que os viram em ação; infelizes os que não puderam vê-los ao vivo.

A internet e os DVDs reparam parte do estrago àqueles que não tiveram esse privilégio. Mas em VT a emoção nunca é a mesa. Ver ao vivo, observar a história sendo escrita, ver esses dois gênios mudarem o jogo, isso a internet e os DVDs não mostram. Mas atenua, certamente que atenua.

Sinto-me um privilegiado. Mike and Earvin. Os dois maiores jogadores que eu vi em ação.

Inesquecíveis.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012 NBA | 11:18

THIBODEAU DEVE ESTENDER CONTRATO COM O CHICAGO. PRÓXIMO PASSO DEVERIA SER A CONTRATAÇÃO DE D’ANTONI

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Tom Thibodeau deve estender seu contrato com o Chicago. O atual termina ao final desta temporada que vai começar.

Dizem que Thibs (foto) estava taciturno e sorumbático. Dizem que estava melindroso porque não havia sido procurado pela direção da franquia para renovar seu vínculo. Dizem que não se conformava porque nas duas primeiras temporadas foi o condutor do time com a melhor campanha entre todos os 30 da liga durante a fase de classificação e também porque levou o Bulls à final do Leste na primeira delas — e poderia ter repetido na passada se Derrick Rose não se machucasse.

Thibs merece ter seu vínculo renovado. Afinal, mostrou que é mesmo um dos melhores da atualidade. Sua capacidade defensiva talvez seja a melhor de todos os treinadores da NBA. Ele peca na parte ofensiva, mas ninguém é perfeito. O que Thibs deveria fazer era sugerir à direção do Chicago a contratação de Mile D’Antoni como seu auxiliar e incumbir-lhe da missão de melhorar o desempenho ofensivo do time.

Feito isso, o Bulls cresceria dramaticamente. E se assim fosse feito, eu acreditaria em uma classificação para os playoffs. A gente bem sabe que o ataque do Chicago se resume a D-Rose. Mas D-Rose deve perder toda esta próxima temporada. Sem ele e sem a imaginação ofensiva de Thibs, o Bulls vai sofrer. E pode sucumbir.

Tudo vai cair nas costas de Luol Deng. Luol não é D-Rose. Não tem cacife para resolver todos os problemas ofensivos do time como o armador adoentado fazia.

Se D’Antoni (foto) estivesse na franquia, ele poderia tentar encontrar atalhos para a cesta adversária, como sua imaginação ofensiva tem nos mostrado ao longo desses anos como treinador na NBA. D’Antoni, se você não sabe, é o assistente ofensivo de Coach K na seleção dos EUA.

A contratação de D’Antoni, para mim, seria tão importante quanto a renovação de Thibs. Os dois juntos poderiam formar o Casal 20 (coisa velha!!!) dos treinadores da NBA e serem como Yin e Yang, os opostos que se complementam segundo a filosofia chinesa e dão equilíbrio a tudo.

Basquete é assim, um jogo de equilíbrios. Ataque e defesa se equilibrando e se completando. Tudo em harmonia.

Com Thibs a defesa vive, mas o ataque sobrevive. Com D’Antoni a seu lado, o ataque seria oxigenado e se encontraria o equilíbrio, mesmo sem Derrick Rose.

E quando D-Rose voltasse, a cama estaria pronta. E, quem sabe, como disse meu amigo Luis Avelãs, o time só pararia com o anel no dedo.

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